Notas iniciais
CAPÍTULO DEDICADO À Flyssheart, Little Mix (1ª temporada), Faithfully E Faithfully² (A LINDONA MANDOU UMA RECOMENDAÇÃO AQUI E OUTRA NA PRIMEIRA TEMPORADA ♥)
DESCULPEM A DEMORA D:
Enjoy (:

Dizem que a vida é cheia de altos e baixos, mas no meu caso parece que ela é cheia de baixos e às vezes tem uma lombada ou outra.

Essa noite com certeza foi a maior “lombada” da minha vida, mas como sempre tem alguma coisa para atrapalhar...

– O que vamos fazer no verão? – Justin perguntou enquanto andávamos de mãos dadas pelo festival.

– Eu não sei. – Falei. – Meu pai quer que eu passe o verão em Connecticut porque ele não confia mais em mim.

Desde que ele descobriu o final de ano na casa da Mackenzie com Justin e todo mundo, meu pai meio que começou a desconfiar até da minha sombra e me proibiu de sair do internato – menos se eu estivesse saindo do internato para ir para Connecticut.

Justin umedeceu os lábios e apertou minha mão.

– Nem se você implorar? – Justin perguntou.

– Nem se eu implorar. – Falei com desgosto. – Chega desse assunto, por favor.

– Ok. – Justin se limitou a responder. – Eu te amo.

– Eu também te amo. – Falei e sorri.

Desde que ele falou “eu te amo” para mim, parece que a válvula do amor dentro de Justin afrouxou e ele adquiriu a necessidade de dizer que me ama a cada cinco minutos.

Não que eu estivesse odiando isso.

Depois de um bom tempo de silêncio – não o tipo de silêncio chato e embaraçoso, mas o silêncio “me sinto confortável com você” – Justin pigarreou e eu olhei para ele, vendo um sorrisinho de canto.

– Já sei como vamos fazer nesse verão. – Justin falou. Arqueei uma sobrancelha. – Eu vou falar com o seu pai e depois nós vamos para algum lugar com praia.

Eu ouvi o que eu ouvi?

– Falar com o meu pai? – Perguntei e parei de andar. Justin parou de andar também e assentiu. – O que tinha naquele refrigerante que você tomou?

Justin riu.

– Para de ser idiota. – Justin falou sorrindo. – Eu vou falar com o seu pai e ai nós passamos o verão juntos.

(...)

Quando Justin disse que ia falar com o meu pai, eu achei que ele estava brincando.

Mas claro que ele não estava porque, sem eu saber, ele pegou o telefone do meu pai na minha lista de contatos do celular e pediu para ele vir para Kentucky para todos nós conversarmos juntos.

Todos nós.

Eu, Justin e meu pai.

– Para de drama, vai ser bom vocês três conversarem. – Mackenzie falou enquanto me ajudava a prender meu cabelo.

– Você fala isso porque não conhece meu pai. – Respondi.

– Eu não conheço seu pai, mas eu conheço o Justin e sei que ele deve ter algum discurso transformador memorizado para fazer o seu pai gostar dele. – Mackenzie falou.

Mackenzie terminou de prender meu cabelo e se afastou um pouco, sorrindo de lado quando viu o resultado do trabalho de vinte minutos dela.

– Ficou ótimo, Mackenzie. – Falei e levantei da cadeira na frente da escrivaninha, vendo meu reflexo no espelho do banheiro que tínhamos arrancado da parede e colocado no quarto.

Enfiei meu sapato e quase no mesmo segundo meu celular vibrou.

De: Justin
Mensagem: Estou te esperando no portão.

Senti minha espinha congelar.

Jantar. Com o meu pai. Com o Justin junto.

– Me deseje sorte. – Falei enquanto me despedia de Mackenzie e manchava sua bochecha cheinha de batom.

– Boa sorte. – Mackenzie falou enquanto ria um pouco.

Andei em um passo normal até os portões do internato. Eu estava completamente não ansiosa para ir para esse jantar. E brava com Justin por ele não ter conversado comigo antes de chamar de verdade meu pai para jantar com a gente.

Eu nunca, nem se o mundo estivesse acabando, daria o telefone do meu pai para Justin.

Mostrei meu passe temporário para o porteiro e entrei no carro de Justin.

– Você está linda. – Justin falou e tentou me beijar, mas eu desviei a cara.

Justin bufou e voltou a olhar para frente, dando partida no carro.

Depois de alguns minutos de Gangnam Style tocando, Justin desligou o rádio do carro e respirou fundo.

– Tudo bem, o que eu fiz dessa vez? – Justin perguntou.

– Não acredito que pegou o telefone do meu pai sem minha autorização e depois ligou marcando um jantar sem me perguntar antes. – Falei, tentando não gritar. – Qual é o seu problema?

– Você é meu problema. – Justin respondeu. – Se eu não pegasse o telefone do seu pai e ligasse marcando essa droga de jantar, então passaríamos pelo menos um ano sem nos ver. Não acredito que está brava comigo porque não quero passar o verão do outro lado do mundo.

Ok, tenho que concordar com essa parte.

Mas mesmo assim...

– Você podia pelo menos ter conversado comigo sobre isso antes de fazer essa coisa estúpida. – Falei.

– Eu falei com você. – Justin falou quase gritando também.

Percebi que o carro estava mais rápido.

– Quando?! – Perguntei alto demais.

– No dia do festival, tá lembrada? – Justin falou meio bravo. – Eu te avisei que ia falar com o seu pai.

– Eu pensei que era brincadeira. – Falei.

Justin riu pelo nariz e me encarou por meio segundo antes de voltar a olhar para rua.

– Você é doente. – Falou antes de mudar de pista e desacelerar o carro.

Passamos o resto do caminho em silêncio total. Sem rádio, sem conversa.

Justin parou na frente de um restaurante italiano chique que tinha na cidade e saiu do carro, indo abrir a porta para mim. Abri a porta sozinha e sai do carro ignorando a ajuda dele.

Tenho certeza que Justin mostrou o dedo do meio para mim em pensamento. Os dois dedos do meio.

Entramos no restaurante e uma mulher baixinha de no máximo trinta anos veio falar com a gente.

– Posso ajudar? – Perguntou sorrindo.

– Estamos procurando por Anthony Adams. – Justin falou.

– Ah, sim. – A mulher falou e anotou algo na prancheta. – Venham comigo, por favor.

Começamos a seguir a mulher pelo restaurante. Justin segurou meu braço com delicadeza e falou baixo o suficiente para só eu escutar.

– Tenha maturidade uma vez na vida e melhora essa cara. – Justin falou.

Dei o sorriso mais forçado que consegui e olhei para Justin cinicamente, que virou os olhos.

Vi meu pai a menos de cinco metros de mim, sentado sozinho e lendo o cardápio. Senti cada terminação nervosa do meu corpo congelar e só consegui chegar até a mesa porque Justin começou a meio que me empurrar.

Meu pai nos viu e levantou da cadeira.

Eu olhava para o meu pai, que olhava para eu e Justin, que olhava para mim.

– Oi pai. – Falei.

– Oi Charlotte. – Meu pai respondeu.

Justin beliscou minhas costas e fiz uma nota mental para espancá-lo até a morte mais tarde.

– Esse é o Justin. – Falei e os dois balançaram as mãos. – Você falou com ele pelo telefone sem eu saber.

Justin deve ter mostrado os dois dedos do meio para mim de novo em pensamento.

– Não fomos apresentados corretamente da última vez que nos vimos. – Meu pai falou.

– É. – Justin respondeu. – Desculpe.

Tudo bem que Justin só estava me defendendo quando o meu pai me deu um tapa na cara, quem devia estar pedindo desculpas era o meu pai. Mas ok.

Sentamos e ficamos alguns segundos em silêncio. Tinha muita coisa para ser dita e ninguém sabia como começar a conversa.

– Como está indo no internato? – Meu pai perguntou para mim.

– Bem. – Respondi.

– Só bem? – Justin deu corda para eu manter uma conversa com o meu pai.

Nota mental: Sufocar Justin até a morte um dia desses enquanto eu dou risadas escandalosas ao fundo.

– É. – Respondi.

Voltamos ao silêncio.

– Há quanto tempo estão juntos? – Meu pai perguntou.

– Desde o Halloween, se contar a pausa do verão passado. – Respondi.

Meu pai assentiu e um garçom parou na mesa e perguntou o que íamos comer. Decidimos comer um macarrão cheio de frufrus que meu pai sugeriu e beber um vinho com um monte de números no preço. Quer dizer, meu pai e Justin iam beber vinho, eu fiquei com a Coca-Cola mesmo.

Justin e meu pai começaram a conversar sobre um monte de coisas relacionadas a esportes e carros e essas coisas que deixam todo mundo entediado. E eles estavam até que se dando bem.

Pelo menos ainda não tinham pulado na garganta um do outro.

A comida chegou depois de um tempão e começamos a comer e conversar sobre coisas relacionadas à universidade. Meu pai ficou bem interessado nas experiências de Justin em Oxford.

– Tudo bem. – Meu pai falou enquanto eu colocava uma quantidade obscena de comida na boca. – Sei que não me chamaram aqui para bater papo.

Frio na espinha de novo.

– Na verdade, eu ia te pedir uma coisa. – Falei.

Meu pai olhou para Justin e para mim meio assustado.

– Está gravida? – Perguntou e todo mundo que estava ao redor olhou para nossa mesa.

– Que? Claro que não. – Falei. – Eu só queria te pedir... Pedir não, avisar que vou passar o verão com Justin.

Meu pai franziu o cenho.

– Aonde? – Perguntou.

– Caribe. – Justin respondeu por mim.

Caribe? Uau.

– Caribe? – Meu pai perguntou meio perplexo.

Então me lembrei de algo que conversei com Lucy.

– E depois vou me transferir para um internato na Irlanda. – Falei. – O internato da Lucy.

– Como assim? – Meu pai falou, meio bravo agora. – Como assim caribe? Como assim Irlanda? Só para lembrar, você ainda é menor de idade, mocinha. Não pode fazer nada sem eu autorizar.

– Sim, por isso estamos jantando todos juntos. – Falei. – Eu quero muito ir para a Irlanda.

– Claro que não! – Meu pai falou. – Caribe até que tudo bem, mas Irlanda? Ficou louca? Você é minha filha.

– Não é como se passássemos uma quantidade absurda de tempo juntos, pai. – Falei meio áspera. – Vai ser melhor para todo mundo se eu mudar para a Irlanda.

– Você bebeu vinho escondida, não é possível. – Meu pai falou. – Você não vai. E fim.

– E ai vou viver infeliz para o resto da minha vida debaixo da sua sombra? – Falei meio irritada.

O silêncio reinou sobre a mesa. Não porque foi uma resposta boa as provocações do meu pai, mas porque minha mãe disse algo parecido uma vez.

Meu pai cobriu o rosto com as mãos e apoiou os cotovelos na mesa. Justin me lançou um olhar de “conserta isso, sua idiota” e colocou mais vinho no copo.

– Você vai poder ir me visitar, sabe? – Falei. – E eu venho para o Dia de Ação de Graças. E para o natal. E para o dia dos pais, se você quiser.

Mais silêncio. Eu estava começando a ficar desesperada.

– Se é o que você quer. – Meu pai falou depois de muito tempo. E ele parecia triste.

Meu pai voltou a sentar normalmente e voltou a comer, sem me olhar ou falar comigo para o resto da noite.

Ninguém falou com ninguém, para ser honesta.

Quando terminamos, saímos do restaurante e eu me virei para o meu pai para me despedir.

– Então, acho que é um adeus. – Meu pai falou.

– Não faça isso. – Falei. – Não é um adeus. É um “até a próxima”.

Meu pai sorriu e me abraçou e pela primeira vez em quatro anos senti que estava abraçando meu pai e não um estranho.

– Até a próxima. – Meu pai falou.

Nos soltamos e Justin e meu pai se despediram. Eu e Justin começamos a caminhar até o carro.

– Charlotte. – Meu pai chamou quando estávamos quase a dois metros um do outro.

– Oi. – Me virei para ele.

–Você se parece muito com a sua mãe. – Meu pai falou. Senti minhas pernas virarem gelatina. – Tenho certeza que ela está orgulhosa de você.

Assenti enquanto tentava não chorar.

Pode ser coisa da minha imaginação, mas os olhos do meu pai foram de normais a dolorosos quando ele mencionou a mamãe.

– Obrigada. – Falei. – Se cuida. E manda um oi para Beatrice e Marie.

– Pode deixar. – Meu pai falou e sorriu. – E o que digo a Sophie?

Manda ela ir se foder.

– Diga que eu disse olá. – Falei.

Meu pai riu um pouco e Justin também. Continuamos nosso caminho em silêncio até o carro e, assim que entramos, Justin deu partida.

– Não foi tão ruim assim. – Justin falou.

– Ainda estou brava com você. – Falei.

– O que eu posso fazer para compensar? – Justin perguntou.

Olhei para Justin e comecei a notar coisas. Por exemplo: notei o quanto ele fica sexy com cara de irritado enquanto dirige, notei o quanto seu maxilar travado deixava ele parecendo mais velho, notei o quanto seus lábios ficam mais rosadinhos – assim como sua bochecha – depois de beber vinho.

Bom... Tem uma coisa. – Respondi.

(...)

Acordei com uma fresta de luz batendo no meu rosto.

O quarto do hotel estava totalmente bagunçado e Justin estava tomando banho pelo barulho vindo do banheiro.

Bocejei e alcancei o celular do Justin na cômoda próxima da cama. Já passava do meio dia.

Depois de espancar a porta do banheiro e ter uma pequena discussão sobre quem devia enxugar o chão com Justin, consegui tomar banho. Coloquei a roupa que estava ontem e Justin dirigiu até o internato.

Chegamos nos portões e Justin parou o carro, sem destravar as portas. Me aproximei dele e colei nossos lábios. Justin segurou minha cabeça e aprofundou o beijo. Nos afastamos quando ficamos sem ar.

– Até o verão. – Justin falou.

– Até. – Falei. Então, quando minha cabeça voltou a funcionar direito, lembrei. – Caribe, hun?

Justin sorriu e riu baixo.

– Caribe, señorita. – Justin falou.

Comecei a rir porque o espanhol dele era péssimo.

– Tá. Treina seu espanhol até lá. – Falei e abri a porta do carro.

Justin fez cara de ofendido.

– Meu espanhol é ótimo. – Justin falou. – Você é que não sabe ouvir.

Voltei a rir histericamente porque é só isso que eu sei fazer. Os risos pararam aos poucos.

– Obrigada por ontem. – Falei, tentando controlar a cor das minhas bochechas. – Eu estava relutante, mas no final das contas até que foi bom.

Justin sorriu.

– Claro que foi bom. – Justin falou e riu pelo nariz. – Eu que planejei.

– Idiota. – Falei sorrindo e fechei a porta.

Justin desceu o vidro do carro enquanto colocava um óculos de sol e acendia um cigarro.

– Não dá pra parar com isso? – Perguntei e apontei para o cigarro. Justin riu e negou com a cabeça. – Tá bom, morra com seu câncer nos pulmões então. Tchau, até o verão.

– Eu te amo. – Justin falou antes de ligar o carro.

– Eu também te amo. – Falei e Justin arrancou com o carro.

Entrei as pressas no internato e corri até o meu quarto. Coloquei uma roupa normal e fui até a sala da diretora Thompson, esperando meia-hora antes de poder entrar e falar com ela de verdade.

– Charlotte Adams. – A diretora chamou e eu entrei na sala dela, me sentando na cadeira aveludada na frente da mesa cheia de papéis da diretora dessa coisa que eu chamo de escola. – Posso ajudar?

– Pode. – Respondi enquanto a diretora Thompson sentava na cadeira dela. – Quero transferência para o New Bridge. De novo. Dessa vez vai dar certo.

– Na verdade... – A diretora falou e tirou alguns papéis de cima de um notebook cinza. – Eles te querem lá. Desde que você pediu a vaga ano passado, o departamento de aquisições do New Bridge tem me mandado e-mails me perguntando se você ainda estava interessada na vaga.

– Eu estou. – Falei, tentando me controlar para não gritar de felicidade. – E, por favor, tente para a Mackenzie, minha colega de quarto.

Mackenzie disse que iria para a Irlanda se tivesse vaga, estudar comigo e com Lucy.

A diretora assentiu.

– Só isso? – Perguntou depois de um minuto.

– Só. – Respondi.

– Você sabe onde fica a saída. – Falou e olhou para a porta de madeira sobre os óculos que estavam escorregando por seu nariz fino.

Levantei da cadeira saltitante e saí daquele lugar, parando na escadaria que tinha na frente do prédio da diretoria quando vi um David olhando para mim debaixo de uma árvore.

Umedeci os lábios e tentei continuar meu caminho, mas David veio atrás de mim.

– Andei ouvindo histórias sobre você e Justin estarem juntos. De novo. – David falou e cruzou os braços, com aquele sorrisinho idiota e maldoso nos lábios.

– Não é exatamente da sua conta. – Falei.

– É sim. – David falou. – Somos amigos, não somos Charlotte?

– Não. – Respondi.

David riu.

– Só um lembrete bem amigável. – David falou e descruzou os braços. – Ainda não acabou.

David deu um soco de leve na minha mandíbula e começou a andar para o outro lado do pátio.

Leiam as notas finais. Avisos importantes (:

Notas finais
Quem quer me matar poem o dedo aqui que já vai fechar... Não.
Desculpem por ter demorado, mas a escola começou a apertar (maldita química e matemática dos infernos infernais) e eu fui encaminhada para a recuperação.
Antes de tudo, OBRIGADÍSSIMA AS LINDAS QUE RECOMENDARAM ♥ Só pirei com as recomendações de vocês u_u
Tomei decisões sobre o que eu vou fazer com a fic diante da nova regra:
1- A história vai acabar na segunda temporada mesmo. Eu não quero que a história vire um pé no saco de chata e a nova regra do Nyah complica um pouco as coisas, mas terá mais capítulos do que eu estava planejando (:
2- Vou trocar o sobrenome do Justin para algum outro e deixar a fic finalizada em Originais. Em dezembro, eu vou transferir a fic para originais e vocês vão poder ler aqui mesmo só que o Justin terá um sobrenome diferente. EEEE eu vou mudar o nome da Pattie e do Jeremy para não ficar muito semelhante a realidade. Lembrando que se ficar muito parecido com o Justin de verdade e eu transferir a fic para originais o site pode deletar a fic. Eu conversei com o suporte e a moderadora boazinha-simpática disse que não tinha problema se eu mudasse só o sobrenome (:
FunFacts da semana:
- Vocês andam falando de mim por ai, hun? Sério, aconteceu uma coisa MUITO bizarra na escola essa semana. Uma menina da minha sala (que eu odeio, mas ok) começou a falar de uma fanfic que ela ama demais aqui no Nyah chamada SHE WILL BE LOVED. É, a minha She Will Be Loved. Só WTF? Ela não sabe que eu escrevo e eu fiquei ouvindo a conversa dela com a amiga dela sorrindo internamente porque eu odeio ela e ela ama minha fic. Eu 1 X 0 Menina da Sala.
- Postei World Of Chances (minha fic de Justemi ♥) em um blog (: http://biebervatic.blogspot.com.br/
- ESTAMOS QUASE NOS 800 REVIEWS MESMO? 19 RECOMENDAÇÕES? ISSO TÁ ACONTECENDO MESMO OU EU TÔ MALUCA? SUAS LINDAS MAIS LINDAS QUE UM UNICÓRNIO FILHOTE, SINTAM-SE ABRAÇADAS ATÉ PERDEREM O AR ♥
BEIJOS :*
Mereço reviews? Eles me inspiram :3