Something Different
5 Isso está ficando cada vez pior.
Notas iniciais
Eu já estava na escola. O Jacob havia me trazido de moto. Uma: eu não sei como minha mãe deixou.
– Você ficou sabendo? – Perguntou a Brianna que estava ao meu lado.
– Do que? – Perguntei olhando serio pra ela. Será que ela já sabia que o Tomas havia morrido? Uma tristeza bateu no meu coração.
– O Tomas... morreu. – Ela falou a ultima palavra com dificuldade.
– Ah... – Depois disso não falamos mas nada. Fiquei sabendo que o enterro seria amanhã.
Mas tinha algo me matando por dentro, sabe que a culpa da morte do Tomas foi minha. Merda, o Sebastian não tinha nada que se meter na minha vida. Eu que não deveria ter saído aquele dia a noite, nada disso teria acontecido.
Bati com minha cabeça na parede.
– Tudo bem? – Perguntou a Brianna me olhando com um olhar “ você é louca?”.
– To. – Sorri. Na verdade eu não estou nem um pouco bem. Meus problemas estão começando a surgi. E olha que lindo, não pode ser problemas comuns.
O sinal bateu para o intervalo. Eu peguei minha mochila e segui para intervalo mais a Brianna, encontramos a Brenda no caminho.
– Como vai, Lizzie? E a morte do seu amigo?- Ouvi uma voz perto do meu ouvido. Era a voz do Sebastian. – Eu acho que ele não deveria ter morrido, sabe?
Ele havia matado o meu amigo, ele não tinha direito de falar nele. Eu não aguente mais esse cara, maluco, psicopata. Qual é o problema dele? Não pode simplesmente me deixar em paz.
– Você não ouse falar do Tomas. Sabe o que eu deveria fazer, é anuncia para o mundo inteiro o que você fez. – Gritei com ele. Arrastei a cadeira pra trás e olhei bem nos olhos dele. Chega! Eu não quero mais isso.
– Que medo. – Debochou ele. – Conte. E sua melhor amiga amará saber o que você se tornou.
– CALA A MERDA DA BOCA! – Gritei com ele. – E de preferencia continuei com ela calada para resto da vida.
– Um probleminha. Seus olhos, bem... não estão na cor normal. – Falou ele apontando para os próprios olhos dele.
Merda! Talvez meus olhos estejam vermelhos. Eu estava com sede fazia um tempinho e adrenalina corria pelo meu corpo. E minha vontade foi de pular no pescoço do Sebastian e sugar ate a ultima gota de sangue.
Me segurei, tampei meus olhos com a mão e sair correndo.
Eu fui para banheiro, me olhei no espelho. Realmente meus olhos estavam vermelhos. Por que isso? Eu precisava entender esse negocio de vampiro, e não estou muito afim de aprender na pratica.
O que faço com meus olhos agora?
Olhei novamente para espelho, eles continuavam vermelho. Um vermelho intenso, sangue vivo.
– Acho que isso ajudara. – Ouvi uma feminina. Olhei para porta do banheiro e lá tinha uma menina baixinha, cabelos pretos e pontudos. Me lembrava dela, era a mulher na casa dos Cullens
– O que? – Perguntei tampado meu olhos. Apesar de eu saber que ela era vampira, não estava afim de mostra meus olhos.
– Um óculos escuro. – Ela estava com um óculos na mão, ray ban. – É melhor pedi para ir embora. Não conheço muito bem o que você tem, e não sei se ira sumir rápido.
– Obrigado. – Tirei a mão dos olhos e peguei o óculos que ela segurava. Pus no rosto, não tinha ficado mal.
Ela saio do banheiro dizendo um “ foi nada.” . Eu corri para secretaria, inventei uma historia que estava com uma dor na barriga, a secretaria aceitou e pediu para eu ir embora.
– O que foi que aconteceu lá no intervalo? – Perguntou a Brenda, quando encontrei ela no caminho.
– Eu me senti mal. Uma vontade de vomitar. – Sorri. – Vou embora, tchau. – Acenei e sair da escola com passos apressados.
Quando cheguei em casa expliquei para minha mãe que não estava me sentido bem. A única coisa que eu queria era pode ficar no meu quarto e tinha outra também, matar o Sebastian.
Respirei fundo.
Fui ate o banheiro vê como estava meus olhos. Eles tinha uma coloração ainda vermelha, mas já estava ficando clara. Pelo menos aquilo sumia.
Meu celular tocou. Atendi. Era a Pim.
– Oi. – Falou ela.
– Oi.
– Minha avó está com vontade de ir ai. Ela disse que quer conhecer a mas nova feiticeira. – Falou a Pim com a voz risonha.
– Ela quer vim para cá? – Falei tentando soar normal. Apesar do meu coração está a mil.
– Sim. Algum problema? E mesmo se tiver, não dá para gente não ir. Compramos a passagem, estaremos ai segunda que vem. E o dia da sua apresentação, né?
– É sim. – Respondi me lembrando da droga da apresentação da escola, eu que não faria mas ela. – Sua avó falou com alguém ultimamente? Um cara novo?
– Eu não sei, não vivo 24 horas com a minha avó. Mas por que?
Eu teria respondido a Pim com ignorância como ela fez comigo, mas realmente eu estava preocupada. Vai saber o que aquela mulher é capaz de fazer comigo se descobri o que eu sou.
– Tchau Pim. Beijos, tenho que ir. – Desliguei o telefono sem nem espera ela fala tchau.
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