Notas iniciais
Hey, pessoas! Então, essa é minha primeira Fanfic e eu gostaria muito que vocês gostassem dela! Mas, para que saiba como estou indo, vocês precisam comentar! Estou meio insegura então se não tiver comentários terei que deletá-la...Boa leitura!

Eu tinha uma família, um pai, uma mãe, uma irmã e um irmão, prestes a nascer.

Estávamos todos a caminho do hospital, pois a bolsa de minha mãe rompera e Pietro — meu mais novo irmão caçula — queria nascer. Eu estava no auge dos meus oito, irritantes e felizes, anos e Elise com seus dois pequeninos anos. O trânsito estava tranquilo, mesmo que, há pouco, chovera.

Mas o carro bateu. Eu e Elise brincávamos no banco de trás, mesmo em nossas cadeirinhas nas pontas opostas do carro. E então o carro capotou, eu segurei sua mão e fechei os olhos com força para diminuir o impacto.

Foi quando senti uma mão delicada me tirar da minha família, da minha única felicidade, da minha única segurança. Abri os olhos, rapidamente, somente o tempo de ver os olhos chorosos de Elise me pedindo socorro. Então meus olhos se fecharam e eu desmaiei sendo levada por aquelas mãos desconhecidas.

Acordei presa aos cintos de um carro diferente. Gritei em desespero querendo minha família. Meus olhos estavam molhados pelas lágrimas que saíam sem permissão. Calei-me quando a mulher me olhou pelo retrovisor.

Ela era linda, deslumbrante, parecia ser rica e bondosa, mas algo nela me incomodava. Eu estranhava seus cabelos e olhos pretos em contraste com sua pele branca de porcelana. enquanto os meus cor de areia se misturavam aos meus olhos verdes água. Seus cabelos lembravam me os de Elise, negros como a noite, aquela comparação me enjoou. Queria minha família.

– Mocinha, eu te salvei daquele desastre. Todos os outros se foram, se acalme. — Sua maneira tão calma e seu olhar penoso quase me convenceram, mas lembrei de Elise, seus enormes olhos cor de mel como os de minha mãe pedindo socorro, sua voz que falhara.

– Elise ainda estava viva! — Eu retruquei firme. — Eu a vi!

– Você está delirando, criança! — Ela disse, grossa. Contudo, percebendo seu erro, voltou a sua postura calma e generosa, e voltou a olhar a pista. — Tome um pouco d'água, você talvez tenha batido a cabeça, só tem oito anos, não deve se lembrar.

– Como sabe minha idade? — Bebi a água sem nem perceber, estava realmente com sede.

Meus olhos então ficaram pesados enquanto mil perguntas passavam por minha mente, mas não tive tempo de fazê-las, nem mesmo a mais importante. Quem era aquela mulher, e para onde estava me levando?

– Você me disse, ou não... Talvez eu tenha adivinhado. Acertei por acaso?

Após ouvir aquela resposta esfarrapada, meus olhos se fecharam, e, mesmo relutante, adormeci.

Notas finais
O que acharam, hein? Comentem, please! Até o próximo!Beijos com chocolate.