Sexual Slave
9 Violação
Notas iniciais
Quando Rachel acordou, deu por si no meio de uma antiga sala de música. Havia um piano de cauda bem limpo e suportes de pautas em todo o lado. Por outro lado, também haviam várias partituras espalhadas e pó em basicamente todo o lado.
Conseguia ouvir gemidos e gritos dos quartos ao lado. Tentou levantar-se e andar, mas as pernas e os braços estavam atados, novamente. Estava a ficar com medo... e... onde estava Michael?
— Michael..? — murmurou
A porta abriu-se lentamente, e um homem loiro nos seus 20 anos apareceu.
— Bom dia, princesa.
Rachel olhou para ele com raiva e medo, queria-lhe acertar 3 ou 4 murros bem dados no estômago e umas quantas joelhadas. Quando ele soubesse o que se estava a passar.... já ia ser tarde de mais.
— Que bem educada. — Rosnou. — Eu ordeno que cumprimentes o teu novo mestre!
— Novo mestre?
— Sim. — Sorriu. — Não és.. uma escrava?
Rachel baixou a cabeça e um 'não' saiu-lhe da boca.
— Bem, então o que é que estavas a fazer no outro dia, naquele palco quase despida a ser leiloada? — Disse maliciosamente. — Estavas na praia era?
Rachel não respondeu, e levou uma chapada.
— Aprende a ficar calada, mulher, não me mintas.
Continuou calada, e começou lentamente a olhar o quarto, tinha que haver uma maneira de sair dali! Mas não havia.. nada servia para cortar a corda, se não... talvez o canivete que lhe saia do bolso..?
Tinha que fazer alguma coisa para pegar no canivete. Mas a sua linha de pensamentos foi interrompida. Ele estava já a retirar a corda dos pulsos.
— Despe-te. — Ordenou ele.
— O quê?
Rachel levou outra chapada, ficando com as marcas dos aneis do homem na bochecha. Ela tinha quase a certeza de que já estava a jorrar sangue pelo nariz, mas podia ser só uma impressão.
— Não te finjas de surda! Tira a roupa.
Rachel fez um olhar confuso, procurando mentalmente uma maneira de fugir. Mas uma arma foi apontada à sua cabeça.
— Tira. A roupa. Não me volto a repetir. A não ser que queiras os teus miolos a decorar a minha parede.
Rachel tentou manter a calma, retirando lentamente o casaco e a t-shirt. O que é que ela podia fazer? Viu uma câmara de filmar pelo canto do olho, pousada na mesinha de cabeceira, a filmar e a apontar para ali.
Rachel ficou apenas de roupa interior e tentou imitar as stripers, começando a acariciar o corpo do homem. Ela sentia-se enojada pelo cheiro a tabaco e pelo hálito a cebola, mas teria que continuar.
Pensou em Michael várias vezes, tentando diminuir o nojo, mas nada parecia funcionar.
— Isso, continua. — Disse ele, levando as mãos aos seus peitos.
Era uma chance, reuniu toda a sua força e deu a joelhada mais potente da sua vida nas partes intimas do homem. Ele deixou cair a sua glock e ajoelhou-se a gemer com dores.
Os gemidos dos quartos ao lado neutralizavam os dele, e agarrou rapidamente na arma e no seu casaco. Vestiu o casaco e apertou-o até cima, de seguida apontou-lhe a arma à cabeça.
— Não se mexa, ou eu disparo.
— Não tinhas coragem. — Riu-se ele. — Uma miúdinha como tu..
Mas nesse momento ele levou com uma bala no pé, não fazendo muito barulho, graças ao silênciador.
— Calado. — Disse autoritária. — A chave do quarto?
— Aqui...! — Disse entre gritos de dor.
Rachel agarrou na chave da mão dele e no canivete. Ordenou-lhe que se baixasse, e amarrou-o fortemente, fazendo-lhe uma mordaça com a sua camisa de mau gosto. Deu-lhe alguns pontapés no estômago, como vingança, vestiu-se outra vez, e abriu a porta para espreitar.
Haviam algumas outras portas, mas ninguém na entrada, conseguia ver escadas que davam para o andar de baixo..
Pensou que conseguiria correr até lá abaixo, e sair. Andou agachada até às ditas escadas, com a arma enfiada entre a parte d e trás das calças e a perna direita, tapada pelo casaco.
Desceu até ao 5 degrau, dando-lhe uma vista geral sobre o andar de baixo. Conseguia ver muitos homens e mulheres com vestidos mais curtos que muitos dos seus calções, com malas e sapatos de imitações de marcas caras.
A maioria delas eram feias que se fartavam, mas não era isso que lhe importava. Olhou para a saída, haviam 2 homens magricelas a fumar à entrada, pareciam ser a versão mais rasca de seguranças que alguma vez tinha visto na vida! Mas não se estava a queixar, de todo.
Atou o cabelo com o elástico que tinha no pulso direito, deixando a franja ver-se, assim como algum cabelo nos ombros. Puxou o gorro do casaco para cima, e enfiou as mãos nos bolsos. Debuçou-se para a frente, enfiando as mãos nos bolsos do casaco. Assim mal se viam as coxas femininas, como as calças já eram largas.
Passou por toda a gente sem ser notada, mas justamente quando pôs um pé fora da porta um homem parou-a.
— Então amigo? Tem um isqueiro?
O coração dela começou a saltar, abanou a cabeça negativamente e seguiu o seu caminho. Ouviu um suspiro do homem. Continuou o caminho até chegar a uma paragem de autocarro, e foi aí que se apercebeu: não sabia onde é que estava... não sabia onde tinha estado, não sabia o número de Michael... não sabia nada.
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