Somos Equipo Spanna
65 A bruxa da Upenn.
Notas iniciais
No Capitulo anterioir:
Eu estava com medo do possível novo A, que possuía as fotos minhas e da Spencer. Este pesadelo tinha finalmente terminado, e agora já retornou, me senti em filme do Freddy Krugger, sabe quando você acha que acabou que não terá mais sonhos ruins, você dorme de novo e ele está lá para te assombrar. Meu celular toca tenho até medo de ver, mas não posso fugir.
“Hanna você fará o que eu quiser ou as fotos vão direto ara internet.”
...
– Aria acho melhor nós começarmos a namorar com compromisso de fidelidade. — Alice despeja com muito pesar na palavras. Depois de falar isso parecia temorosa.
– Eu aceito Alice. -Aria parecia mais segura agora.
– Que alívio.
– Acho que será melhor assim, talvez um namoro aberto não sja tão saudável quanto nós pensávamos que fosse.
...
– De quem? — Já fazia aquela cara de ciúme para mim.
– Ganhei em um concurso na aula da Miss Duchannes.
– Daquela puta. — Explodiu.
– Que isso Ali, ela minha professora. — Tentei manter a calma.
– No mínimo ela te deu por que quer você para ela. — Alison não raciocinava quando estava com ciúmes.
– Primeiro, eu ganhei de forma justa em um concurso de perguntas e respostas. Segundo, senhorita Duchannes e eu nunca tivemos nenhum contato pessoal. Terceiro, não aguento seu ciúme. — Era algo inaceitável esse tipo de atitude vindo dela.
– Mas ela quer, eu sei que quer. Por que você fica aceitando os presentinhos dela? assim ela vai pensar que você está dando mole a ela. Terá odeias erradas suas. — Eu preferia não ter dado o chocolate.
...
Muito obrigada, acho que hoje você me deixou aliviada, por que eu não errei em nada, você me livrou de dias piores que eu teria com você se eu insistisse com isso tudo, estou deveras agradecida
Fim do capitulo anterior.
[Hanna P.O.V. on]
Eu estava no único momento tranquilo do meu dia o café da manhã, eu comia calmamente meus waffle com um copo de iogurte de ameixa, meu sabor preferido. Nessa hora meu celular vibra, com muita tristeza interrompo meu café, e leio uma mensagem anonima, já sabendo mais ou menos do que se tratava. Clico em cima da mensagem e leio:
“Você vai roubar o rascunho da prova de estudos básicos de administração, tirar um xerox, e deixar no livro ‘A menina que roubava livros’ na página 32”.
Eu estranhei aquilo não era típico de A, as chantagens deles normalmente nos prejudicavam, essa parece apenas um suborno para benefício próprio, apesar de que eu suspeitava ser uma armadilha, mas de qualquer forma eu tenho que fazer, pois caso contrário Spencer iria receber as fotos, e possivelmente não só ela. Recebo outra mensagem.
“Lembre das consequências de me desobedecer”
Horas mais tarde, eu vejo a professora que da aula da disciplina que a/o possível novo A deixar o rascunho das respostas da prova dela em cima do armário da sala em que ela estava, esperei escondida ela sair e dei uns minutinhos até ela estar longe peguei a prova, e fui de fininho saindo da sala com cuidado olhando para me certificar de que ela não vinha. Depois fui direto a biblioteca, a primeira coisa que fiz lá foi perguntar a bibliotecaria onde ficava “A menina que roubava livros”, ela me respondeu na segunda pratileira tá estante 2C, fui até lá, procurei um pouquinho, muito nervosa temendo que realmente fosse uma armadilha, achei o livro e quando deixei ali dentro na página 32, foi um grande alívio para mim. Sentia como se respirasse pela primeira vez em muito tempo.
A noite havia chegado, eu estava no meu quarto na cama em silêncio, muito cabisbaixa, depressiva, temerosa que aquelas imagens chegasse a Spencer, o que aquilo iria causar a ela, eu não podia deixar isso vazar, isso prejudicaria a Spencena sua carreira, não sei se respeitariam uma advogada com fotos vazadas, o que uma bobagem, pois todo mundo deve ter direito de privacidade. enquanto esses pensamentos chegavam, eu lembrava dos meus momentos com a Spencer, sentia muita saudade deles, eu ainda amo ela, isso me deixa depressiva. Me pego quase chorando no cobertor, eu tava tentando resistir,até que aquilo foi mais forte que eu, as lágrimas cai enquanto eu via sua foto pelo celular.
– Spencer, eu ainda te amo muito. -Falo sozinha enquanto meu rosto era molhado pelos meus olhos.
– Hanna tem visita pra ti. — Diz a minha colega de quarto, saio da cama em um pulo e vou direito para o banheiro me arrumar estava completamente acabada, não poderia receber ninguém naquelas condições. Olho no espelho vejo minha cara toda horrível, começo a me maquiar, tento aparentar mais alegria do que sentia, o que por um lado, era complicado, pois eu não estava nada bem e não estava em muitas condições de fingir felicidade, por outro era simples, por que mais triste que eu estava era impossível eu representar. A visita me era inesperada.
– Veronica o que faz aqui?
– Eu precisava conversar com minha nora, digo ex-nora. Estou preocupada com Spencer.
[Hanna P.O.V. off]
No dia seguinte, Aria chamou Alice para ver um filme, que recuso, pois era dia de semana, Aria pegou seu carro e foi até a Upenn e depois da terceira aula de Alice, ela se encontrou com a moça. Alice chocada falou que a baixinha não poderia estar ali, que não certo matar a aula para ve-la, a menina dos olhos hazel, mandou uma conversa mole, deixou Alice meio boba e convenceu a ver filme, o rsto do dia Alice tirou folga. Alice perguntou?
– Qual o filme que veremos?
– A bruxa de Blair.
– Eu gosto desse filme.
– Claro é um clássico. -Aria vangloria o filme.
– Não exagera.- Aria fita a namorada.
– É sim ele é o precursor dos terror Found Footage. -Estilo de filmagem que consiste em filmar como se fosse um documentário em primeira pessoa, além disso a filmagem deve ser em baixa qualidade para dar aspecto de realidade,sendo essa a principal caracteristica.
– Ainda acho que está o superestimando, mesmo isso sendo verdade. -Aria olha com desdem.
– Você não entende de arte. — Beija a namorada e coloca o dvd no aparelho, ainda com cara de birra.
No meio do filme a mais alta gruda em sua paixão, ficando as duas agarradinhas, Aria gosta daquilo se sente confortável como se tivesse protegendo Alice, que por sua vez se sente única ao ver a sua amada a pegando daquela forma, as duas suspiram.
[Spencer P.OV.on]
Depois do fim do namoro, fui devolver as coisas de minha-ex, eu considero esse um primeiro passo para superar alguém devolver suas coisas, pois não terá mais desculpa para voltar a ver a pessoa. No meu quarto tem espalhados vários objetos pertencentes a ela, não sabia que ela tinha deixando tantas coisas aqui, era realmente assustador o que tinha, fui colocando tudo junto em uma mala, com muito cuidado para não existir reclamações.Estou farta de problemas, não posso encarar mais nessa hora, estava em dúvida se avsa ou não da devolução, não tinha muitos motivos para informa-la antes.
Um pouco mais tarde, peguei a mala que continha tudo da minha ex-amada e prossegui atpe seu quarto. No caminho, fiquei vagando nas idéias de como tudo poderia ser diferente sem o ciúme, de qual era fundamento da desconfiança que eu causei, se talvez havia um proposito para ela agir da maneira que agiu, basicamente perguntas sem resposta, que somente me deixavam demasiadamente mais confusa com a situação, e complexividade era tudo que não necessitava no presente. Ambiciava paz.
Uma das coisas que passava na minha mente era que um dia depois teria aula com a miss Duchannes.
Cheguei ao quarto de Ali, na verdade na porta dela, e ao estar ali, nati na porta e ouvi barulhos vindo de dentro, gemidos estranhos, logo os decifrei eram da minha ultima loirinha, e não eram qualquer gemidos, ela estava transando, ela fazia assim comigo, quero dizer, sem pretenção de me gabar, comigo eram mais longos e densos. Ao ouvir minhas batidas, ela também se levanta e abri a porta, reconhecendo minha voz.
– Não Vem. -Dizia a mim mesma para ela não vir.
– Spencer, calma deixa eu me esclarecer. — Dizia ela em vão, não tinha condições de ouvir ela, e nem era por isso, ela era livre podia fazer o que bem entedesse.
– Al… Avery com um ogador de futebol americano. — Me atentei que havia outra pessoa, no caso ele.
– Desculpa, porém estou solteira você me disse isso. — Ela tentava se justificar.
– Eu sei, contudo não é nem isso, não quero te ver por tudo que aconteceu antes.Isso só foi sua demonstração de que não se importava mais comigo. — Digo chorando.
– Não é verdade, eu te amo ainda, só estava me consolando. -Ela dizia achando que ia perdoa-la.
– Pode ser, só que você já tinha me perdido antes, e agora que não vai recuperarmesmo, se bem que já tinha descartado isso bem antes dessa cena. — Ela chorou.
– Não faça isso comigo, não faça isso conosco. — Em prantos.
– Vou seguir em frente, sugiro que faça o mesmo, nossa históia definitivamente teve um fim.
É aula da professora Duchannes, fico pensando como a Alison teve a impressão de que algo entre eu e minha mestra houve, Melissa tudo bem, mas a minha ex não faz sentido. Eu começo a prestar atenção na aula e começo a notar que o sotaque dela era mesmo incrivelmente atraente não tiro da cabeça por minutos esse fato, o que me desconcentra um pouco da matéria, mas logo volto a mim, o foco é na aula. Ao fim da aula, Miss Duchannes me chama para uma conversa, estranho eu não fiz nada hoje.
– Hastings.
– Eu, professora.
– Fique, precisamos conversar.
– Eu fiz alguma coisa, se eu fiz me desculpe não foi minha intenção interromper a sua aula. Já estou até constrangida por qualquer coisa. — Digo meio desesperada, ela me interrompe.
– Calma Spencer não fez nada, pelo contrário você é uma das minhas melhores alunas.
– Grata. — Digo lisonjeada.
– Na verdade é a melhor, mas por protocolo digo uma das, pra não desmotivar ninguém, contudo só estamos nós duas, então acho que não preciso fazer média com as outras. — Diz ela sorrindo.
– Nossa é uma honra.
– Pode fechar a porta.
– Claro. — Obdeço.
– Hastings, eu venho notando que você é uma aluna minha de grande potencial, é bastante inteligente, simpatica, interessante, e se permite dizer ainda concilia isso com sua beleza.
– Nossa assim fico com vergonha, entretanto Miss Duchannes se posso dizer a senhora é uma ótima professora, fica mais fácil assim, além de ser bem divertida, o que não torna aulas chatas. — Fico vermelha.
– Eu acho bem atraentes meninas do seu estilo, determinadas, digo você tem tudo para ter um grande futuro. Hastings, você é mulher de fibra é apaixonante, deixaria qualquer um ou uma muito feliz de estar ao seu lado, acho muito atraente esse sorriso. — Ela diz sorrindo para mim e eu devolvo o sorriso. — esse mesmo , ele é sexy;
– Seu sotaque também é atraente, acho ele bem sexy, além de que esse jeito é muito empolgante. — Digo excitada, Duchannes nitidamente também estava. Nos entreolhavamos.
– Miss Hastigs você é perigosa, mas saiba que a eu amo perigo ela diz me olhando.
– Que coincidencia eu também. — Ela me beija com tudo.Depois agarra minha nuca, e pego sua bunda, e depois invertemos. Eu começo a tirar minha roupa e ela as delas, a cortina e sala estavam fechadas, quando ela me disse para fecha, tentei sorte. Começamos a nos agarra nos , nos beijar, chupar, e apreciar nossos corpos uma o da outra, fazemos sexo ali mesmo, foi maravilhoso, o perigo deixou duas vezes melhor, além do fato de que Miss Duchannes era uma excelente amante, parecia conhecer meu cirpo a tempo, ela pela sua cara amou também, esta desestabilizada.
Fale com o autor