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95 Detetive Hastings Part II
Notas iniciais
no capitulo anterior...
nos dirigimos até o carro para passarmos um tempo juntos, de relance vejo o meu instrutor do outro lado rua conversando com alguém, fico desconfiada, mas esqueço por um momento. Ao entrar no carro comento com Han para ter certeza de que ela também havia visto, ela balança a cabeça em negação e eu rio, eu ainda fiquei meio complexada com isso.
...
Faltando uns vinte minuto de filme, eu sopro no ouvido da minha namorada o meu palpite de quem seria o serial killer misterioso, ela paenas balança a cabeça, nem confirmando nem negando, só diz que entendeu e pede para que eu volte a a tenção para o resto do suspense.
A cena de revelação é ótima o interprete do serial killer deu espetáculo, eu fico sorrindo com cara de vitória por ter acertado, Han aproveita e me dá uns beijinhos. Fico pensando e parece que a detetive Hastings está de volta.
...
— Spencer diz me mostrando o caderno e apontando onde ela escreveu esse sobrenome, eu não entendia o ponto dela, todavia continuei deixando ela explicar. Minha namorada agora parecia O Spencer, ênfase no o, Reid de Criminal Minds, tudo era motivo de investigação.
...
Lá dentro vejo mister Simpson já saindo da academia um pouco distraído, nitidamente ela não me nota. Percebo que ele deixou cair um papel no chão, completamente desconfiada dessas aparições dele por aqui pego o papel caído e identifico um número de telefone escrito ali “685-325-082”, recolho e coloco no bolso.
Eu pego celular e o papel, coloco na bolsa e timidamente vou saindo de lá com um pouco de medo.
Fim do capitulo anterior.
Depois de um fim de semana ótimo com minha namorada volto para Upenn, aquele número que estava na minha bolsa, não saía da minha cabeça, eu estava totalmente inquieta sem saber, o que eu deveria fazer. Tirei o número da bolsa, então fitei o número que agora estava na minha mão, demorei um pouco um para me decidir, poderia ser muito arriscado, resolvi ligar do mesmo jeito, peguei meu celular e disquei “685-325-082”, deixei no viva voz para se alguém perigosos atender pelo menos ele não vai reconhecer a minha voz, pois eu desligarei antes. Toca algumas vezes até atenderam quando atendente parece o atendente de uma loja.
— Joalheria Melnick, boa tarde. – Dizia a voz misteriosa.
— Alo.
— Oi, o que gostaria senhorita? –A Voz masculina perguntava. Muito nervosa fiquei em silêncio por alguns segundos, não sabia o que responder, tinha inventar alguma desculpa improvisada na hora.
— Oi, Eu sou uma cliente da loja, eu não lembro direito do endereço da loja. Poderia me informar qual o endereço para pode ir ai? – Pergunto. Foi o melhor que eu consegui fazer assim no susto.
— Lewis Park, 232, senhorita . Qual o nome da senhorita? — A voz dele era bastante grave.
— Cassie... – Precisei mentir meu nome, pois se não poderia levantar suspeitas. Fiquei olhando a minha o meu quarto procurando por algo que me indicasse um sobrenome falso para dar a homem da loja, quando escuto a televisão, a qual a minha colega havia deixado ligada, fala sobre o ator de Grey’s Anatomy Patrick Dempsey. – Dempsey, Cassie Dempsey. — Afirmo.
— Tudo bem senhorita Dempsey, Quer alguma informação de alguma joia especifica? – Dizia o atendente.
— Não, ainda não. Vocês ficam aberto até que horas?
— Até as nove. Muito obrigado pela preferencia, se for só isso, espero ter ajudado. – Dizia e logo após nos despedimos.
Terça-feira a tarde estava completamente livre, não tinha nenhuma aula ou atividade para fazer, era hora perfeita para eu começar a investigação. Eu pego o carro e dirijo até o endereço que anotei, o qual o misterioso atendente me passou, esqueci de perguntar seu nome. Chego na rua anotada, percebo que tem alguma lojas ali, mas de uma joalheria o que dificultou um pouquinho a minha localização, até encontrar aquele com o número 232, ela era bonita, grande e parecia frequentada pela elite, o que me deixava mais receosa sobre o que Mr. Simpson veio fazer aqui. Ao entrar na loja noto um atende parado, sendo ó único ali penso que é provável sem quem me atendeu.
— Oi, eu sou Cassie Dempsey, eu liguei hoje para aqui. Foi o senhor que me atendeu? – Questiono.
— Foi sim. A senhorita estaria interessada em alguma jóia? – Pergunta ele, sua voz era ainda mais grossa que no telefone, apesar de ele parentar ter apenas uns vinte e poucos anos ou menos.
— Por enquanto não, eu apenas estou olhando. – Como já havia notado a loja era muito fina e nem condizia com o gosto do meu instrutor. Completamente intrigada, fica olhando procurando por pistas, isso chama atenção doa tendente que fica desconfiado de mim e me encara.
— Procura por algo? – A voz dele me amedrontava.
— Vou ser sincera com você. – Falo isso indo até ele, chegando como se fosse contar um grande segredo, olhando para os lados como se ninguém pudesse ouvir o que estava revelando. – Então desconfio que meu marido esteja comprando por aqui, eu peguei esse número do bolso dele. – Mostro o número para atendente, que o analisa com uma cara. – Então ele nunca me deu uma joia daqui, e o que queria muito, desconfio que ele esteja dando para uma qualquer. O que mais me irrita é que ele da às melhores joias para vagabunda ao invés de mim que estou no lado dele desde sempre. – Puxo um pouco saco da loja para que ele pudesse me ajudar. – Então o nome dele é Mr. Simpson, ele é psicólogo, o senhor sabe se comprou algo aqui.
— A senhora não disse que se chamava Dempsey, como o sobrenome do seu marido é Simpson? – Me questiona desconfiado, demasiadamente acuada, eu penso em qualquer desculpa para dar.
— Eu não adotei o sobrenome dele foi decisão minha manter meu sobrenome de solteira. Por favor, me ajuda, eu quero saber se meu casamento está risco moço. – Digo implorando, faço olhinhos de criança que não ganhou o pirulito.
— Não posso revelar, nossos clientes são confidencias.
— Qual é? Eu preciso saber, eu pago qualquer quantia para me disser, se quiser eu té compro jóias daqui, mas eu tenho que saber — Noto que havia um crachá pendurado em seu peit com seu nome, que era Harry Clint. –Por favor, Harry. – Olhava em seus olhos, usando meu truques de falsa mulher enganada.
— Desculpa moça não podemos revelar nada. – Eu dai da loja, percebo que ele entra pro interior da loja. Nesse momento eu volto à loja e vejo um cheque assinado pelo Mr. Simpson no valor de 500,00 dólares, o que significava eu ele comprou realmente aqui, a questão era para quem e qual relação com as aulas de Yoga. Tiro uma foto pelo celular do cheque.
Sábado na Yoga, já vou com intenção de desvendar todo esse mistério. Na entrada já percebo o seu carro parado, ele estava falando com alguém no celular, provavelmente alguém que estava lá dentro. Fico pensando nas possibilidade “Será que ele é casado e tem uma amante aqui” ou “ Pode ser que ele esteja subornando uma menina daqui” ou “Ele também pode falsificar jóias com base na original”. Bom são demais possibilidades, analisando friamente o seu comportamento, ele é um homem muito misterioso, parece bem charmoso, ele pode convencer, ele pode usar esse charme para hipnotizar a mente fraca de jovens que estão aqui, também parece que ele um homem amistoso, sociável, mas que pode usar isso por mascara, afinal todo mundo tenho uma segunda camada, a psicologia das pessoas nunca é tão simples quanto parece.
Depois da aula, vou saindo com Hanna e noto que ele entrando em seu carro e lá dentro eu vejo uma mulher vestindo um colar, provavelmente o que ele deu, ele tinha várias pérolas, o que reforçava que o cheque com o nome dele foi usado para esse presente. Como o vidro de seu carro era fume não consegui identificar a mulher logo ele entra no carro e sai com a mulher. Estava muito curiosa, minha vontade era seguir ele e entender o motivo de todo esse mistério. Contudo Hanna ainda estava comigo e eu precisava ficar com ela.
Ainda com tudo aquilo na cabeça Hanna me acorda no domingo, dizendo que não podia ficar comigo, que tinha prova amanhã e havia esquecido disso, fato que caiu de luva para que eu continuasse a investigar quem era a mulher misteriosa que Mr. Simpson estava se encontrando. Então Hanna pega suas coisas e se arruma e sai da universidade, agora eu foco no mistério.
Marco um consultoria com ele de ultima hora, ele aceita e vem aqui depois de uma hora e meia. Quando chega aqui no horário combinado, ele me pergunta sobre o que seria essa consulta e qual seria a emergência. Respondo que estou com dificuldades para clarear minha ideias e chegar em um ponto até decidir minha profissão, ele disse que não devo apressar as coisas, começa explicar váras teorias psicológicas, as quais na verdade eu achei bastante interessante, que explicam como o rumo das decisões importantes são feitas. Faço aquela cara de quem entende, enquanto ele faz uma analise comportamental minha e diz qual o motivo que para ele eu tente acelerar o processo das coisas, ele diz que a pressão feita pelas meus pais sobre mim, me fez ir busca dos meus objetivos desde cedo que isso causou um medo em mim, medo de estar temporariamente perdida, o que fazia om que eu sempre tentasse achar soluções rápidas.
Tudo isso era verdade, contudo não resolvia meu problema, começo a desconversa, pergunta para ele como ele sentia com relacionamentos românticos, ele fica surpreso com a pergunta, eu falo a razão da pergunta era por que eu e Han estamos numa fase avançada e eu queria entender isso tudo, que o exemplo me serviria como base, ele acredita, internamente eu sorrio maleficamente. Responde que para ele o relacionamento tem que fluir naturalmente e as coisas vão se ajeitando com o passar do tempo, ai eu solto um “Mas está saindo com alguém? Tipo sério? Ela lida bem com esse lance de tempo”, ele se esquiva dizendo que paciente e profissional não deviam trocar essas intimidas, eu revido dizendo que demasiada curiosa, e jogo verde que eu e Han já tivemos que nós esconder muito tempo, se isso já havia acontecido com ele, respondo que talvez, eu sinto xeque-mate chegando.
Meio constrangido ele vai até o banheiro e então vejo que ele deixa seu celular na mesa, eu pego e olho a agenda rapidamente par a ver se tinha alguém passível de suspeita de ser a mulher misteriosa, acho um nome chamado “secret”, sem dúvida de que era essa a mulher de ontem no carro, anoto o número no meu celular.
Depois da volta dele do banheiro, falo que recebi uma mensagem da Hanna dizendo que iria me encontrar depois num restaurante para um jantar, que eu precisava me arrumar para o jantar, que não me levasse a mal, contudo isso levaria tempo e eu precisaria ficar muito bonito para ela, afinal sou louca por ela e que ele teria que ir embora. Sem pestanejar, ele vai embora.
Após ele sair, eu espero um tempo e ligo para número marcado como secret na agenda de meu instrutor, ela não atende, e manda uma mensagem dizendo que estava com muita gente que não podia falar isso em público, fico pensando se não é uma menor de idade ou mulher casada, pois se não nada explicaria o por que de tanto segredo. Então resolvo responder a mensagem.
“Me encontre as oito. Gostaria de fazer uma surpresa para você, então me encontre na praça de alimentação Shopping Roosevalt e de lá te levarei a um encontro mais especial que só saberá depois.”
“Marcado.”
Chego meia hora antes do combinando, já contudo aposto, para descobrir quem era a misteriosa mulher, sento na mesa só esperando, conheço a feição de todas as meninas da academia seria impossível não saber quem era.
Vejo uma pessoa chegar uma conhecida chegar no shopping.
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