Sherlock - Found The True Love
2 - Agora está limpo, não é oppa?
Notas iniciais
Então... eu tô postando esse cap suuuuuuper antes do previsto, pq teve gente que me ameaçou! huehuehu'
Nossa.. eu nem sabia que o primeiro cap tinha ficado tão bom assim *-*
enfim... eu tava loquinha pra postar esse cap mas eu fiquei com medo de vcs num gostarem pqe eu escrevi ele super rápido pra postar logo então... eu não acho que vá atingir as expectativas de vcs...
mas eu dei uma olhadinha nele e tipo, num consegui mudar muita coisa pra que ele ficasse mais interessante, então eu postei assim mesmo -o-
mas eu espero que vcs gostem dele assim xoxo mesmo ~ ♥
Boa Leitura!
(alguém leu até aqui?)
Sua consciência foi retomada aos poucos. A claridade daquele local fazia com que seus olhos doessem, mas não mais do que a dor que sentia na área do tórax, o que o fez soltar um gemido alto, alertando o homem que analisava distraído da janela a paisagem acinzentada, sentado em uma cadeira branca que aparentava ser altamente desconfortável.
O rapaz levantou rapidamente, querendo ter certeza de que a donsaeng estava bem.
Krystal levantou o lençol com cuidado, e viu que faixas a contornavam na área das costelas. A dor naquele local agora já não era tão intensa, mas dificultou um pouco quando ela tentou se levantar.
O moreno a olhava com uma expressão de preocupação, o rapaz que provavelmente vinha carregando, além da preocupação, toda a explicação que faria com que Krystal ligasse as peças e finalmente compreendesse o que estava acontecendo.
– Dói algo?
– Minha cabeça... e as costelas também.
– Espera um minuto, eu vou chamar um médico. – Adiantou seus passos para a porta, mas parou quando ouviu o protesto da garota.
– Não preciso de médico. Eu vou para casa. – Krystal disse, se levantando e procurando por suas roupas. – Onde estão minhas roupas?
– Elas foram danificadas por conta do impacto do seu corpo no chão, por isso eu tomei a liberdade de jogá-las fora.
– Jogou fora? Por quê fez isso? Eu não posso ir pra casa com uma roupa hospitalar! – A yodonsaeng o olhou incrédulo.
– Não se preocupe... eu imaginei que você fosse dizer isso. Por isso, eu comprei um novo par de roupas pra você. – Foi até o sofá, buscando a sacola de compras e entregando-a à Krystal. – Eu não sabia o seu manequim, então eu acho que vai ficar um tanto folgado em você.
O moreno virou-se de costas e esperou que a menina se vestisse.
– Onde estão meus sapatos? – Perguntou, puxando o zíper e abotoando a calça.
– Dentro da sacola.
Vasculhou a sacola e achou um vans preto. Não questionou, imaginou que seus sapatos tivessem sidos jogados fora junto com suas roupas.
– Obrigada. – Disse Krystal, curvando-se.
Abriu a porta e parou quando ouviu a pergunta do mais velho.
– Não quer uma carona? Lembre-se que você está sem carteira e num hospital no centro da cidade.
– Isso seria abusar da sua boa vontade.
– Não, por favor. É o mínimo que posso fazer.
Krystal curvou-se novamente, mais discreta desta vez. Seguiram pelos corredores até chegarem à porta da frente, seguido do estacionamento. Krystal abaixava a cabeça à medida que recebia olhares desconfiados dos médicos, como se duvidassem de que a jovem tivesse recebido alta.
Avistou um Audi Locus piscar os faróis duas vezes, só então percebeu quem era aquele homem. Avistar aqueles faróis fez seu corpo inteiro tremer, e sua pele tornou-se tão gélida que qualquer pessoa que a tocasse imaginaria que estivesse morta.
Procurou não demonstrar seu nervosismo e continuou andando. Assim que adentraram no carro, Krystal tomou coragem em perguntar: – Foi você quem me atropelou, não foi?
A pergunta atingiu o mais velho como um tiro, que hesitou em responder. – S-sim. – Procurou não manter contato visual com a garota.
Permaneceram por alguns segundos num silêncio incômodo.
– Quem é você? E porquê se importou tanto comigo? – Krystal finalmente expulsou a pergunta que tanto lutava para sair.
– Meu nome é Jonghyun. E tudo o que eu fiz era o que eu podia fazer no mínimo, por ter te prejudicado desta maneira.
Depois da pequena conversa, seguiram em silêncio até o apartamento de Krystal, que agradeceu novamente, porém mais rude desta vez, e por fim, adentrou no prédio.
Ao chegar da varanda, ainda pôde avistar o Audi Locus antes de sumir na esquina. Deu início aos seus pensamentos, olhando o céu estrelado. Pegou seu celular e começou a deletar todas as ligações que não foram atendidas naquela tarde, inclusive as que motivaram-na a sair de casa.
Imaginou que apesar do incidente, não havia sido uma má ideia sair dali, pois aquele homem a fez se sentir mais em paz do que estava na manhã deste mesmo dia.
Prometeu a si mesmo que iria, a partir daquela noite, parar de chorar por aquele garoto. Iria esquecê-lo. Mas percebeu que para isso, precisaria da ajuda de um homem do qual tinha chances remotas de encontra-lo novamente.
Foi para o seu quarto, determinada a tomar um banho antes de dormir. Foi retirando suas roupas mas parou por um momento quando ao tocar o bolso de trás da sua calça, sentiu uma coisa estranha.
Retirou do bolso um papel dobrado perfeitamente. Ao lê-lo, novamente o sorriso tomou conta de suas feições.
Me ligue se precisar de algo.
10 5782 4185
Kim Jonghyun.
Dobrou-o novamente e o pôs em cima da bancada. Planejou ligar para ele em breve, se precisasse de algo, ou ligaria se simplesmente achasse alguma desculpa para se encontrarem novamente.
Mas antes de tudo, ela precisava entender o porquê da necessidade de estar perto dessa pessoa que ela nem conhecia.
Se jogou na cama, esquecendo completamente do banho que planejou tomar, e acabou dormindo, sonhando com o dia que encontraria novamente aquele homem chamado Kim Jonghyun.
X
Os dois caminhavam pela rua tranquilamente. Onew havia deixado seu carro na garagem do prédio de Sulli, pois eles preferiram andar aleatoriamente.
Ele ria ao assistir a yodonsaeng comendo o chocolate, que não parecia se importar em estar toda suja.
– Você está toda suja, Sulli.
A garota tentou limpar a boca.
– Ainda está sujo.
Mais uma vez ela passou a mão pelos lábios.
– Continua sujo. – Onew riu. – Quer que eu limpe?
– Por favor.
Onew apoiou a mão no queixo de Sulli e com o polegar, começou a limpar o canto dos lábios da garota. Foi parando quase que imperceptivelmente os movimentos, e começou a analisar cada mínimo detalhe no rosto da donsaeng, aproximando-se lentamente.
Sulli notara o que iria acontecer ali, mas somente se permitiu ser beijada pois não havia ninguém na rua naquele momento. Já era tarde, e somente os dois estavam ali naquela calçada, encarando um ao outro, ansiando por um único tipo de toque.
Por fim selaram os lábios. E Sulli pode sentir uma lágrima quente descer pelo seu rosto. Uma lágrima de felicidade, da qual ele nunca imaginou que pudesse sentir.
Não foi um beijo demorado, mas foi o suficiente para que Sulli deletasse todas suas dúvidas sobre as intenções de seu oppa para com ele.
– Agora está limpo, não é oppa? – Sulli comentou, rindo, somente para disfarçar e fazer com que Onew não reparasse na vermelhidão de sua face.
– Sim, meu pequeno, agora está limpo. – Afirmou, passando o braço pelos ombros da yodonsaeng. Agora sua yodonsaeng.
Caminharam lentamente até o apartamento de Sulli, onde o mais velho depositou outro beijo nos lábios doces da garota e se despediu antes de adentrar no carro e percorrer as ruas frias e noturnas da cidade, deixando uma sonhadora Sulli o assistir até onde a visão lhe pudesse permitir.
Continua...
Notas finais
tipo... eu achei fofinho esse final, mas eu quero saber a opinião de vcs nos reviews *---*
inté o próximo ;*
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