Silence - Season 1

4 Insanity from father to son


Notas iniciais
Insanidade de pai para filho!

Valentina e Esther estão no quarto de hotel. Quando ela está a ponto de começar a contar sobre o abandono de Valentina, mas elas são interrompidas por um forte estrondo que faz tremer todo o edifício.

Elas saem do quarto rapidamente e vão até a rua. Uma multidão se aproxima dos estrondos de vários carros a frente do hotel.

Valentina se aproxima e vê que um dos carros, o que está mais destruído, é o carro de sua mãe ela se aproxima e vê fragmentos estranhos como se fossem de uma bomba e afirma assustada.

– Mãe, alguém colocou uma bomba no seu carro. Queriam matar você.

– Quem faria isso? – questiona Henrique.

Valentina se aproxima do carro e vê um papel amassado no chão. Ela pega o papel onde está escrito.

Se contar algo para sua filha, não vai ser só seu carro que vai explodir.

– A

Valentina guarda o papel no bolso e volta para perto de sua mãe e de Henrique enquanto os bombeiros tiram as pessoas dos destroços da explosão.

...

Mais tarde Valentina se encontra com seus amigos.

– Gente, eu acho que não fomos os primeiros a receber mensagens de “A”. – afirma ela.

– Por que você acha isso? – pergunta Bernardo.

– Vejam este bilhete que eu achei perto do carro da minha mãe depois da explosão. – ela diz pegando o papel amassado de seu bolso.

– Você perguntou alguma coisa pra sua mãe sobre isso? – questiona Débora.

– Não, mas por mais curiosa que eu esteja para saber o porquê minha mãe foi embora, eu não posso perguntar mais, não quero colocá-la em perigo. – diz a menina.

– Principalmente depois que vimos do que “A” é capais de fazer. – completa Gabriella.

– O que fazemos agora? – pergunta Jonathan.

– Vamos voltar lá naquela igreja. – afirma Bernardo.

– Lá deve ter algo que ligue o assassinato do Anderson e A. – completa Débora.

Os garotos saem e vão até a igreja, chegando lá veem alguém e se escondem atrás de uma parede velha e desbotada toda suja.

– Quem é? – pergunta Gabriella.

– A Jenna e ela está conversando com alguém. – responde Bernardo.

– Com a sua irmã, Bernardo. – afirma Jonathan.

– Por que elas estão conversando numa igreja velha? – pergunta Gabriella.

– Porque elas não querem que ninguém saiba muito menos a gente. – afirma Bernardo.

...

De longe Anne observa tudo e tira fotos com seu telefone. Ela entra em um carro com a mãe de Henrique e continua a observar os jovens enquanto se afasta.

– O que você tanto observa? – pergunta Bárbara.

– Não é nada, não se preocupe. – responde Anne. – Onde vamos jantar?

– Em um lugar bem especial. – responde a mãe de Henrique, colocando seus cabelos ruivos para trás da orelha.

– Estou louca para ver onde é. – diz Anne ansiosa.

Bárbara passa a mão no rosto de Anne e se aproxima seus lábios nos dela dando-lhe um beijo.

O carro se afasta no horizonte e Henrique que estava parado frente ao parque vê sua mãe no carro beijando Anne.

Ele amassa o copo de café em sua mão e joga no chão com o olhar furioso.

...

Henrique chega a sua casa que ainda está em processo de mudança, já que ele e sua mãe chegaram no dia anterior. Ele sobe as escadas e vai ate seu quarto onde pega uma das caixas da mudança.

Na sala novamente Henrique abre a caixa e pega fotos dele junto de sua mãe e seu pai. Ele fica observando as fotos e nos quadros, com seus olhos avermelhados atira o quadro na parede e repete com todos os outros quadros onde seu pai está na foto.

De repente ele começa a chorar e se senta no chão, no canto da sala onde adormece.

Ele ouve o barulho de um carro parando a frente da sua casa e sai para ver quem é.

Vê sua mãe novamente com Anne, ele desce o quintal e vai até a frente do carro com os olhos vermelhos e enfurecidos ele bate com força no capô assustando Anne e Bárbara.

Sua mãe desce do carro rapidamente e diz.

– Filho acalme-se, por favor.

– Não me encosta. – ordena ele.

Ela se afasta dois passos para trás dele e pede novamente.

– Filho, vamos entrar você se acalma e a gente conversa.

– Eu não quero falar com você. – afirma ele saindo correndo na direção da cidade.

– Henrique, volta aqui. – ordena Bárbara, mas sem progresso.

Anne desce do carro e vai até Bárbara.

– Bárbara ele está bravo, deixa ele se acalmar amanha vocês conversam.

– Meu filho, ele nunca ágil assim antes. – afirma Bárbara.

– Ele é jovem e impulsivo. – completa Anne.

– Ele esta agindo como o pai dele, antes de cometer suicídio. – alega a mãe do garoto.

– Como assim? – questiona Anne.

– Entra que eu te explico melhor. – pede Bárbara.

As duas entram na casa, enquanto Anne prepara um café, Bárbara conta sobre o pai de Henrique.

– Após o nascimento do Henrique o pai dele passou a ter problemas com temperamento, ele era agressivo e muito impulsivo, tinha vezes que ele se trancava no escritório e chorava muito. Depois de alguns anos eu e sua mãe o internamos na Echo's House.

– E o tratamento não fez efeito. – completa Anne.

– Não, um dia após eu e Henrique sairmos dela, eu recebi a ligação de que ele havia se enforcado. – continua ela tremendo e chorando.

– Valter, não é? – pergunta Anne.

– Sim, como você sabe o nome dele? – questiona Bárbara.

– Fui eu quem auxiliou o médico no seu tratamento e que deu o diagnostico do seu marido. – responde Anne. – Precisamos encontrar o seu filho agora.

– O que você quer dizer com isso? – pergunta Bárbara.

– Que ele precisa de tratamento antes que algo pior aconteça. – afirma a psicóloga levantando-se do sofá.

[...]

Notas finais
...!