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94 Detetive Hastings


Notas iniciais
Referencias a "Criminal Minds" e "Scream" (Série/Filme)

No capitulo anterior.

Quando abro olhos noto que meu instrutor estava checando se eu estava realmente lá, ele fica assentindo com que estou fazendo, como se dissesse que estou indo bem. Logo minha atenção desvia para Han que parecia esgotada, sentia pensa, por um instante parei de ficar na minha posição.

...

Tem uma vez que eu tinha nove anos, Melissa tinha terminado com um garoto no colegial, seu primeiro namorado, ela estava bem triste, eu dei a ela começou a se lamentar para todo mundo e só ouvia e quando ela estava sozinha no quarto cheguei nela e disse que o garoto não queria namorar, pois tinha medo de tão novo se sentir apaixonado.

...

logo vejo que meu instrutor chega mais uma vez, dessa vez não foi combinado para ele chegar, ele não foi na minha ultima aula de teatro, volto a fechar o olho, entretanto fico desconfiada do que se passa.

...

Fizemos mais alguns exercícios, depois do fim percebi que meu instrutor já havia ido embora, o que me deixou ainda mais intrigada, pois se ele queria ver como me saia, não faria sentido ir embora antes do termino da sessão.

Fim do capitulo anterior.

Sábado de manhã..

[Spencer P.O.V. on]

Minha caminhada em busca da auto descoberta me deixava mais leve, sentia que ao final desse processo teria resultado e eu tomaria meu rumo profissional com certa tranquilidade, de forma natural. Eu pego as minha mochila, verifico se tudo estava lá dentro, tem: Legging, blusa de yoga, celular, fone de ouvido, livro, pano para me secar e agua. Está tudo nos conformes, eu mando uma mensagem para Han para que ela me encontre lá e vou até meu carro, ajeito espelho do uma leve conferida na maquiagem, precisa estar bonita para Hanna, depois dirijo até a Yoga.

Ao chegar lá, eu encontro Han bem animada nos beijamos e tomamos as nossas posições, a professora começa e pede para fazer umas posições. A aula foi bem desgastante ao final d e tudo eu e Han já estávamos bem cansadas e nos dirigimos até o carro para passarmos um tempo juntos, de relance vejo o meu instrutor do outro lado rua conversando com alguém, fico desconfiada, mas esqueço por um momento. Ao entrar no carro comento com Han para ter certeza de que ela também havia visto, ela balança a cabeça em negação e eu rio, eu ainda fiquei meio complexada com isso.

No final de tudo, eu e Han fomos ao quarto ela percebia que eu estava intrigada com alguma coisa, contudo não tinha ideia de que era o assunto que havia comentado, fiquei completamente dispersa, Hanna tentava, puxava assunto, dava ideia de coisas para fazermos, entretanto minha mente estava em outro lugar. Isso deixou ela um pouco irritada, ela começou fazer cena e discutimos e ela ia sando do meu quarto, quando com uma carinha de cachorro abandona eu falei:

— Espera Han. – Ela se virou para mim, fechou a porta que já estava entreaberta, se sentou na cama e começou a me escutar.

— Fale.

— Desculpa amor, eu to muito distraída são algumas coisas. Sabe tud acontecedo a mesmo tempo, a pressão. – Prefire não contar o verdadeiro motivo , pois se não ela me acharia uma louca desvairada. Hanna foi muito compreensiva e apenas me abraçou e me deu um beijo na bochecha pedindo para que e prestasse mais atenção nela, eu a beijei na boca e disse que agora eu só ia focar nela.

— Que tal vermos um filmes, daqueles suspenses bem misteriosos só para matar a saudade dos velhos tempos? –Ela propos. Era uma ótima ideia, sentia mesmo falta do tempo em que sai para todo lado investigando tudo, não era nostálgico o fato de eu ser perseguida por stalker que se denominava A, contudo queria lembrar do tempo em que me preocupava em achar pistas.

— Acho uma ideia excelente. Netflix, DVD, HBO GO?

— Vamos de Netflix mesmo.

Buscamos no catalogo da netflix um filme desse tipo, até que decidmos assistir o famoso Scream 4, eu e Hanna havíamos assistido dias antes do meu acidente o que fez eu esquecer quem era o assassino, me recordava de ver esse filme, só que eu tinha bloqueio dele do meio para o final, então eu teria que juntar as pistar e descobrir quem era assassino pela segunda vez, ou erra pela segunda vez, ou quem acertar pela primeira vez na segunda tentativa.

Eu assistia filme fixada, atenta a qualquer detalhe, concentrada para não ter chances, meus olhos quase não piscavam. Hanna ficava me olhando achando aquilo tudo muito divertido, eu sempre pedia para pausar quando ela soltava um comentário para não me distrair, até quando ela foi me beijar. Faltando uns vinte minuto de filme, eu sopro no ouvido da minha namorada o meu palpite de quem seria o serial killer misterioso, ela paenas balança a cabeça, nem confirmando nem negando, só diz que entendeu e pede para que eu volte a a tenção para o resto do suspense.

A cena de revelação é ótima o interprete do serial killer deu espetáculo, eu fico sorrindo com cara de vitória por ter acertado, Han aproveita e me dá uns beijinhos. Fico pensando e parece que a detetive Hastings está de volta.

[Hanna P.O.V]

No final da tarde fomos para Hollis.

Spencer estava adorando esse lance de dar uma de detetive nos filmes. Logo descobriu que havia uma série baseada na franquia de filmes Scream, que sairia em junho desse ano, ela já estava ansiosa para poder assistir e ficar investigando, só falou disso o dia inteiro e ficava lendo as noticias, dizendo que provavelmente em abril sairia o primeiro trailer, eu fiquei pensando que eu iria sonhar com isso. Mas sou paciente com ela, afinal quando falo dos concursos de frases eu falo o dia inteiro também.

Toda essa obsessão por dar uma detetive, por filmes de suspense com serial killer anônimo e, principalmente por mistério me deu uma ideia para formula frase para um possível novo concurso, claro que o concurso ou empresa teria ter alguma conexão com terror, halloween ou histórias macabras ou de horror senão não faria sentido.

À noite após ela dormir fico ali pensando por um pouquinho até achar a frase perfeita, descartando alguns bloquinhos de papel e saiu a seguinte frase: “Uma vida sem um pequeno mistério é uma vida sem surpresa, uma vida sem surpresa é previsível e a felicidade nunca está em algo previsível.”

Spencer acorda e passamos o dia inteiro juntas, conversando e dando alguns beijinhos. Enquanto estamos deitadas na cama, ela fica mexendo no meu cabelo, enquanto eu estou quase pegando no sono, era adorável, sentir mão macia dela, aquilo me confortava de maneira indescritível. Eu fico fazendo carinho no seu rosto, eu abro meus olhos e vejo ela sorrindo, aparentava bastante contente com meus carinhos, nos damos um beijo demorado e lento.

Após o beijo, Spencer vê caderno da minha colega de quarto na mesa dela aberta e logo vê algo escrito nele, começa a ler aquilo e me pergunta a onde eu disse que minha colega tinha ido, respondi que tinha ido visitar o namorado, ela me olha desconfiada, não entendo, ela me pergunta se eu sabia o sobrenome do namorado, respondi que não, ela fica mais intrigada e fala que não pelo o que leu não parecia bem isso que ela foi fazer. Eu meio curiosa com a curiosidade de minha namorada pela vida da minha colega de quarto questiono o motivo dela estar receosa com o que a minha colega diz.

— Spencer, o que está te deixando tão curiosa?

— O caderno dela está escrito Miss Geller, entretanto que eu lembre ela falando do namorado e acho que seu sobrenome era com B. Fora isso, ela escreveu esse nome várias vezes na folha Mr. Geller, Miss Geller ou Mrs.& Mr. Geller e nenhuma dessa vezes ela usa o primeiro nome, como se ela conhecesse essa pessoa apenas por seu sobrenome, ou se ela chamava ele assim. – Spencer diz me mostrando o caderno e apontando onde ela escreveu esse sobrenome, eu não entendia o ponto dela, todavia continuei deixando ela explicar. Minha namorada agora parecia O Spencer, ênfase no o, Reid de Criminal Minds, tudo era motivo de investigação.

— O que você quer dizer com isso Spencer Reid Hastings? – Brinco com ela, que leva na esportiva, até me dá uns beijinhos.

— Que talvez esse Mr. Geller seja professor dela. Todo mundo conhece o professor primeiramente pelo sobrenome, mesmo Aria que conheceu Mr.Fitz antes de ser nosso professor, ela na nossa frente chamava d e Mr. Fitz, ou que tive um caso de um dia com miss Duchannes, sempre conheci ela assim, nada de primeiro nome. – Nossa ela estava cada vez mais me lembrando da velha Spencer, só que agora não tinha necessidade alguma.

— Ela disse que iria ficar com o namorado, não tem por que nós duvidarmos.

— Outra coisa, notou que as chaves do carro e da casa estão aqui, que tipo de pessoa sai da universidade pelo fim de semana inteiro e não levam as chaves, eu mesma respondo, nenhuma. Isso só leva a pensar que ela possa estar aqui ainda. – Essa eu vou ter que dar o braço a torcer pra pensar, realmente foram argumentos que me convenceram muito bem. Bato palmas para ela e do um beijo no seu rosto.

— Me convenceu. – Digo para ela pegando a no colo e lá ela diz.

— Por ultimo e não menos importante, vasculhando oseu caderno vejo escrito Quetin, provável nome de seu namorado. – Confirmo ser esse mesmo. – O que nos leva de qual razão ela teria para escrever uma hora Quetin outra Mr. Gelller. Eu explico eles não a mesma pessoa. – Ela fala e depois desse ultimo discurso ela deixa dela da investigaçãoe começamos a dar uns amassos bem dados no meu quarto.

[Spencer P.O.V on]

Já era o de dia de outra aula de Yoga, uma semana havia se passado e eu fiquei ansiosa para que chegasse logo esse dia. Por dois motivos: Um, eu estava amando as aulas e me sentia muito bem com a Yoga, para mim estava funcionando; Dois, não via Hanna desde o domingo passado e sentia saudade da minha loirinha. No domingo eu e Hanna aproveitamos muito, ficamos conversando e comendo e foi muito romântico, ela adorou, principalmente depois que desencanei do caso Geller.

Completamente exausta ao final da aula vou com Hanna até o carro, onde ela vai levar para Upenn, quando passarmos o dia juntas. Quando eu chego no carro, fico tocando os bolsos do meu jeans para ver se meu celular estava lá, não encontro, logo procuro na minha bolsa não vejo ele por lá, então eu entro dentro dá aula, pois só pode estar lá, já que estou certa de que trousse ele para aula, pois havia até mandando uma mensagem para Aria antes de começar as atividades.

Lá dentro vejo mister Simpson já saindo da academia um pouco distraído, nitidamente ela não me nota. Percebo que ele deixou cair um papel no chão, completamente desconfiada dessas aparições dele por aqui pego o papel caído e identifico um número de telefone escrito ali “685-325-082”, recolho e coloco no bolso. A minha professora me questiona sobre estar ali na aula ainda, digo que estava procurando meu celular que avisto a distância em cima de um puff. Eu vou até lá e pego o celular, ela fica me encarando como se fosse me comer com seus olhos, eu pego celular e o papel, coloco na bolsa e timidamente vou saindo de lá com um pouco de medo.

Notas finais
Reviews???