Smiles Amid Tears

8 Confissão e viagem.


Notas iniciais
Taí, capítulo fresquinho procês hehe :)
Boa leitura!
[...]

Oi, tia Nara. Nara era a mãe de Jenny.

Oi Isabella, como vai? ela me perguntou.

Muito bem, e você?

Bem também. ela sorriu. a Jeniffer tá lá em cima, quer que eu a chame?

Não. Não precisa, eu vou lá. sorri de volta. ela deve tá dormindo, né?

Sim, provavelmente.

Tá, eu vou lá. Obrigado, tia. agradeci-a, enquanto subia as escadas.

Por nada, querida. ela falou um pouco mais alto, pois eu já estava distante dela.

Subi as escadas com um pouco de pressa que tirei de algum lugar, mas fui bruscamente interrompida por uma bela queda no último degrau da escada. Com tanta pressa acabei tropeçando nos meus próprios pés e caí sobre o último degrau o que fez surgiu um grande barulho na casa toda, que, consequentemente acordou todos os que dormiam naquele andar. Todas as portas em que dormiam alguém foram abertas. Bom, saíram dos respectivos quartos rostos inchados de sono, confusos e irritados, menos o de Jenny que gargalhava escandalosamente sem para. Ela tinha quatro irmão. Jack era o mais velho, com 23 anos, ela era a segunda, com 20 anos, depois vinha Cole, com 16 anos e por último, Francine, com 13 anos. Mas o incrível é que ninguém me ajudou, ficaram lá, parados, olhando sem reação pra mim. Tive que levantar sozinha, muito relutante em conseguir, mas consegui. Só depois que levantei, Jack foi até mim, e expressou "se machucou?" "tá doendo?". 'Oras! Você não escutou o barulho que fez, claro que está doendo!', pensei comigo, mas preferi ficar calada, não queria ser grossa... Até que foi bom se segura por braços fortes e maduros, cair trouxe seus pontos positivos para mim... Mas espera o que eu tô falando? Eu não vim aqui pra ser agarrada pelo irmão gostoso da minha amiga... ai, meu Deus, essa queda não me fez muito bem... mas enfim ele me soltou e eu me pus de pé.

Desculpa, Jack. Obrigado por me ajudar. sorri em agradecimento.

Por nada, Bella. Toma mais cuidado da próxima vez. ele sorriu de volta, o que o deixa extremamente lindo. Depois ele voltou pro seu quarto, assim como os outros dois de seus irmãos.

Quem manda ser doida e andar correndo por aí! Sabe que não pode subir as escadas correndo. ela incrivelmente teve a cara-de-pau de me dar sermão! Tive que me segurara pra não avançar nela.

Eu queria falar com você. E obrigado por me ajudar. falei revoltada.

Para de ser fresca e vem falar logo o que é, porque já tô curiosa. ela me deu passagem para que eu entrasse em seu quarto. Então, o que você quer falar. E é bom que seja algo importante, porque você atrapalhou meu sono sagrado e isso poderia lhe custar a vida.

Para de ser exagerada! Eu... eu vim falar contigo por que... érr... você sabe que é minha confidente... e eu preciso te contar uma coisa... falei quase que gaguejando. Era embaraçoso pra mim falar que eu beijei o meu melhor amigo.

Vai desembucha...

Então...

Então, eu falei tudinho pra ela, como foi, o que senti. E ela, como sempre, tirou onda da minha cara fazendo umas piadinhas bastante sem graça. Mas ela me deu conselhos o toques. Era isso o que fazia dela a melhor amiga ever! Mas eu tinha que voltar pra casa, para o almoço e pra bendita viagem que eu desconhecia até pouco tempo. Eu gosto de viajar, mas essa viagem foi inesperada. E o pior: eu não sei pra onde é, mas vamos ver no que vai dar...

[...]

Ah, filha, que bom que você chegou. Como alguma coisa rápido e suba pra se arrumar, em menos de duas horas e meia temos que estar no aeroporto. minha mãe me avisou, o que me fez ficar meio perplexa...

Por que tão rápido?! Eu...

"Eu" tem que ir se arrumar logo senão vai acabar ficando em casa sozinha. E se "eu" não para de falar vai acabar se atrasando. Então, "eu", vá logo e pare de tagarelar.

Mas...

Nem "mas" nem "menos". Vá logo. ela me soltou um sorriso de vencedora.

Tá... subi, contrariada, as escadas.

[...]

Tomei rapidamente um banho eu vesti uma roupa bonita e confortável. Uma blusa comprida e um short jeans (como sempre usava). Nos pés coloquei um sneaker roxo e desci. Não precisava arrumar minhas malas, Kess fez isso enquanto eu estava na casa de Jeniffer.

O voo foi bastante agradável, e eu só descobri pra onde iríamos na hora do check-in. Iríamos ao Brasil. Eu nunca fui lá, deveria ser legal. Do jeito que todo mundo que vai lá fala, deve ser mesmo. Enfim, desembarcamos no Rio de Janeiro, e era um lugar muuuuito lindo. Aquele sol, as pessoas, as praias, tudo perfeito. Vez ou outra eu dava uma piscadela pra algum garoto brasileiro sarado e lindo, aliás todos eles eram muito bonitos, assim como as garotas. Todas com a pele bronzeada e um corpo de dar inveja a qualquer canadense. Claro, meu corpo não era ruim, mas os delas eras perfeitos. Inveja? Um pouco... Pelo jeito essa viagem vai ser muito bacana... vamos ver...

[...]

Notas finais
Gostei bastante desse cap., espero que gostem também :)
xoxo,
thesexycrazy.