Solitária
23 Tomorrowland & Sessão de Dubstep
Notas iniciais
16/08/15
HEY, AMY, BE-LE-ZA?
Estou animada, embora tenha perdido metade do capítulo que eu iria postar de manhã. Mas, foda-se. Estou feliz.
Finalmente achei dubsteps que façam com que eu me sinta numa mega balada, tipo, bem maluca, sabe?
É justamente por isso que gosto de dubstep. Eu geralmente escuto esse tipo de música com o mesmo propósito que algumas pessoas tem quando usam drogas: esquecer da realidade.
É só colocar no último volume (músicas desse gênero geralmente são bem altas) e pronto. Estou em outra realidade. Eu posso fazer o que quiser, dançar o meu próprio estilo porque simplesmente ninguém julga ninguém, todo mundo está ocupado demais com a própria felicidade.
É meio louco, acho. Mas é incrível.
Minha irmã não gosta muito de outros estilos que não sejam o do Skrillex. E a minha música preferida de dubstep é a mesma que ela gosta: First Of The Year, ou Equinox.
Eu gostaria muito de ir em festas tipo Tomorrowland, e quando eu fizer 18 anos é isso que farei.
Se prepare para uma A muito louca.
Não, eu não pretendo realmente beber numa festa dessa. Mas acho que é meio impossível. Claro que eu não pretendo beber até cair, pretendo ficar a mais sóbria possível e não ingerir uma gota de álcool.
Mas, apesar de ser meio deprimida, eu já sou louca normalmente. Quer dizer, uma pessoa que dança Watch Me (Whip/Nae Nae) muito louca junto com a irmã não pode ser considerada normal.
Eu sou séria até chegar na minha casa (onde tem minha irmã) ou na casa da minha avó (onde tem meus primos).
É meio incontrolável, não dá para simplesmente chegar e falar pros meus primos tipo "Oh, oi, e aí?". Tenho que chegar tipo "AHHHHH, QUEM SÃO VOCÊS, CARAMBA, VENHAM AQUI COMIGO!" e abraçar todo mundo.
Mas, quando estou realmente deprimida, não consigo dizer praticamente nada. Fico bem calada mesmo. No meu canto, escutando qualquer rock indie depressivo. Eu finjo estar no meu estado normal e a maioria deles acredita.
A maioria, nem todo mundo.
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