Sherlock - Finding The True Love

21 이십일 장 - Q-que...merda!


Notas iniciais
psé né... o cap anterior foi fofo demais... agora vou voltar a semear a discórdia na história aqui... ASUHSAHUSAHSAUHASHU
ta calei.
Boa Leitura!

Seus olhos foram lentos ao abrir, pois suas pálpebras protestavam.

Ainda turva, sua visão contemplou a lua através da grande janela de vidro do quarto, e também a luz prateada que entrava no local.

A mesma luz banhava ambos os corpos, e seus olhos que antes assistiam o luar, agora davam toda a atenção à aquela figura mágica que estava deitada ao seu lado.

As feições de Onew eram pacificas e extremamente belas quando o mesmo dormia.

Acordando da magia que aquele local lhe fornecera, o maknae arregalou abruptamente os olhos, pulando da cama e recolhendo suas roupas no chão.

– Tae...? – Onew procurou pelo menor com dificuldade, pois não conseguiu abrir muito bem os olhos. – O que houve?

O garoto pulava enquanto vestia suas calças e nem prestara atenção que o mais velho havia acordado e lhe dirigido a palavra. Estava completamente atordoado, procurando onde sua camisa havia ido parar.

– Taemin.. o que aconteceu? – Sentou-se, coçando os olhos.

– Ah.. hyung. – Se ajoelhou e levantou o lençol, checando debaixo da cama. – Eu preciso ir, e rápido!

– O que? – Arregalou os olhos. – Por quê? Pra onde?

– Eu tenho que ir para o hospital... – Abotoava sua camisa com rapidez. – O Kibum fez uma cirurgia hoje de tarde, e eu preciso estar lá quando ele acordar!

– Cirurgia? – Os olhos do mais velho pareciam quase sair das órbitas. – Kibum? Em cirurgia? O que aconteceu?

– É uma longa história!

– Espera, eu levo você. – Recolheu suas roupas e vestiu-as rapidamente, pegando em sua cômoda as chaves do carro, carteira, seu celular e o celular de Taemin o qual se esquecera de pegar. – Daí você me conta no caminho.

O menor assentiu e se rumaram ao estacionamento, onde adentraram no carro do mais velho e se direcionaram ao hospital.


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– Calma... você não precisa fazer isso, até porquê não tem como. – Minho tentava amenizar a raiva de Siwon.

– O prazo expirou, Minho. Eu não posso mais pagar pra você não frequentar aquele lixo de lugar. – Siwon não se preocupava em manter o tom calmo de sua voz, e nem em controlar sua raiva.

Estava sentado no sofá, com os cotovelos apoiados nos joelhos e as mãos cruzadas em frente a sua boca. Minho estava sentado ao seu lado, massageando seus bíceps, numa tentativa inútil de acalmá-lo.

– Eu tive uma idéia. – Siwon virou-se procurando um contato visual com o menor. – Eu vou pedir alguém pra pagar por mim.

– Ninguém vai querer gastar dinheiro atoa, Siwon.

– Claro que não, Minho. Mas eu darei dinheiro à essa pessoa para que ela pague por mim.

Ambos sorriram e concordaram com a idéia. Realmente já estava na hora de Minho ir para o local, e desta vez, Siwon iria junto com ele.


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As garotas já estavam impacientes. Sulli havia adormecido, deitada no colo de sua Unnie, e a mesma também já estava quase se entregando ao sono quando o médico chegou a sala de espera com um sorriso no rosto.

A mais nova acordara do sonho em que vira um médico sair ensanguentado do local. Sonho este proporcionado pela quantidade absurda de preocupação que jazia na garota.

– *Pigarro*

As duas se puseram de pé, assustadas e atordoadas, tentando focar no médico e processar onde estavam e o que estavam fazendo ali. Provavelmente o que o médico tinha a dizer era uma coisa bastante importante, por isso demorou, esperando que as garotas obtivessem foco e prestassem a atenção no que ele tinha a anunciar.

– Bem, Kim Kibum acabou de sair da sala de cirurgia, ele está em repouso em seu quarto, e poderá acordar a qualquer momento, assim que a anestesia geral perder seu efeito.

As garotas agradeceram pela notícia, reverenciaram o rapaz e caminharam para o quarto de Key.


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Seus passos eram bastante rápidos, o garoto quase corria pelos corredores, deixando o namorado para trás que lutava para acompanhar a “corrida” do menor.

A dor que sentia naquele local era insignificante quando o assunto se tratava de Kibum estar entre a vida ou morte. Na verdade, o menor quase não chegava a senti-la.

A cada corredor errado em que o maknae entrava, praguejava o hospital por ter corredores tão iguais. Taemin ainda não havia gravado o caminho, e por isso levou dificuldade para se localizar e chegar à sala de espera.

Procurou pelas garotas e por algum médico, mas não havia ninguém ali. Ficou preocupado, imaginando que Key já estivesse consciente em seu quarto, estando triste por ver que o garoto não estava presente.

Quando finalmente Onew conseguiu alcançar o menor, Taemin novamente se pusera a correr, adentrando nos corredores numa procura desesperada pelo quarto de Kibum.

Onew olhou para cima, respirou fundo e se pôs a correr também, e por sua sorte, suas pernas mais longas do que as do garoto lhe permitiram alcança-lo.

Por fim chegaram ao quarto do rapaz. Hesitante, Taemin abriu vagarosamente a porta do quarto, e encontrou as garotas, uma de cada lado da cama, assistindo o sono do jovem rapaz.

O alivio tomou conta do seu corpo, mas junto com ele veio a sensação incômoda de saber que o rapaz ainda não acordara, e o maknae temia que isso não viesse a acontecer.

– O Jonghyun já apareceu por aqui? – Perguntou sem se importar se teria uma resposta. Fora uma pergunta alheia, que fizera somente para quebrar o silêncio.

– Não... eu estive na sala de espera a tarde toda, e não vi sinal de qualquer pessoa naquele local a não ser médicos e enfermeiros que passavam apressados de um lado para o outro. – Krystal respondeu.

– Hm.. deve estar ocupado.

Um médico entrou no quarto, analisando o rapaz e ajustando algumas anotações em suas mãos.

– Doutor... já tem uma prévia de quando ele vai receber alta? – Como sempre, o curioso Taemin fizera a pergunta.

– Pra ser sincero, dentro de três dias ele já poderá sair do hospital, mas recomendo que ele permaneça aqui pois precisará ficar em repouso absoluto.

– Hm.. entendo. – Direcionou novamente o olhar ao rapaz e procurou a mão do seu amado, segurando-a com força.

Sulli agora olhava a vista pela janela e Krystal tinha o celular em mãos, saindo do quarto juntamente com o médico para atender a ligação.

– Q-que... merda! – Um sussurro pôde ser ouvido pelos três.

Automaticamente se viraram e fitaram o jovem que estava deitado, agora de olhos abertos, analisando o local com a expressão de frustração.


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Notas finais
nossa... já acorda assim, credo.
tá igual a mim quando o despertador toca. -N.
huehahuashusashau'
enfim... HÁ! TROLEI VCS COM O MÉDICO ENSANGUENTADO MUAHAHAHA
oi, já falei que sou má?.
psé. u_u