Notas iniciais
Música: Heartless- The Fray https://www.youtube.com/watch?v=LBTdJHkAr5A

Capítulos anteriores:

– Onde está o Ronald?

– Ele não vem hoje.

– Sabe me informar porque?

– Não.

– Ele simplesmente não vem. -Aria diz um pouco irritada.

– Ele não disse a causa só disse que não iria vir.

...

– Ali o que aconteceu parece magoada? -Pergunto.

– Nada, é só cansaço. -Responde visivelmente esmorecida.

– Não é o que aparenta. — Digo preocupada.

– Deixa amor, se ela tem um problema, não deve querer compartilhar agora, vamos deixar ela sozinha. — Hanna fala.

– Vai ficar bem?

– Claro vai com sua namorada. — Ela diz de modo gelado

...

– Pronta para o novo?

– Pronta.

– Quer mergulhar no desconhecido?

– Quero. — Emily diz sorrindo.

Fim do capitulo anterior.

Emily via uma placa escrita cidade de Mawa, Kailtlin e ela acharam um nome muito exótico e logo se entusiasmaram por estar indo a aquela cidade. Desceram na rodoviária de Mawa, foram no banheiro onde retocaram a maquiagem, ajeitaram o cabelo, aproveitaram para perguntar onde teria um restaurante acessível na cidade, pois não o dinheiro que levaram não era grande coisa.

– Moço você conhece um restaurante que não seja muito caro para nós duas, daqui pouco vamos comer algo e como é nossa primeira vez aqui queríamos saber para não sermos surpreendidas. — Fala Em.

– Tenho o Village é a comida é muito boa, e o preço é bem econômico. -Disse o morador da cidade.

– Muito obrigada. — Diz Emily.

– O senhor foi muito prestativo.

– De nada garotas. — Ele diz. — Vocês não viram uma mulher de óculos escuros e roupa azul por aqui?

– Não, por que?

– É minha esposa, achei que ela já teria chegado essa hora.

– Amor. — Diz uma moça gritando feito louca.

– Deve ser legal ter alguém assim que te espere na rodoviária, ou que grite ao ver você de novo. — Emily diz e fica perdida em seus pesamentos, vagando com se nada tivesse ao seu redor.

– Concentração Emily viagem do desapego. — Diz Kaitlin.

– Claro. — Emily sorri.

Passa-se algumas horas, depois de conversar bastante e curtir um pouco a cidade, as duas não aguentam mais de fome e vão ao restaurante que o cidadão indicou a elas.

– O que vocês vão querer meninas?

– Nachos. — Diz Kailtlin. Ao abrir o menu perceberam que se tratava de um restaurante mexicano.

– Para beber?

– Coca para mim. — Diz Emily.

– Vou com ela.

– Certo já venho trazer seus pedidos.

– Olha essa foto que tirei daquela montanha, não é coisa mais bonita que você já viu na vida? — Fala Kaitlin.

– Não, mas é uma das. — Emily responde.

– Dá primeira vez que eu fiz isso, eu minha amiga nos envolvemos em cada aventura espero que seja nosso destino também. Se bem que eu não creio em destino, acredito em escolhas e cada escolha que fazemos nos leva para um lugar diferente e ela pode alterar nossas vidas de diversas maneiras que nos não podemos nem saber.

– Interessante, sua tese de vida. — Emily ficaadmirada.

– Muito obrigada.

– Seus pedidos.

– Muito obrigada. — Dizem as duas.

– Estãos muito bons. -Fala Kaitlin. As duas comem tudo muito rápido e bebem também, pagam os seu almoço que custou 20 dólares Logo elas encontram, um lugar que parece meio abandonado, perigoso, Kailtin dá idéia de elas entrarem naquele lugar, Emily excitada por fazer algo diferente aceita as duas pulam, a cerca que tinham avistam um cachorro e logo saem correndo dele, entram para dentro daquele estabelecimento e riem sem fôlego pelo que passaram. Lá dentro, as duas vem um rádio com toca disco, colocam o primeiro disco que acham toca uma música bem lenta, Kaitlin abre um sorriso e pede a Emily.

– Quer dançar? — Ao ouvir isso Emily abri um sorriso bobo.

– Claro.

– Você gosta de dançar músicas lentinhas? — Questiona.

– Ah é legal.

– Estamos em aventura não é o máximo.

– É sim.

– Quero saber nosso próxima grande confusão.

– Eu também.

– Tá consiguindo superar aqurelas duas.

– To sim. — Emily beija Kailtlin.

– Gosto assim. — As duas começam a se agarrar, Elas vão ao bnheiro onde fazem sexo loucamente.

No final da tarde, Emily e foram em uma bar onde tinha milk-shakes, slagados e doces, resolveram apenas tomar um milk shake. Na fila, as duas estavam tentando decidir o sabor, Emily parecia mais confusa que dó que nó de marinheiro, Kailtlin só não sabia se tomava de brigadeiro ou chocolate, que quase dava no mesmo. Sua vez chegou e Kaitlin percebeu que deixou o dinheiro no local abandonado, mas teve uma ideia.

– Eu quero um milk-shake de chocolate. — Kaitlin diz.

– Eu vou querer mil-shake de danone.- Diz Emily.

– São 12 dólares.

– Assim nós só temos 6 dólare, Mas nossa blusa pode blusa pode baixar um pouco se dar um desconto

– Continue. -Disse o atendente.

– Assim. — Abaixou a blusa mostrando um pouco seus seios, o rapaz abriu um sorriso.

– São 10 dólares moça. — Kaitlin entendeu o recado.

– E desse jeito. — Abaixou mais um pouco.

– 7 dólares.

– Seis agora. — Abaixou mais um pouquinho.

– 6 dólares.

– Obrigada. — Disse Kaitlin

– Você é muito louca. — Emily diz rindo.

– Ele que é um taradinho.

– E você quase ficou com os peitos de fora, como sabia que ele iria dar desconto pra você?

– Primeiro, meninos são idiotas, claro que tem uns que não, mas quando são meu deus.

– Verdade.

– E todos bobos querem alguém mostrando os peitos para ele, seja qual for o motivo.

– Sim, como as meninas bobas querem que seu ídolo case com ela, ou que príncipe encantado aparece na sua porta.

– Exatamente, mais tem mais meninos bobos que meninas.

– Mas como sabia que ele era bobo?

– Ele tem cara de tarado. — Diz Kaitllin fazendo Emily olhar e as duas dão risadas.

– Mas se ele fosse bobo gay?

– Não tem pinta, então arrisquei.

– Você não tem jeito de lésbica.

– Tá de sacanagem Emily, até o jovem tarado ali sabe que eu gosto de mulher, é muito fácil de ver.

– Capaz.

– Claro que sim, olha como olho as pessoas, meu jeito de caminhar, eu sou o modelo de lésbica.

– Você é muito doida, isso sim.

– Não irei discordar. — Kaitlin e Emily saem do bar.

Duas semanas depois, do episódio em que Aria chega ao AA e o estrutor não está, ela chega mais uma vez e ninguém sabe dele, o que a deixa muito irriitada, esbraveja sem parar. A fúria era tanta que qualquer um teria pena do professor se ele chegasse ali de repente. E foi que aconteceu, Ronald se aproximava aos poucos e ia chegando o prédio.

– Como você pode fazer isso? você não se compromete, somos pessoas precisando de tratamento se você ajuda a nós, tem que ter que cumprir suas obrigações. — Aria diz extremamente nervosa.

– Calma eu vou explicar lá dentro.

– Não, você irá me ouvir, não somos bonequinhos para você brincar e deixar de canto, temos sérios problemas se não disposto a nos apoiar, simples não o faça, contudo não finja que faz que é pior.

– Vamos lá dentro a pessoas tão olhando.

– Eu não importo eu vivo no país mais democrático do mundo que se chama Estados Unidos da América, entãoeu posso fazer o que quiser, tenho liberdade total de expressão, a legislação me dá esse direito, e quero dizer que o senhor é totalmente irresponsável.

– Bom quer que eu diga aqui fora, eu digo, eu não vim aquele dia e me arasei hoje porque minha irmã teve recaídas com a cocaína, ela foi causa de querer ajudar pessoas como você, e hoje nós tivemos ue interna ela num centro de reabilitação para dependentes químicos.

– Nossa eu não sabia como eu pude ser tão.

– Ser tão …- Disse Ronald.

– Ser tão sem coração. — Aria diz consternada.

[Spencer P.O.V on]

Nas últimas duas semanas, eu e Hanna não nos vimos, semana retrasada a mãe dela foi visitar ela, semana passada eu tinha muito trabalhos para fazer fiquei sozinha para colocar tudo em dia.Porém essa semana, não tem nada que impesssa a nós duas, nos veremos, estou determinada e não ter força capaz de me deter de ver aquele lindo sorriso. Está demasiadamente ansiosa, feliz e sorridente, peguei meu carro e fui até Hollis sonhando com o momento de encontra-la beijando,parecia que nada estragaria meu dia, finalmente tudo estava indo ao meu favor. Chego em Hollis e Hanna me leva até o refeitório:

– Oi meu amor.

– Oi Spencer. — Ela recua do meu beijo.

– Como está?

– Bem e você?

– Com saudade.-Sorrio, ela parecia triste.

– Que bom.

– O que você tem, parece muito abalada? — Eu não aguentava ver a minha namorada assim.

– Nada.

– Fala.

– Eu só quero te dizer uma coisa e é muito importante, então não gostaria que interrompesse. — Ficou séria de repente.

– Claro.

– Spencer, é difícil para nós duas nos vermos, tá muito complicado, e sinto muito falta sua, e não quero isso. — Eu sem querer me intrometo.

– Eu sei, também é emaranhado para mim, eu quero te ver sempre. — Eu olho para ela. — Desculpa, interrompi.

– Eu não consigo mais seguir desse jeito, a distância me mata, não posso mais viver assim.

– Não to entendendo quer que mude pra Hollis semestre que vem -Eu digo sem compreender onde ela quer chegar.

– Não, o que to dizendo é que isso está muito pesado para mim, toda essa carga emocional que estou carregando agora é demais para eu sustentar, preciso seguir a minha vida, sem levar tudo isso comigo, tudo o que esse namoro trás, que você trás, o que realmente quero te falar Spencer, é que eu não quero mais namorar com você.

– Como assim? do nada? sem aviso prévia, o que fiz? — Eu fico completamente perdida.

– Não fez nada Spencer, continua perfeita, maravilhosa, e a melhor namorada, mas não quero comigo, não agora, não desse modo. — Hanna falava palavras que não fazia sentindo na minha cabeça.

– O que aconteceu Hanna? — Digo com lágrimas nos olhos.

– Nada, eu só não quero ficar presa.

– Não pode fazer isso comigo, não depois de tudo. — Eu chorava sem parar, a dor é muito forte.

– Spencer tenta me entender. — Ela toca no meu braço.

– Não, não Hanna, eu não quero, não me toca. Me deixa sozinha, eu simplesmente não te conheço mais.

– Não fala assim.

– Hanna você terminou comigo por nenhuma razão, você tá me magoando, e não se importa. — Eu chor na mesa sem parar.

– Spencer.

– Você estragou meu dia, tava udo tão perfeito, eu preparei o dia perfeito para nós duas, e só recebida com um eu não quero mais ser sua namorada, eu não mereço isso. — Digo chorando ainda não aceitando que aquilo que eu tinha sucedido era real.

– Espero que fique bem.

– Como? Eu estou inteiramente quebrada, partida agora, eu penso que você não sabe o que você significa para mim, tendo a julgar que nunca signifiqueio mesmo para você.

– Não é verdade, eu te amo.

– Cada vez que diz isso mais me soa como mentira. -Eu estava despedaçada, desesperançosa, sem chão, perdida. Não sei como eu reagiria as coisas daqui pra frente, pois agora estou vulnerável de diversas maneiras, Han me destruiu e pisou em cima, ou era assim que me sentia.

– Mas é verdade.

– Então me de uma justificativa.

– Não posso.

– Não pode. — sorrio ironicamente. — Sai da minha frente.

– Não tem necessidade de ser assim.

– Claro que não. -digo sendo sarcastica. -Quer que eu te de um presente por ser tão egoísta, por pensar só em si mesma, por não considerar que eu tenho sentimentos, que tal uma medalha ou um trofeu de egocentrismo, podia tá escrito para dona Hanna Marin aquela que se julga o centro do mundo e nem vê o que os outros estão passando. — Hanna fica meio constrangida, eu não liguei, minha raiva era tanta que podia derrubar aquela universidade abaixo.

– Spencer para.

– Hanna eu não quero ver mais sua cara na minha frente, euto me odiando por me doar por alguém como você. — Eu saio deixo aquela faculdade, as lágrimas caem sobre o meu rosto e agonia invade o meu peito, aflição toma contada minha alma, sofro em silêncio.

Chego ao meu carro, minha mente viaja em todos momentos lindos que tive coma Hanna, que faz com que eu me angustie ainda mais a perda dela. O fim do meu relacionamento foi estranho, a escutar dizer quilo sem remorso me deixou estritamente decepcionada, não tenho palavras para descrever o quão arrasada e desprazerosa estou com a situação. Não faço ideia se tenho que ter condolência de mim ou dela. Ligo o MP3 do meu rádio, deixo na playlist e vem uma música que naquele momento me traduzia.

Heartless — The Fray

“In the night, I hear 'em talk,

the coldest story ever told

Somewhere far along this road, (s)he lost his(er) soul

to a woman so heartless...

How could you be so heartless?

Oh... How could you be so heartless?

How could you be so, cold as the winter wind when it

breeze, yo

Just remember that you talkin' to me though

You need to watch the way you talkin' to me, yo

I mean after all the things that we've been through

I mean after all the things we got into

Hey yo, I know of some things that you ain't told me

Hey yo, I did some things but that's the old me

And now you wanna get me back and you gon' show me

So you walk around like you don't know me

You got a new friend, well I got homies

But in the end it's still so lonely”

Português:

“Na noite eu ouço eles contarem

A mais fria das histórias já contada

Em algum lugar ao longo desta estrada ele(a) perdeu sua alma

Para uma mulher sem coração

Como você pode ser tão sem coração?

Como você pode ser tão sem coração?

Como você pode ser tão

Fria como o vento de inverno quando venta

Apenas lembre que você falou pra mim

Você precisava ver a maneira que você falou para mim

Quero dizer, depois de todas aquelas coisas por que passamos

Quero dizer, depois de todas as coisas que nos tínhamos

E eu sei algumas coisas suas que você não me contou

Eu fiz algumas coisas, mas aquele era o ''antigo eu''

E agora você quer me devolver

Você quer deixar isso claro

Então você anda ao meu redor como se você não me conhecesse

Você tem um novo "amigo"

Eu tenho meus "parceiros"

Mas no fim das contas ainda me sinto sozinho.”

Notas finais
Reviews???????