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20 Devaneios, sonhos e utopias.
Notas iniciais
No Capitulo anterior:
– Bem então você é um mistério ainda maior para mim desvendar, gostei, posso dizer que te conheço tanto quanto você mesma se conhece. — Ela diz e sorri para mim. — Marissa a garota mistério. -Ela me faz rir.
– Marissa, a menina que vai chegar atrasada em matemática. — Eu digo.
– Espera só mais um pouco, você sabe que gostei de você, então tenho uma chance, você nem me disse se gosta de meninas, se é que lembra disso.
– Gosto, ai é que está X da questão, a única coisa que lembro é uma menina loira e eu sou apaixonada por ela. — Eu digo. — Você é legal,mas ela não sai da minha cabeça, mas pode mas sair como amigas.
– Nossa que coisa, Marissa. -Ela diz surpresa.- Você é realmente diferente, não devia ter me contado isso, eu fique mais afim de você, atrasada. — Tess diz.
– Okay, garota esbarrão, eu tenho urgentemente que ir para minha aula de matemática, então, beijinhos. -Eu vou à aula. Ela riu quando eu a chamei de garota esbarrão.
....
Uma semana e um dia depois da morte de Spencer...
– O que isso? — Mostrando a foto dela com Ezra.
– Não significou nada, Emily, eu ainda gosto de você.
– Você não podia esperar uma semana, nessa dia nós só tinhamos quarto dias de namoro. — Emily fala com as lagrimas escorrendo de seus olhos.
– Eu tava frágil, vulnerável, muito triste, minha melhor amiga tinha morrido e não tinha a quem recorrer.- Aria tenta se justificar
– Minha melhor amiga também morreu. Eu estava tão desolada como você. -Ela diz e seu coração dói.
– Me perdoa, eu juro que nunca mais faço algo assim, Emily por favor não vai embora. — Diz Aria implorando lágrimas caiem de seus olhos também.
– Não vou terminar por que me traiu, e sim por que me enganou, me iludiu, você
...
“Gostei do tempo em que esteve aqui, percebo que uma garota muito especial, Spencer teve muita sorte pelo tempo que passou contigo, lamento que ela tenha te deixado, ainda mais dessa forma, por obra do terrível destino. Te desejo melhoras, espero que se cuide, você é muito forte, sei que isso vai passar, tenho certeza que Spencer lá do céu está torcendo para que isso aconteça, tenho que te visitar, para darmos umas risadas, com muito carinho, seu enfermeiro, Travis.”
...
Fim do capitulo anterior
[ Hanna P.O.V on]
Hoje eu acordei de sonho lindo que de tão lindo foi o pior de todos que eu tive há muito tempo, nenhum pesadelo foi tão horrivel quando este belo sonho, é uma coisa contraditória eu sei, o que explica tamanha contraste é que hoje meu sonho era sobre a Spencer, nós duas andando juntas, de mãos dadas, nos amando, nos beijando e nada mais ao redor que pudesse nos incomodar, era notavél a minha felicidade dentro deste sonho, estava completamente radiante, tudo que eu queira estava ali. Todavia acordei e a utopia chegou ao fim o que transformou toda aquela coisa linda na coisa mais feia de todas, fico me perguntando qual o proposito desse sonho, não que eu acredite que eles tenham alguma finalidade, ms se tivesse sua única justificativa seria me torturar. Ao tomar café da manhã vejo alguém na porta, como a porta estava trancada não identifique fui até lá para saber quem era e obviamente para atender essa pessoa. E foi uma surpresa quem estava lá:
– Melissa o que está fazendo aqui?
– Eu precisava conversa com alguém não sei desabafar, alguém que se importava com ela. — Ela diz visivelmente abalada.
– Então quer alguma coisa? — Pergunto.
– Uma chá ou uma agua com açúcar, por favor. — Ela disse.
– Vou trazer uma agua com açúcar, não temos chá, só gelado, não deve querer.- Eu digo. — Você quer falar sobre a Spencer?
– Sim. Posso pegar um lenço? — Ela pergunta em prantos.
– Claro. Eu sonhei com ela hoje. — Eu digo.
– Com a Spencer, e como foi? Ela estava bonita? Foi bom, isso ajudou você? eu queria tanto sabe o que aconteceu nos últimos momentos dela.
– A Spencer sempre está linda, foi bom, mas depois a realidade volta e é terrível, é como se ela tivesse morrido outra vez. Nós estavámos passeando, eu perdi direção e caiu, meu carro foi sabotado.- Não conto o que estavámos fazendo de verdade por que e´e melhor ninguém saber sobre A.
– Emily me contou, vocês são só crianças como pode ter tantos inimigos, ainda mais aponto disso, Ali sim fazia coisas cruéis e tinha explicação para ela ser tão odiada, vocês são meninas comuns.
– Eramos amigas da Ali.
– Mas isso não pretexto para achar que vocês são iguais a ela. — Diz Melissa ainda muito nervosa. — Acha que foi homofobia, acha que queriam intuito para matar Spencer foi por ela gostar de garotas?
– Não, mais ou menos. — Eu digo.
– Como assim mais ou menos?
– Eu suspeito que a pessoa estava apaixonada por ela, e não aceitou o fato de namoramos e tentou matar nós três. Tipo não te tenho outras pessoa também não podem te ter, aquele sentimento possessivo. — Eu digo.
– Quem? — Pergunta Melissa seus olhos agora estavam com fúria, nunca imaginei que ela amasse tanto a Spencer.
– Como disse não tenho certeza.
– Obrigada por conversar comigo foi muito importante. — Ela diz e agora está um pouco melhor do que entrou.
– Eu só não comprendo algo porque não teve essa conversa com seus pais? porque comigo? — Pergunto.
– Meus pais as vezes parecem que se esqueceram da Spencer, tentam fingir que não aconteceu nada, são Hastings. -Ela diz lacrimejando e abraço ela.
[Marissa P.O.V on]
Tenho uma semana de “vida” hoje, ás vezes fico me questionando se a loira que não sai minha memória não é apenas uma quimera, inventada pela minha cabeça fantasiosa. Vou colégio com minha irmã Autumn. Já comprei as coisas que seria minhas. Sei coisas novas sobre mim amo filmes de Lynch, história, equipes tipo debate, tênis, politica, gosto de tudo que tem haver com direito, desde séries, livros a documentários e noticias sobre julgamento, odeio zadrez, nãos as cores essa eu gosto, mas o jogo é insuportável. Na chegada da escola Avery e Mia estão nis esperando, elas são muito amigas da Autumn, isso é bom tomara que fiquem amigas minha também. Já começa o papo:
– Oi, Autumn. Oi, Marissa — Diz Marissa.
– Oi.- Respndemos.
– Oi Prescott’s. — Diz Avery.- Então a sua irmã disse que você teve um momento com a Tess. -Diz Avery.
– Não, nos falamos algumas vezes, mas não rola nada entre nós. — Eu digo parecendo que só uma réu.
– Por que não?
– Posso confiar em você? — Pergunto.
– Claro. -Ela diz. — E na Mia também , o máximo que ela vai fazer ser uma Mia. -Diz ela caçoando da amiga.
– Eu tenho uma única memória que uma garota loira,que eu estou apaixonada, acho que eramos namorada.
– E por isso você não sai com a Tess?
– É.
– Mas essa garota morreu, você se acidentou, não foi? se ela tava junto e não resistiu,se ela não for sua namorada, nem se importar com você ou ser somente sua amiga, ou em uma hipótese positiva ela pode te amar também, mas não saber que você está viva, pode pensar que está morta, ter desistido, nem sei pais te encontraram, além disso isso pode ser apenas uma ilusão sua, um delírio, e por último ela pode até ter causado isso a você, afinal não sabe de nada da sua antiga vida. — Diz Avery me deixando desiludida.
– Não liga para o que Avery diz, amei sua história de amor, achei muito linda. -Mia diz com um sorriso gigantesco.
– Você ama fantasias de amor. -Diz Avery.
– Deixa a Mia em paz, ela é romântica, melosa, contudo é muito legal e nossa amiga. — Autumn diz.
– Vocês são muito legais. — Digo rindo.
– Falando na pessoa, olha quem apareceu. -Diz Autumn vendo Tess indo em minha direção, as três vão uma em cada direção para deixar sozinha coma Tess o que para mim, não é confortável.
– Oi Marissa, ou melhor atrasada. — Tess diz.
– Oi Tess.
– Te trouxe um presente.
– Para mim? — Pergunto.
– Claro. Você disse que tá comprando coisas novas para você e tal, algumas blusas, coisas para quarto, Cd’s essas coisas. Então resolvi comprar isso, foi especialmente pensando em você, acho que vai adorar, afinal você adora coisas épicas. — Ela diz e tira da mochila um boneco do Sméagol.
– Sméagol, nossa muito obrigada, eu já assisti os três filmes, e to comecei a ler o terceiro livro hoje, a mãe me deu o box dos livros, e aluguei os filmes.
– Nossa tudo isso em um semana gosta mesmo de “Lord of the rings”, fico muito contente em ter dar esse sorriso tão lindo. — Ela diz sorrindo, me deixa um pouco sem graça com elogio.
– J.R.R. Tolkien é um génio, grata por lembrar. — Sorrio. — “Give me my precious”. — Digo mexendo o boneco ainda na caixa fazendo uma brincadeira.
– Primeiro você tem que sair comigo, ainda depois comum bom tempo de namoro, eu te darei “my precious”. — Ela diz e sorri para mim.
– Você nem me conhece direito e já fala em namoro, e me dar o “my precious”. — Brinco com ela. — Nem eu me conheço, como sabe que gosta de mim?
– Eu sei depois de nós conhecermos muito, ai eu poderei te dar o anel, mas eu já posso dizer que sei muitas coisas de você, e posso dizer que adoro várias dessas coisas em você. — Ela diz.
– Aé, então quais? — Pergunto a desafiando.
– Você é muito apressada, nerd, gosta de coisa como filme épicos e de ficção cientifica, curte ler, estudar, roupas vintage, é sensível, além de ter o sorriso mais lindo e gostoso do universo. Quer mais?
– Nossa parece que sabe muito de mim, entretanto eu também sei muitas cosas sobre você.
– Sabe, então conta? — Me desafia de volta.
– Você é muito atrevida, ama desafios, mistérios, pessoas a desvendar, tenho quase certeza que adora esporte radicais, anda de skate, e também me dá presentes legais. — Ela fica surpresa como presto atenção nas coisas.
– Nossa, parabéns para bem detalhista, outra coisa nova que descobri de você, sei que também ama um desafio, então te farei um. — Ela sorri antes de me propor o qual era o desafio. — Então te desafio a sair comigo e não se apaixonar.
– Ai como você é boba Tess.- Fico meio sem graça quando digo isso, um pouco avermelhada até.
– Aceita ou não.
– Você acha que sou mulher de negar um desafio se sua resposta for sim sabia que está muito enganada. — Faço todo uma pose de má enquanto falo.
2 semanas após o acidente...
[Hanna P.O.V on]
Desde que sai do hospital há uma semana que eu, Aria e Emily não temos nos falado, evitei elas porque elas me trazem lembranças da Spencer o que me dói muito, pois me faz enxergar os fatos. Mas hoje vi que preciso delas, vou convida-las para fazer alguma coisa de noite comigo, elas faltaram aula, acho que devem ter saído para namorar “danadinhas”, então resolvi ligar para elas, nem importo se serei vela, o que eu mais me importo é que elas me façam companhia. Ligo:
– Alo, Aria.
– Oi, Han saudade.
– Queria convidar vocês para ficar comigo aqui em casa, e ai topa? — Pergunto entusiasmada.
– Vocês quem?
– Você e a Emily lógico. — Digo a Aria. “Ela se esqueceu que somos em três agora” — Penso.
– A Emily, claro. — Ela diz. — Assim hoje não vai dar tenho muito dever de casa, deixa para outro dia. — Quando ela falou sua voz era triste.
–Tudo bem vou falar com a Emily. -Eu digo.- Mas certeza que não vai? — Pergunto vai que muda de ideia.
– Talvez, me liga depois. — Ela diz.
– Tchau.
– Beijinho.
– Alo, Emily. — Imediatamente liguei para ela.
– Alo, Hanna.
– Queria te convidar para vim aqui casa, já convidei a Aria ela não deu certeza, e você quer vir? — Faço o convite.
– A Aria, lógico. — Ela diz. — Não vou poder ir. — Diz Emily parecia com raiva.
– Okay. — Digo chateada.
– Alo. — O Celular toco logo depois que Emily desligo.
– Oi Han. — Diz Travis.
– Tudo bem Travis. — Sou educada.
– Tudo. E contigo? Queria saber se não queria vim aqui comigo no Bar perto da igreja conhece?
– Levando. Conheço sim. Pode ser, minhas amigas me deram um cano. — Digo.
– Se arruma, e já vem então, por que eu vou daqui a pouco.
– Tudo bem, tchau. — Desligo e já vou para o banho.
– Tchau. -Ele responde.
– Oi Hanna, eu pedir para se arrumar, mas não tanto. — Ele diz quando eu chego no bar.
– Que isso, botei a roupa que vou para escola. — Eu respondi.
– Porque suas amigas te deram o cano?
– Eu não sei, uma deu a desculpa que tinha dever, eu não acho que isso seja verdade, a outra nem disse o motivo para não poder ir.
– Mas você não suspeita de nada?
– Não. — Minto.
– Querem pedir alguma coisa? — Diz o garçom.
– Eu vou querer só um suco, e você Hanna? -Travis pede.
– Vou querer uma coca e aquele bolinho. — Eu peço.
– Eu gosto daquele bolinho, é bem saboroso.
– Qual a razão para não pedir então?
– To sem fome. — Ele diz. — Hoje vim aqui para espairecer, o hospital está com muito trabalho e eu estou estudando muito para provas desse semestre, já não aguento ver gente doente ou morta na minha frente.
– Deve ser complicado. — Diz Hanna.
– Você está parecendo preocupada, o que houve?
– Eu não, apenas triste pelo que aconteceu, não é fácil para mim lidar com isso, pelo menos minha mãe conseguiu emprego ontem
– Que bom, porém não estou convencido tem outra coisa te preocupando, o que é? Desabafe comigo, já fez isso outra vezes.
– Eu acho que Aria e Emily se desentenderam e por isso não quiseram sair comigo hoje, o que me preocupa.
– Suspeita porque?
– Não tenho mínima ideia.
– Mas uma hora outra elas voltam a se falar, pelo menos como amigas.
– Espero que sim.
– Seu suco senhor, sua coca e seu bolinho senhorita. — Diz o garçom.
– Realmente isso é muito bom, você tem ótimo gosto para bolinhos. -Eu digo sorrindo e dando uma dentada naquele bolinho maravilhoso.
– Eu disse.
– Curvo me diante de toda sua sabedoria. -Eu digo.- A última vez que comi algo tão bom foi quando Spence me levou a um lanchonete de Nerd que tinha hamburger gigante e tão apititoso. — Eu disse.
– Spence tinha bom gosto para comida também.
–Na verdade, ela ia pelos jogos de video game mesmo, mas para que mais que ela tem bom gosto?. -Fico curiosa.
– Para meninas é claro. — Fico embaraçosa.
– Sua conta.
– Vamos ver, eu comi um bolinho e refri tenho que pagar 4,50 dólares e você um suco paga os 3,00 dólares.
– Não, eu pago tudo.
– Que isso, deixa que pago isso é mixaria.
– Por isso mesmo, eu pago tudo, deixa eu fazer isso.
– Isso é machismo sabia.
– Não é.
– É, a Spence quando namorava o Toby pagava quase sempre para ele, tudo bem que ela é rica e tal, e eles namoravam, mas eu não sou uma donzela em defesa que precisa que o menino que apenas meu amigo me pagar, entendeu.
– Sim, é só dessa vez.
– Okay. — Eu digo.
– Nós vemos outro dia.
– Quando marcar, eu vou.
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