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87 Livre.
Notas iniciais
[Spencer P.O.V. on]
Abro a porta para ver quem é, completamente surpresa vejo que era uma repórter de um programa de TV, ela queria falar sobre a Alison, todo mundo agora sabia a verdade sobre a Alison, isso queria dizer que os poucos todos ficaram sabendo que eram as amigas da Alison. Eu tento fechar a porta para ela não entrar, meu esforço é em vão, fico perplexa sem reação, Hanna também não sabia como lidar com a situação, tento fingir que não sabia do que se tratava, mas ela tinha pesquisado direitinho. Elas faz as perguntas certeiras e contundentes, eu olho para ela com um olhar de raiva.
– Sra. Hastings você sabia de todo esse plano de Alison, vices ajudaram ela, desde quando ela contou a vocês? — Ela perguntava e eu ficava meio calada, mas ela ficava parada com microfone na mal quase me obrigando a responder.
– Não sabíamos não, nunca fomos informadas. Pensávamos como todos que ela estava morta. — Eu olhava para os lados impaciente, ficava contando os minutos para sair da li, observava o celular dela gravando e aquilo me dava pânico.
– E você senhorita Marin?
– Não soube de nada. — Ela afirma paralizada.
– Não sabíamos, pronto fim de assunto. — Digo tentando a expulsar dali.
– Mas senhorita Hastings tenho fontes que confirmar que você e Alison DiLaurentis tiveram um caso romântico, entao como a ainda afirma que nunca soube de Avery Dujardin na verdade se tratar de sua amiga desaparecida Alison DiLaurentis?
– Meus casos amorosos são assunto meu, desrespeitam somente a mim.. — Digo na tentativa de fugir da pergunta.
– Não quando a um caso como esse envolvendo nome de um possível relacionamento antigo seu.- Ela me conte a parede.
– Sim, eu namorei Avery, mas como deve saber ou não, eu perdi a memoria em um acidente e recuperei parte dela com algum, nunca lembrei de traços físicos de Alison e as poucas fotos dela que tenho em casa, foram retiradas durante meu tratamento.- Minto sobre a ultima parte e repórter não me faz mais perguntas.
Hanna e eu saímos do quarto,vamos ao refeitório e lá assistimos TV e vimos sobre o caso da Alison, ela ficava dando declarações e minha mãe estava junto a ela, parece que os DiLaurentis contrataram ela para o caso. Eu quero não ver o que tá acontecendo, só que no refeitório ninguém ia desligar a TV, tento me distrair pegando o celular e mexendo não consigo, volto os olhos a TV outra vez e lá aparecia a seguinte frase “Impasse no caso DiLaurentis, justiça ainda não tem veredito”.
Decidimos sair do refeitório depois que Hanna conseguiu algo para comer, ela levou até o quarto para onde voltamos, volto a pegar meu celular e fico olhando Hanna, sento do seu lado e ponho a cabeça no seu ombro, ela percebia que eu não estava no meu melhor estado. Me senti confortável no ombro da Hanna, tentando esquecer esse lance de escolher meu futuro, da rejeição dos meus pais, mesmo sendo complicado logo após ver minha mãe na TV. Na hora em que vi ela, só conseguia pensar nas suas palavras de desaprovação, tudo me machucava muito. Hanna e eu, ficamos por tempo ali, até que por motivo nenhum aparente nos beijamos.
– Por que tá me beijando? — Pergunto totalmente confusa, era bom beijar minha namorada, mas aconteceu tão de repente.
– Não preciso de razão nenhuma para te beijar, só vontade de sentir teus lábios. -Nos beijamos outra vez.
– Amor, fica comigo, tipo para sempre. -Eu deito minha cabeça no ombro dela, ficando ali por um tempo.
– Claro que sim.
– Promete? -Pergunto olhando em seus olhos.
– Prometo.
De manhã, estou indo de volta a Upenn, Hanna vai até o carro comigo, tenho uma crise de choro antes de chegar o carro, fico repetindo para ela, “O que vai ser da minha vida?” se parar, nunca fiquei sem o apoio dos meus pais e se eles quisessem me tirar da Upenn, agarro minha namorada com força e meu desejo era todo de ficar ali com ela por um longo tempo ela beija a minha testa e eu beijo sua boca. Nos entreolhamos, ainda visivelmente triste entro no carro e ela me segura, olho para ela desnorteada e nos beijamos novamente mais profundamente e ela diz.
– Spencer, você via ficar bem, eu se que vai. — Fico mirando dentro de seus olhos azuis.
– Eu não sei Hanna e se eles não pagar mais Upenn para mim? -Perguntava completamente amedrontada. meu sonho era me formar na faculdade, gora eu não sabia se ia realiza-lo.
– Não pense besteira Spence, seus pais não vão ser tão mesquinho assim. -Ela me abraça, eu pego a cintura e damos uns amassos, ela nitidamente ficou com vontade de transar e eu também. Nos soltamos.
– Espero que esteja certa. -Disse saindo. Minha vontade era dizer “Você não conhece meus pais.”
No carro abano para ela de longe, ela retribui, Hanna me fazia deixar toda essa minha carga de problemas de lado. Era mágico estar com alguém como ela, só estando para compreender.
[Spencer P.O.V off]
uma semana e meia depois…
Os juizes resolveram absolver Alison, pois tudo que ela fez foi em um estado vida ou morte, porém por ela ter mantido a identidade por tanto tempo eles a condenaram a cumprir um ano de serviço comunitário. Alison seguiu sua vida, continuo os estudos na Upenn, lá ela foi castigada, sendo obrigada a ficar fim de semanas durante seis mêses, não podendo sair da universidade nesse tempo todo.
Era sábado, Eu e Hanna ficamos juntas a tarde inteira na Upenn, ela me divertia muito, além disse ouvia todas minha lamentações sobre ter pais extremamente autoritários. Eu dolhei todas as minhas pratileiras procurando algo que pudesse no dar entrenimento naquela tarde, lá encontro um CD do Oasis, a coletânia “Time files 2004-2009”, que ganhei da minha ex-namorada, ou da namorada da antiga eu, não sei bem definir, da Tess, eu pego o CD nas mãos mostro a Han e peço para ela colocar no lap top para escutarmos, ela coloca seguro a mão dela e começo admirar seu rosto, então comento:
– Esse dia está perfeito com você aqui. -Começamos a pular de mãos dadas enquanto toca “whatever”.
– Eu sei, eu também me sinto bem. -Ela mergulhava nos meus olhos e alisava meu rosto, eu beijei de leve sua enquanto tocava seu cabelo e sentia seu doce aroma, era tudo feliz.
– Amo Oasis. -Sorria me sentido livre.
– Eu amo você. -Dizia ela pulando.
– Eu amo você também Han. -Nos beijamos e ali sem conter o desejo fazemos sexo enlouquecidamente ao som de Whatever.
Os Hastings chegam a minha universidade de não quer atende-los, mas se sente obrigada, temia pelo pior, a possibilidade de meus pais me tirarem da universidade era cada vez mais real. Eu fiquei muito desesperada, não sabia o que fazer, eles me pediram para sentar, eu obedeci meus pais como “boa” filha que sou, nitidamente nervosa fico balaço a perna na frente deles até minha até pedir para parar, e olho para ela séria, meus pais sentam-se na minha cama, eu tento virar minha cara mostrando indiginação eles começam a falar.
– Filha, para nós é importante que você se torne advogada. -Diz Peter então eu interrompo.
– Mas eu não quero se, eu qeuro ser livre para ser o que quiser. — A música que eu esscute hoje coma Hanna vinha minha cabela, principalmente quela parte “I’m free to be whatever I, whatever I choose. (Eu spu livre para fazer o que qualquer coisa, qualquer coisa que eu escolher”)
– Deixe seu pai terminar. -Dizia minha mãe.
– Mas se você não quer isso, queremos que se forme e seja uma otima profissional.
– Eu não creio, obrigada. -Eu abraço meus pais, estava estontiante.
O represante da equipe de natação do estado da Pensilvania estava na porta de Emily, era hora de ela tomar uma decisão muito importante,Aria estava ali segurando a mão de sua namorada, logo após estavam Spencer e Hanna, nenhuma delas sabiam o que havia decidido Emily, mas dariam o seu apoio total independente de qual fosse sua escolha.
Ele se aproxima, já colocando na mesa o contrato para ela assinar, diz que vai dar um tempinho a ela, algumas horas e depois volta para saber sua decisão, nessa hora Emily olha para as garotas sedentas de curiosidade para saber o que ela escolheu para si e diz.
– Quando ele voltar vocês vão saber, quero que todos saibam juntos.
– Eu te apoio meu amor. -Diz Aria a beijando.
– Muito obrigada.
– Você sabe que eu vou estar sempre aqui mesmo com qualquer empecilho qual for rumo que tomar, eu vou ficar junto a você, se for a universidade, mesmo a distância eu vou estar contigo. — Aria diz e sorri para Emily que da uma bitoca em sua namorada. As duas ficam no maior chamego, Spencer e Hanna deixam as duas namorando, enquanto ficam trocando uma idéia a espera do moço, das horas se passam e ele está lá.
– Então Emily qual sua escolha? -Ela pega o papel assina e diz.
– O meu sonho é ser nadadora e essa é oportunidade única, se tiver que abrir de me formar que seja, tenho arriscar tudo para conseguir o que quero.
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