Smiles Amid Tears

9 Praia de Copa.


Notas iniciais
MIIIIIL DESCULPAS pela demora pra postar, eu estava muito sem tempo esses dias, de verdade, foi mal :(
Mas um capitulo novinho :)
Boa leitura!

[...]

Minha família conseguiu uma estadia no Copacabana Palace (que luxo, hein?!), o incrível é que minha mãe já tinha tudo pronto há tempos e eu nem sabia disso. Meus pais até que são bons pra esconder coisas de mim.

Então, assim que chegamos, deixamos toda a nossa bagagem nos nossos quartos do hotel e fomos direto à praia. E que lugar lindo! Lá no Canadá faz muito frio, mesmo na época do verão. O clima lá tinha amenizado um pouco essas semanas, mas nem se compara com o calor do Brasil. A praia de Copa é muito diferente das outras que eu visitei ao redor do mundo, tem mais gente bonita, tem mais cheiro de um lugar agradável. Embora no hemisfério sul seja inverno, continua exatamente um "Rio 40 graus".

[...]

O casal se beijava apaixonadamente enquanto cada um deslizava suas mãos pelo corpo do outro. Esses movimentos deixavam o moreno cada vez mais excitado, e a loira com mais sede de sexo. Enquanto a loira distribuía chupões pelo pescoço do moreno, ele retribuía com mordidas por todo o corpo da garota.

Num piscar de olhos os dois já estavam nus, beijando-se loucamente enquanto seus corpos cada vez mais excitados se encontravam em movimentos rápidos e intensos. Dois corpos que se encontravam em estado de puro êxtase e luxúrias. Corpos esses que caíram no pecado da carne, porém estavam tão enfeitiçados de prazer que acabaram esquecendo o que é certo ou errado.

[...]

–Filha, você já passou o filtro solar? – minha mãe me perguntou.

– Ainda não. – respondi indiferente.

– Pois vá logo. Você sabe que o protetor tem que ser passado... – ela retrucou, com o velho sermão e baboseiras sobre cuidar da pele que eu nem ouvi direito.

– Aham, já sei mãããããe. – só concordei e gritei de longe.

– Você quer ir aonde depois que sairmos daqui. – dessa vez foi meu pai que me perguntou. Ele olhou de soslaio enquanto segurava um livro nas mãos.

– Pretendo achar alguma balada boa por aí. – sorri e fui dar um mergulho no mar.

Desde criança eu venho aprendendo português, eu nunca entendi bem o motivo disso, mas nunca reclamei. Eu até gostava das aulas, do jeito da língua. Enfim, isso me ajudou bastante em relação aos amigos que consegui no Brasil. Saí do mar e fui comprar uma água de coco.

–Oi, gata. – alguém me cumprimentou. Virei-me e me deparei com um par de olhos de um azul intenso me encarando, um sorriso que chegava a ofuscar meus olhos de tanto brilho e um corpo perfeito.

– O-Oi. – sorri de volta. – Quem é você?

– Alguém muito interessado em te conhecer. – e ele continuava com o mesmo sorriso ofuscante. – Qual seu nome?

– Isabella, mas pode me chamar de Bella. E o seu?

– Daniel. – mais uma vez ele sorriu – Você não é daqui, né? Sei lá, tem mó cara de gringa.

–Há, há. – gargalhei. – Não, eu não sou daqui. Sou canadense. Cheguei hoje no Brasil. Minha primeira vez aqui.

–Primeira vez?! – ele perguntou, com uma expressão de incredulidade no rosto. – Mas por que você fala tão bem o português?

– Aprendi a dominar o idioma. Desde pequena aprendo português. – meus olhos estavam fixos nos seus. Naquele belo par de olhos azuis.

– Ah, entendi. Ér... vamos ali comigo? – ele me perguntou.

– Contanto que você me traga de volta até essa barraquinha, eu vou. – sorri e ele assentiu.

– Tudo bem, é só me seguir.

– Ok.

Passamos uns 5 minutos andando, e nesse tempo ficamos conversando sobre banalidades e besteiras. Até ele parar numa pequena tenda onde tinha mais uns três garotos e três meninas sentados em cadeiras de praia. Todos me cumprimentaram e os retribui com apertos de mão, abraços simples ou beijinhos na bochecha. Um deles foi mais assanhado e tentou passar a mão na minha bunda, mas eu consegui segurá-lo antes.

– Quem é essa gata, hein, Daniel? – o cara de cabelos loiros e olhos cor-de-mel praticamente me comia com o olhar, tão intensamente que me fez corar levemente. – ela parece com a...

– Tira o olho dela, Lucas. – Daniel olhou-o severamente. – e o nome dela é Isabella.

– Que legal! Eu me chamo Isabel! – dessa vez foi uma morena que se levantou e sorriu abertamente. Me senti extremamente confortável com a presença dela, que estranhamente me lembrava alguém. – Somos quase xarás. – mais uma vez ela me sorriu.

– Pois é! – assenti. – Vocês têm quantos anos? – questionei-a.

– Tenho 18. O Daniel tem 20, o Lucas 21, aquele ruivinho ali tem 18 e o nome dele é André e as meninas têm 19. A loira é a Sophie e a de cabelos cacheados é a Letícia. – Isabel me apresentou todos. – Então, você é de onde?

– Sou do Canadá. Ontario.

– Oh, God. Sério? Eu nasci lá. Até parece que somos irmãs! – ela disse.

– Duas canadenses no mesmo lugar não é muito comum. – Daniel afirmou, rindo.

Notas finais
xoxo,
thesexycrazy.