Não havia muitas pessoas andando pelas ruas de Wlandovisck naquela noite. Estava frio e escuro. Alguns sons podiam ser ouvidos, como: os latidos dos cães da vizinhança, a lâmpada do poste que piscava incessantemente ou até mesmo as pessoas que estavam em um bar tarde da noite. Mas, ninguém percebeu a saída de Jaqueline Parker.

A jovem caminhava rapidamente pela rua silenciosa. Estava preocupada com o seminário que iria apresentar em sua faculdade na manhã seguinte. Suas mãos tremiam de frio, enquanto que pequenas nuvens se formavam cada vez que respirava. Com passos rápidos e olhares preocupados Jaqueline se encontrou com o acaso.

―Ei, garota espere aí. Não me diga que você ia a algum lugar?! ―Dois caras armados desceram da moto.

―Toma isso é tudo o que eu tenho. ―Disse Jaqueline entregando sua carteira.

―Ah. Não queremos o seu dinheiro. ―Disse um deles.

―O quê?! Mas eu já disse que isso é tudo o que eu tenho.

―Antes de matá-la devo dizer que alguém encomendou a sua morte.

―P-por favor, não façam nada comigo. E-eu posso dar mais dinheiro a vocês se é isso que vocês querem, mas, por favor, me deixem viver.

―É com muito pesar que vamos tirar a vida de uma garota tão bonita, acredite em nós. Quais são as suas últimas palavras?

―Socorro! ―Gritou enquanto cobria seus olhos à espera que alguém aparecesse para salvá-la.

Cena do crime...

Heitor era o policial encarregado de investigar a cena do crime. Naquele mesmo lugar, duas pessoas haviam sido mortas. A única pista que levava a polícia em direção ao assassino era um desenho feito com o sague das vítimas. O símbolo da Áries do zodíaco.

―Pelo visto parece que teremos mais trabalho não é detetive Kandel? ―Disse Heitor tentando lembrar o “por que” de ter se tornado policial.

―Novamente a organização ataca. ―Disse Kandel com olhar distante e frio.

―Até quando eles vão se achar Deus julgando quem deve ou não morrer. ―Reclamou Heitor preocupado com o futuro de Wlandovisck.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.