Shell Hudson

13 Annabeth engana os “Inimigos”.


Notas iniciais
I'm SORRY!!!!!!!!!!!!!!
Eu sei que demorei DUAS SEMANAS para postar (de novo), mas foi pelo mesmo motivo da ultima vez, okay amores????
Agora, eu AMEI todos os comentários de vocês no ultimo capitulo, continuem assim!!!!
GENTE EU FUI ME DAR CONTA SEMANA PASSADA DE QUE EU ME DEI CONTA DE QUE JÁ TINHA 20 LEITORES!!! EU SURTEI!!!!!!
Uma amiga minha me deu uma ideia, a partir de agora, quem recomendar ou favoritar a história vai "ganhar" um capitulo... E um post na pagina da história no face (eu vou explicar isso nas notas finais)...
Então: Annabeth Petrova Gomez esse capitulo é para você :)
Beijos e boa leitura
PS: Como eu disse, leiam até o final por que tem uma novidade nas notas okay??? (*-*)

Depois de passar a tarde aperfeiçoando meus poderes aquáticos com Percy, eu deveria estar desmaiando de cansaço. Mas não, na verdade eu estava BEM acesa.

Eu também deveria estar mais preocupada com a missão e tudo isso, mas, pelo que eu entendi, a captura da bandeira era justamente para descontrair. E eu tinha a pequena impressão de que aquela seria a minha ultima chance de divertimento até que Afrodite e o resto do mundo estejam a salvo.

Então empurrei todos aqueles problemas para um cantinho escuro do meu cérebro, pelo menos por enquanto.

Quando terminamos com o lago, era hora do jantar e nós estávamos descaradamente atrasados, mas não nos importamos, Quíron entenderia.

De fato, ele entendeu.

Chegamos ao pavilhão rindo das histórias que meu irmão contava. Ele tinha um braço em de meus ombros e eu havia passado o meu pela sua cintura. Estávamos nos entendendo perfeitamente bem, como se nos conhecêssemos dês de sempre – e era verdade desta vez -.

Tyson nos esperava em nossa mesa, nós comemos e conversamos calmamente.

Enfim, depois que todos tinham terminado de comer, seguimos para a floresta nos preparar para o jogo.

Precisei que Annabeth me ajudasse com a armadura, mas isso foi bom, ela pode me por à parte das estratégias.

– Percy e os campistas de Deméter vão defender a fronteira junto ao riacho. Nossa bandeira vai estar presa em uma arvore a uns 5 metros do solo. Mesmo assim, coloquei Tyson e o pessoal do chalé de Hermes para protegê-la. Temos outros 3 grupos: eu e meus irmãos vamos avançar para o oeste. O chalé de Hipnos e o de Nemesis irão para o leste. Nós iremos confundir o inimigo. Piper conseguiu convencer todos os seus irmãos a participar e são eles que vão pegar a bandeira vermelha.

–Okay. Mas e eu?

Um sorriso diabólico apareceu em seu rosto:

– Você será nossa arma secreta.

Meu pulso acelerou por fazer parte de algo importante no jogo.

– E onde eu vou estar? Perguntei.

Ela sorriu de novo:

– Em nenhum lugar. Ou melhor, em nenhum lugar que alguém possa te ver...

– Ahn? Eu me sentia tão burra perto de Annabeth, principalmente quando ela falava coisas sem sentido.

–Você vai ir junto com Piper, mas na sua forma vaporizada, invisível. A bandeira deles estará em cima de umas pedras de uns 3 metros de altura, você conseguirá alcançá-la sem esforço.

Realmente, eu tinha descoberto hoje de tarde que quando eu era umidade podia chegar até sete ou oito metros de altura, flutuando. Chegar até a bandeira não seria um problema, só que...

– Mas eu não consigo segurar nada quando estou assim. Lembrei a Annabeth.

– É por isso que Piper vai junto. Eles ficarão escondidos até você estar ao lado da bandeira, ainda invisível. Então Piper usará seu dom para imobilizá-los e você poderá voltar ao normal, pegar a bandeira e sair de lá. Os filhos de Afrodite ficarão para traz e te cobrirão. Então, você terá que fazer a maior parte do caminho de volta sozinha, eu vou tentar te encontrar, mas isso não é muito provável, okay? Ela explicou.

– Sim. Mas Clarisse não vai ver que nós estaremos indo em direção à bandeira deles?

– Não. Clarisse prefere trabalhar no ataque e ela não espera que eu mande o pessoal de Afrodite para pegar a bandeira, ela tem certeza que será ou eu, ou Percy. Porem, eles tem Leo e ele é inteligente o suficiente para colocar alguns espiões perto da fronteira. Por isso nós não vamos nos separar diretamente. Você vai ficar com Percy até o jogo começar, então, meu chalé, o de Afrodite, o de Hipnos e o de Nemesis vamos passar por vocês. É ai que você ficará invisível e acompanhará a Piper. O chalé de Deméter tem garotas o suficiente para confundir os espiões, e fazê-los acreditar que você ainda esta lá. Eles provavelmente irão embora logo depois contar tudo para Leo. Mas até que eles se toquem que era tudo parte da estratégia, você já estará voltando com a bandeira nas mãos e nós ganharemos.

– Você faz tudo parecer tão fácil. Eu brinquei com ela.

Como alguém poderia inventar algo to engenhoso em apenas uma tarde? Eu sei que Percy só falou para ela das minhas "Capacidades" um pouco antes do jantar.

– É porque é fácil. Ela deu de ombros. Venha Quíron vai falar.

Eu fui puxada até o centro da clareira, onde Quíron enumerou as regras do jogo:

– Não matar o coleguinha semideus;

– Não ferir ( gravemente ) propositalmente o coleguinha semideus;

– As bandeiras devem estar em lugares visíveis para que possam ser vistas pelos coleguinhas semideuses.

– “Eu estarei no campo como medico para cuidar dos coleguinhas semideuses feridos.” – Certo, ele não falou bem assim, mas é o básico -;

– E mais blá, blá, blá… — eu estava agitada demais para rpestar atenção-.

Assim que ele acabou, Leo se aproximou.

– Preparada para perder, Shellve?

– Não. E... Shellve? Que tipo de apelido é esse?

– É Shellve Inglesa, na verdade. Sabe, porque eu gosto de você e também gosto de chaves. E você veio da Inglaterra e a chave é Inglesa. É um apelido perfeito!

Eu o encarei e comecei a rir junto com Annabeth.

– Nós não vamos perder Leo. Ela disse e nós fomos embora.

Senti seu olhar em nossas costas até que entramos na floresta. Me virei uma ultima vez e ele parecia estar em uma conversa muito séria com dois de seus irmãos.

Minha leitura labial é muito ruim, mas eu consegui entender uma palavra: Espionar.

Eu fui atingida por uma determinação enorme. Bem, Leo estava fazendo de tudo para ganhar, não é mesmo? Vamos ver o quão triste ele ficara quando eu passar a fronteira com a bandeira vermelha deles nas mãos...

***

Ouvimos o sinal que indicava que o jogo havia começado.

Percy tinha espalhado os filhos de Deméter em duplas ao longo do riacho, para impedir qualquer um que tentasse passar por ali.

Eu era a dupla de Percy. Mas mesmo que eu tivesse que sair para pegar a bandeira, ele não precisaria de ajuda. Estávamos no nosso elemento.

Estava tentando agir normalmente, como se fosse mesmo ficar ali e defender a fronteira, porque eu sabia que tinham caras da outra equipe nos espionando.

Escutamos gente caminhando, vindo em nossa direção. Eram Annabeth, Piper e os outros. Eles pararam bem junto a nós, de modo que quem estivesse assistindo só poderia distinguir o alto de nossas cabeças, Annabeth veio até mim e falou:

– Vai Shell... Com a Piper.

– Ok... E no segundo seguinte eu estava flutuando, ou melhor, eu estava "nevoando".

Fui ate o lado de Piper e avisei:

– Estou aqui.

Uma sorte nós estarmos no meio de todos, porque ela pulou de susto.

– Caramba! Então é verdade... Muito legal! Ela disse olhando para onde achava que eu estava, eu dei uma risadinha, porque ela estava praticamente de costas para mim, falando com o nada.

– Está bem! Pessoal, vocês sabem o que fazer. Boa sorte! Annabeth desejou e nós nos separamos.

Segui pelo meio com os filhos de Afrodite, a primeira parte do caminho foi feita em silencio, afinal nós não queríamos chamar atenção, não é mesmo?

Pouco depois de termos andado por uns 5 minutos, cuidadosamente e sem fazer barulho Ross, um dos mais novos do chalé, que tinha lá pelos 11 anos, veio até o lado de Piper, bem próximo de onde eu estava.

Ele devia saber que eu estava por ali, porque perguntou:

– É verdade que você vai encontrar nossa mãe?

– Hum... É sim... Eu respondi com cuidado, já que não sabia aonde ele queria chegar.

– Foi ela que falou com você não foi?

– Sim... Falei de novo.

– Como você desaparece?

– Ééé... Eu hesitei surpresa com a mudança de assunto. Na verdade, eu não desapareço...

– Você se entende bem com o Percy? Ele me interrompeu.

– Ahn? Eu acho que sim...

– Sua cama é grande já que vocês são só três?

– Ela é normal...

– Porque o Leo não para de te ajudar?

Nossa! Quantas perguntas ele já tinha feito?

– Acho que é porque nos somos amigos...

– Ele gosta de você?

Como assim?

– Bem, acho que sim...

– Você gosta dele?

– Gosto, quer dizer...

– Então vocês estão namorando?

– Como é? Não! Eu disse que nós somos amigos!

Piper começou a rir do mu desconforto.

– Eu ouvi minhas irmãs dizerem que...

– Chega Ross... Piper disse, mas ela ainda ria. Temos que ficar calados agora.

O garoto pareceu desapontado, mesmo assim ele voltou para traz.

– Obrigada. Agradeci quando ele se foi.

– Eles são curiosos demais às vezes... Foi o único comentário dela.

***

Para a minha surpresa — e a de todos os filhos de Afrodite aparentemente -, o caminho ate a bandeira foi muito fácil, até demais.

Chegamos a achar estranho.

Quer dizer, Clarisse podia até ser orgulhosa a ponto de se fazer crer que ninguém chegaria à bandeira, mas Leo não era assim. Era quase óbvio que ele botaria obstáculos no caminho, então existiam 3 respostas possíveis:

1) Ou nosso plano estava funcionando maravilhosamente bem e Annabeth tinha conseguido enganá-los;

2) Ou Leo não tinha posto ninguém na defesa;

3) Ou ele tinha sim posto defesas. E nesse caso nós estaríamos ferrados, por que o inimigo estava nos seguindo dês de o principio.

Eu só espero que seja a resposta n° 1, embora a n° 3 seja bem mais provável...

Mesmo assim, alcançamos a clareira da bandeira sem nenhum imprevisto. Foi aí que descobrimos onde estava toda a defesa do outro time.

Mais de trinta campistas protegendo um pedaço de pano a três metros do chão.

Nós continuamos escondidos atrás das árvores. Eu suspirei e disse:

– Estou indo lá, conte até 40 e depois ataque.

– Sim. Vai dar tudo certo. Ela sussurrou de volta.

– Espero que sim...

“Nevoei” até as pedras e subi/arrastei até a bandeira. Logo que cheguei ouvi o barulho do pessoal de Afrodite entrando na clareira. Voltei à minha forma normal e peguei a bandeira.

Algum campista de Apolo que estava ali me viu e lançou uma flecha de soco que passou raspando pelo meu rosto. Eu não podia descer assim.

Piper percebeu minha dificuldade e gritou usando seu dom:

– Parem!

Todos congelaram, eu tive que me esforçar para não fazer o mesmo, ao invés disso, me joguei do alto das pedras e, não ligando para a leve dor do choque, desatei a correr.

Saí da clareira e sem diminuir a velocidade por nem um minuto, prendi a bandeira debaixo do braço e tirei “Furacão” do dedo, ela imediatamente virou uma espada, seguindo a minha vontade – eu também havia aperfeiçoado isso durante a tarde -.

Corri por 2 minutos até que comecei a ouvir pessoas gritando e vindo em minha direção. Acelerei o passo – se é que isso era possível -. Não adiantou muita coisa, eles me alcançaram.

Jake Mason e Will Soslace vinham liderando um grupo com mais cinco semideuses, eles pararam bem na minha frente. Pareciam surpresos de me ver com a bandeira. Aproveitei-me disso.

Bati com a parte chata da espada em um, dei uma joelhada em outro, empurrei mais alguns e voltei a correr. A adrenalina corria pelas minhas veias como nunca havia acontecido antes.

Como eu não tive tempo, nem capacidade – afinal eu estava segurando a bandeira E a espada – de nocauteá-los, eles se recuperaram rapidamente e vieram atrás de mim.

Mesmo tontos, eles corriam mais rápido do que eu – em minha defesa, eu tinha pernas bem menores que as deles -, então eles se aproximaram sem muita dificuldade.

Will até tentou me acertar com flechas algumas vezes, minha sorte foi ele ter sido o cara que levou uma espadada na cabeça.

Infelizmente, eu não fiquei na frente por muito mais tempo e fui cercada pelos garotos. Nessa hora, a ajuda de Annabeth apareceu – que os Deuses abençoem essa menina – Clovis e os irmãos dorminhocos dele chegaram.

– Sete contra uma não, né cara? Ele disse fingindo desaponto e jogou algo sobre os outros garotos que imediatamente caíram roncando no chão.

– Como foi que você...? Eu me assustei, mas ele interrompeu.

– Anda logo que quanto mais cedo o jogo acabar mais cedo eu vou dormir!

–... Tudo bem... Obrigada...

– Anda!

Voltei a correr.

Quando finalmente avistei o riacho, a apenas 100 metros de distancia, eu me aprecei. Estava quase conseguindo...

Eu disse quase.

Uma parede fogo apareceu entre mim e o riacho, assim, do nada. Mas eu sabia de onde tinha vindo.

– Leo! Escolheu o lugar errado! Gritei ao mesmo tempo em que fazia com que uma onda crescesse e apagasse tudo.

Teria sido mais difícil se as ninfas não tivessem ajudado. Leo correria perigo passando por aquela parte da floresta por algum tempo, ele quase queimou algumas árvores.

Assim que o fogo sumiu, comecei a correr de novo. Mas alguém agarrou minha perna, a espada e a bandeira voaram para frente enquanto eu me espatifei no chão.

Olhei para traz. Era o Leo.

– Oi Shellve! Ele sorriu inocente.

– LEONARDO VALDEZ, VOCÊ ME FEZ CAIR! Berrei vermelha de raiva.

– Não me leve a mal... Sabe, eu não posso te deixar ganhar. Leo disse e o problema é que ele parecia sincero.

Lancei um olhar para o riacho. Droga! Percy estava ocupado, parece que Clarisse estava tentando chegar até a nossa bandeira, então sem ajuda dali.

Tentei pensar claramente. Não é muito fácil quando se tem um Leo fazendo cócegas no seu pé, do qual ele havia acabado de tirar o tênis. Ainda bem que eu sou boa em “Não pensar”.

Eu virei névoa. E Leo não tinha nada, a não ser ar, em suas mãos.

Quase soltei uma gargalhada quando vi a surpresa em seu rosto, mas percebi que Percy estava com problemas, muitos campistas de Ares contra somente um de Poseidon. Voltei a ser eu mesma, me lancei até onde a espada e a bandeira estavam e praticamente voei até o riacho.

Alguns campistas de Ares me viram, mas antes que eles pudessem fazer algo, ordenei que uma onda me levantasse. E foi assim que eu atravessei a fronteira: Surfando sem prancha com a bandeira numa mão e a espada em outra.

Percy já estava em cima de mim quando eu aterrissei.

Notas finais
Durante esse tempo que fiquei sem postar, percebi que muitas vezes queria avisar ou dar uma satisfação à vocês e não podia, já que durante a semana eu não posso mexer no computador (culpa dos meus pais) e eu não consigo postar no Nyah pelo meu celular.
Por isso decidi criar uma pagina no facebook para a história, assim eu posso informar vocês sobre tudo...
Nessa pagina eu tentarei postar todos os dias alguma coisinha, inclusive previews das capas das quais eu falei antes para vocês...
Então curtam a pagina e fiquem mais informados sobre a história...
Aqui está o link:
https://www.facebook.com/pages/Shell-Hudson-%CF%88/510709709008799
E para que não conseguir abrir o nome da pagina é:
Shell Hudson ψ
Não esqueçam dos Reviews hein?