Sherlock - Finding The True Love
22 이십이 장 - Vamos para casa.
Notas iniciais
Mas eu já expliquei pra vcs....
Psé né.. depois de tanta espera.. FINALMENTE O CAP 22!! aeeew *fogos de artifício* .. e a galera vai a loucuuuraaa!! -N.
Okay... esse é um cap especial SiHo ta? *-*
tem uma espécie de semi-lemon... (What?) '-'
mas né... enfim.
Ah... eu queria agradecer a MaknaeLaau, çalimda que recomendou minha história mesmo eu tendo colocado ela de castigo sem ler a fic XD
euhaauhsuhsasauh' TE AMO SUA LINDA! *-*
Okay... to quieta. vou falar mais nada não ._.
Boa Leitura!
Naquela noite a lua estava preguiçosa. Arrastava-se num céu tristonho sem muitas estrelas. O vento gélido abraçava os corpos das poucas pessoas que se encontravam na rua, rodopiando por elas depressivamente antes de seguir com o seu percurso.
A chuva era fina e rala. Hora ou outra caía uma gota aleatória no vidro daquele carro que seguia sem pressa pelas ruas quase desertas.
O homem dirigia tranquilamente, segurando o volante com uma mão, enquanto a outra era segurada com força pelo rapaz sentado ao seu lado.
– Eu... realmente espero que isso dê certo. – Falou ansioso.
– Eu também espero. – Confessou, apreensivo, estacionando o carro na frente do local do qual tanto temiam chegar. – Minho... vai dar tudo certo.
Foram recebidos com desdém pelo dono do lugar. O sorriso o qual tomava suas feições era perceptivelmente falso.
– Olha só o que temos aqui. – Deu uma tragada no charuto para continuar seu insignificante discurso. – É tão sádico ao ponto devir aqui só para assistir sua namoradinha ser comida por outro cara? – Riu, segurando sua barriga.
Os dois ignoraram e passaram por ele, mas pararam ao serem repreendidos novamente pelo homem.
– Ei, putinho! Já tem cliente te esperando, vadia.
A raiva consumia Siwon por completo, mas não mais do que Minho, que se controlava com todas as suas forças para não descontar naquele homem gordo do qual se dirigiu à sua sala privada.
Adentraram na sala de espera e encontraram um único adolescente que aparentava estar na faixa dos 17 anos. O lugar obviamente era proibido para menores, mas Siwon imaginou que talvez o jovem somente aparentasse ser novo, e achou um tanto desnecessário perguntar.
Ao ver os dois rapazes entrarem na sala, o garoto se prontificou a levantar e analisa-los, imaginando que os dois trabalhavam ali.
– Hey, será que nos podemos conversar? – Disse Siwon, disposto a negociar com o garoto.
Puxou o menino para um canto, e se prontificou a esclarecer seu pedido. – Olha, eu preciso que você me faça um favor.. Está vendo aquele rapaz?
O garoto se esticou para analisar Minho por cima dos ombros de Siwon. – Estou.
– Então, eu preciso que você faça o seguinte: – Retirou um envelope do bolso de trás da sua calça e entregou-o ao rapaz. – Olha, o que você tem que fazer é ir até a sala principal, aquela do dono desse lugar aqui... você vai entregar esta quantia para ele e vai escolher aquele rapaz quando o cara te entregar uma pasta com fotos.
O garoto aparentava prestar a atenção em cada palavra, com os olhos baixos, fitando os próprios sapatos. Ao final do pedido, o menino analisou o envelope em suas mãos por alguns segundos. Se pôs a caminhar para a porta do local sem desviar o olhar daquele item em suas mãos.
– Ei, garoto! – Siwon repreendeu-o. – Não faça nada com o Minho, está bem?... Ele... é uma pessoa muito importante para mim. – Direcionou o olhar para o moreno, que sorria suavemente em resposta.
O jovem não respondeu, virou-se novamente para contemplar o objeto em suas mãos e sumiu porta afora.
Os dois homens ansiavam aflitos pelo resultado daquele plano. Sentaram no sofá e entrelaçaram as mãos firmemente, fitando um ao outro, preocupados.
O local era frio. O ar-condicionado marcava 10 graus, mas isso não impediu que os dois rapazes suassem. Deveria ser por conta da ansiedade, mas eles não sabiam. Sequer se importavam com as gotas de suor que ora escorriam discretas em suas têmporas.
Transmitiam toda a força que podiam naquele aperto de mãos a ponto dos nós nos dedos tomarem uma cor esbranquiçada.
Os minutos passavam lentos, sendo assistidos pelo mais velho que a todo tempo olhava o relógio em seu pulso, demonstrando seu visível nervosismo.
Por fim, a maçaneta fora girada e a porta fora aberta, revelando o garoto do qual tanto ansiavam que chegasse, acompanhado de um segurança.
O homem de terno veio e agarrou com brutalidade o pulso de Minho, desvencilhando com dificuldade as mãos que se seguravam e se apertavam fortemente.
Siwon se levantou abruptamente, sem entender muito bem o que estava acontecendo. Fitava frustrado o garoto que somente esperava por Minho e o homem que o puxava.
– Ei menino! Eu acho que nós não fomos muito claros na conversa. – Se pôs entre Minho e o garoto. – Eu não te dei aquela quantia de graça.
– Eu sei cara, e em troca dela eu vou ser eternamente grato. – Riu. – Obrigado, eu realmente estava precisando... não tinha como pagar um prostituto desse porte. – Analisou o moreno de cima abaixo.
– Você não pode leva-lo! – Agora dirigia-se ao rapaz que machucava seu amado, ainda segurando seu pulso com força. – O dinheiro que esse garoto usou é meu!
– E o que eu tenho com isso? O menino quem pagou por ele, eu não quero saber de onde veio o dinheiro. Eu estou aqui trabalhando. Foi arrastando Minho consigo, mas Siwon foi mais rápido.
Depositou um soco na maçã do rosto do segurança, que fitou-o com raiva assim que se recuperou do susto e impacto.
– Eu vou ser forçado à te colocar para fora!
O homem foi para cima de Siwon, mas parou quando Minho se pôs no meio de ambos. – Deixa pra lá! – Falou para o homem. Direcionou seu olhar à Siwon e sussurrou: – Pode deixar, hyung. Eu irei fazer isso.
Os olhos de Siwon arregalaram-se abruptamente, e marejaram com a mesma velocidade da qual foram abertos.
– Não se preocupe... eu tive uma idéia. – Sorriu malicioso. – Vai dar tudo certo. – Virou-se e foi acompanhado pelo garoto e pelo segurança.
O rapaz, ainda atordoado, sequer imaginava o que Minho tinha em mente. Mas confiava em seu namorado, e optou por esperar naquela sala mesmo.
Sentou no sofá e analisava o chão, nervoso. Tentava aliviar inutilmente o nervosismo balançando a perna direita, mas os movimentos ineficazes só faziam com que o rapaz ficasse ainda mais ansioso.
Uma mulher chegou no local. Julgando por suas vestes, aparentava trabalhar ali. Estava fumando, e isso incomodou um pouco o homem, pois pelo local não ter janelas, a fumaça fazia com que seus olhos e narinas ardessem.
– Está esperando, gostoso? – A prostituta sentou ao lado de Siwon, sendo completamente ignorada pelo mesmo. – Vamos... eu estou aqui, não precisa esperar mais. – Ela pôs a mão na coxa do homem, apertando-a.
Siwon a olhou incrédulo, tapeando a mão da mulher, jogando-a para longe com o impacto.
– Não precisa ser tímido. – Sussurrou ao seu ouvido.
Ele se afastou e a olhou de cima abaixo. – Não percebeu ainda que eu não quero nada?
– Hm, tem certeza? Pois eu acho que vai querer depois disto. – Puxou o rosto do rapaz e beijou-o.
As unhas grandes da mulher machucavam as bochechas de Siwon. Ele não permitiu a passagem da língua da mulher, que frustrada apertou ainda mais as unhas na face do rapaz, forçando-o a mover o maxilar. Quando as unhas dela quase rasgavam sua pele, por fim ele cedeu e deixou o beijo se aprofundado.
Ela vagarosamente retirou a mão da face do rapaz e deu atenção ao braço dele, apertando-o. Siwon aproveitou que a mão da mulher estava distante o suficiente e comprimiu os maxilares novamente, mordendo a língua da prostituta com brutalidade.
A mulher deu um grito abafado e se afastou rapidamente.
– Quando eu digo que não quero, eu realmente não quero, vadia. – Levantou e saiu da sala, deixando a mulher jogada no sofá, balbuciando algo sobre dores na língua.
Optou por esperar Minho em seu carro, ao menos lá ele teria “paz”.
O garoto já estava chateado pois Minho fazia tudo de má vontade. Havia retirado as roupas do jovem com brutalidade, e propositalmente suas unhas arranharam-no profundamente.
O menino tinha arranhões bastante avermelhados em suas coxas e abdômen. A dor era visível em suas expressões.
Minho estava de joelhos, a pedido do menor, e sugava o pênis do mesmo com voracidade. O garoto gritava, mandando-o parar, mas ele não dava ouvidos. Seus dentes roçavam brutalmente na pele fina do membro, até que o jovem empurrou a cabeça de Minho para trás, impedindo-o de continuar.
– CHEGA! EU NÃO QUERO MAIS ISSO! – Bufou, recolhendo suas roupas e saindo do quarto ao mesmo tempo em que se vestia, batendo os pés fortemente no chão.
Minho sorriu, satisfeito. Seu plano havia funcionado, e como triunfo o moreno levantou-se, passando a mão pelas roupas, arrumando-as e limpando um pequeno fio de saliva que descia do canto de seus lábios até o queixo.
Em passos rápidos, se pôs a seguir o menino, afim de presenciar uma possível reclamação para o seu chefe.
E o que aconteceu realmente não fora diferente do que imaginou. Quando chegou na sala do seu superior, viu que o garoto se descabelava, falava alto e batia fortemente na mesa.
Minho, encostado na parede, assistia tudo sorrindo sarcástico, como se não estivesse errado em fazer tudo o que o garoto lhe acusara de ter feito. E realmente não estava, mas como seu chefe não havia presenciado a cena de antes, provavelmente não lhe daria a razão.
– Ok, meu jovem. Pode sair. – O homem por fim falou.
– MAS-
– Já. Pode. Sair. – Falou pausadamente.
O garoto se calou e se virou, caminhando vagarosamente enquanto fitava Minho com fogo nos olhos, e o mesmo lhe retribuía com um sorriso sarcástico mais largo que o anterior.
Depois que o jovem se retirou e fechou a porta, o homem pronunciou: – Minho... – Esperou que o mesmo se aproximasse. – Entende o que acabou de fazer?
– Perfeitamente.
O homem apagou o charuto no cinzeiro e coçou as sobrancelhas.
– Olha... nós perdemos mais um cliente. – Era visível o esforço que este usava para se manter controlado. – Você está nos prejudicando.
– Não, eu só estou prejudicando à você.
– Saiba que você irá pagar por isto.
– Aish. – Revirou os olhos. – Quer saber? Eu cansei disto. – Virou-se e foi se retirando da sala, ignorando os chamados arrogantes do Ahjusshi.
Foi até a sala de espera e não encontrou Siwon. Preocupou-se, imaginando que alguma das prostitutas o tivesse arrastado para algum quarto. Seus passos foram rápidos para a saída daquele local barulhento, passando os olhos rápidos pelo estacionamento, a procura de um Scuderia Bizzarrini estacionado em qualquer vaga.
Não muito longe, na última vaga, estava ele. A silhueta de um carro prateado do qual seus olhos nervosos procuravam.
O moreno quase corria, seu pé mal tocava o chão e já dava segmento ao outro passo, dando a impressão de estar pulando. Sua pequena corrida fez com que ele chegasse no carro em pouco tempo. Ao abrir a porta do carona, se deparou com Siwon, curvado, segurando o volante a apoiando sua cabeça no mesmo.
Hesitante, Minho chamou seu nome. O mais velho correspondeu correndo seus olhos para a face do maknae, que o fitava preocupado.
Sua visão era turva devido ao choro que tentou inutilmente controlar. Essa cena era torturante para o menor, que adentrou no carro e fechou a porta.
– Vamos para casa. – Procurou não olhar mais nos olhos do hyung, olhando somente para suas próprias mãos, sobrepostas em suas coxas.
– Minho... – Era difícil fazer com que as palavras saíssem de sua boca, mas mesmo assim se forçava a falar. – Aconteceu... realmente.. algo?
– Não. – O rapaz deixou escapar um sorriso de seus lábios.
Siwon não retrucou nem deu algum sinal à essa resposta e a feição do menor. Somente enxugou suas lágrimas de uma forma bruta e se pôs as mãos úmidas novamente no volante, guiando aquele carro prata pelas ruas desertas e tão úmidas quanto sua face e mãos, levando aquele homem para sua casa. O homem cujo tanto temeu que fosse tocado por outro, o homem que tanto protegeu. E que infelizmente falhou nessa missão.
Notas finais
ser corno ou não ser ~ (8)
UHSUHSAHSAUHSAU' parei.
Gente, mais uma vez, desculpem... sério.
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