Skin on Skin

26 A new bond with Henry.


Notas iniciais
Olá, meninas. O capítulo demorou um pouquinho mas chegou com muita fofura. Aceitei a sugestão de vocês e já começamos com uma cena quente. O relacionamento de Regina e Emma está ficando cada vez mais forte e hoje Gina vai provar de duas formas o quanto esse caso ainda vai render. Façam uma boa leitura.


Se a cama daquele quarto de hotel pudesse falar, contaria todos os momentos luxuriantes protagonizados por Emma e Regina. E não eram poucos.

Toda vez que Regina se deitava com a amada se sentia de volta aos vinte e poucos anos quando namoravam no dormitório da universidade, escondidas, em horários que ninguém frequentava o lugar. Era quase como voltar a cama de solteiro de Emma e se enfurnar debaixo do grosso cobertor com ela. Quando se beijavam no escuro do quarto, se lembrava do “túnel do amor” onde trocavam os beijos mais sinceros e luxuriantes, típico dos jovens muito apaixonados descobrindo o primeiro amor.

De fato uma era para a outra o primeiro amor e hoje amadurecidas revivendo o romance, talvez de forma ainda mais tórrida, tudo fosse mais intenso. Se amavam com urgência, saudade. Nem parecia que se viam todos os dias, pelo menos não desta vez que já durava muito tempo, sem pausas. Foram adentrando a madrugada sem pouparem energias.

Regina desceu pelo corpo da loira distribuindo beijos que logo viraram mordidas para o delírio de Swan que segurava um dedo entre os dentes, ansiosa para sentir o poder da língua da namorada.

A morena segurou-se bem nos seios da amada, deixando seus vergões de amor pelo caminho até chegar onde queria. Nem precisou afastar as coxas de Emma, já que a loira a esperava há algum tempo. Já sabia tão bem como a loira se sentia ao ser beijada ali em baixo que provocou brincando com a carne sensível e úmida. E dessa vez, Emma não reprimiu os gemidos, mas como reprimir algo tão espontâneo e delicioso? Regina também não foi nem um pouco delicada. Largou de um dos seios de Swan para entrar nela com as pontas dos dedos e continuar saliente com a língua. Foi fácil invadir Emma completamente, estava extremamente molhada e excitada. Os dois dedos de Regina iam e vinham dentro de Emma a golpeando no meio molhado dela, uma, duas, três vezes, mas Regina parava cada estocada, adiando o prazer de Swan.

E então restou apenas os golpes dos dedos de Regina dentro dela e o arfar da loira ecoando pelas paredes. De repente, Emma arquejou de mais.

— Oh, meu Deus, Regina! Oh, meu Deus!

E depois disso só pôde sentir a melhor sensação do mundo.

Emma puxou sua namorada de volta a fim de beijar seus lábios e queixo cheios de resquícios do seu gosto.

Regina achou que haviam acabado por enquanto, mas também não se queixou quando Emma a ergueu na cama, sentando sem se desgrudar para continuar. Mills enroscou as pernas em volta da cintura de Swan enquanto as mãos possessivas dela subiram por suas costas retribuindo os vergões que havia deixado na barriga da loira. Ficaram um longo tempo se beijando, se arranhando, até que deitaram-se novamente, ao contrário no colchão. Regina ainda prendia Emma contra si com as pernas. Começaram a roçar sexo com sexo enquanto se olhavam nos olhos, testa com testa, até Emma roubar um novo beijo cheio de ardor da morena.

Swan só parou quando sentiu Regina vibrar e sofrer com o orgasmo. Encontrou um lugar confortável sob o seio esquerdo da amada onde deitou os cabelos e pousou a mão também.

— Tenho a impressão de que a cada dia que passa eu te amo mais. — disse Regina após recuperar o fôlego e alisar os cabelos de Emma.

— É mesmo?

— Uhum. — gemeu a resposta. Estava de olhos fechados. — Tanto que nem cabe dentro de mim.

Emma sorriu de canto, selou sua pele.

— Você às vezes é tão romântica. — comentou.

— Assim como você era quando nos apaixonamos, lembra?

— É, eu lembro. — Emma também fechou os olhos. — Acho que você aprendeu comigo.

— Eu aprendi muita coisa com você.

— Tudo. — brincou, Swan.

Regina olhava para Emma.

— Bem, quase tudo. Nunca soube desenhar como você e você tentou me ensinar muitas vezes.

— Mas melhorou muito depois que te ajudei nas aulas de geometria.

— É... isso é verdade. — Regina parou de falar um pouco, pensou. Percebia que Emma estava mais à vontade quando falavam da época em que eram jovens, isso era um tremendo alívio. — Mas sabe o que eu acho que melhor aprendi com você?

— Não sei. O que é? — disse Emma, olhando dali de baixo.

— Ser feliz.

Swan se ajeitou sobre a namorada e fez uma cara maliciosa lançando um sorriso em seguida para Mills.

— Isso eu não tenho dúvidas de que você continua aprendendo comigo. — Emma não resistiu, falou aquilo voltando a enchê-la de beijos, da forma que começaram quando chegaram no quarto. Regina só sabia gargalhar enquanto recebia as cócegas de carinho que aqueles beijos davam e podia concluir o que Emma havia acabado de dizer. Ela tinha toda razão.



No fim de semana Emma ficou em casa cuidando de Henry que havia adoecido de um dia para o outro. Na verdade, naquela época do ano, Henry sempre ficava doente ou arranjava uma desculpa para não ir à escola ou sair para brincar, o que parecia muito estranho para a mãe, já que o garoto nunca foi do tipo de recusar diversão.

Desta vez, Henry sentia dor de garganta e sua febre custava a baixar. A cada ano que passava Emma tinha a impressão de que seu filho piorava. Talvez ela soubesse a resposta, mas tinha medo de perguntar ao garoto.

Emma olhou Henry em sua cama, afastou-lhe o cabelo da testa e notou que a febre ainda estava alta. Havia acabado de medicá-lo com um remédio receitado pelo pediatra e o menino adormeceu.

Enquanto ele dormia decidiu ir para a cozinha fazer uma sopa, foi quando tocaram a campainha do apartamento e foi atender.

Eram Regina e Roland.

— Oi! — disse Emma com um sorriso assim que abriu a porta para os dois. Deu um abraço bem forte primeiro no menino e em seguida na morena que segurava um embrulho em uma das mãos.

— Ele não melhorou? — perguntou Mills enquanto se desvencilhava de Swan.

— Não muito, a febre dele ainda está alta. — Swan fechou a porta e andou até os dois. — Essa época é complicada. Ele sempre fica doente.

— Ah, deve ser por causa do tempo, as crianças são mais sensíveis. — disse Regina vendo Emma coçar a nuca por trás do cabelo comprido e solto.

Roland no meio delas puxou o casaco da “tia” Emma e perguntou:

— Tia Emma, eu posso ver o Henry?

— Claro que pode, só tenha cuidado, ele está dormindo. — respondeu Emma, assentindo.

Ele fez que sim.

— Isso, meu amor, leve o presente para quando ele acordar. — Regina entregou o pacote ao filho que entrou pelo corredor tomando cuidado para não fazer barulho com seus sapatos.

Emma tocou o ombro da morena, alisando-o.

— Não precisava trazer presente.

— Isso não foi nada, Emma, ele vai adorar quando ver. Foi o Roland que escolheu. Mas e você, como está? — pegou a mão da loira que alisava seu ombro e a beijou fazendo ela roçar em sua bochecha.

— Um pouco cansada. Tive de correr com ele pro médico ontem, essa febre dele que não baixa...

— O que o médico disse?

— Que é a garganta... Eu já estava esperando por isso. Eu já imaginava. É sempre assim nessa época do ano. Eu não consigo entender. — desabafou Emma.

— Mas por que ele fica desse jeito nessa época do ano?

— Não tenho certeza, mas acho que ele se lembra de quando o pai morreu. Falta uma semana para o aniversário de morte do Neal.

Regina anuiu pensativa.

— Ele deve ter ficado muito triste. — falou baixo, olhando Emma. Só quis abraça-la naquele momento ao ver a cara que ela fazia. Começou a pensar no que poderia fazer para ajudar o filho da namorada. Gostava muito dele, desde o dia em que se conheceram quando deu carona para Emma. Sabia que ele também a adorava e talvez uma conversa solucionasse aquele problema.

Um tempo depois Henry acordou e Regina foi ao quarto do garoto encontrando o filho de Emma conversando com o seu sobre algum desenho que viam na TV. Os observou em silêncio da soleira da porta e não demorou para ser percebida pelo pequeno Swan.

— Oi, Regina! — ele disse com a voz animada, mesmo doente.

Gina se aproximou, se sentando em uma das beiradas da cama.

— Está se sentindo melhor, querido?

— Um pouco. Tomei um remédio que tinha um gosto muito ruim... — disse o garoto.

— Mas esse remédio vai fazer você ficar bom logo, você vai ver.

— Minha mãe disse isso. — Henry resmungou.

— Quando eu fiquei doente eu tomei um remédio que tinha gosto de ferro. — disse Roland, fazendo uma careta, de pé ao lado deles.

— Era para ficar mais forte. — Gina piscou para o filho.

— Ah, Regina, obrigado pelo presente. — Henry agradeceu. Segurava o carrinho que havia ganhado, mais um para a coleção. — Você sabia que eu coleciono carrinhos?

— Sim, o Roland me contou, ele tem uma coleção de dinossauros. Qualquer dia você vai lá em casa para ver. — ela completou. O filho de Regina sorriu com todos os seus dentes de leite. Então, Regina gentilmente pediu: — Filhinho quer ir ajudar a tia Emma com a sopa enquanto eu converso com o Henry um pouquinho?

Roland não queria mas acabou saindo do quarto com as mãozinhas enfiadas no bolso do casaco. Regina fez aquilo para conversar sozinha com o filho da namorada. Olhava para ele carinhosamente assim como ele retribuía mesmo estando ainda apático.

— Você também gosta da sopa que a minha mãe faz, Regina? — perguntou Henry, com o cobertor colocado até o pescoço.

— Eu nunca experimentei na verdade, querido...

— Você não sabe o que está perdendo, é muito boa mesmo. Sempre que fico doente minha mãe faz pra mim. Já tentei fazer sozinho mas é muito difícil cozinhar, não acha?

— Você deve gostar muito pelo visto. Cozinhar é para quem tem jeito, Henry.

— Minha mãe tem muito jeito então. Eu adoro tudo o que ela faz. — ele sorriu em seguida.

Regina parou, o fitou com cuidado e continuou depois de colocar os cabelos para trás das orelhas:

— E o seu pai? O que mais gostava nele?

Henry de repente ficou quieto. Desviou os olhos de Regina e se encolheu debaixo da coberta.

— Não lembro. — respondeu com a voz abafada.

Gina prestou a atenção nisso. Estendeu uma mão até a dele tocando em seus dedos menores.

— Henry, não precisa ter medo. Somos amigos, não somos? Você confia em mim? Não quer me contar sobre o seu pai? — sua voz era doce.

O garoto ficou a olhando com receio por um momento. Regina era sua amiga. Talvez não fosse um problema contar para ela como se sentia. Deixou o cobertor na altura da barriga e tocou na mão dela. Mesmo assim, gaguejou um pouco na hora de falar:

— ‘Tá, é que eu... Bem, há muitas coisas sobre o meu pai.

— Muitas coisas como?

Henry puxou o mais profundo que pôde de sua memória.

— Ele me levava para pescar quando eu era pequenininho.

— Mas você ainda é pequenininho, Henry. — brincou Mills.

O garoto riu.

— É que eu era bem pequeno naquela época. — Henry recolheu as pernas e as abraçou, pensativo. — Um dia meu pai me ensinou a andar de bicicleta.

— E como foi?

— Muito bom. Eu caí muitas vezes, mas levantei todas e continuei até conseguir. — disse ele com certo orgulho. Novamente Henry parou, ficou quieto, pensativo, demorando muito para voltar a falar. — Andar de bicicleta não é tão legal quanto eu pensava... Não sem meu pai.

Regina tentava entender como ele se sentia. Suspirou longamente, apertou seus dedos nos dele para dizer com toda calma do mundo:

— Henry, você sente muita falta do seu pai, não sente? — ela o perguntou e ele assentiu com os olhos baixos e as bochechas febris. — Não precisa mais sentir tanto a falta dele, sabe por quê? Porque ele ainda está vivo, mais vivo do que você pensa.

— Não, Regina, não pode. Meu pai morreu, ele não pode estar vivo.

— Está sim, quer saber onde? — Gina se aproximou dele na cama e soltou-se brevemente de sua mão para mostrar-lhe o lugar. — Aqui — apontou para o coração do menino. — Enquanto se lembrar dele, ele sempre vai viver aqui, está sentindo?

— Meu coração está batendo forte, Regina. — dizia o menino olhando-a assustado.

— Isso mesmo. — ela lhe abriu um sorriso terno, cheio de carinho.

Henry a abraçou naquele instante, como se tivesse ouvido e compreendido. Ele nunca se esqueceria das palavras da amiga. Se sentiu melhor ao se dar conta. A febre estava indo embora finalmente. Um novo vinculo fora estabelecido entre os dois.

Apareceu na sala de pijama, meias e mãos dadas com a morena, exibindo seu melhor sorriso. Emma não acreditou quando o viu de pé e tão bem. Não sabia se sorria para o filho ou para a namorada. Que milagre ela fez? Pensava.

Emma e Regina conversaram por um longo tempo naquela noite, depois que os meninos jantaram e foram brincar com a coleção de carrinhos de Henry no quarto. Gina contou como havia convencido o garoto Swan a acreditar nas boas memórias de Neal. Emma não podia estar mais feliz por saber daquilo e de fato viu um brilho diferente nos olhos do filho quando eles conversaram na hora do jantar. De certa maneira, Emma acabara de concordar mais uma vez que Regina era alguém muito melhor do que imaginava. Quaisquer que fossem as cercas que tivesse erguido ao redor ao longo dos anos para evita-la, era óbvio que as pulara agora.

— Obrigada por fazer o Henry se sentir melhor. Mais do que isso. Obrigada por me fazer me sentir melhor. — disse roçando as costas da mão no rosto pálido da morena.

— É tudo o que eu mais desejo nessa vida. Fazer você e ele muito felizes, sempre. — Regina a beijou então, e o beijo foi o mais apaixonado possível.



Na construtora o clima de final de ano se intensificava junto da euforia com o fim das obras da ilha. Regina e Emma voltaram a vistoriar as obras, passando mais tempo ainda juntas. Por conta disso andavam mais bem humoradas, especialmente Regina, que andava amistosa com todos na empresa, coisa que não fazia antes. O que mais chamava a atenção do pessoal que trabalhava com as duas era o fato de ambas chegarem sempre juntas e irem embora da mesma forma. Uma não ia se a outra não estivesse junto. Mesmo suspeitando ninguém quis espalhar boatos de mais.

Desse jeito, Jones, o maior admirador de Emma ali dentro, de quando em vez tentava jogar com seu charme para cima da arquiteta, tentando fisga-la, coisa que sempre foi sua vontade. Emma cansou de dar foras no rapaz mas ele ainda achava que tinha chances. Nem Regina o enfrentando da última vez que provocou a loira o espantou.

Emma estava em seu escritório com Regina. Conversavam enquanto terminavam de conferir um contrato, Ruby estava atenta ao lado delas enquanto assinavam o documento para a secretaria levar ao chefe. Assim que a moça saiu, deixando-as sozinhas, encostou a porta.

Estavam conversando sobre Cora, mãe de Regina, quando Jones apareceu ali.

— Zel me disse que mamãe retorna na próxima semana. Estou ansiosa para ver como ela está. — dizia Regina se levantando da cadeira que ficava de frente para a de Emma.

— Ela vai voltar outra pessoa. — comentou Emma, colocando suas coisas de volta em sua pasta de trabalho.

— Eu espero mesmo... — Regina ia continuar, só que ouviu o ranger da porta.

— Ah, desculpa, Emma. Eu não sabia que não estava sozinha. — falou o arquiteto entrando do jeito intrometido de sempre.

— Oi, Jones... Seu carro está na oficina de novo? — Emma nem precisou olhar para ele para falar. Conhecia a conversa fiada.

— Longe disso. — ele falou coçando o queixo. Trocou olhares com Regina que o olhava da cabeça aos pés, depois dos pés à cabeça. — Eu vim saber como anda o Henry? Melhor? — fitou Mills de rabo de olho como quem perguntava o que ela fazia ali.

— Ele está bem. Melhor sim, por quê? — Emma finalmente olhou para ele.

— Por nada, eu só queria que entregasse esse bottom dos Red Sox que ganhei no último jogo. Como ele é fã, achei que ia gostar de ficar com esse.

Emma saiu de trás da mesa e andou até o colega.

— Oh, poxa, ele vai adorar isso. — disse pegando o bottom e o olhando contra a luz. — É muito gentil da sua parte, Jones. Obrigada.

— Não foi nada. Quando eu vi lembrei dele. — fitou Regina de canto outra vez, com uma sobrancelha bem levantada. Gostava de tirar vantagem.

Gina se encostou na mesa e cruzou os braços, nem um pouco contente.

— Eu tenho certeza de que ele vai adorar. — falou Emma colocando o presente dentro de sua pasta.

Jones tentou se aproximar, mas Regina não tirava o olho de cima, colocou um pé no meio do caminho dele o impedindo de avançar. Ele não gostou.

— Já terminou o que tinha para fazer aqui, Jones? — perguntou a morena o encarando. — Acho que já, não é?

— Já. — ele disse parado na frente dela, deu de ombros.

Gina não estava gostando daquilo também. Decidiu provocar da melhor maneira possível. Não via outra saída. Ia pregar uma peça nele.

— Ah, é? Então, queridinho, Emma está muito ocupada agora, e você está atrapalhando.

Ele deu uma risada.

— Eu não estou vendo a Emma ocupada. Pode me dar licença?

A morena ficou muito irritada. Foi até Emma e a puxou fazendo questão de ficar bem de frente para Jones..

— Ah não?! Pois é, ela está realmente muito ocupada...

Então agarrou Emma de supetão pelo rosto e roubou-lhe um beijo na boca deixando a loira a ver estrelas. Foi um beijo tão bem dado que Emma custou para recuperar o fôlego.

Jones viu de camarote e ficou em choque.

— O quê?!

Antes que Emma se soltasse demais com o susto do beijo Gina a abraçou, provocando mais. Roçou-se na parceira de propósito.

— Está vendo, Jones? Emma está muito ocupada. — falou de um jeito irônico.

Jones ficou tão surpreso que teve de se beliscar umas vinte vezes para ver se não estava tendo um sonho. E que sonho!

Acabou saindo da sala sem saber se olhava para Regina ou Emma. Depois de uns segundos Swan abraçou Regina o que o deixou com mais dúvida ainda na cabeça.

Quando ele finalmente se foi, Gina gargalhou muito e Emma não demorou para fazer o mesmo entendendo o que tinha acontecido. Regina havia acabado de pregar uma peça no rival, e mal sabia ele que aquela “peça” era mais antiga do que pensava.

Notas finais
Dá-lhe, Regina! Que iniciativa para tirar o Jones do caminho! Quem riu comigo lendo essa cena? Já imaginam quem vai retornar no próximo capítulo? Sim, ela Cora Mills. Veremos se ela estará recuperada do vício e teremos muito mais coisas. Para quem foi na EA, os meus sentimentos pois eu sei que vocês todas devem estar mais chocadas que o Jones no capítulo de hoje, quando viram a Lana, não foi? Eu não fui na convenção. Eu invejo vocês e quem sabe irei no ano que vem se tiver e se eu ainda escrever fanfics. Se você gostou do capítulo já sabe: deixe o seu alô nos comentários, favorite, acompanhe, recomende. Obrigada desde já pela força! Um beijo grande. Fiquem bem.