Sexual Slave

1 Um novo dia, um novo começo


Notas iniciais
enjoy º3º

Rachel andava aos tombos de um lado para o outro dentro da carrinha, chocando com imensas outras mulheres e crianças. Tinham todas sido atadas e vendadas, e algumas extremamente maltratadas e violadas, chegando mesmo a ser vendidas depois de os soldados abusarem delas milhares de vezes.

Os soldados enojavam-a. Rachel tinha 13 anos, tinha vivido toda a sua vida no Quirguistão, sendo no entanto inglêsa, e possuindo um sotaque bastante britânico. O seu cabelo estava pintado de vermelho nas pontas e na franja que ela própria tinha cortado, tendo também um piercing na orelha esquerda. Ela não usava saias ou vestidos muitas vezes, como a maioria das raparigas da sua idade, gostava mais de usar roupaz de rapaz, que eram muito mais confortáveis, e sapatilhas de basquet, embora não jogásse. No entanto ela só tinha a roupa interior e pouco mais que um elástico para o cabelo e uma pulceira que a sua prima lhe tinha oferecido no pulço esquerdo, um relógio de bolso escondido dentro do sutiã, e um colar com uma figurinha de madeira que tinha recebido aos seus 7 anos. O resto tinha ficado com eles, o que a irritava porque tinham ficado com o seu casáco e com as sapatilhas favoritas.

Sim, Rachel não era o tipo de pessoa de se passar com alguma coisa, se era o seu destino porquê tentar evitar? Havia alguma coisa que pudesse fazer? Se houvesse, essa coisa não seria entrar em pânico, nem poderia ser feita de momento, apenas rezava interiormente para que fosse um homem minimamente decente a comprá-la, o que não fazia muito sentido para ela, pois não acreditava em deus.

A carrinha parou com um solavanco e os homens mosculados retiraram as mulheres e crianças, umas pelos cabelos, e algumas crianças sendo carregadas nos braços por homens com mais coração que outros, embora Rachel não conseguisse ver nada disso. Ela foi atirada ao chão com um chuto nas costas e deu por si com terra a entrar na boca e nas narinas, e a gritarem com ela em Quirguiz.

Alguém a sentou no chão, brutamente, e lhe sacudiu a terra dos cantos da boca e da ponta do nariz, deixando-a lá. Rachel conseguia persentir que estava no meio de muitas mulheres, estas muito assustadas, e conseguia ouvir os cochichos dos compradores.

— Hmm, aquela parece bem.

— Sim sim, tem o peito avantajado.

— E se o chefe não gostar, troca por outra.

Rachel cuspiu para o chão, agonizada, nunca suportara que os homens rebaixassem as mulheres, e muito menos que falássem delas como se fossem mercadoria, embora naquele caso fossem, técnicamente, o que ainda a agonizava mais.

Sentiu os olhares a percorrerem cada centímetro dela, deixando-a bastante desconfortável. Não tinha a certeza se o facto de ter peito pequeno a deixava numa boa posição, pois não a comprariam tão fácilmente, ou numa horrivel posição, pois embora tivesse escapado antriormente, voltava ao ármazem em que as outras estavão, e poderia ser violada. Todas as opções eram terriveis.

Foi puxada violentamente e posta de pé, retirando-lhe a venda dos olhos e revelando uma maré de homens. Foi levada para a frente de um palco, como se fosse ser leiloada. Ouviu os números a subir des de 100$ a 279$, com alguns murmúrios zangados por não terem dinheiro que chegásse na carteira. O seu coração começou a bater rápidamente, à medida que o martelo do leiloeiro batia na mesinha e dizia coisas rápida e impercebivelmente, era aquele o momento decisivo. Ela estava assustada, mais do que nunca na vida, e queria implorar pela mãe e pela avó. Mas não podia.. teria que aceitar..

O número subiu finalmente aos 300$ e foi arrastada do palco, sendo agarrada por um homem, ou era o que lhe parecia, mais gentilmente do que pensaria que fosse. Olhou para a sua face, embora não conseguisse, pois estava coberta pelo gorro do casaco.

O homem misterioso atirou-lhe um casaco longo, aos quadrados azuis, que esta colocou rápidamente, quando os seus pulços foram libértos. Os seus pés ainda estavam atados, no entanto, e teve que ser carragada ao colo pelo homem, o que lhe pareceu deveras gentil da parte de alguém que ia a um daqueles leilões.

— O-obrigado... — murmurou Rachel.

Continuou a andar, não dizendo nada. Colocou-a no lugar ao lado do condutor, e sentou-se ao voltante do pequeno carro, do qual Rachel não conseguiu destinguir a marca. Nunca tinha sido boa com carros, de qualquer das maneiras.

Tentou olhar discretamente para ele, e talvez ver um pouco da sua face, mas continuou a ver apenas o gorro do casaco. Era frustrante. No entanto conseguiu ver um par de óculos pretos de leitura em cima do volante, o que já lhe dizia alguma coisa.

Apertou o casaco até cima e esticou-o de modo a tapar toda a sua pele que residia a baixo das suas coxas. Estava frio, pelo menos 2 graus, e estava em risco de apanhar uma hipotermia.

— Sou o Michael. — Disse o homem, com uma voz mais suave do que ela esperava.

— O-olá senhor Michael. Sou a Rachel.

Michael riu-se, um pouco confuso e suspirou.

— Não me chames senhor, senhor é o meu pai, deves ter a minha idade.

Rachel olhou para ele, incapaz de falar.

— Quantos..?

— 15. — Interrompeu antes que ela conseguisse acabar a frase.

— O que é que um rapaz de 15 anos anda a fazer num sitio daqueles? — Perguntou irritada.

— Wow wow wow miúdinha, sou mais velho que tu, ao menos finge que tens respeito, e além disso, não achas que devias ter um bocado mais de consideração por quem te salvou? O que é que tens a ver com os meus motivos?

— Bem...er... mas isso não responde à minha pergunta!

— Estás no meu carro, quase sem roupa, e estamos sozinhos. — Provocou. — Se fosse a ti fechava a boca. — Concluiu irritado.

Rachel olhou para o chão do carro, irritada pela verdade. Não sabia onde estava, e onde quer que estivesse estava quase nua, com um rapaz aparentemente louco. Isto não era nada bom...

— Estamos quase a chegar... Não é nada de luxuoso, — Apressou-se a dizer. — Mas é melhor que um armazem cheio de sacanas que te querem violar.

— Se puseres as coisas assim.. — Embora ainda tivesse as suas dúvidas em relação à parte da violação

Michael estancionou o carro à frente de um apartamento velho, e levou-a ao colo até ao interior do seu apartamento, no 3 andar.

Um cheiro a meias velhas e a pizza impestava o ar, embora a casa estivesse minimamente arrumada para um rapaz de 15 anos. Michael cortou-lhe a corda que lhe segurava os pés com uma faca.

— E agora, és minha. — Disse, abraçando-a por trás e cheirando-lhe o cabelo.

Rachel corou espantada, uma voz doce tinha dito aquela frase, como que angelical, e os braços de Michael pousavam à volta dela, inocentemente.

— Por onde é que eu hei de começar... tantas opções.

— Porfavor... não...

Michael olhou para ela, preoucupado mas determinado a prosseguir.

— Porque não?

— Não quero que... tu sabes... — Disse, puxando o casaco para baixo, envergonhada.

— Mas eu não sou como eles. — Murmurou-lhe ao ouvido

Rachel libertou-se rápidamente dos braços de Michael e virou a cara para o chão, tentando esconder o vermelho e o facto de ter o coração aos pulos.

— Estás a violar o meu espaço pessoal.

— Espaço pessoal? — Riu-se. — Tu és interessante.

Rachel não tinha a certeza do que ele queria dizer, mas quando ia para o olhar, e finalmente perguntar o que podia vestir, deparou-se com um sorriso gentil, muito enganador na sua opinião, e olhos castanhos profundos no meio do seu cabelo preto meio cacheado, que se distribuia por todo o lado, até lhe chegar aos ombros.

Ele não era feio de todo. '9 em 10' pensou ela, sabe-se lá porquê.

Michael apróximou-se de novo, prendendo-a entre a parede e o seu peito.

— Rachel...

Juntou os seus lábios com os dela num beijo quente e exitante, agarrando a cintura dela quando se submeteu à ação. Acariciava-lhe a face avermelhada com uma mão, pensando no quão submissa ela estava agora.

Deixou um trilho de marcas vermelhas ao longo do seu pescoço, que se notavam muito bem no seu tom de pele, deixando-a a gemer.

— É a tua primeira vez? — birncou ele.

Rachel olhou rápidamente para o chão, duplicando o vermelho da sua cara. Michael não estava à espera de uma resposta consistente, mas também não estava à espera de um 'sim', que era o que Rachel estava claramente a dizer.

— Então parece que te vou ensinar muitas coisas. — Sussurrou mais uma vez

— N-não!

Empurrou-o com um pouco de força, antes de olhar para o lado, irritada.

— O que é que eu vou vestir?

— Espera, eu trago-te qualquer coisa. — Respondeu aborrecido.

Michael demorou algum tempo no seu quarto a escolher a roupa de Rachel, e voltou 2 minutos mais tarde com meias, uns boxers, uma t-shirt verde ecalções pretos pelo joelho que lhe ficavam demasiado largos.

— B-bo-boxers!?

— Sim, só tenho destes.

— Mas..

— É pegar ou largar.

Era verdade que ela já não trocava a sua roupa intima há algum tempo, e visto que não tinha mais hipotesses acabou por aceitar... maldito Michael.

Tomou um banho rápidamente, pensando um pouco na situação em que se encontrava. Parecia uma coisa que apenas acontecia nos filmes.

— Sim claro, como se as coisas fossem mesmo assim tão fáceis. — Riu-se, pegando na toalha.

Assim que começou a secar o cabelo, sentiu um chero da toalha... cheirava a ... Michael. Era o cheiro dele, defenitivamente, e era agradável. Inspirou fortemente, e continuou a secar-se, fingindo não se importar.

— Não funciona assim... infelizmente.

Ouviu Michael a bater à porta e antes que tivesse tempo de fazer alguma coisa ele tinha entrado com uma toalha vermelha na mão.

— Trouxe-te uma... oh. Estou a ver que já estás a usar a minha.

Rachel não se importou muito com o facto de ele a ver de toalha, afinal ela era uma tábua (ou pelo menos considerava-se uma) e ao longo das últimas semanas no armazem já tinha visto bem pior. No entanto vez questão de se virar de lado, para não lhe dar vista preveligiada sobre nada.

— Desculpa, não sabia que era tua.. — mentiu.

— Bem, não faz mal. — Respondeu inspirando fundo. — E agora a casa de banho tem o teu cheiro. — Constatou agradado.

— SAI DAQUI SEU PERVERTIDO.

E dito isto, Rachel quase que o correu ao pontapé da casa de banho.

— Rapariga díficil esta. — Suspirou, do lado de fora da porta. — Vou-me divertir desta vez.

Notas finais
Espero que tenham gostado do primeiro capítulo ^^ deixeim um comentário e favoritem :D prometo voltar com mais capitulos brevemente :3