Something Different

6 Ganho um fantasma de presente.


Notas iniciais
Dois capítulos hoje. Era que eu estava planejando esse capitulo fazia tempo e como estava com o notebook aproveitei e escrevi ele.
Espero que gostem, eu gostei um pouco dele.

Eu tinha ido trabalhar. O Ben dormia no quarto ao lado, enquanto eu estava no quarto do Jacob contando para ele sobre a minha mas nova descoberta.

Eu não cometeria o mesmo erro duas vezes. Não ocultaria nada dele, e também não tinha motivos para ocultar uma coisa dessas.

- Tem certeza disso Lizzie? – Ele olhou nos meu olhos enquanto segurava minhas mãos.

- É claro que tenho. Eu senti desejo por sangue, o sangue para de corre pelas minhas veias. Sou uma vampira de qualquer forma. – Sorri. E dei um abraço no Jacob, ele me abraçou com força. – Obrigado.- sussurrei.

- E você acha que eu não iria mas lhe namora, por que você virou vampira? Que isso, Lizzie! – Ele se afastou do meu abraço e me deu um beijo de leve.

***

Estava no meu quarto sozinha, tentando estudar para entender a droga da lição. Mas seria impossível, eu não havia entendido a explicação do professor ( entendido entre linhas significa: não prestei atenção).

- Oi. – Ouvi uma voz masculina sussurra no meu ouvido. Uma voz que eu nunca havia ouvido na vida. Quando viro pra vê o que era, me deparo com um cara pálido meio que flutuando.

Eu dou um grito mas fino e feminino de minha vida.

- Mas que merda! – Murmurou o homem pálido. Ele sumi-o do nada e minha mãe entrou dentro do quarto.

- O que foi, filha?

- Nada mãe. – Sorri.

- Então por que gritou?

- Foi uma barata, mas ela já saio pela janela. –Sorri e pedi para que ela me deixasse sozinha e assim ela fez.

Eu não contaria para minha mãe que havia visto um homem pálido no meu quarto. Ela ia me acha louca e me interna no primeiro hospício.

- Oi, sou Robert. – O homem apareceu de novo. Eu iria grita de novo de susto, mas tapei minha boca.

- O que você é? E o que faz no meu quarto? – Perguntei mantendo uma grande distancia dele.

- Você deve ser a Lizzie. Realmente seu pai não parece ter te dado educação. – Falou ele, mas consigo mesmo do que comigo.

- É claro que ele deu, mas uso com quem merece e com pessoas que não parecem fantasmas.

- Uau assim você me ofendo. Sou um espirito, posso ser conjurado por feiticeiro mas velhos e muitos sábios, aqueles feiticeiro que conseguem vê a alma de uma pessoa. Seu pai me conjurou, ele disse que a filha dele não esta bem. – Explicou ele. Mas eu me mante ainda mais distante. – Não tenha medo, não irei lhe machucar. Só irei lhe ajudar. Seu pai disse que você havia uma espécie de aura preta.

- Como posso confiar em você? – Perguntei.

- Pergunte ao seu pai. Sabia, que nem eu sabia que seu pai era um feiticeiro, para mim ele havia dado os poderes dele. Homem sábio, não se entregou.

Engoli em seco. Eu estava preste a ligar para meu pai e pergunta se ele havia me mandando um fantasma de presente. Mas eu confiei naquele homem que parecia ter 21 um anos. Ele usava uma calça social preta e uma camisa azul clara listrada. Ele tinha a pele morena quase negra ,os cabelos castanhos lisos que lhe caiam sobre os olhos e olhos de um preto completo.

- Vamos faça as perguntas. Estou aqui para responde-las. Á uma coisa, só você e seu pai podem me vê, coisas de feiticeiro. Então fara as perguntas ou perguntara primeiro ao seu pai? – Ele ficou me olhando com aqueles olhos pretos, parecia um abismo aqueles olhos, sem expressão alguma.

- O que você quis dizer com aura preta? – Perguntei me lembrando do que ele havia falado.

- Aura preta é aura que preenche a alma da pessoa. Um aura preta só tem em feiticeiros do mau e vampiros. Seu pai disse que a sua filha está quase sendo tomada pela aura preta, mas que aura verde( aura de um feiticeiro) esta tentando combater.

- Você sabe o que eu sou?

- Bem dá para vê que feiticeira do mau você não é. Você provavelmente viveu a uma mordida de vampiro, isso nunca acontece, mas aconteceu uma vez, então não se preocupe não é a única.

- Isso já aconteceu?

- Sim. Era com uma bruxa jovem, como você. Ela foi queimada pelo conselho de feiticeiros. Pobre menina, aquela época não se aceitava nada de diferente. Se sabia que ela amava o vampiro, uma linda historia de amor que acabou em tragédia. Acho que nem Shakespeare, pensaria numa obra assim. – Ele tinha um olhar distante e pelo visto as vezes falava demais. – Mas alguma pergunta, feiticeira-vampira?

- Sim. Preciso de todas as questões de um vampiro.

- Á isso você terá com um vampiro. Sou feiticeiro. Mas você deve conhecer um vampiro, que tal o que lhe mordeu?

- Você deve saber que o vampiro que morde um feiticeiro é morto.

- Que isso. Depende, uma gota do sangue de feiticeiro e o vampiro será muito forte, derrotara todos seus inimigos. Mas se o vampiro beber mais que cinco gotas e morte na certa. Então?

- A minha não foi uma historia de amor. Eu tive que salva a minha amiga e por isso deixe um vampiro toma do meu sangue.

- Continua sendo uma obra nobre. Não poderei responde suas perguntas, Lizzie. Eu tenho é que volta a dormi um pouco, serio dormi esse tempo todo deu um sono.

- Hã?

- Eu sei é sem logica, mas fazer o que estou com sono mesmo assim. Vou dormi lá embaixo no sofá, acredite ninguém nem percebera que estou lá.

- E minhas outras perguntas?

- Tem mais? Deixe para amanhã, o estoque de perguntas por hoje acabou. Boa noite, Lizzie. – Ele desapareceu no ar.

Pera ai, eu estava mesmo conversando com um fantasma? Eu devo é tá no sonho que logo eu acordarei. Além de feiticeiros, feiticeiro psicopata, uma velha que com certeza ira me matar, feiticeira-vampira, agora tem um fantasma. Quando foi que minha vida virou um livro de ficção?

Balancei a cabeça, eu precisava era dormi. Troquei de roupa e adormeci na cama.

Quando eu acordei no outro dia me lembrava de tudo que aconteceu ontem e espera que não tivesse passado de um sonho. Serio, não preciso de um fantasma na minha vida.

Troquei de roupa, colocando um short jeans e uma regata branca mas uma blusa de frio leve. Fazia calor lá fora.

Quando desci para toma café me deparo com um cara pálido sentado no sofá. Era verdade, existia sim um fantasma.

- Bom dia. – Murmurei.

- Bom dia. – Respondeu minha mãe.

Tomei um café rápido e sair para ir para escola.

- Onde pensa que vai? Está calor lá fora, á raios solares batendo em tudo que encontra pela frente. Se você sair vai anunciar para todos que é uma vampira. – O Robert apareceu na frente da porta tampando a passagem.

- Isso é coisa de filme. – Respondi e empurrei ele e sair lá fora.

Mas não era coisa de filme coisa nenhuma. Assim que os raios solares bateram no meu rosto eu senti uma ardência na pele e juro que vi com o canto do olho minha pele brilha um pouco.

- Eu disse. – Falou Robert atrás de mim. – Agora entre, finja que não conversar sozinha e e invente uma desculpa para sua mãe.

Eu entrei dentro de casa e falei para minha mãe que estava com uma dor de cabeça e que estava com dor no estomago. Ela acreditou e disse que iria sair para compra algum remédio para mim.

Ela acordou a Mary, para ir com ela.

- Você tá dodói? – Perguntou a Mary se sentando do meu lado.

- To sim. Mas vou melhora logo, logo. – Sorri e pus a mão na cabeça fingindo dor.

- Melhoras. Eu vou compra remédio para você melhora e trazer chocolate.

- Obrigado anã. – Ela saio do sofá no pulo e saio de casa mas a minha mãe.

Assim que elas saíram eu suspirei.

- Agora a droga da minha vida vai ser assim? – Perguntei para o nado.

- Será bem pior. – Respondeu o Robert com um sorriso sarcástico no rosto.

Ótimo. Ironizei.

Notas finais
E o que acharam do Robert?