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86 Meu futuro, eu decido.
Notas iniciais
Spencer á algum tipo de brincadeira. -Diz meu pai bufando de raiva, eu fico sem reação, minha do lado dele só me carava séria com um olhar de total desaprovação, foi o pior momento da minha vida.
– Pai, eu só quero fazer o meu caminho, não o de vocês, quero ser eu mesma, na profissão que eu quiser. — Sabia o quanto aquilo era em vão, contudo precisava tentar.
– Spencer, você está maluca, só me falta dizer que quer fazer arteou algo do tipo. — Dizia Peter quase gritando.O restaurante inteiro nos olhava, minha mãe parecia me matar só com os olhares, eu estava constrangida e acoada, não consegui dizer uma palavra.
– Responda seu pai Spencer. — Isso a minha mãe.
– Eu não sei, eu não tenho certeza d que eu vou seguir, eu quero experimentar e descobrir,só estou pedindo uma vida minha, só quero arriscar, por que você não entendem. -Eu sento na cadeira coloco as mãos no rosto e começo a chorar, minha irmã me ampara, pego sua mão.
– Não tem certeza, é pior ainda, ela não sabe nem o quer da vida, como você acha que vai ter um futuro, sendo inconsequente. — Dizia meu pai, ai não olhava para os rostos deles, também não conseguia me acalmar. O garçom trousse me um copo da agua por conta da casa, bebi coma mão tremendo, não parava de chorar e soluçava, tentava falar mais só minha boca mexia o som não saia.
– Spencer você não pode ser tão irresponsável estou profundamente desapontada. -A sua decepção era clara quando olhava para ela, sem reagir apenas deitei inha cabeça na mesa e fiquei pensando em canções de quando era criança.
– Pai , mãe, a Spencer só quer seguir sua vida, ter a profissão que deseja que não é nossa, isso é tão ruim? ela não vai morrer por isso. vocês preferem a Spencer Hastings design, dentista, psicologa, física, médica, veterinária ou Spencer Hastings morta? por que não sei se lembra, mas isso meio que já aconteceu. — Diz Melissa lembrando de quando perdia memória e todos pensavam que eu havia morrido. Todo mundo se calou.
– Melissa só queremos o bem de vocês. -Diz minha mãe.
Melissa sai dali e diz que vai pegar um táxi e que meus pais não precisam levar ela no aeroporto, também pede para ir junto com ela, correndo e completamente triste a sigo tentando tapar o rosto para que ninguém me veja naquela estado. Ela liga para o táxi e vinte minutos depois e ele está, Wren me auxilia na entrada do táxi ainda estava muito abalada, não me mexia bem de fraca psicologicamente eu estava, sento e coloco sinto tremendo, pergunto se elas queriam que ficasse no aeroporto, Melissa afirma que sim com a cabeça. Eles me questionam se eu queria chamar Hanna, até queria, entretanto nego por que ela se prejudicou em Hollis muito por minha caus, pego o celular e fico olhando e acariciando fotos da minha namorada e em pouco tempo aquilo me acalma.
Chegando no aeroporto fico sentada no banco esperando o vôo da minha irmã e seu esposo, Londres era uma das minhas cidades favoritas, queria ir com a Hanna lá. Melissa compra uma revista no aeroporto, Wren está junto com ela na loja, eu to sentada bebendo o café que ela comrpou para mim, ela me chama para dentro loja , eu entrosem entender nada, então ela pergunta se eu não queria um livro. Eu sorrio para minha queria irmã e respondo.
– Queria um da Agatha Christie. — Digo, fazia tempo que não lia nada dela.
– Moça tem livros da Agatha Christie. -Pergunta minha irmã.
– Qual ela gostaria? — Pergunta a tende da loja, eu dou uma analisada nos livros, dessa vez um pouco menos desanimada, esquecendo tudo que houve n restaurante.
– Decidiu Spencer? — Melissa pergunta, depois de eu ficar alguns minutinhos ali olhando e olhando.
– O mistério do sete relógios. — Digo pegando o livro e entregandoem mãos a minha irmã, que dá a moça, logo após pega sua clutch abre pagando para mim. Melissa se vira olha sorrindo para e mim e pergunta.
– Sobre o que é esse livro que está tão interessada? — Ela se vira querendo saber mais sobre o livro sessenta no banco do aeroporto e cruza pernas esperando minha explicação.
– Apesar do nome o mistério não é sobre os relógios, é sobre um assassinato. — Minha irmã conhecia muito Agatha Christe então fui direto a ponto. — O morto tem oito relógio apenas sete destes são deixados na cena do crime,e aaparti daí que trama começa. -Ela parecia intertida, eu também estava, meu olhos não pareciam mais de quem havia chorado por muito e muito tempo, me sentia bem com companhia dela e Wren, que estava olhando o horario no celular.
Eu ficava rindo vendo sua apreensão pelo voô, era passo muito importante na vida dois, me deixa completamente feliz saber que minha irmão mudou tanto de vida, o que ultimamente para os Hastings era lastimável, entretanto para mim assendia uma luz da esperana, pois pensava se ela consegui eu também posso.
– Chegou nosso voô. — Diz Wren e os dois partem ao avião de longe eu abano para minhã irmã, que uns minutos chamou táxi para mim, eu pego minhas coisas e vou direto até o táxi, antes saio corrrendo e dou abraço bem apertado em melissa, sorrio para ela, olho em seus olhos, ai me sinto mais forte,corro novamente, contudo agora para táxi, dou tchau de longe para minha irmã e agora só estou pensando na minha futura jornada.
Ao entrar no táxi, o motorista me pergunta onde eu quero ir, ligo para Hanna que ainda está em Hollis, tinha muitas coisas para fazer naUpenn, contudo hoje era dia dá Spencer que arrisca, que faz o quer, digopara ele ir até Hollis, ele assim o faz. Olho pela janela e vejo que o mundo é bastante grande, eu queria explora-lo, avistava os prédios e sonhava e se for arquiteta, quando passava por pessoa meio doente sonhava com médicina, filme em cartaz me lembrava de querer me tornar cineasta, os animais me dando desejo de fazer veterinária, ou ate mesmo bióloga, os número devaneiava física e matématica e os problemas do mundo necessitavam de uma filosofa, e as quimera das pessoas me faziam psicologa. Quando desço, pago a corrida, vou até o quato de minha namorada sem importar com nada, abro a porta e a beijo como se fosse a ultima vez, olhos nos seus olhos com um grande sorriso e então digo.
– Eu vou ser quem eu quiser. — Mesmo que complicado, agora eu estava livre deesse peso, não séria uma advogada para gradar meus pais, o que tivesse vontade de trabalhar. Hanna estranha um pouco, eu deito na cama e olho para o teto sorrindo feito alguém louco, começo a rir sem parar, não consegua segurar a risada, era o momento mais alegre de todos.
–O que foi Spencer? -Eu não respondia apenas sorria.
[Spencer P.OV off]
Emily estava com documentos, em uma semana emeia tudo seria resolvido, o medo tomava conta de seu ser, ela esta muito norvosa, Aria tentava acamar a sua namorada pelo telefone, o que não adianta em nada. Emily tava a beira de um ataque de nervos.
– Amor para, ninguém vai morrer seja qual for sua decisão. -Aria falava no telefone, Emily se calava.
– Eu sei, sei lá tudo depende disso, e se eu me arrepender depois. — Dizia Emily em pânico.
– Se arrepender de não ter tentado ou de ter?
– Ai que tá, talvez dos dois.
– Eu prefiro me arrepender de arriscar. — Dizia Aria, o que não diminuiu a sensação de horror de sua companheira.
– Só que eu vou deixar algo que gosto também, gosto da faculdade. — Ela caminhava de um lado pro outro com telefone na mão
[Spencer P.O.V]
Eu e Hanna,ficamos ali, explico direito tudo que aconteceu para ela, ela fica perplexa, ela me consola. Depois da euforia o medo tinha tomado conta de mim outra vez, e palavras da minha mãe me machucaram muito, era horrível ouvir aquilo de quem se ama.
– Amor tudo vai melhorar. -Balanço a cabeça positivamente concordando com Hanna
– A questão e quando. — Nesse momento alguém bate na porta de seu quarto e eu vou atender.
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