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50 Impulsos.
Notas iniciais
Capitulo anterior:
– Você é muito doida, isso sim.
– Não irei discordar. — Kaitlin e Emily saem do bar.
...
– Eu não consigo mais seguir desse jeito, a distância me mata, não posso mais viver assim.
– Não to entendendo quer que mude pra Hollis semestre que vem -Eu digo sem compreender onde ela quer chegar.
– Não, o que to dizendo é que isso está muito pesado para mim, toda essa carga emocional que estou carregando agora é demais para eu sustentar, preciso seguir a minha vida, sem levar tudo isso comigo, tudo o que esse namoro trás, que você trás, o que realmente quero te falar Spencer, é que eu não quero mais namorar com você.
– Como assim? do nada? sem aviso prévia, o que fiz? — Eu fico completamente perdida.
– Não fez nada Spencer, continua perfeita, maravilhosa, e a melhor namorada, mas não quero comigo, não agora, não desse modo. — Hanna falava palavras que não fazia sentindo na minha cabeça.
– O que aconteceu Hanna? — Digo com lágrimas nos olhos.
– Nada, eu só não quero ficar presa.
– Não pode fazer isso comigo, não depois de tudo. — Eu chorava sem parar, a dor é muito forte.
Fim do capitulo anterior.
[Spencer P.O.V on]
Não havia descrição do pesar que se alojava em minha alma, cada pensamentos meu era uma melancolia, que parecia escrita pelo poeta mais trágico de todos. A vida parecia ter finalmente conseguido me derrubar, é de um jeito que eu estava impossibiltada de me erguer, fraca demais. Era complicado demais suportar as lembranças de Hanna rondando a minha cabeça sem parar por um minuto. As lágrimas já não conseguiam traduzir o meu desalento, nem amenizar a magoa causada, muito menos fechar o buraco angústia em peito, era tudo ferida. Ao chegar no meu quarto, fiquei silêncio total como se declarasse derrota, ergui a bandeira branca, desisti. Deito na cama sem vontade de sentir, abatida, humilhada, fracassada era tudo que eu aparentava naquela cama, meu olho jorrando, em pleno sábado com todos alunos fora do campus, nas festas ou estudando, eu ficava querendo que tempo passasse com medo do amanhã chegar e ser real, desejando que aquilo fosse um sonho mesmo sabendo que não, tentando devanear sobre um mundo onde o dia de hoje era falso. Nada me restava a solidão era minha melhor companhia, e desolação era meu único conforto. Na manhã seguinte, na hora de acordar, ,ao ouvir meu gemidor de lamento, Alison entra no quarto para saber o que teria me levado ao estado que estou agora, devargarzinho a loira entra me faz um carinho no ombro e questiona:
– O que aconteceu Spencer?
– Nada. — Eu digo não querendo tocar no assunto, pois provavelmente apenas serviria para me machucar ainda mais. — Estou cansada, não é nada de demais.
– Cansada, não inventa, se isso fosse cansaço, imagina quando ficasse mal como estaria.
– Eu apenas quero ficar sozinha um pouco Alison. — Todo meu corpo gritava por consolo.
– Não quer não.
– Eu quero paz.
– Quer ser confortada por alguma coisa que ainda não sei o que é, quer ter um pretexto para seguir em frente. — Ali abre um pequeno sorriso tentando que eu faça o mesmo.
–Como sabe?
– Eu conheço você Spencer. — Ela faz um carinho no meu braço. — Estou qui para o que você tiver.
– Só me dá um abraço. — Eu sento e ela me abraça e eu choro sem descanso.
– Agora pode me dizer o que aflinge? — Ela diz sendo meiga comigo.
– Hanna.
– O que foi saudade, não foi ver ela hoje?
– Fui. — Ela seco minha lágrima com seu dedo.
– Então?
– Ela terminou tudo comigo.- Ali me põe em seu ombro.
– Qual foi motivo dela?
– Não sei, ela não disse, disse que a distância era muito grande que nós veríamos pouco, ela tinha dito antes que seguir juntas, que seríamos fortes, ela mentiu na minha cara. — Senti raiva e esmorecimento.
– Hanna não pode fazer isso com você quem ela pensa que é, você faz tudo por ela, e ela te trata como lixo, descartável e reciclável. — Alison parecia mais indignada que eu.
– Eu não compreendo tudo estava tão bem, eu liguei para ela todos dias,. — Cai na cama.
– Ela não sabe valorizar o que tem, pronto falei, depois que perde ela corre atrás.
– Ela foi totalmente fria comigo, parecia que eu não conhecia quela garota que estava diante de mim. — Digo lastimando.
– Spencer não fica assim pela Hanna, pensa não foi você quem perdeu foi a Hanna. — Ali diz olhando nos meus olho.
– E como vou ficar?
– Bem , pois foi o melhor que aconteceu para você,, ela não te merce nunca te mereceu, você sempre foi muito para ela não sei como você não enxergava isso.
– Nem sou tudo isso.
– É muito mais do que disse, você é uma garota brilhante, você é realmente especial, muito especial.
– Mais especial que a Emily? — Brinco.
– Muito mais que Emily, falo sério. -Ela diz olhando para mim e mexe no meu cabelo.
– Mas eu sou louca pela Hanna, porque não posso mudar isso, tirar ela da minha mente.
– Você tirará, e verá que foi ótimo ter se livrado dela, você merece alguém que realmente te entenda, que esteja com você para o que der vir, alguém que nunca te deixará escapar. -Ela sorri, ela tem um sorriso belo,
– A coisa mais complexa é achar essa pessoa, misteriosa que você tanto fala.
– Talvez ela esteja agora na sua frente e só você não vê ela.- Eu rio quando ela diz isso.
– Como assim?
– Assim. — Ali me beija. Depois do beijo fico com uma cara de surpresa. — Desculpa Spencer eu não devia ter feito isso. — Ela fala completamente nervosa, acho fofo.
– Não, espera. — Eu beijo ela de volta.
[Hanna P.O.V. on]
Eu estava sentada sozinha, sentindo pena de mim mesma. Eu sabia a consequências das minhas atitude, porém isso não diminuo em nada o vazio que senta dentro de mim. Não comi nada, nem me servi na verdade, aquele prato parecia comigo vazio e inútil.Meu desejo, era que eu pudesse dormir para sempre, talvez no sonho tudo seria feliz. Avisto Aria chegando em Hollis, ela sabia que Spencer viria hoje, ela via até mim deveria querer saber sobre minha agora ex- namorada.
– Hanna, quando Spencer vem? eu queria te pedir pelos menos um tempo para ficar com ela, para conversar, eu to precisando falar com minha amiga.
– Ela já veio.
– Onde ela tá?
– Não tá aqui.
– Quando ela volta diz que eu quero diz que eu quero falar com ela. — Aria diz não me entendendo.
– Ela foi embora.
– Como assim ela tá bem? o que aconteceu? — Ela diz apavorada.
– Ela tá bem, não se preocupa.
– E por que ela já foi?
– Terminamos.
– De repente assim?
– Sim.
– O que você fez? -Ela me encara.
– Nada.
– Qual foi a razão do fim do relacionamento de vocês?
– Terminamos, porque não queria manter um namoro a distância. — Eu digo e ela fica vermelha.
– Você não pode ter feito isso, não acredito que seja tão egoísta a ponto de não ter conversado antes com ela, eu sei que a Spencer te liga todos os dias, e não parou para pensar nela, Hanna você é ridícula. — Ela se vira e sai caminhando
– Não te dei o direito de referir assim a mim. — Eu sinto a sua mão vindo de encontro a minha face.
– Isso é por tudo que fez a Spencer. — Ela sai.
[Hanna P.O.V off]
Kaitlin e Emily continuaram sua aventura, buscando a superação de amores. Depois de pularem uma cerca, correrem dos cachorros, fazerem sexo em uma casa abandonada, de Kailtlin mostrar parte dos seios para tomar um milk shake e recuperamo dinheiro que haviam deixadona casa abandonada,elas foram a uma festa da cidade, que tinham escutado uma menina na rua falar.
– Ingressos. — Pediu o segurança que era forte.
– Não temos,mas podemos oferecer coisa melhor. — Kaitlin diz fazendo jeitinho sexy.
– De novo não. — Emily bufou.
– Sem ingressos não entram.
– Nem por isso. — Kaitlin deu baixada na roupa.
– Ai podem entrar. — O segurança.
– Viu fácil Emily.
– Se tiver junto os ingressos. — Ele fala fechando a passagem.
– Vai mudar de segurança, vou tentar de novo. — O outro segurança era tão forte quanto anterior.
– Ingressos senhoritas.
– Esse tem cara de bobo. — Cuchichou Kaitlin.
– Não, faz isso to ficando constranigida. — Emily falou, mas no fundo até que não era mal entrar na festa assim.
– Não temos, mas olha aqui . — Baixou bem pouquinho.
– Não vai acontecer. — Ele disse.
– Viu eles não bobos. -Falou Emily.
– Mas esse aparentava muito bobo me enganou.
– Não exatamente. -Emily avistou ele deixar um cara entrar só porque tinha deixado a barriga a mostra.
– Gay droga. — Enquanto isso ele olhou para o lado e teve uma idéia. — Emily você tá vendo aquela parte de trás?
– O que tem?
– Ela onde entra os garçons, olha, então nós passamos bem de vagar por aqui chegamos, nos escondemos, pegamos uma roupa de garçonete vamos servir os visitante, chegando na festa, vamos ao banheiro nos trocamos e curtimos.
– Vai me colocar em enrascada.
– Nada.
Emily foi devagarzinho encostada na parede até lá, Kaitlin fica atrás espreitando para conferir se ninguém as vê, vão caminhando até ali, com porta aberta elas entram tranquilamente pegam uma roupa a de Emily está escrito Michaela e de Kaitlin está escrito Yuki, as duas sentem aliviadas, então chega o gerente.
– Yuki e Michaela o que ainda estão fazendo aqui era para vocês está com a equipe no buffet. — Diz gritando
– Nós já vamos. — Ela vão em direção a festa.
O que estão fazendo, você estão na equipe de serviço particular, sabem disso é para ir lá em cima, que o presidente do clube está esperando vocês.
– Eu disse que não ia dar certo.
– Vai dar, e só deixar rolar, sinta vibe, deixe as coisas fluírem. — Diz Kaitlin deixando Emily mais braba.
– Yuki e Michaela venham comigo.
– Disse outro membro da equipe.
– Você também está servindo o presidente do clube? — Elas perguntam sincronicamente.
– Sim, achei que seria japonesa.
– Meu pai é.
– Faz sentido.
– Eu sou Flynn como já devem ter visto, o cara que vamos atender é muito exigente e chato, só avisando.
– Muito obrigada é muito simpatico. — Diz Kaitlin.
– Grata, mas é que. — Emily vai dizer algo Kaitlin interrompe.
– É que nós somos as melhores, não tem problema, ele pode ser o quão exigente quise, nós aguentamos.
– Gostei de ver, atitude.
– O que você tá fazendo?
– Tentando entrar na festa.
– Para mim parece que você tá é flertando.
– Com quem?
– Flynn. — Diz Emily a imitando.
– Eca, eu nem gosto de meninos, eca. — Kaitlin faz cara de nojo, como se tivesse visto uma barata.
– Melhor.
– Tá com ciúmes?
– Eu não. — Diz Emily tentando se esquivar.
– Melhor mesmo, o lema é pega, mas não se apega, eu sou a menina do desapego. — Kaitlin parecia com uma rapper.
– Eu quero três sucos de abacate com limão, vocês tem que triturar o abacate colocar água, mexer, em outro liquidificador fazem isso com o limão colocam açúcar, misturar os dois depois respigam limão nele, após mergulhem um cubo de açúcar.
– Nossa. -Diz Kaitlin vendo a furada que se meteram.
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