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55 Passado e futuro.
Notas iniciais
No Capitulo anterior:
– Um binoculo?
– Gostei, os dois pelos os dois ingressos.
– Okay. Falei que ia resolver.
– Perdi meu perfume.
– Não reclama perdi meu binoculo.
– Festa.
...
– Eu sou apaixonada por você não consigo mais fazer isso, contudo você sente o mesmo por mim, não negue.
– Você se acha Alice.
– Não, eu sou Aria.
– É mesmo fazer o que. — Aria e Alice se beijam loucamente, vão para Hollis antes de seu pedido chegar. Ao chegar em Hollis vão direto para o quarto onde fazem sexo de uma forma totalmente selvagem e furiosa com uma lascívia gigantesca, quase sai chamas da cama
...
– Sabia que ia amar.
– Awnt só você me agrando assim me sinto mal.
– Não se sinta, faço porque realmente gosto de você.
– Não me deixou completar, eu me senti mal por isso, fiz isso para você. — Entrego um papel.
– Que isso?
– Um recibo, comprei Lolita para você, o seu está na casa minha ex-namorada, então resolvi comprar um novo para você, até para não deixar passar por uma situação constrangedora. Espero que tenho feito certo. — Ela me abraça bem apertado.
Fim do capitulo anterior.
Emily e Kaitlin entraram na festa, o pessoal da cidade era um pouco atrasado no tempo, vêem pessoas conversando e bebendo, porém não consegue achar nenhuma pessoa mexendo no celular, tirando foto ou trocando SMS, nem nada tipo o que parece bem estranho. As duas compram bebidas com ID falso, o garçom demora, poois não leva muita fé que as duas tenham vinte e um anos ou mais, contudo lhes serve. Kaitlin pega os dois copos, olha para os lados e comenta com Emily :
– O pessoal daqui vive diferente.
– É.
– Oi as duas vão ficar paradas. — Diz uma garota que chega até elas.
– Não.
– Então vamos. -Ela puxa Kaitlin para dançar, Emily fica muito enrraivessida. — Vai ficar parada.
– Eu? — Diz Em.
– Sim, dance conosco. — As três dança juntas.
– Você veio em nós porque? — Pergunta Kai.
– Não gosto de ver ninguém parado em festas, quero todo mundo curtindo, vibrando.
– Certo.
– Qual nome de vocês?
– Eu sou Kaitlin. — Ela diz sorrindo.
– Emily.
– Cassie.
– Como é aqui Cassie? -Pergunta Em.
– Quando não há festas parado. De onde as moças vem?
– Somos de York County, Pensilvânia, nós duas estudamos no Cicero college. — Kailtin diz.
– Fazem o que?
– Ainda estamos no primeiro semestre, ainda não decidi o curso que irei fazer, estou em dúvida.
– Eu tambem não sei, o que eu quero mesmo é ser nadadora.
– Mas nem uma ideia Kaitlin?
– Estou pensando em Ecologia ou artes. -A escolha do curso de Kaitlin fazia Emily ficar mais caida por ela, desvaneava completamente em ter uma artista ou uma ecologista com cônjuge.
– Dizem que artistas beijam bem, vamos conferir se essa é a sua vocação mesmo. — Cassie a beija e Em fica furiosa.
– Wow. — Kaitlin sorri.
– Com certeza. — Depois ela beija Em que sai.
– Onde você vai? -Pergunta Kaitlin.
– No banheiro. — Emily vai e se tranca e chora.
Depois de uns cinco minutos e vários beijos trocados com Cassie, Kaitlin se preocupa.
– Emily já deveria ter voltado.
– Ela deve ter se arranjado lá no banheiro mesmo, relaxa, agora sua amiga deve estar transando enlouquecidamente.
– Acho que você tá certa.
– Agora é nossa vez. — Cassie leva Kaitlin até a sua casa que não fica longe e as duas fazem sexo. Depois disso Kaitlin liga para Emily, que não atende o que deixa ainda ais nervosa. Então, resolve sair procurando por Emily pela noite de Punxsutawney, ela vasculha cada partícula daquela cidade, não acha nada, fica completamente desesperada de preocupação. Kaitlin itentar voltar para festa e não deixam ela entrar, ela briga com segurança, dizendo que sua aiga poderia estar alie possivelmente passando mal. Emily aparece na porta, ela ouviu os berros te Kailtin e mesmo magoada com sua amiga teria que ajudá-la, o seu coração amandava e, ela obdecia.
– Sai dai deixe eu passar, minha amiga pode estar com muito probleas,e u tenho que socorre-la.
– Mocinha vai saindo,você não pode entrar. — O Segunrança ipede sua passage e a segura pela cintura
– Me larga. — Ela se rebate.
– Hey deixa ela em paz. — Emily bate nele com a bolsa.
– Para sua maluca, fora daqui vocês. — Emily e Kaitlin saem.
– Você tá bem? -Em pergunta.
– Sim. Você não atendeu minha ligações por qual motivo? me deixou co o coração na mão?
– Eu não escutei. — Na verdade Emily havia rejeitado as ligações, ela não queria contar, pois se não teria dizer a razão. — A música é muito alta, eu também devo ter deixado o celular sem vibrar.
– Você tava curtindo a festa? se deu bem?
– Mais ou menos. — Era mentira, Emily ficou escutando músicas triste no banheiro.
– Que ótimo eu também, eu fiz sexo hoje, mas to ligada que não devo ser a única.
– Como assim?
– Não finge que não sabe, sua safadinha. Como era ela, bonita? — Kailtiin sorri o que fazia Emily delirar.
– Ah muito, só que eu não sei, acho que não foi especial, foi frivolo. — Emily embarca na história.
– Claro. O importante é que curtiu.
– Curti sim, foi delicioso. — Tenta fazer ciúme.
– O eu também, mas não foi suficiente, eu sou um posso de energia sexual, quero sempre mais.
– Tem muitas por ai.
– Você, tá querendo mais?
– Se for co que eu penso, sempre.
– Que é essa garota? — Ela sussura no ouvido de Em.
– Você. — As duas se beijam chegam em casa e faze sexo pela noite inteira sem pausas.
Voltando a outra timeline...
Depois de Aria e a menina transarem, a garota sai do quarto da Aria que abre o seu livro “Hamlet” de Wiliam Shakespeare. Aria pensou entrar e uma aula de teatro ou algo do tipo, seu instrutor do Alcoólicos anônimos pediu para ela e outros dependentes, que tivessem uma atividade a mais ou duas, segundo ele quanto mais melhor, a não ser que aquilo sobrecarregasse. O livro fez ela querer mais ainda, era uma história cheia de vingança, paixão, ódio e desejo, fazia a qualquer um desejar atuar.
No outro dia, Aria se inscreveu em uma peça de Hollis mesmo, resolver contar para Alice pessoalmente, ligou para ela perguntou se poderiam se encontram no final do dia, sabia que era quase impossível, pois moravam em cidades distantes, não muito, porém levaria horas de carros até as duas se encontrarem, entretanto não custaria um centavo a tentativa. Alice atendeu a sua ligação, Aria não sabendo direito o que dizer faz um minuto silêncio, e larga tudo:
– Eu sei que provavelmente não vai dar, mas eu eu realente amaria se você viesse aqui por perto pode ser no meio do caminho, ai eu vou no outra metade e nós duas os encontrarmos. Eu apenas queria te dizer, que gostarei de te ver para te falar algo importante para mim, uma coisa que eu preciso dividir com você. Então, e responde, to me enrolando.
– Não vou poder, depois da aula, vou fazer minha aula de desenho, comecei agora por causa do tratamento. Mas eu to muito curiosa minha linda, sabe que você significa bastante para mim. Aria por favor conta para mim por telefone, eu estou nervosa.
– Ah queria contar olhando para você, okay eu vou fazer teatro, eu quero atuar será um ótimo hobby, e com certeza e deixará longe da bebida, o que é mais importante.
– Nossa que bom, eu quero muito te ver, quando se apresentar não faltarei por nada. — Alice diz com uma voz extremente feliz. — Estaos passo a passo indo a cura, isso é demais.
– Sim. Eu queria saber o que eu significo para você, você disse que eu sei, o que não é bem verdade.
– Muito Aria, não sei explicar o quanto.
– Você também Alice, e dizer que isso começou com nós duas reclamando por que ninguém veio dar assistência a nós nos Alcoolicos anônimos, e isso tornu algo tão legal. — Aria sorria.
– Sim.
[Hanna P.OV. on]
Eu começo a me lembrar como tudo aconteceu, quais foram as minhas falhas, e tudo que havia escondido de Spencer. A começar pelo dia que minha mãe me deu as más noticias.
[Flashback mode on]
Era ma quinta a noite minha mãe veio me visitar, isso me empolgou muito, sentia a falta dela aqui. Mas sua face demonstrava preocupação, o que fez eutabé ficar preocupada.Ela pediu para i sentar, pois não dava para falar o que ela tinha para falar se eu estivesse de pé, obdeci. Ela respirou profundamente, me olhos nos olhos e então disse:
– Hanna temos um problema, que ai ser muito difícil resolver.
– O que mãe?
– O problema maior é do seu pai, as como eu também não posso ajudar, vira nosso problema.
– Fala o que é?
– Seu pai não vai poder mais pagar sua faculdade, não esse semestre, acho vai ter que sair.
– Porque? não. Como assim?
– Ele teve problemas com a justiça e seus bens foram confiscado, e sua conta do banco travada, ele não consegue movimentar dinheiro, então a única solução é sair de Hollis, pois eu não vou ter condições de pagar, não tenho dinheiro suficiente. — Ela explica.
– Mãe, eu vou dar um jeito, eu vou conseguir, eu não irei sair dessa universidade, confia em mim.
– Como filha? não dá para estudar em uma universidade e ainda trabalhar, é impossível.
– Eu não sei mãe, só sei que vou fazer acontecer.
Dois dias depois, eu conheci Kurt, um garoto estranho, com manias diferentes, bastante anti-social, que ficou seguindo ela pelos corredores da universidade. Eu e irritei, e esbravejando perguntei qual era o pretexto dele para me seguir assim. O que aquela criatura ganharia fazendo isso. Dai, Ele friamente respondeu:
– Eu sei que você é namorada daquela menina que vem aqui de vez em quando?
– Sou e o que a sua pessoa te a ver com isso?
– Nada exatamente.
– Nossa! esclareceu tudo.
– O que eu queria, era um video ou foto de vocês duas se pegando loucamente, faria qualquer coisa por isso. — As palavras do garoto me deixaram assustada.
– Por que acha que eu te daria?
– Quem falou em dar? Eu estou disposto a comprar elas, a qualquer preço que pedir.
– Não sou garota de programa.
– Não disse isso, você conclui sozinha.
– Você é tarado garoto.
– Mas tenho muito dinheiro, pense nisso, eu prometo que serão somente para uso pessoal.
– Você é doido, sai daqui. — Eu corro.
Quatro dias antes de Spencer vir aqui, eu vi de novo o garoto que e ofereceu dinheiro por fotos sensuais e sexuais minhas e dela. Ela se aproxima de mim lentamente, eu estou com vontade de sair correndo, todavia não faço, espero ele vir até a mim. Então quando ele chega muito perto, eu olho para ele, não vendo outra saída digo:
– Quanto?
– O que?
– Quanto me pagaria?
– Quanto quer?
– 500 dolarés por cada foto. — Já ando um valor bem expressivo para afasstar ele, pois me deu um pouco de arrependimento.
– Certo.
– Oque? — Fico surpresa.
– Pago 500.
– Não vou te mandar fotos nuas, nem nada, fotos trasando menos, isso nem temos.
– Sem sutiã e sem beijando?
– Não.
– Então não vale nada.
– Okay, sem sutiã e beijando, vou dar seis fotos de nós duas beijando e mostrando os seios e você e pagará 3000 doláres, e nossos assuntos estão terminados, certo?
– Sim. — Depois de negociar, eu não sabia com iria enfrentar a Spencer, eu não podia dizer a ela verdade, nem tão pouco mentir várias e várias vezes, eu não queria magoar ela, então acho que só tinha umma escolha, que era terminar, o mais que isso me doesse.
[Spencer P.O.V on]
Eu estava chorando no meu quarto, quando Ali entra. Primeira, ela me faz carinha aconchegante, amaciando minhas costas, o que para mim era bem confortável, após ela secou minhas lágrima e beijou o meu rosto levemente e delicadamente, só ai me perguntou qual era a causa do meu pranto. Eu a beijei e disse:
– Eu não o que dizer para minha família, eu não quero ser advogada, agora é única coisa que eu sei.
– Vai ficar tudo bem, ainda tem tempo para contar para eles dua decisão, eles não devem saber ainda.
– Eu sei, contudo uma hora eles vão saber e irão me achar a pior filha da história dos Hastings. — Há soluços também agora.
– São uns bobos, pois é a melhor, só de não ser advogada é um passo, pois quer dizer que é revolucionária, sai da tradição para viver o novo, conhecer o mundo, coisa que nenhum fez antes. — Alison sabia sempre o que dizer nessa horas, eu não entendia como conseguia..
– Brigada por Closer.
– Brigada por Lolita.
– Você tá bem?
– Não muito na verdade, eu estou meio triste, eu acho que é uma especie de carma não sei, só sei que eu estou me sentido sozinha, tipo não quando estou com você, eu ainda sou meio popular aqui, mas a amizade aqui parece muito irreal, sou seu amigo, todavia não sei nada do que você gosta, só vamos sair juntos, beber e curti ma farra. Me entende? — Ela aparentava melancolia.
– Sim. Entretanto tem pessoas legais aqui também, iremos conhecer não te preocupa Avery, digo Alison, estou acostumando a te chamar de Avery, pois em público tenho que te chamar assim. — É estranho namorar uma pessoa que na intimidade te que chamar por um nome, todavia cercada por pessoas deve chamar por outro.
– Eu sei. É confuso mesmo Spence, mas eu já fiz isso com você, a diferença é que eu só te chamava por Marissa, o legal é que nós duas já tivemos duas identidades.
– A diferença que comigo, eu não escolhi isso, não me recordava quem eu era, então me deram outro nome.
– Também não foi minha decisão, tinha que fugir por isso matei Alison e criei Avery Dujardin.
– Você vai ficar bem Ali..Avery. — Minha colega de quarto entrou nesse momento. — Vamos arranjar amigas e amigos, que gostem da nós como nós somos, pode ficar tranquila.
– È está certa. — Eu a abraço, ela parece se sentir melhor entre os meus braços, o que me deixa contente.
– Eu gosto de ver assim, feliz. — Ela me beija.
– Me sinto bem contigo.
– Avery, quer ficar um pouquinho?
– Claro, Spence. — Damos uma bitoquinha.
No dia seguinte,era de tarde e eu tinha aula de produção, fui calmamente para minha aula. O Professor estava explicando a matéria, que ao meu era um pouco confusa, foi nessa hora que apareceu Alison com um semblante complexo de decifrar, parecia assustada e ao mesmo tempo, nervosae agustiada, ela vem até a mim e pede para eu acompanha-la. Eu se compreender muito o que sucedeu fz o que ela pediu.
– O que foi?
– Tenho problemas.
– Fala Avery.
– Hã? — Ela me olha com uma cara de “como assim”.
– Tem pessoas nos olhando. — Sussuro.
– Ah entendi.
– O que aconteceu Avery?
– Tem outro aluno do Rosewood High aqui.
– E qual a grande catastrofe?
– Hello, Avery, Ali. — Ela me diz.
– Verdade, ah conversa com ele ou ela e pede para não contar, diz a verdade, tenho certeza que vai dar certo.
– O problema é que ela não ia muito com a minha cara, e quando eu digo isso eu falo muito sério?
– Quem é?
– Começa J, e termina com cega.
– Deus, estamos fritas.
– Eu sei.
– O que fazer?
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