Somos Equipo Spanna
21 Amores roubados.
Notas iniciais
Hoje era o dia do meu desafio, saíria coma Tess e não me apaixonaria e ganharia, já estava tudo planejado. Ela tinha combinado de me surprender no local do nosso “encontro”,eu vi que ela estava empenhada em ganhar mesmo, melhor assim quando eu vencer vai ser mais gostoso ainda. Me arrumo, coloco uma roupa casual, ela disse que era para por isso e fico a esperando. Autumn vê eu me arrumando, logo me da uma provocadinha básica obvio que já tinha compreendido do que se tratava. Então falou:
– Marissa, se arrumando toda, vai sair hoje? — Me provocando.
– Vou sim.
– Com a Tess suponho?
– Sim, mas é uma aposta. — Eu digo séria.
– O que apostaram quanto tempo vocês levam até se agarrarem, eu entro nessa aposto cinco minutos, quanto apostou? — Zoa muito.
– Não foi essa aposta sua boba, ela apostou que se eu saísse com ela, eu me apaixonaria por ela, o que não acontecerá. — Eu digo.
– Já perdeu maninha.
– Autumn, qual o motivo de você ser tão chata?
– Eu sou sua irmã, é meu dever.
– E meu dever como irmã é tocar isso em você. -Toco um travesseiro nela.
– Meninas parem. — A nossa mãe diz.
– Só estamos brincando. — Diz Autmn
– Você também está arrumada Autyle está bvirando real? -Pergunto e provoco ao mesmo tempo.
– Não vou sair com as minhas, inclusive elas chegaram.
– Oi pessoal. -Diz Avery. — Marissa você vai com a gente?
– Não, vou sair com a Tess.
– Hmm, hoje vai rolar uns beijinhos então. — Diz ela se arriando em mim. — com três semanas de vida já perder o BV deve ser um novo recorde, parabéns. Me chama quando Guinness vir qui.
– Tess parece legal, mas eu tinha esperanças de ver você namorando a garota loira da sua memória. — Diz Mia.
– Não é isso. Ela duvida que resista os encantos dela, eu aposto que sim. Vamos sair e ver quem vence.
– Tess.- Avery e Autumn dizem juntas.
– Ai Avery não é por que você sai com alguma pessoa nova toda semana, que todas tem que fazer o mesmo. — Mia diz meio braba.
– Marissa parece que sua “amiga” chegou, cuidado com mão boba. — Diz Avery rindo.
– Ai fica quieta Avery. — Eu digo. — Oi Tess.
– Oi Marissa, preparada para perder e se perder.
– Não. — Fito ela.
– Você fica linda “metida”. — Ela diz.
– Onde vamos?
– Verá. — Ela diz com ar confiante.
– Hm. Então surpreenda-me. — Eu digo e abro um sorriso.
– Então, surpresa? — Ela me diz ao chegarmos é um bar com tema de histórias de fantasia, tinha uma livraria com livros desse tipo do lado.
– Muito, esse lugar é real? — Pergunto não acreditando no que vejo.
– É, então já terminou os livros do Tolkien e anda lendo mais alguma coisa? — Ela pergunta.
– Eu quero comprar os livros da saga as “Cronicas de Narnia”, mas eu terminei de ler “Jogos vorazes”, li as vantagens de ser invisível, e gosto ver como o Charlie é inocente, como ele vai descobrindo as coisas a partir do começo da história, eu me vejo nele afinal eu também estou me descobrindo, além de todo dia descubro uma coisa nova sobre a vida, vivendo e aprendendo, todos esses são da minha irmã.
– Interessante, pois eu tenho um pressente para você amante dos livros, é um livro obviamente, se chama “Quem é você Alaska?”, eu tenho um em casa, é muito bom e um fato interessante no livro é que os personagens tem apelidos, o protagonista é o “Gordo”, pois é magro, seu amigo é o coronel, também tem o reitor que é o Águia, entre outros. É que nem eu e você, atrasada.
– Nossa garota esbarrão você é muito gentil. Eu tenho um presente para você também. — Toma.
– Nossa é novo CD “The Strokes”. Como sabe que eu gosto? — Ela pergunta com muito curiosidade.
– Você tem uma camiseta deles. — Digo e sorrio.
– Mas ninguém repara nisso.
– Eu reparei.
– Nossa ele lançou há dois dias. isso porque eles anteciparam um mês o novo CD. — Ela me abraça.
– Você ama “The Strokes” mesmo, deve gostar muito de Indie rock, estou certa? — Pergunto. — Mas tenho que dizer acho que as pessoas ficaram nos olhando.
– Amo, vivo, sou, respiro, ando, Indie Rock e “The Strokes”. Deixa que olhem, que pensem, que até nos julguem, eu não importo, e você não devia e na verdade não liga mesmo, só acha que ligar é coisa certa a fazer.
– Como você descobre essas coisas tão intimas e profundas sobre mim, eu realmente não entendo? — Pergunto instigada.
– Seus olhos me revelam, sua boca e sorriso me confessam sem se mexer.
– Isso é bem bonito, agora fico pensando se a menina loira e eu diziamos coisas assim uma para outra.
– A menina loira não está aqui, ou está, ela não te faz passar por experiências diferentes, como está passando comigo, ela é só loira. Mas acho que vendo como você é poética se ela era realmente sua namorada, você devia falar as coisas mais lindas do mundo para ela. — Ela fecha seus olhos e depois me olha com doçura.
– Meu medo se esvai, minha força se aclama, meus pensamentos viajam, meu problemas desvanecem quando sua figura me aparece, e então posso dizer sou livre. — Eu digo e sorrio.
– De quem é? -Diz estimulada.
– Meu. — respondo.
– Fez isso para ela. — Desanimada.
– Não, para você,ou para duas, não sei.
– Eu acho que eu ganhei. — Ela diz sorrindo.
– Não se ache vitoriosa só por que te fiz um escrito, posso apenas estar confusa, você tem muito charme.
– Então diz que não tem vontade de ser minha?
– Por enquanto não. — Eu digo.
– Por enquanto. — Ela diz e sorri.
[Marissa P.O.V. off]
Um mês desde aquele dia...
[Hanna P.O.V. on]
Eu não consigo acreditar que já se passo um mês que a Spencer morreu, até hoje eu espero acordar desse pesadelo e ter ela de volta em meus braços, sentir cheiro, ouvir sua voz, admirar seus encantos, ter o gosto dela em meus lábios, possuir o toque de sua mão macia, olhar sua formusura, e arrancar seus suspiros. Eu vou a casa de Aria conversar com ela um pouquinho acho que será muito bom para mim, e ela também necessita de minha ajuda, Wren parece que venceu
– Oi, Aria. -
– Han, oi. — Responde entusiasmada.- Como você ta?
– Mais ou menos na mesma, ainda estou em negação.
– A Spence se foi é triste para mim também, porém entrar em depressão não trara ela de volta, já faz um mês Hanna precisa começar a viver a sua vida, não pode viver da lembrança dela para sempre.
– Você tem razão. — Eu digo. — E você superou a separação com a Emily? — Eu pergunto ela se vira.
– Sim, dá para dizer que sim, mas eu tenho alguma esperança, mas não quero a sustentar, Emily não vai perdoar, é melhor eu começar a conhecer outras pessoas, conversar. — A voz dela está fraca.
– E o Ezra?
– Ele está confuso como sempre, não quero isso para mim, não sei acho que o nosso relacionamento teve seu ponto final definitivo, mas posso estar errada.
– Nossas vidas nesse último tempos viraram de cabeça para baixo, há um tempo namorava o Caleb, e você o Jake, ai voltou para o Ezra, e eu namorei a Spencer, vocês terminaram, começou namorar Emily, Spencer morreu, você a traiu com Ezra, as duas terminaram, e estamos aqui.
– É, não precisava me lembrar que estou na fossa.
– Estamos juntas, agora meio que entendo o que Emily sentiu quando descobriu que Maya havia morrido.
– A vida não deixa ninguém ser vigem, ele faz você sabe o que com todo mundo. — Diz Aria me fazer rir e me deixando triste ao mesmo tempo.Ela ri comigo.
– Aquela é o carro do Ezra o que ele faz aqui?
– Não sei. — Ela reponde. — Ezra o que está fazendo aqui?
– Eu vim só te dar isso é uma coisa que esqueceu no meu apartamento, esqueci de devolver.
– Obrigada
– Por que Wren está no seu carro?- Pergunto irritada.
– Eu só peguei uma carona, posso descer aqui mesmo Ezra, aonde vou não é muito longe.
– Que bom, eu vou conversa uma coisa com pai da Aria mesmo, aproveito e falo aqui mesmo.
– Com meu pai?
– Sim, é sobre a aula, ele vai substituir a professora nova, ela está doente, aquela entrou por causa da saída da sua mãe, ela está em casa certo?
– Sei, ele está sim. — Aria diz constrangida.
– E Você Wren onde está indo? — Pergunto com muita raiva.
– Parece nervosa, qual o motivo Hanna? — Ele pergunta com um sorriso.
– Você deveria saber. — Eu digo olhando para ele fixamente. “Sinico” penso.
– Como eu iria saber?
– Você não sabe de tudo.
– Eu saber de tudo? quem te disse? — Ele pergunta. — Mas sei de algumas coisas tipo corpo humano essas coisas.
– De corpo você entende né? — Minha vontade agora era de senta mão nele e não parar de bater até ele parecer smurf.
– Do que você está falando Hanna? As pessoas vão começar achar que você é maluca assim. — Diz Aria.
– Wren sabe o que é , só que ele fingirá que não.
– Hanna eu realmente tenho que ir, suas gracinhas vão ter que esperar uma outra ocasião.
– Idiota. — Eu começo a conversar com Aria ali mesmo na rua e passado alguns minutos chega isso:
“ Han, You know how to provocate a guy.” — A.
“ Han, você sabe como provocar um cara” — A.
Aria e eu entramos em casa, Ezra ainda está lá esperando Mr. Montgomery que estava falando no telefone, Aria pergunta se o pai dela está há muito tempo falando pelo celular e ele respondi que sim.
No dia seguinte, eu estou em casa é sábado, um dia livre de escola finnalmente, acho que vou dormir o dia inteiro, não quero saber mais nada dessa vida cruel e amarga, quero ir para meu doces sonhos, todavia meus planos são estragados quando alguém toca a campainha da minha casa, eu vejo pelo olho mágico e era o Travis, ele gentil e fofo demais como smepre tem algo na sua mão, se ele não fosse tão simpatico, juro que ia fingir que não ouvi e dormiria em paz, deixaria aqui embaixo tocando a campainha, é uma desgraça esse menino ser tão dócil, ele não sabe que está atrapalhando a minha vida e principalmente meu sono assim. atendo:
– Oi Hanna trouxe para você alguns daquele bolinhos.
– Oi Travis, eba me dá. — Eu digo sorrindo.
– Eu vim por que queria te dizer algo.
– Que você gosta de mim como mais do que um amigo, percebi isso no dia que comemos bolinho pela primeira vez.
– Sério?
– Sim, você deu na cara demais.
– Nossa estou embaraçado agora.
– Você quer comer algo, eu vou fazer um jantar, poderíamos conversar enquanto jantamos? — Pergunto.
– Não quer que eu vá embora? -Ele pergunta timído.
– Não, isso eu não quero mesmo, quero muito que fique.- Eu sorrio.
– Então o que vai fazer?
– Eu menti sobre fazer, eu ia preparar uns hamburgeres, mas fiquei constrangida de dizer que cozinho mal.
– Hamburgeres são ótimos. Sobre o que quer conversar?
– Não sei, diga você algo.
– Azul é ela, amarelo também, branco completa, colorido traduz, vermelho é cor do meu sentimento, ela vestia branco e eu verde, e assim meu mundo assim comecei a enxergar as cores de outra forma.
– Nossa isso é muito bonito.
– Escrevi no dia que saiu do hospital
– Não sei o que dizer.
– Não diz. -Ele me beija.
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