Simplesmente Assim

8 Capítulo 8 - Sentimentos Estranhos


Notas iniciais
Olá... Boa leitura.

Já se passaram meia hora desde que Luna havia pegado no sono. Matteo ainda em seus braços mantendo-a aconchegada em seu corpo observa o rosto lindo da morena. Vendo-a daquele jeito não parecia nada com aquela garota decidida, fria, de atitude ilógica a que conheceu dias atrás e pode presenciar um pouco mais quando pôs os pés naquele apartamento.

Matteo a olha acariciando seu rosto sem saber o que fazer naquele momento. Ele queria ficar mais ali, acordá-la aos beijos, fazer amor outra vez com ela. Mas uma voz em sua mente dizia que ele deveria levantar, se vestir e ir embora, pois isso era o que devia fazer porque a própria mulher que está adormecida em seus braços deixou claro que deve ser assim quando o pediu para que a fizesse após tirar sua virgindade. Por outro lado, queria ficar mais um pouco e ainda que ela dissesse que acabou, queria cuidar dela.

Querendo ou não Luna agora é sua mulher.

“Não, ela não é... Ela só queria que você a fizesse, e nada a mais. Ela não quer o seu carinho, nem cuidado.” – a voz de sua mente dizia.

E aquela voz tinha razão, pois escutou da própria boca daquela linda morena que era só tirar sua virgindade e nada mais.

De alguma forma, Luna despertou algo que Matteo jamais sentiu por qualquer garota. Ele até já tirou a virgindade de algumas garotas que namorou no colegial, mas nenhuma delas despertou a sensação deliciosa que foi despertada ao fazer amor com Luna.

Não sendo de o seu feitio ir embora sem ao menos despedir da garota que passou a noite, ele teria que fazer. Luna dormia profundamente e tão linda que não tinha coragem de acordá-la. Então com todo cuidado Matteo afasta-a com todo cuidado para longe de seu corpo. Luna remexe e geme em desagrado, mas não abriu os olhos e fica numa posição de bruços com suas pernas entre abertas.

Matteo percebe filetes de sangue entre as coxas de Luna, mostrando a prova de que sua virgindade havia sido rompida. Rapidamente, ele observa para ver se havia sujado a colcha da cama, mas por sorte só o que manchou foi o hobbie de seda que Luna usava quando chegou. Então se levanta na intenção de encontrar algo para limpá-la, mas antes retira a camisinha dando um nó para que seu gozo não derrame e no chão pega a embalagem para jogar fora. Em seguida veste sua cueca para em seguida procurar o banheiro. Não foi difícil para achar o banheiro, então vai até o vaso e joga a camisinha dando descarga. Não iria arriscar em jogar na lixeira porque não sabia até que ponto Luna quer expor sua vida sexual para amiga que mora ali com ela. Fazendo isso, Matteo olha para pia vendo uma toalha limpa e com certeza Luna deva ter deixado ali para que ele usasse, e como aquele dia estava um pouco quente e não era do tipo que dispensava tomar um banho depois do sexo, não seria agora que dispensaria...

Todavia, Matteo pegou uma toalha menor que havia ali indo até o chuveiro e ligando , verificando com sua mão a água esquentar. Na temperatura exata, ele molha a pequena toalha com a água morna até ficar bem úmida. Úmida o suficiente para limpar algo, ele desliga o chuveiro e volta para o quarto de Luna. Ela não estava mais na posição de bruços, e sim de barriga para cima.

Uma visão tentadora para o moreno em vê-la toda aberta, expondo sua intimidade lisa e um pouco inchada, os seios expostos com seus mamilos rosados e rijos... Com aquela visão Matteo sentiu seu membro começar a inchar e a latejar em desejo de ser enterrado novamente naquela cavidade molhada, quente e lisa.

No entanto, seus olhos não podem ignorar os filetes de sangue que ainda estavam grudados entre as coxas de Luna, então se obrigou a dissipar o desejo de voltar a fazer amor com ela. Matteo se posiciona na cama de maneira que passasse a toalha entre as pernas de Luna...

Luna geme com incomodo ao contato da toalha em sua intimidade, mas ao invés de retrair suas pernas ela as deixa mais abertas.

“PUTA QUE O PARIU!” – Matteo gritou mentalmente cheio de tesão.

Matteo queria voltar à por sua boca naquela parte sensível e se deleitar novamente com o gosto da carne tenra e molhada... Queria escutar novamente ela gemer seu nome enquanto suga seu clitóris estimulando com seus dedos, mas não...

Não poderia... Era só uma vez. Ela só queria uma vez e acabou... Era o que ele repetiu para si na tentativa de dissipar aquele desejo que voltou a ferver em seu sangue. Terminando de limpá-la, Matteo vai ate o guarda roupa de Luna e o abre na intenção de encontrar um lençol para cobri-la, alcançando sua intenção ele fecha o guarda roupa e coloca o lençol na parte descoberta do corpo de Luna tentando evitar olhá-lo, tudo para não perder a cabeça e acordá-la para voltar a fazer amor com a morena.

Já coberta, Matteo decide não tomar banho ali e pega sua camisa e a coloca. Por ultimo pega sua calça e a coloca com toda agilidade, mas ao fazer sente algo cair. Ele olha para o objeto vendo que é o envelope com o dinheiro do agradecimento que Luna o deu... Pega o envelope e observa por alguns segundo e depois volta a olhar para Luna...

Não queria ter feito aquilo por dinheiro, queria deixar aquele valor ali e ir embora sem olhar para trás e sem arrependimento, mas infelizmente precisava e talvez essa fosse o melhor caminho a seguir porque ficando ou não com o dinheiro isso não mudaria nada no fato que Luna depois do que conseguiu o que precisava, não irá querer vê-lo e se não fosse por conta do que precisava nunca teria o visto e nem ele a teria jamais em seus braços, sendo para ambos estranhos...

Munido de arrependimento Matteo volta a guardar o dinheiro no bolso, e pega seu tênis e meia e os coloca. Já estava saindo quando se deu conta de que não poderia sair daquela forma, e olha para Luna novamente. Ainda teve receio de acordá-la e ver que aquela garota maluca sem noção voltar e deixando de lado a linda e doce mulher a qual se entregou a ele sem restrições.

Ele respira fundo e olha em direção de uma escrivaninha e ver papel e caneta e decidiu deixar um bilhete... Tendo escrito o que precisava, destacava a folha e coloca bem próximo da morena para quando acordasse visse rapidamente. Não tendo mais nada a fazer, Matteo inclina seu rosto em direção do rosto de Luna e suavemente toca os lábios da morena com os seus num delicado selinho...

Sem mais o que fazer se afasta e caminha para fora daquele quarto até chegar à porta. Ao abri-la não olha para trás... Simplesmente assim, ele vai embora.

(***)

A morena remexe o seu corpo despreguiçando. Luna sente um desconforto por entre as pernas e volta a gemer. Seus olhos aos poucos se abrem como também as lembranças do que havia acontecido.

Ela sente algo leve deslizar sobre o seu corpo nu, e mesmo que naquele momento tivesse que ser desconfortável em se tratando de que perdeu sua virgindade, ela se sente feliz, leve, no entanto assim que se sente mais desperta seus olhos busca algo que poderá está ali, na verdade alguém.

Luna fica sentada na cama e volta a gemer quando sua intimidade prensa ao encontro da colcha, mas ela não se incomoda somente olha em volta para ver se havia algum sinal de que Matteo ainda estivesse ali. Mas não, passou cinco segundos e não o viu entrar no quarto com o seu sorriso safado pronto para terminar de cuidar dela antes de ir embora, não ouviu se quer um barulho indicando que estivesse em alguma parte do apartamento fazendo algo que a surpreendesse quando acordasse...

A alegria e o sentimento leve que sentia foi embora dando o lugar a decepção e o vazio...

“Cadê ele? E a história de que ele trata com carinho as garotas que sai, seus cuidados, até que tenha de ir embora? “ — ela se perguntou sentindo um bolo se formar em sua garganta.

Em sua mente as lembranças do momento em que fez amor com Matteo tomou conta de seus pensamentos com toda força... Foram momentos incríveis as quais ela tem certeza que não terá outro igual, pois aquele momento foi único em sua existência. Outros sentimentos confusos juntaram a aquelas lembrança na mente de Luna, e não contente com essa confusão de emoção sentiu-se irritada, e retirou o lençol que ainda a cobria na intenção de levantar se, mas no ato tocou algo um pouco mais solido que um pano.

Um bilhete.

Ela passeia seu olhar nas linhas escritas tentando não deixar que suas emoções domine seu corpo e mente.

“Luna, me perdoe por não esperar que acordasse, mas que você dormia tão profundamente que não quis te acordar. Espero que tenha alcançado suas expectativas e não decepcioná-la... Bjs, Matteo.”

Luna sentiu seus olhos arderem, mas não chorou. Ela não conseguia acreditar como ele pode ser tão frio ao escrever aquelas frases.

“você foi fria com ele também...” – diz a voz em sua mente.

Não conseguia acreditar como Matteo foi embora e nem ao menos esperou que ela acordasse porque não queria acordá-la. Foi embora como se fosse um ladrão, sem querer saber se ela estava bem, se sentia dor... Mas não. Ele não agiu com ela como todas as garotas que transou com disseram, e não lhe tratou com carinho depois de fodê-la...

“Você está drogada sua retardada? Ele fez amor com você, te tratou com todo carinho, te fez gozar duas vezes a ponto de te deixar cansada, quer mais o que sua infeliz? Além do mais está reclamando de que, quando foi você mesma que foi fria e calculista com ele e até o ofendeu tratando como um garoto de programa, e fora que você mesmo deixou claro que era só ele fazer o que você queria com bônus de um banho e depois cair fora com o seu agradecimento... Não reclama porra...” – a sua consciência berrava em sua cabeça.

—Mas ele recebeu o dinheiro para fazer amor comigo mesmo eu tendo ofendido. – ela rebate seus pensamentos em voz alta.

E com a seguinte resposta de sua consciência, ela chegou à conclusão de que se houvesse uma possibilidade dela encarnar numa pessoa, já teria saído e dando umas porrada nela.

“Mas deixa de ser burra... Se ele recebeu passando pelo orgulho, obviamente foi porque está precisando do dinheiro já que não encontrou outra maneira de conseguir”.

Luna respirou fundo desanimada e passa a mão em seu rosto vendo que sua consciência tem toda razão. Pois ela mesma que disse a Matteo para fazer o que fez, então não pode culpa-lo, além do mais teve a dignidade de deixar aquele bilhete explicando por que foi sem se despedir...

Não adiantando continuar ali se lamuriando, Luna levanta da cama com o bilhete na mão. Como não iria se arriscar que Nina por acaso visse o bilhete de Matteo, rasgou o papel em vários pedaços e jogou na lixeira que havia perto da escrivaninha... Foi até sua gaveta e pegou um blusão velho e o colocou, olhou para a cama vendo seu hobbie de seda sujo e uma toalha de rosto. Ao pegar o pano percebe está molhado e com sujeira de sangue. Se deu conta de que aquilo era o seu sangue que foi expelido ao perder a virgindade.

Sabia que aquela toalha não estava ali antes, e percebeu que Matteo antes de ir pegou o pano e molhou para limpá-la, e sabe o porquê deixou ali sujo... Obviamente não querendo arriscar em deixar em algum lugar inapropriado. Não estava zangada somente pegou o pano e a seda junto com a minúscula camisola e calcinha para colocar na maquina. Precisava tirar aquela sujeira para que Nina não visse e a questionasse.

Cloro que ela iria contar o que rolou para a sua amiga, mas não seria agora tão recente.

Durante o banho, Luna mesmo com o desconforto após sua primeira vez, ela não se sentia mal e tão pouco arrependida, os sentimentos que sentiu naquele momento de prazer voltaram à tona fazendo ficar de olhos fechados a ponto de gemer só com as lembranças.

De fato, Matteo era tudo o que as garotas diziam, e ela ousava dizer que poderia ser até mais além... Luna não sabia por que, mas de certa maneira desejava está com Matteo novamente embora soubesse que isso não iria acontecer...

Matteo não gostava dela para querer fazer amor com ela outra vez, por ressentimentos de como o tratou. E se foi ali naquele dia ficar com ela, foi unicamente pelo dinheiro. No entanto, Luna não o critica, não sabe das razões dele para julgá-lo, pois ela mesma quando tomou a decisão de se entregar a uma pessoa que não ama foi julgada por ninguém entender seus sentimentos... No entanto, seja como for não se sente arrependida, e sim feliz, porque enxerga que sua vida entrou em uma nova etapa e agora poderia amar alguém e ser amada e entregar-se para ela, não importando se a magoaria, pois não sofreria ou se arrependeria porque o cara com que se entregou a feriu.

(***)

—Onde você estava cara? Te liguei e seu celular só dava caixa postal... – disse Gastón assim que Matteo passou pela porta de seu apartamento.

O moreno reflete sobre a pergunta, se deveria ou não dizer que estava com alguém. Porem optou em não dizer.

—Meu celular descarregou e sai para resolver umas coisas e passei no caixa 24 horas pera pegar a minha parte do aluguel. – mentiu. – Depois encontrei uma gata que fiquei e me chamou para almoçar com ela...

Gastón abriu um sorriso malicioso e o interrompe dizendo.

—Sei... Almoçar.

Mesmo não muito motivado para não rir, Matteo deixa o canto dos seus lábios repuxar de lado num sorriso forçado.

—Não... Almoçamos em um daqueles restaurantes que ficam perto da praça da fonte, e só comemos e conversamos. Sabe que não sou de repetir mulher... – mentiu novamente, não a ultima parte.

—Tá bom... – Gastón dar de ombro e muda de assunto. – Topa ver um filme? Quero ir ao cinema, mas não estou a fim de ir sozinho...

Matteo fez uma careta, pois não queria sair mais para lugar algum.

—Na boa... Não tô a fim de sair. Essa noite não dormir direito e amanhã tem aula então não quero mais vacilar como foi essa semana que passou.

Vendo que seu amigo não mentia por ser visível sua exaustão, Gastón resolveu não insistir.

—Tá bom, então... Deixa para outro dia...

Matteo ia em direção ao seu quarto pegar cueca e uma bermuda limpa, quando se lembra de algo.

—Ah, já ia me esquecendo... – ele pega o dinheiro dobrado em seu bolso colocando nas mãos do amigo. – está ai a minha parte do aluguel.

—Pô cara, nem estava lembrando... Amanhã quando tiver indo pagar, antes vou pegar a minha parte no banco... Merda. Sabia que havia me esquecido.

Irônico, Matteo diz.

—Antes você do que eu... – e da às costas indo para o seu quarto.

Sozinho, Matteo retira sua camisa... De repente seus pensamentos são invadidos pela imagem do corpo nu da morena que havia deixado dormindo em sua cama após fazer amor... Ele ainda consegue sentir o seu cheiro de Luna entranhado em seu corpo, mas por outro lado se perguntava se nesse momento ela já havia acordado e visto seu bilhete.

Queria ter escrito mais, mostrar mais sensibilidade, mas não conseguiu somente quase três linhas de algo frio, mas uma falha tentativa de dizer que se importou com ela. Pegou o celular no bolso pensando em ligar para Luna, mas não... Não faria... De algum modo, algo lhe dizia que o que está sentindo já está passando do limite de seu bom senso.

(***)

Luna havia tomado banho e se forçou a comer alguma. Não sabia o que se passava com ela e não se esforçou em tentar saber. Temia em descobrir ser algo que não lhe apetecesse e fingiu está tudo bem, tendo a ilusão de que passaria.

Por está sentindo dolorida, ela tomou um analgésico e depois sentou no sofá ligando a TV zapeando nos canais para ver se havia algo interessante. Seu desejo era deitar em sua cama, mas não queria voltar para seu quarto, pois temia que se ficasse ali todas as imagens daquele fim de manhã que passou com Matteo ficaria assombrando seus pensamentos... O cheiro dele ainda estava impregnando o ar daquele cômodo e isso inebriava mais o seus sentidos.

“Vai ter que entrar lá de qualquer jeito” – sua consciência dizia. É verdade, mas se pudesse evitar ir, ela faria.

Luna encontra um canal em que está passando o seu filme favorito “Orgulho e Preconceito” – feliz por está começando manteve naquele canal. Por mais que amasse aquela trama romântica, seus olhos aos poucos foram se fechando até cai na inconsciência, tudo por conta do efeito do analgésico que tomou.

—Luna. Luna... Acorda amiga...

—Humm, não... Mat-te... -ela geme incoerente.

—Mat-te o que? – Nina repete para si confusa pelo que Luna dizia inconsciente e tenta novamente acordá-la. — Luna, acorda...

Já se passavam das seis da noite quando Nina entra no apartamento encontrando Luna deitada e dormindo no sofá com a TV ligada.

—Luna... — ela sacode mais um pouco a morena e dessa vez consegue com que ela abra o olho.

—Uhm. Ni-na? – ela abriu a boca em bocejo ainda sonolenta... -Chegou agora?

Nina sorri respondendo.

—Sim. Mas o que faz aqui dormindo nesse sofá desconfortável? Porque não ficou em seu quarto?

Luna mesmo a contra gosto levanta se sentando, fazendo isso percebe que não foi boa ideia ficar ali e dormir.

—Não... Eu estava sentindo um pouco de dor de cabeça e tomei um analgésico e depois me deitei aqui para assistir um filme e acabei dormindo sem perceber. — mentiu a primeira parte porque não diria onde realmente estaria dolorida.

—Entendo. Mas está melhor da dor?

Luna fez uma careta e responde.

— Da cabeça sim, mas agora estou sentindo o meu corpo moído por conta desse sofá.

Nina sorri balançando a cabeça.

—Vai deitar na sua cama que passa, enquanto isso vou tomar banho e depois faço alguma coisa para comermos .

—Prefiro uma pizza. – Luna disse fazendo bico.

—Também. Topa racha a conta?

—Com certeza... – a morena concorda sorridente, já levantando. Mas Nina faz uma pergunta que Luna acaba ficando sentada...

—Ei me fala como foi o seu dia?

Luna reflete rapidamente não querendo se prender as lembranças vividas naquele dia. Não que lhe desse vergonha ou arrependimento, mas não queria contar agora a verdade para sua amiga, ainda mais se ela não se conter em refletir o quanto foi bom.

—Não muito interessante... Vi algumas series, algumas coisas no faceboock... – mentiu na maior cara dura, mas deu graças a Deus por Nina não ter desconfiado de sua mentira.

—Viu... Um dia chato. Se tivesse ido comigo almoçar com meu pai iria se divertir.

—Deixa para próxima. – Luna responde fazendo sua melhor expressão de que já era por perder algo bom. –Então... Me conta como foi? – ela muda de assunto.

Nina se levanta da poltrona dizendo...

—Te conto tudo, mas depois que eu tomar banho, trocar essa roupa imunda e pedir nossa pizza.

Luna sorri.

—Tá legal...

Nina vai tomar o seu banho, enquanto Luna se mantem sentando ali decidindo se ia ou não para o seu quarto. Sem se dar conta, ela levante e caminha até o cômodo, e assim que entra na habitação suas narinas é impregnadas de um aroma conhecido... Caminha ate sua cama puxando a colcha e levando até seu nariz respirando fundo... Ali estava a melhor combinação do seu aroma com a de Matteo...

Não suportando o quanto está errado aqueles sentimentos, ela paga a colcha e lençol embolando e jogando bruscamente no chão. Ela passa a mãos por seu rosto e cabelos, percebendo que seja o que for que está sentindo tem que passar... Não queria se arrepender pelo que fez, então para o seu bem e de sua sanidade, aqueles sentimentos entranhados em sua mente, corpo e alma, tinha que desparecer...

Notas finais
É... Parece que Luna e Matteo estão em um conflito de sentimentos após passarem momentos de prazer um com outro. Agora, será que eles vão ficar nessa de só ficarem uma vez ou em algum momento vão se entregar ao desejo? Isso só saberemos nos próximos capítulos, rsrsrs. Bjs e não deixem de comentar *--* # Lutteo