Notas iniciais
Referências a um dos filmes mais perfeitos do mundo " Closer" Música: https://www.youtube.com/watch?v=5YXVMCHG-Nk

No capitulo anterior:

– Você é muito espertinha.

– E você se derrete por isso, como eu me derreto quando sinto todo esse seu charme misturado com a vontade que eu tenho de mergulhar na descoberta qual o seu verdadeiro eu. — Ela acaricia meu braço. Ali tem essa coisa de mascaras sobre mascaras, porém acho que eu tiro todas.

– Vem cá. -Ela me beija outra vez.

– Está sim. — Sussuro em seu ouvido e saio.

...

– É, o mais cruel, mordaz e impededoso de todos eles. — Estas palavras foram todas merecidas a mim.

– Está sendo dura comigo.

–E você foi pior, se sou inclemente o motivo é que seu crime contra mim foi tenebroso. -

– Para não tem necessidade disso eu ainda te amo, eu sempre vouamar, sabe disso.

– Como mente olhando os meus olhos sem remorso algum? — Ela diz e lágrimas sai de seus olhos, fazendo meu peito doer.

– Eu vou te deixar em paz.- Eu causei sofrimento a ela, tenho que ser capaz de arcar com as consequências disso.

...

– Eu também estou namorando, ela se chama Alice, é um namoro livre, tipo eu posso ficar com eu quiser e ela também, finalmente encontrei alguém que tem espirito de liberdade, que não pensa em barreiras.

– Se acha que vai dar certo quem sou eu para julgar.

Fim do capitulo anterior.

Kailtin e Emily acordam cedo e pegam o primeiro onibus para sair de Mawa, por azar só saia as 11, o que fez o fato de elas ter acordado cedo ser completamente inútil. Novamente não sabem o destino, dessa vez elas tem apenas 50 doláres, o que não daria nem para passagem de volta e as duas ainda queriam explorar mais uma cidade. A viagem é meio longa, acham que nunca vão chegar, as duas ficam verificando celular a todo instante na pura falta do que fazer, começam usar internet para se entreter, já tinha passado mais ou menos duas horas, então conversaram o que fez a viagem ficar mais animada daquele momento em diante, as horas passavam e elas não sentiam, mesmo a parada não foi tão sem graça quanto se estivessem sozinhas. Não sabem se já estavam perto começam a se questionar sobre para onde estavam indo.

– Sério será que esse lugar existe?

– Eu não sei Kaitlin.

– Nossa.

– A ideia foi sua, maldita hora que eu fui seguir oseus conselhos, agora estamos perdidas no meio do nada, indo para uma cidade que pode existir ou não, que legal. — Diz sarcasticamente.

– Ah mas pensa pelo o lado positivo, se nos perdermos, você vai estar comigo e eu sou a melhor companhia do mundo.

– Ai como é convencida.

– Eu que nada?

– Capaz, se fosse mais metida, ia achar que era a reencarnação de Napoleão Bonaparte ou John F. Kennedy.

– Não, sou mais para John Lennon ou Leonardo da Vinci. — Kaitlin fala se exibindo.

– Você não presta.

– Mas você adora. — Ela sorri. — To brincando, sou só uma garota comum, que quer te ajudar a superar suas ex’s.

– E uma ótima companhia.

– Você não me respondeu. Me adora?

– Sim. — Emily beija Kailtin.

– Chegamos. — Diz o motorista

A placa dizia assim:

Rodaviaria da Cidade de Punxsutawney, Pensivâlnia

Elas descem do onibus, avistam uma rodoviária não muito grande, um pouco descuidada, contudo a cidade parecia no mínimo interessante, ou melhor dizendo um bom lugar para uma grande aventura, e isso era exatamente o que precisavam. Emily e Kaitlin olham o celular e notam que já são 8 horas da noite. Kaitlin está muito empolgada e já sai sugerindo:

– Vamos encontrar um clube ou balada e ir a uma festa?

– Claro. Onde?

– Vamos achar.

– Você totalmente maluca.

– Eu juro dessa vez sem planos mirabolantes, nem trabalho estranhos, chefes exigentes.

– Mawa foi legal apesar disso, festa muito boa, e diverti fungindo dos seguranças, também foi engraçado quando chegamos em casa e rimos do pedido do presidente do clube. A paisagem é legal, você mostrando os peitos para ganhar milk shake foi impagável e o segurança gay que nós achamos, que deixou o cara entrou vou rir disso até morrer, você me proporcionou boas expieriências sou muito grata por ter te conhecido. — Emily diz com olhos fixados nos de Kailtlin, sorrindo sem parar.

Elas conseguem achar uma festa, porém cada uma devia pagar trinta reais, nisso impossibilita elas de entrar, é nessa hora que Kaitlin resolve tomar uma atitude para elas entrar naquela festa, a garota era determinada, porém ela tinha jurado a Emily não invadir, nem fazer essas coisas, . Então ela chega na frente do segurança, e fala assim:

– Não temos dinheiro, mas podemos fazer uma troca?

– Como assim, menininha?

– Somos turistas, temos coisas.

– continua falando.

– O que tá fazendo Kaitlin? — Em pergunta.

– Deixa comigo.

– Não é primeira vez que faço isso.

– Então eu te mostrarei algo que temos e você diz se o quer pelo convite certo?

– Temos óculos quer?

– Não. — Olha para ela sério.

– Uma agenda? Por que levou uma agenda?

– Rosa nem pensar. — Ela tira algumas coisas da mochila.

– Um perfume?

– Gostei, posso dar a minhã irmã de aniversário.

– Um binoculo?

– Gostei, os dois pelos os dois ingressos.

– Okay. Falei que ia resolver.

– Perdi meu perfume.

– Não reclama perdi meu binoculo.

– Festa.

Aria voltou para Hollis de manhã. A tarde, ela tinha um encontro com sua namorada, chegou e foi para direto para o banho e saiu para se encontrar com Alice, sua namorada estava Ali sorrindo a sua espera, sorrio de volta. Alice se levantou e puxou a cadeira para Aria, que ficou lisonjeada, as duas deram mãos chamaram um garçom e pediram um cheescake com cappuccino e riram de ter pedido exatamente o mesmo.

– Oi minha linda.

– Oi amor, está bem? saudade.

– Também estou, ótima. E você

– Muito bem.

– Como foi seu encontro com sua amiga?

– Bem, ela tá namorando, superou aquela idiota isso e deixa incrivelmente contente.

– Que bom, adoro esse seu jeito de sorrir.

– Explique.

– Não sei, você sorride uma forma alegre demais, parece que o mundo é muito melhor.

– Nossa obrigada, eu acho. — Aria sorri.

– Assim mesmo.

– Eu gosto muito quando você começa a ser detalhista, parece que não perde nenhuma parte do meu corpo, que sente e vê todo as ao mesmo tempo, isso e faz pirar em você.

– Eu tenho esse efeito nas garotas.

– E eu tenho vários sobre todas elas.

– Ah é.

– É.

– Você não presta.

– Por isso se apaixonou por mim.

– Quem disse que me apaixonei?

– Eu estou dizendo, tenho certeza. — Fala convicta.

– Se engana. — Fala sendo charmosa.

– Não. — Provoca.

– Sim. — Responde.

– Não minta para mim.

– Eu sou apaixonada por você não consigo mais fazer issso, contudo você sente o mesmo por mim, não negue.

– Você se acha Alice.

– Não, eu sou Aria.

– É mesmo fazer o que. — Aria e Alice se beijam loucamente, vão para Hollis antes de seu pedido chegar. Ao chegar em Hollis vão direto para o quarto onde fazem sexo de uma forma totalmente selvagem e furiosa com uma lascívia gigantesca, quase sai chamas da cama.

[Spencer P.OV. on]

Ali tinhamos algo que eu preferia não rotular, entretanto eu estava adorando a sua companhia, ela realmente fazia a minha dor amenizar, ela e Aria são as únicas pessoas que eu estou contando nessa hora. Ali entende o motivo de eu querer ir devagar, tem sido tão compreensiva que eu nem creio que ela é mesma garota que eu conheci há anos atrás. Hoje, eu e ela estávamos na biblioteca estudando, pegando alguns livros para cadeira que fazíamos juntos, eu via que ela me mirava o tempo todo, era como se eu fosse uma grande distração para Alison. Resolvo tapar meu rosto com um livro e em segundos ela o baixou, eu apenas sorri e ela fez a mesma coisa.

– Para Ali estamos estudando.

– Queria te estudar.

– Psicologia?

– Estava pensando mais em anatomia. — Diz sendo libidinosa.

– E eu em nossa cadeira, que estamos fazendo e temos que ir bem.

– Spencer sempre focada, eu podia te estudar na area de história, a h

história de Spencer Hastings, é ótimo título de livro feito para biografia de uma ótima garota.

– Ali você não existe. — Depois disso sou obrigada a dar a ela um beijo.

Depois disso, assistimos um filme que ela levou para universidade, ela colocou se me disser nem o nome, passou os trailer e eu perguntava a ela qual era o filme, ela respondia que era surpresa, tinha certeza que era um filme que ou já haviamos assistido e ela amava, ou é um que ela preparou para assistirmos só nós duas ou que não faz o meu tipo e ela sabe disso. Um pouquinho antes do menu aparecer ela fecha os meus e coloco uma fone para que não escutasse e nem vesse só para ter uma surpresa. Ela coloca no filme e me desvenda e tira o fone, na primeira cena já descubro qual o filme, “Closer” a trilha sonora o fazia inteiramente reconhecivel, a primeira cena não mentia. Eu amo esse filme, achei uma supresa incrível, adoro esses filme de amor com final não óbvio, principalemente esse que te um tom melancólico com casais se envolvendo entre si, bela fotografia, direção e roteiro.

– Closer, eu amo.

– Eu sei.

– Closer e (500) days of summer são meu filmes de amor preferidos, não tem como não ser. Adoro o elenco Natalie Portmann, Jude Law, Clive Owen e Julie Roberts.

– Sabia que ia amar.

– Awnt só você me agrando assim me sinto mal.

– Não se sinta, faço porque realmente gosto de você.

– Não me deixou completar, eu me senti mal por isso, fiz isso para você. — Entrego um papel.

– Que isso?

– Um recibo, comprei Lolita para você, o seu está na casa minha ex-namorada, então resolvi comprar um novo para você, até para não deixar passar por uma situação constrangedora. Espero que tenho feito certo. — Ela me abraça bem apertado.

– Adorei. Lolita é meu livro favorito e eu não queria buscar na casa da pessoa que faz o que fez contigo. Estou muito feliz com sua atitude, sinto que não sou somente um step para você. -Ela sorri.

– Sente certo. — Nos beijamos.

– Adoro seu beijo é doce. — Eu sorrio. — Eu gosto ainda mais do seu sorriso, ele tão charmoso, cheio de vida, puro. — Ela sorri de volta. Depois f az carinho no meu rosto é tão aconchegante.

– Todas pessoas que sentiram algo por mim, falam do meu sorriso, porque ele é especial? — Ela havia dado pause no filme.

– Ele te revela Spencer, o quão meiga e ao mesmo tempo rebelde é, que única, que é livre.

– Tudo isso, não sabia de todo esse poder que ele tem. — Isso me da mais razão de sorrir. — Adoro a sua voz ela me acalama,parece entrar no fundo da minha alma. É linda.

– Minha voz Spencer é isso que chama sua atenção, bom descobrir, ela é sexy, por que seu sorriso é.

– Mais do que imagina. — Nos beijamos profundamente.

– Você, eu quero você. — Sorri e me beija novamente.

– Eu te quero também. — Ela tira a minha blusa. Eu mordo meu lábio, e lentamente eu e ela tiramos a dela.

Depois ela tira minha calça aos pouquinhos, e abre a dela, eu faço uma dança sensual para ela, ela beija a minha perna, eu desço e arranho suas costas. nos beijamos intensamente, ela desliza sua mão nas minhas costas, e abre meu sutiã em movimento sutil, eu faço o mesmo com o dela, então Ali sorri para mim, os bicos de nossos seios se tocam , então ela aperto os meus com vontade, gemo fraquinhoe pego os dela. Depois de algumas caricias, eu fico na posição de quatro e ela fica atrás de mim, usa seu dedo para fazer fingering em mim, depois de Alison me comer. ela se sente n ponta da cama, então eu de joelho fora dela pego suas pernas começo a beijar, até chupar seu sexo.

[Hanna P.O.V on]

Ao voltar para Hollis, eu vou para primeira balada que eu acho, entro bebo todas se exageros, fico muito bêbada e cem porcento descontrolada, a sorte era que era open bar, devo ter ficado pelo menos uns quarenta minutos sem me levantar do balcão . Acordo e não lembro de nada, há um apagão na minha mente do que aconteceu no dia anterior, olho para os lados e percebo que em Hollis eu não estou, obviamente não fazia idéia de onde era, só sabia que era um apartamento. Estava frustada, por dois motivos, perdi a Spencer, estou no apê de alguém desconhecido. Vomito e pelo que aparenta não foi a primeira vez, pois meu sapatos estão cheio de vômito. Eu escuto alguns passo vindo em minha direção, até que pessoa chega e diz assim:

– Oi.

– Oi, nós?

– Sim.

– Okay. — Deito de novo.

No dia seguinte, a colega de uma cadeira de Aria, vai até seu dormitório após as aulas terminarem. Aria a recebe sorrindo, a menina logo entra como se estivesse desesperada, o que anima ainda mais a anãzinha. Tudo fica em silencia até que a garota fala.

– Vai ficar parada?

– Não. — Ara diz sorrindo e indo para cima dela.

– Você tem certeza que sua namorada não se incomoda?- A garota pergunta nervosa entre os beijos.

– Não, ela também pode.

– Bem, o meu sendo com menina também não. — Ela diz e varia tirando sua roupa, Aria faz o mesmo.

– Agora shh vamos falar só a lingua do prazer. -Diz Aria passando sua boca pelo corpo da menina.

– Okay. — A menina beija o corpo de Aria.

Notas finais
Reviews????