Shell Hudson
12 Eu viro umidade.
Notas iniciais
Eu sei, eu sei, eu sei que demorei a postar - DUAS SEMANAS!!! -. E o que eu tenho a dizer em minha defesa é que:
1- Eu comecei as aulas e estou estudando no CMB (Colégio Militar de Brasília). Quem é meu coleguinha de sofrimento e também estuda em um colégio militar vai entender o porque da demora. Aqueles que não estudam no colégio militar - SORTUDOS! -, bem eu fiquei sem postar duas semanas, isso já é uma pista de como as coisas são lá, né.
2- É MUITO BEM FEITO PARA VOCÊS!!!! Poxa, gente. Nesses últimos capítulos só duas pessoas mandaram reviews. Eu sei que tenho mais leitores do que isso. Cadê o pessoal que comentava no começo em???? Eu me matando aqui para conseguir arranjar um tempinho para escrever e postar para vocês e vocês nem tchum! Aí eu me sinto mal, né?
Anyway... Eu já entendi que vocês não me amam o suficiente.
Então...Eu...acho...que...talvez...deveria...parar...de...escrever.
Tudo bem, eu entendo, vocês tem outras pessoas para amar... :(
P.S.: Leiam tudinho até as notas finais.
Sem beijo, nem Leo, nem nada para vocês porque eu estou triste.
Ou melhor, só para aqueles que continuaram comentando. E Obrigada viu.Esse capitulo é para essas duas pessoas que não me abandonaram.
Fomos para o lago de canoagem, quando estávamos quase chegando, Percy avistou um pequeno grupo de campistas perto do pavilhão.
– O que você acha que está acontecendo?
Era ELE que estava perguntando para MIM?
– Boa pergunta. Respondi dando de ombros.
– Vem, vamos ver.
Nem precisamos avançar muito, o grupo veio até nós. Eles eram, eu reconheci, irmãos do Leo, todos conversando animadamente com alguém muito mais alto que se encontrava no meio deles.
Assim que a pessoa nos viu, ela abriu um sorriso cheio de dentes que poderia ter assustado alguém se não fosse tão doce e falou alguma coisa para os campistas, que se dispersaram.
– Irmão! Tyson gritou, correu em nossa direção e apertou Percy em um abraço.
– E ai grandão? Ele perguntou quando conseguiu se separar, mas Tyson já tinha se virado para mim.
– Shell!
– Oi, Tys...
Não pude terminar porque estava sendo levantada no ar e apertada contra o corpo do ciclope como uma bonequinha de pano.
– Estou feliz em te ver também. Falei, minha voz abafada por sua camiseta de tamanho XXXXG.
– Vocês já se encontraram? Percy perguntou confuso.
– Pois é. Eu e Tyson nos conhecemos na minha primeira noite aqui. Disse eu, piscando para o grandão como se o sonho fosse um segredo só nosso, ele corou feliz. Mas o que você faz aqui Tyson?
– Papai deixou Tyson vir ver os amigos do acampamento. Ele explicou. E Tyson tinha que dar algo para Shell. Ele disse, tirando um circulo de bronze que parecia minúsculo em sua mão e o estendendo para mim.
Eu o peguei e imediatamente me dei conta de que se tratava de um anel, em forma de cavalo marinho, como se este estivesse enrolado no dedo da pessoa que o usava. Era muito bem feito, cada trassinho, cada curva, cada volta era perfeitamente detalhada.
Eu voltei a olhar para Tyson, encantada.
– Foi você que o fez? Ele assentiu. Uau, Tyson, é lindo! Falei, colocando o anel em meu anelar esquerdo. Ele entrava perfeitamente, nem apertado, nem folgado demais.
– Não, não. Ele não faz só isso. Tyson avisou.
– Ah, não?
– Olha. Ele pediu, tirando cuidadosamente o anel do meu dedo e o deixando em sua palma aberta.
Alguns segundos se passaram sem que nada acontecesse, então o anel se cortou entre o fim da calda e a cabeça do cavalo marinho e se esticou, o meio dele foi preenchido, fazendo parecer que o bicho havia sido esculpido em um cilindro de bronze. O anel continuou aumentando, formando uma lamina de pelo menos 50 cm de comprimento.
Meu anel de cavalo marinho havia sido transformado em uma espada grega de bronze celestial.
A espada tinha um nome. Ele estava escrito em grego antigo: τυφώνας, mas eu pude entender o que queria dizer: Tyfó̱nas, ou seja: Furacão.
– Papai disse que a sua espada tinha que se chamar assim, para combinar com a sua personalidade.
– Ele disse isso?
Eu me perguntei como Poseidon poderia saber algo assim sobre mim se ele só me conheceu durante o primeiro ano da minha vida. Mas ele não deixava de estar certo. Lembrei-me de como eu havia agido sem pensar hoje, quando entrei na arena durante a reunião do conselho. Com toda certeza furacão era uma boa maneira de me descrever.
– Poseidon não esta errado. Disse Percy, colocando em palavras o que eu havia acabado de pensar. Ele pegou Furacão e virou a espada nas mãos, admirando-a. Ela é bem leve.
– Serio? Perguntei, segurando a espada.
Sim, ela era leve. Do jeito que eu estava acostumada, exatamente o mesmo peso que a espada de esgrima que eu usava na Inglaterra. Senti um sorriso se abrindo em meu rosto enquanto eu brincava com Tyfó̱nas em minhas mãos.
– Tyson quis fazer parecido com a de Percy. Falou o ciclope.
– Ahn? O olhei confusa.
– Ele quer dizer que a sua espada, como a minha, pode ser "guardada". Percy explicou tirando uma caneta do bolso.
Eu já o tinha visto rodando a caneta na mão e olhando para ela quando estava nervoso. Assumi que ela devia ter alguma importância sentimental para ele. Mas ai ele destampou a caneta e ela cresceu em sua mão, do mesmo jeito que Furacão havia feito á 1 minuto atrás, se transformando na espada que ele costumava usar na esgrima.
Sua espada também tinha um nome escrito em grego: Anaklusmos – Contracorrente.
– Nunca tinha percebido que sua espada era uma caneta. Falei.
– Você tinha outras coisas com o que se preocupar. Ele deu de ombros. Tyson, eu e Shell temos que treinar na água, você quer vir conosco?
– Não, Tyson prometeu que ia ver Ella. O grandão respondeu. Percy, Tyson pode passear com Ella na Sra O’leary?
– Claro, só não vá muito longe! Percy avisou, mas Tyson tinha saído correndo logo depois que ouviu o "Claro".
– Quem é Ella? Perguntei para Percy.
– Uma harpia namorada de Tyson.
– Tyson tem uma namorada?! Exclamei surpresa.
– Não, mas bem que ele queria. Vamos?
– Uhum... Como ele pode querer namorar uma harpia? Quis saber enquanto voltávamos para o lago.
– Querendo, eu acho. Percy deu de ombros. Sabe, quando alguém sente uma atração por outra pessoa e...
– Ai, não!Você entendeu o que eu disse.
– Sei não. Eu tenho fama de ser meio lento. Ele sorriu, sentando-se na borda do lago e tirando os sapatos para botar seus pés na água.
Eu me sentei ao seu lado.
– Certo, Lentinho, estou pronta para aprender.
– Começaremos com algo fácil, Srta. Hudson. Observe com atenção. Percy indicou a água.
Nada aconteceu por alguns segundos e de repente, a surfasse lisa da água estava se agitando, formando pequenas ondas que, gradualmente, foram ficando maiores, mas antes que elas pudessem transbordar, Percy fazia com que a água se acalmasse. Sua vez. Ele disse. Apenas pense em ondas.
Assenti.
Certo, pensar em ondas. Eu fechei os olhos e imaginei o mar, com as ondas balançando e a arrebentação na praia. De algum jeito, aquilo me fez relaxar e, como Percy, eu fiz com que minhas ondas aumentassem.
Talvez eu tenha exagerado um pouco.
– Shell! Para. Percy pediu.
Eu abri os olhos. Uma onda sete metros havia se formado.
"Pare!"ordenei para a onda e ela parou, só que não da maneira desejada. Minha mini tsunami foi se despejar perto das canoas, encharcando um grupo de filhos de ares que estava por lá.
Eles não ficaram muito felizes, ainda mais depois que Percy caiu na gargalhada.
– Sinto muito! Gritei.
Eu tive uma resposta.
A única coisa que você precisa saber é de que eu não fazia a mínima idéia que existiam tantos palavrões assim.
– Acho que você já sabe fazer ondas. Percy constatou.
– É, acho que sim. Concordei um pouco envergonhada.
O silencio caiu entre nós. Se isso estivesse acontecendo ontem, nós provavelmente estaríamos falando sobre algo ou brincando. Mas depois que eu ouvi a conversa não me sentia mais tão a vontade.
– Me desculpe pelo que eu disse ontem Shell. Eu me arrependi. Ele finalmente falou.
Eu olhei para a minha mão, que fazia círculos na água.
– Grover tinha razão, sabia? Falei.
– Eu sei...
– Quando eu vi o tanto de irmãos e irmãs que o Leo tinha, antes de eu saber que era filha de Poseidon, eu meio que endoidei. Eu não conseguia me imaginar dividindo um chalé com mais 20 garotos e garotas, mesmo que eles fossem legais. Sabe, não é uma coisa fácil de aceitar. Então eu fui reconhecida e Quíron me disse que eu tinha dois irmãos: Tyson e você. O fato de Tyson ser um ciclope era estranho, claro. Mas eu estava tão feliz por não ser filha única E por não ter muitos irmãos que isso foi o que menos me preocupou. Quíron também me contou muito sobre você: o herói do acampamento, o cara que foi para o Tártaro e voltou. Eu não sabia se te admirava ou te temia mais. Eu ri, nervosa. Só que todos diziam que você era um cara legal, que você era um bom amigo e eu me acalmei.
» John sempre tinha sido uma espécie de irmão mais velho para mim...
– Eu achava que ele era mais que isso. Ele me interrompeu.
– Não no começo. Expliquei. E quando você chegou, eu vi que nós nos dávamos bem e foi como se uma parte de John tivesse voltado. Eu tinha até mesmo esquecido sobre meu sonho, o de John sendo atacado. Aí eu ouvi vocês conversando e tudo voltou a ser como era antes: John estava desaparecido e eu estava sozinha.
–Sinto muito, mesmo. E lá na arena quando eu disse que eu iria à missão e não você, não era pela gloria. É só que eu me lembro de como foi minha primeira missão, eu estava completamente perdido. Quando você saiu correndo hoje de manha do chalé, EU me preocupei. Alem disso, se algo acontecer com você na missão, eu nunca poderia perdoar a MIM MESMO, ou a Afrodite. Ele se desculpou novamente.
– Eu vi que você estava preocupado. O Senhor não é muito bom em esconder seus sentimentos Sr. Jackson. Sorri. Mas como você se arrependeu tão rápido?
– Eu pensei no que Grover disse e também tive uma conversa com a minha mãe ontem à noite, você já estava dormindo. Ele olhou para mim. Eu tento manter ela informada. Sabe vida de mãe de semideus não é fácil. Pelo menos, é o que ela diz. Ele riu. Já falou com sua mãe?
Eu neguei.
– Só deixei um bilhete antes de vir para cá.
– Temos que falar com ela depois. Quero conhecê-la, já me disseram que ela é uma atleta famosa...
– É temos, sim. Concordei suspirando.
– Estou perdoado, então? Ele perguntou, se pondo de pé.
Eu o segui.
– Está perdoado.
Aceitei a mão que ele havia estendido, mas ao invés de apertá-la, como eu achei que ele faria, ele me puxou para um abraço.
– Seus olhos são verdes. Ele disse sem me soltar.
– Bobo... O seus também são. Eu o cutuquei.
– Mas os seus são diferentes. Eles mudam de cor.
– Ah... Você percebeu. É verdade. Eles ficam verdes como os seus quando eu estou calma, meio acinzentados quando estou com raiva, preocupada ou triste e verde fluorescentes quando estou feliz.
Esses detalhes sobre os meus olhos haviam sido observados por minha mãe. Quando eu tinha uns oito ou nove anos, ficava horas na frente do espelho, só ouvindo o radio, ou a televisão, ou até mesmo minha mãe. De acordo com o que eu escutava, minhas emoções mudavam e a cor dos meus olhos também.
Era o meu passatempo.
Percy afastou a cabeça para dar uma olhada em meus olhos.
– Hum... Conheço alguém que está feliz agora.
– Droga. Eu não devia ter dito nada. Agora você vai ficar examinado o meu humor o tempo todo. Reclamei.
– Bem feito. Será que tem como saber quando você está gostando de alguém?
– Não. Porque a pergunta.
– Porque aí eu poderia mandar o cara para o nosso tio La do Mundo Inferior, antes que ele possa chegar perto demais de você.
– Iiiiih! Nem vem dar uma de irmão ciumento para cima de mim não ouviu?
Ele riu.
– Vou tentar.
– Tentar não. Você vai fazer. Insisti.
– É que você é tão pequenininha. Percy comentou, enquanto apertava de novo seus braços entorno de mim.
– Não sou não! Tenho 1,64m de altura, sou tão grande quanto Annabeth. Discordei.
– Annabeth também é pequena.
– São vocês garotos que quando chegam aos 15 anos tem um surto de crescimento e começam a se achar gigantes.
– Leo não é tão grande...
Ele estava certo. Ao lado de Percy Leo era mesmo pequeno. Percy era todo forte e devia ter uns 1,80 de altura, enquanto Leo era mais magricela – Ainda assim ele era forte. Eu tive a prova quando ele me segurou no meu primeiro dia aqui. – e devia ter lá pelos 1,70 / 1,75 de altura. Isso fez com que eu me sentisse melhor em relação ao meu tamanho.
– Uma ótima qualidade. Lembre-me de cumprimentá-lo depois. Eu brinquei.
– Não vou esquecer. Percy piscou. Agora vamos focar no que é importante.
– E o que é importante? Questionei.
– Você aprender a controlar a água antes da captura da bandeira hoje a noite, para nós ganharmos.
–Eu achei que fosse para a missão...
– Isso também. Ele abanou com a mão como se fosse o menos importante.
– Você não achou que era assim tão sem importância quando eu falei que iria.
– Ainda é importante. E eu ainda acho que eu sou quem deveria ir. Mas eu estou muito a fim de acabar com a Clarisse hoje.
– Ah, sei... Eu ri. Então, mostre-me tudo o que você sabe Mestre.
– Ok. Esse é o melhor de todos, é muito irado.
Eu deixei escapar uma risadinha. “Irado”. Essa palavra não existia na Inglaterra.
Ele me ignorou, posicionou suas mãos em frente ao corpo e as subiu devagar, com as palmas para o alto e os dedos em forma de garra. E o mais legal foi quando a água do rio se juntou e levantou no ar, formando uma cópia maior e transparente das mãos de Percy, repetindo tudo o que ele fazia.
– Nossa! Encantei-me.
– Sua vez. Disse ele.
Mas uma vez eu fechei os olhos. Imaginei a água copiando meus movimentos.
– Está funcionando? Perguntei, olhando por entre os meus cílios.
– Não. Mas não tem problema. Não é tão fácil assim. Tente pensar como se você fosse a água, entende?
– Okay.
Tentei pensar do jeito que a água pensaria – se é que água pensa -. Imaginei-a correndo pelo meu corpo e se movimentando, como se todo o meu ser fosse um rio ambulante. Eu me imaginei livre, leve e solta como se eu flutuasse.
Eu me imaginei como a água.
Tempo nenhum passou e eu escutei Percy soltar um “EI!” surpreso.
– O que foi? Abri meus olhos novamente. Nada havia mudado.
– Shell?! Ele chamou.
– O que houve Percy?
– Cadê você?
– Como cadê eu? Eu estou na sua frente! Exclamei.
– Para com isso, onde você está?
– ARGH! Bufei frustrada.
Será que ele não poderia para de brincar nem por um minuto?
Estendi minha mão para empurrar seu ombro. Mas assim que eu toquei sua camisa soltei um grito.
Minha mão não estava lá. E onde ela deveria estar encostando na camisa de Percy, havia apenas uma marca úmida que lembrava a forma de uma mão.
Percy olhou para a sua camisa. E seus olhos se arregalaram.
– O que é isso? Ele se esganiçou.
– E-Eu acho que estou invisível. Sussurrei.
– Invi... Seu rosto se esclareceu. Entra na água!
– Como é?
– Entra na água. Ele disse, já pulando.
Eu não tinha escolha à não ser segui-lo.
Avancei em direção à água, mas eu não estava me movimentando normalmente. Era como se eu flutuasse, ou melhor, me arrastasse o ar.
Quando entrei no lago senti picotar todo o meu corpo, como se milhões de formiguinhas estivessem andando sobre mim. Eu afundei lentamente, como uma esponja que se enche de água e não como uma pessoa comum.
Meu irmão estava nadando de costas para mim.
– Percy! Eu chamei, mas da minha boca só saíram bolhas.
“Percy!” Repeti mentalmente.
Ele se virou.
“Há! Como você fez isso?”
“Não sei. O que eu fiz? Fiquei invisível?” Perguntei ainda confusa.
“Claro que não. Você virou água.” Sua voz ecoou em minha mente.
“Como é?!”
Eu olhei para baixo. Percy estava certo. A água havia se juntado, todas as moléculas grudadinhas, e apresentava a forma do meu corpo. Mas eu parecia mais um camaleão. Por a água ser transparente, tudo podia ser visto a través de mim, só podia se distinguir o contorno do meu corpo.
“Percy... O que eu fiz?” Refiz a pergunta.
“ Eu não sei. Me diga você.”
“Foi você quem me disse para pensar em água!”
“Eu disse para pensar em água, não para ser ela.” Ele riu do meu desespero.
“Está bem. E como eu faço para voltar ao normal, hein?” Pedi.
“Pensando bem, do lado de fora você não era água. Estava mais para umidade.” Ele continuou me ignorando.
“EU NÃO QUERO FICAR ASSIM PARA SEMPRE, PERSEUS!” Me alterei.
“Ok, Ok... Pede para voltar ao normal.”
E respirei fundo e quando soltei o ar já estava de volta ao meu estado solido.
“Você consegue aperfeiçoar isso?” Se interessou ele.
“Talvez. Porque quer saber?”
“Porque essa seria uma ótima estratégia para a captura da bandeira...”
Notas finais
Não esqueçam de falar sobre a minha fic para os amiguinhos de vocês que também amam fanfictions, hein?
ME AMEM, POR QUE EU AMO VOCÊS...
AH!!! E eu não sei quando poderei postar novamente. Provavelmente só fim de semana que vem :/
Beijinhoinhoinhos - porque eu ainda estou triste. E COMENTEM!!!!!!!!!
P.S.: Vocês estão conseguindo ver as imagens? Se não aqui estão os links:
Imagem 1 : Anel --->
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Imagem 2 : Olhos --->
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P.P.S.: Se quiserem falar comigo, meu face é esse aqui ó:
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Fiquem a vontade para falar comigo sempre que quiserem, okay?
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