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96 Detetive Hastings 3


Notas iniciais
referencias a "Thank you for smoking"

No capitulo anterior...

— Dempsey, Cassie Dempsey. — Afirmo.

— Tudo bem senhorita Dempsey, Quer alguma informação de alguma joia especifica? – Dizia o atendente.

....

Procura por algo? – A voz dele me amedrontava.

— Vou ser sincera com você. – Falo isso indo até ele, chegando como se fosse contar um grande segredo, olhando para os lados como se ninguém pudesse ouvir o que estava revelando. – Então desconfio que meu marido esteja comprando por aqui, eu peguei esse número do bolso dele. – Mostro o número para atendente, que o analisa com uma cara. – Então ele nunca me deu uma joia daqui, e o que queria muito, desconfio que ele esteja dando para uma qualquer. O que mais me irrita é que ele da às melhores joias para vagabunda ao invés de mim que estou no lado dele desde sempre. – Puxo um pouco saco da loja para que ele pudesse me ajudar. – Então o nome dele é Mr. Simpson, ele é psicólogo, o senhor sabe se comprou algo aqui.

...

Responde que para ele o relacionamento tem que fluir naturalmente e as coisas vão se ajeitando com o passar do tempo, ai eu solto um “Mas está saindo com alguém? Tipo sério? Ela lida bem com esse lance de tempo”, ele se esquiva dizendo que paciente e profissional não deviam trocar essas intimidas, eu revido dizendo que demasiada curiosa, e jogo verde que eu e Han já tivemos que nós esconder muito tempo, se isso já havia acontecido com ele, respondo que talvez, eu sinto xeque-mate chegando.

...

“Me encontre as oito. Gostaria de fazer uma surpresa para você, então me encontre na praça de alimentação Shopping Roosevalt e de lá te levarei a um encontro mais especial que só saberá depois.”

“Marcado.”

Fim do capitulo anterior.

Uma das minhas colegas de Yoga estava no shopping, ela tinha mais ou menos a minha idade, era baixa, um corpo era mais ou menos como o meu, branca, cabelo loiro, olhos azuis. Se eu não estou enganada O nome dela era Kayla, ela tinha a minha idade, agora fazia o sentido o sigilo, talvez Mr.Simpson acharia que pegaria mal se vissem ele se relacionar uma menina menos de vinte um anos.

Ela se senta e eu vou até ela devagar, me sento na sua frente e finjo que a encontrei por acaso, faço aquela cara e surpresa dizendo coisas do tipo “Que mundo pequeno esse”. Kayla fica levemente desconfortável com a minha presença naquele local, era nítido em seu comportamento que estava a espera de alguém. Eu fico papeando um pouco, até compro um suco de caixa, sei que ninguém vai chegar, pois Mr. Simpson não marcou, eu fiz. Então finjo não saber o que está e pergunto:

— Esperando alguém? – Pergunto. Eu tomo um pouco do suco que havia, eu degusto ele com gole daquele suco com se fosse o sabor da minha vitória, de canto sorria, pois era meu xeque–mate que estava por vir.

— Ah, não.

— Tem certeza? não parece muito confortável. Diria que minha presença não te deixa muito a vontade, se estiver esperando , pode dizer eu irei compreender. – Ela fica mais embaraçada ainda, não compreendo a razão de ela não admitir na mente dela o Mr. Simpson deve chegar a qualquer momento e realmente fosse verdade eu iria desmarcar ela de qualquer modo.

— Impressão sua. – Ela tenta negar, mas não funciona.

— Kayla, não tem problema, eu não te julgar seja com quem tiver saindo. Não tenho nada a ver com sua vida.

— Kayla. – Uma voz masculina fala atrás de mim, contudo naõ era voz do Mr,Simpson notava um certo constrangimento no olhar da Kayla, parecia se sentir culpada. Então me viro para ver quem é a pessoa. Era um rapaz alto, jovem, rosto bem novo, cabelo preto, olhos mel e jeito de moleque.

— Desculpe, eu não vou atrapalhar vocês. – Digo constrangida.

— Kayla, você sabe que ninguém podia saber. Você corre o risco de ser presa, sabe que as leis desse país são um tanto quanto bobas em relação a esse assunto. – Agora entendi o porquê dela estar tentando negar o tempo todo, ela estava saindo com um menino menor de idade, obvio pensou que se eu soubesse iria denunciar ela a policia ou contar para alguém, só que não vou me meter, até porque minha melhor amiga já viveu um romance assim, só que no caos ela era a menor de idade.

— Fiquem tranquilos, não sei de nada. – Digo e me retiro do local, dando espaço para os dois ter seu encontro. Fico intrigada agora, se não era com Kayla, quem seria a namorada misteriosa do Mr.Simpson e qual o motivo de ele fazer tanto segredo em relação essa menina. Será que também é menor de idade, só tem duas naquela academia, então probabilidade é bastante pequena.

Fico mais uns minutos esperando, bebendo meu suco e fazendo nada, só concentrada esperando aparecer alguém suspeito. Estou prestes a desistir, pensar em outro plano, quando de repente a parece a minha professora de Yoga entra e senta checando o seu celular para ver se não havia nenhuma mensagem, olhava fixamente para o telefone. Fui até lá e notei que ela olhou três vezes, só entre o tempo de eu me deslocar até onde ela estava sentada, usei a mesma tática de fingir um encontro por acaso que fiz com Kayla, ela estava tão incomodada quanto à primeira.

Começo a perguntar umas coisas sobre a aula, ela via me respondendo meio desconcentrada, com mente totalmente fora dali, noto que enquanto eu pergunto ela verifica várias e várias vezes o celular. Se ela mandou algo para ele confirmar, logo ele vai desconfirmar, então tenho que agir rapidamente. Pergunta para ela se ela estava a espera de alguém.

— Desculpa, noto que está meio inconfortável. Veio se encontrar com alguém? – Pergunto fingindo não ter conhecimento das coisas.

— Não. – Ela seca na resposta.

— Pode falar, devo estar atrapalhando.

— Talvez, mas não importa muito agora. –Enquanto me responde ela manda uma mensagem para pessoa, provavelmente perguntando a razão de ele não vir. No improviso eu pensei em uma coisa, em maneira de dar esse xeque-mate em alguns instantes. Não via chance de erro.

— Eu entendo. Sabe eu detesto quando alguém fura com a gente. Mas as pessoas as vezes esquecem e temos que compreender, afinal todo mundo tem seus defeitos . – Fico enrolando ela enquanto meu plano aguarda o momento certo para ser posto em pratica. – Acho que recebeu uma mensagem. – Falo para e ela verifica seu celular. Ela meio que e se levanta, eu peço para ela senta, assim ela faz.

— O que você quer?

— A pessoa desmarcou e ainda disse que não havia nem marcado cm você não estou certa. –Ela confirma tudo com a cabeça. – Essa pessoa é Mr. Simpson não tenho razão. – Eu sabia que sim, só esperei ela admitir.

— Como sabe?

— Fui eu que mandei a primeira mensagem. Queria saber o motivo do Mr. Simspon ir na aulas e nem notar que estou lá, ele é meu instrutor então por qual razão vai na mijnnha aula de Yoga se não é para ver meu desempenho. Sabia que tinha algo que ele queria que eu não soubesse. Então logo me vi com uma missão descobrir o que ele queria esconder de mim, agora tenho plena certeza ela tem um caso com minha professora. – Ao final de tudo apenas dou um sorriso de vitória.

— Meus parabéns. – Ela diz.

— Agora uma última pergunta. Por que esconder? Algum de vocês é casado? Isso é relacionamento extra-conjugal?

— Não. Ele não quis que soubesse por que como seu instrutor e eu como sua professora podíamos te prejudicar. Ele acha que você podia pensar que ele só te levou a fazer Yoga por mim, para me dar mais uma “cliente”. –Ela realmente faz aspas com os dedos. – Acha que você poderia questionar o métodos dele e procurar outro conselheiro ou pior desistir do aconselhamento.

[Hanna P.O.V on]

Sábado depois do Yoga, eu e Spencer fomos para Upenn passar um tempo juntas, estávamos fazendo isso toda semana, eu me sentia muito feliz com isso, desde que iniciamos a faculdade era passarmos quatro fins de semana seguidos juntas, tudo bem que último não passamos muito tempo, mas pelo menos nos vimos.

Começamos dando uns beijinhos e tal depois conversamos um pouco. Depois de um tempo, eu reviso umas coisa e noto que tem umas frases para eu fazer, que havia deixado, fico fazendo, me distraio completamente, tentando elaborar e não noto que pouco dou atenção a minha namorada. Depois de um tempo, noto que ela está meia chateada que provavelmente quer que eu seja mais atenciosa.

— Você fica só fazendo essas frases nem me dá atenção. –Spencer diz fazendo biquinho. Eu vou lá e faço um carinho nela.

— Tem razão, tenho que dar mais atenção a você.

— Tá desculpada. Me beija. – Eu beijo ela.

— Posso fazer só mais uma, por favor? – Faço aquele carinho de criança pidona, que esperneia quando a mãe não dá o brinquedo que ela quer.

— Só mais uma. Eu queria assistir um filme contigo depois. – Ela diz, eu aceno com cabeça para ela.

— Tá, você pode escolher por mim tanto faz. – Continuo a escrever minha frase enquanto ela escolhe algum filme par anos vermos na netflix. Estava bem concentrada em fazer, Spencer me fica falando dos filmes, mas pouca atenção eu dou para ela. Ela me pergunta, eu respondo coisas do tipo “pode ser”, até que ela chega num filme, etão ela vira para mim e diz.

— Esse tem que dizer sim ou não, chega de pode ser ou tanto faz. Thank You for Smoking? -Ela me pergunta. Contudo nunca ouvi falar.

— Não sei, sobre o que é?

— É um filme sobre a indústria publicitária do cigarro. Ele tem que defender a propaganda da indústria do tabaco, como algo que pode ser vinculada, pois querem proibir ela de ter publicidade.

— Parece interessante. – Volto para a minha frase.

— Você devia ver esse filme, tá tão concentrada nessas frases. Devia ser publicitária que nem esses caras toda hora criando frases vendáveis, devia aprender com eles a área de publicidade.

— O que você falou Spencer?

— Que devia ver o filme.

— Não isso, a outra coisa.

— Ah que devia ser publicitária. – Ela afirma e começo a pensar, Spencer pode ter razão.

— Você tá certa, Spencer. – Ela fica meio surpresa quando eu digo isso.- Você dve tá aprendendo alguma coisa com seu instrutor. Por que você tem razão, eu acho que é essa profissão que eu devo seguir. Parece até que você lÊ a mente das pessoas, aprendeu rápido hein.

— Verdade. Mr. Simpson é um ótimo conselheiro vocacional e psicólogo. – Ela responde.

Notas finais
reviews????