Sexo & Amor
15 Discutindo a relação?
Notas iniciais
ELENA
Quando chegamos à casa do Damon, ele me leva até meu quarto, vejo Meredith com Stefan lá, ela está terminando de arruma-lo. Logo eles me deixam sozinha e eu paro para pensar no que vou fazer. Eu fui uma idiota com Damon e preciso me desculpar, não posso ficar nesse joguinho com ele, afinal temos que ter uma boa relação, por conta dos nossos filhos. Respiro fundo e desço, precisamos conversar as claras.
– Damon? – Chamo, mas ninguém responde. – Damon...
– Ele esta no quarto com Stefan – Meredith diz vindo da cozinha.
– Onde fica? – Pergunto e ela me olha com uma cara – Precisamos conversar – Justifico.
– Olha Elena, eu vou ser bem clara – Diz cruzando os braços. – Não o faça sofrer, não de esperanças para depois tira-las.
– Esperança? – Pergunto confusa – Eu só quero conver...
– Sim, Elena, você ainda gosta dele, e com os hormônios da gravidez, isso pode se evidenciar, e você não aguentar e ir atrás dele, não faça isso, só vai machuca-lo. – Diz séria.
– Isso não vai acontecer – Digo firme, apesar de saber que isso é possível. – Eu nem queria está aqui para inicio de conversa.
– Ótimo! Vamos eu te levo lá, vim fazer mamadeira – Diz e começa a andar.
Ela nos leva ao quarto dele, quando entramos, ele está brincando com Stefan e o fazendo rir, uma cena que mexe comigo, e fico imaginando ele brincando com os gêmeos.
– Olha só quem chegou – Damon diz imitando uma voz de criança – Minha mamadeira.
Meredith ri e senta ao lado dele.
– Nossa a mamãe ficou chateada agora – Diz fingindo voz triste.
– Não mamãe, não fique assim, também gosto da senhora, mas é que eu tô morrendo de fome – Damon diz ainda com a voz de criança, me fazendo sorrir.
Com certeza ele nasceu para ser pai, e vai ser um ótimo pai, eu tenho certeza. Coloco a mão sobre minha barriga, ela ainda está um pouco pequena, mas já se nota com alguma roupas, afinal eu estou com quatro meses.
– Então vamos papa, que o papai precisa conversar com a dinda – Meredith diz pegando Stefan do colo do Damon.
Ela passa por mim com a cara fechada. Será que perdi uma amiga?
– Você quer conversar? – Damon pergunta de braços cruzados.
– Sim – Digo.
Ele faz sinal para que eu me aproxime e sente na cama, e é o que eu faço.
– Primeiro eu quero pedir desculpas pelo que eu te disse mais cedo – Digo abaixando o olhar. – Só queria que você entendesse que ficar aqui, não estava nos meus planos e realmente naquele momento no hospital eu me esqueci de você.
Mesmo com o olhar baixo, eu vejo respirar fundo, como se tentasse se acalmar.
– Eu sinto muito por me esquecer, é só que é tanta coisa na minha cabeça, que fica impossível assimilar todas – Continuo falando. – Sei que nada justifica, e é como você falou, você é o pai, devia ser um dos primeiros a ser avisado, e eu prometo que isso vai acontecer.
– Elena, o que você falou não me magoou apenas como pai dos seus filhos – Diz, sua voz está calma, mas magoada. – Você disse que eu era a ultima pessoa que você queria ver, isso doeu aqui – Ele pega minha mão e coloca em seu peito, eu fecho os olhos e escuto seus batimentos – Olha pra mim pelo menos.
Eu olho pra ele, lagrimas já se formam em seu rosto, assim como no meu.
– Damon não faz isso – Peço, e uma lagrima escapa.
Porque tudo tem que ser difícil? Porque ele não pode apenas querer minha amizade? Porque eu não posso apenas querer sua amizade?
“Dã, porque vocês se amam?”
– Fazer o que Elena? Te dizer que ainda te amo? – Mais lagrimas descem pelo meu rosto. – Elena nós temos uma história, e ela será eterna, esses bebes na sua barriga – Suas mãos vão para minha barriga, e eu não consigo me mexer, eu não quero me mexer. – São a prova disso, a prova do nosso amor!
– Damon, não... – Imploro chorando. – Porque está fazendo isso? Porque me dizer essas coisas agora?
– Porque não tivemos tempo! Foi acontecendo uma coisa atrás da outra e eu não tive tempo, você não me deu tempo Elena – Diz subindo as mãos para meu rosto.
– Eu estou com o Arthur agora Damon – Digo, mas ele não se afasta.
– Eu sei Elena – Diz e vejo as lagrimas descerem pelo seu rosto. – Eu sei...
– Então por quê? Porque está fazendo isso? – Digo com dor.
– Precisava te dizer, você precisava saber – Diz afastando as mãos – Eu te amo e sempre te amarei!
Eu o encaro, as palavras travam na minha boca. Como eu queria retribuir esse “eu te amo”, mas eu não consigo, não sai nada da minha boca.
– Eu não posso – As palavras saem tão baixo, mas sei que ele escutou. – Eu vim para conversarmos, para nos acertamos como amigos pelos nossos filhos...
– Tudo bem – Ele diz limpando as lagrimas.
– Tudo bem o que Damon? – Pergunto confusa.
– Vamos conversar, com certeza precisamos esclarecer algumas coisas – Diz.
Como ele quer que conversemos depois de ter se declarado pra mim?
– Damon... – Sussurro seu nome, mas acho que ele não escuta.
– Vamos começar com um assunto fácil – Diz e ri – Se é que tem algum. – Me faz rir, e eu enxugo minhas lagrimas. – Me conte como você lidou com Katherine, ser sua irmã e ter...
Ele para, mas sei muito bem o que ele quis dizer. Respiro fundo, tirando qualquer vestígio do meu choro.
– Isso não é fácil – Digo e ele sorri – Mas acho que é um bom começo. – Eu deito e fico encarando o teto – Não vou mentir, dizendo que não senti nada quando soube que ela era minha irmã, eu senti mais ódio do meu pai, pois em algum momento eu achei que o que eu vi, foi à única traição dele, mas não Katherine é praticamente da minha idade.
Ele deita do meu lado e também fica encarando o teto.
– Eu entendi o lado dela, não justifica o que ela fez, mas ela sofreu desde pequena também, sua família, assim como a minha não tem culpa, mas, ela precisava de tratamento e não teve, então nasceu essa obsessão de destruir nossas famílias, e perdemos pessoas que amávamos. – Digo e sinto a lagrima escorrer pelo meu rosto.
Olho para o Damon, e ele também chorou, respiro fundo.
– Eu fiquei com muito medo naquele carro, não por mim, mas pelos nossos filhos, que na época eu pensava que era só um, acho que se não fosse por eles, eu não teria tomado tanto cuidado, mas quando vi o carro capotando eu... – Não consigo, eu começo a chorar.
Damon se vira e me abraça, tentando me consolar.
– Não aconteceu nada – Ele diz.
As cenas daquele dia voltam em minha mente, e é como se eu tivesse novamente naquele carro, novamente capotando e me machucando.
– Lena, você não está lá – Diz mais firme e eu abro os olhos. – Viu, você está segura – Diz acariciando meu rosto.
Estamos muito perto, sinto o hálito dele próximo a mim, ele continua lindo e ainda me causa as mesmas sensações de quando se aproxima.
– Está melhor? – Pergunta preocupado, balanço a cabeça fazendo que sim e ele se afasta.
“Fala sério, perdeu uma oportunidade de beijar essa boca gostosa, que tanto sente falta!”
Respiro fundo e resolvo continuar.
– Lidar com as coisas que ela fez foi o mais difícil, principalmente depois de saber de tudo, acho que de todas, ter que lidar com a do meu irmão foi a pior – Tento não chorar, mas sei que uma hora vai ser impossível. – Eu te culpei a principio e claro me culpei, pois foi naquele dia que o delegado mandou nos chamar e você quis conversar comigo e eu fui – Digo e o olho e ele está me olhando. – Mas depois descobri que mesmo que eu não tivesse falado com você ele ia morrer, ela ia arranjar outro motivo para eu me culpar.
– Como a morte da Rose? – Pergunta e eu faço que sim.
– Eu havia contado pra ela sobre as ameaças, ela havia me chamado para conversarmos sobre vocês, sobre nós – Digo e volto a encarar o teto – Disse por que não deu o divorcio, o quanto me procurou naquela época.
– Eu enlouqueci sem noticias suas, e foi uma surpresa saber que você era a nova diretora – Diz e ri – Naquele dia eu já sabia que estava noiva, eu vi pela televisão o anuncio e não foi nada fácil. – Se limita a dizer, acho que ele não quer entrar nesse assunto no momento, mas acho inevitável. – Sei que não é propicio nem nada, mas vamos ter que entrar nesse assunto – Respira fundo e eu também – Porque um noivado forjado?
Me sento e o encaro confusa, como ele soube?
– Arthur me contou, quando foi conversar comigo – Diz respondendo a pergunta que não fiz. – Eu sei que agora é real, mas porque não era antes?
– Quando sai de Portugal, meu destino foi Paris e eu o conheci, eu estava bêbada e ele cuidou de mim, quando acordei em seu quarto fiquei horrorizada, mas ele disse que nada tinha acontecido, que só me ajudou, mas como não sabia onde eu morava e nem eu lembrava, achou melhor me levar pro seu hotel – Digo, e rio da lembrança. – Ele estava em turnê e perguntou se eu queria ver as filmagens.
– Claro – Damon diz baixinho.
– Como eu não tinha nada melhor pra fazer eu aceitei, conversamos sobre varias coisas, em nenhum momento ele deu em cima de mim, e eu peguei uma amizade com ele, confesso que até pensei que ele fosse gay – Digo e Damon ri – Ele me ajudou a lidar com as noticias que chegavam sobre você, me dava colo quando eu chorava, e cuidava de mim quando eu bebia. Então quando Felippe me fez a proposta, ele me apoiou para eu aceitar, só que...
Olho para ele, mas ele está olhando para o teto, então volto a encarar o teto.
– Pra mim você estava com ela e eu não queria voltar, ele propôs que eu voltasse como sua noiva, sei que pode ter sido idiotice, ou ego, mas eu não queria voltar sozinha, não queria está sozinha e te enfrentar, achei que seria mais fácil se voltasse noiva, que não ficaria um clima estranho entre nós – Digo e suspiro. – Mas rolou aquilo tudo na sua sala e eu quis terminar, foi então que começou as chantagens da Katherine, eu contei o que rolou entre nós para o Arthur, ele achou que eu ia terminar, mas não tive coragem, eu não queria ficar sozinha e lidar com tudo.
– E quando começou a ser pra valer pra você? – Pergunta, eu não o encaro, pelo tom de voz, sei que isso é difícil pra ele.
– Ele me pediu uma chance depois do jantar que passei mal, eu ainda não sabia que estava gravida eu descobri logo depois que saiu os exames da transfusão. – Digo.
– Preciso confessar algo – Diz sério e eu o olho – Foi eu que doei...
E isso me deixa confusa. Naquela época, nós mal nos falávamos por conta da carta que eu deixei pra ele depois da nossa noite, e mesmo assim ele fez o teste e doou sangue pra mim.
– Eu... – Tento dizer alguma coisa, mas nada sai.
– Eu pedi segredo porque fiquei com medo de você não aceitar, sabendo que vinha de mim. – Diz.
Eu me aproximo dele, nossos olhares se conectam, e juro que se não fosse o celular tocando eu iria beija-lo.
“Não beijou porque não quis, era só ignorar a musiquinha.”
Ele se afasta para atender. Eu não posso fazer isso, repito varias vezes pra mim, não posso magoa-lo ainda mais, principalmente depois de tudo.
– Era o Klaus – Diz e se senta, mas agora um pouco afastado de mim, eu deito e volto a encarar o teto.
– Voltando ao que eu estava dizendo – Digo e sorrio. – Eu dei uma chance, se eu ia levar esse casamento adiante, porque não tentar fazer ele ser pra valer? Ele foi me conquistando a cada dia, e quando eu te vi com a Nicole, eu soube que estava fazendo a coisa certa. Seguindo minha vida...
– Você nunca parou para se questionar que estava o usando? – Pergunta e eu suspiro.
– Sim, varias e varias vezes, quando eu acordei naquele hospital, que vocês dois sabiam que eu estava gravida, por um momento eu desejei que fosse dele, porque era o mais fácil no momento, e ele mais uma vez me surpreendeu com suas atitudes. – Digo e olho pro Damon.
– Você tem sorte em tê-lo, ele é um bom homem – Diz e eu sorrio.
– Eu sei, então me conte agora você, cansei de falar – Digo e ele ri.
– O que quer saber? – Pergunta.
– Sobre Katherine e Nicole... – Digo e seu sorriso some.
– Katherine... – Diz num sussurro. – Eu não me lembrava dela até saber da história, era um assunto não muito comentado lá em casa, lembro que meus pais discutiam muito por causa dela, minha mãe achava mesmo que ela era filha dele e confesso que eu também, mas quando veio a noticia que não era, tudo lá em casa mudou, ficou um clima tenso e chato. É o que me lembro da época – Diz dando de ombros. – Quando Jeremy me contou tudo eu não quis acreditar, principalmente quando ele contou que ela era responsável pelas mortes, e que tudo isso era vingança. Eu não tive muito tempo pra lidar com as informações, ainda está uma bagunça aqui na minha cabeça, eu ainda tento entender varias coisas.
– Sei como é – Digo e ele ri.
– E Nicole... Eu poderia dizer que ela foi uma decepção, mas não estou mais encarando assim. – Diz e eu o encaro – Ela me ajudou a suportar te ver com Arthur, a manter o que sinto por você trancado em um lugar seguro, que foi exposto quando achei sua carta e de Rose, depois disso nosso relacionamento nunca mais foi o mesmo, e hoje eu entendo o porquê.
Eu não desvio meus olhos, ficamos nos olhando um tempo, até que ele decide continuar.
– Eu a usei, ela sabia disso, mas em algum momento ela tinha se tornado especial pra mim e eu quis e planejei um futuro com ela, por isso entendo sua história com Arthur, mas quando eu cheguei para terminar eu meio que me decepcionei, tá certo que o que ela falou era verdade, mas acho que eu não esperava ouvir o que ela falou – Diz.
– Quer perguntar mais alguma coisa? – Pergunto receosa, mas já que estamos conversando que sanem todas as duvidas.
“Você tá louca que ele pergunte algo dos seus sentimentos por ele isso sim!”
– O que você escreveu naquela carta que encontrei com a da Rose era real? – Pergunta, fazendo meu coração acelerar.
– Era – Digo e volto a encara o teto, esse é um assunto que não consigo abordar olhando pra ele, não agora – Damon você sempre foi importante pra mim e continua sendo, fazer o que fiz me doeu muito, mas foi preciso e eu não me arrependo, porque naquele dia o que fizemos resultou nos nossos filhos e eu não poderia está mais feliz – Digo.
“Ahh poderia sim!”
– Eu sei que fui cruel na primeira carta, mas o que eu escrevi na segunda, era tudo que eu queria te dizer naquele momento, eu não arrependo, mas se fosse para fazer diferente, com certeza eu faria. – Digo.
– Você ainda sente algo por mim? – Pergunta e eu o olho e me sento.
Fico na sua frente, seguro suas mãos e respiro fundo.
– Eu não quero te fazer sofrer, não quero te magoar – Digo sustentando o olhar. – É claro que eu sinto algo Damon, mas isso agora não importa mais, eu estou com o Arthur, sei que o que nos une e também o que nos separa Damon.
– Eu sofro estando longe de você Elena, entenda isso, sabe o quanto é difícil te ter aqui sobre o mesmo teto que eu? – Pergunta.
– Sei Damon, por isso que eu não queria vir, eu sei o quanto é difícil, mas nós vamos conseguir – Digo e fecho os olhos. – Eu preciso confiar em você, em nós, por nossos filhos.
– Me dá uma chance Elena, uma chance de te conquistar de vez – Pede.
– Eu não posso Damon – Digo me levantando. – É melhor pararmos por aqui...
Saio do quarto antes dele dizer algo, isso não é justo comigo, mas no momento não é em mim que estou pensando, não é no que eu quero, estou pensando em Arthur!
“E é uma tola!”
DAMON
Fico olhando para porta, imaginando se ela vai voltar, eu sei que não. Eu preciso fazer alguma coisa, eu sei que ela ainda me ama, e sei os motivos dela se afastar, eu preciso fazê-la entender e enxergar que ela não precisa abdicar do amor que ela sente por mim.
Resolvo tomar um banho para assimilar as novas informações que obtive, e claro traçar um plano para conquista-la. Não desço para o jantar, Meredith até tentou me convencer, mas estou sem fome. Deito para dormir, e logo apago, realmente foi dia exaustivo, tanto fisicamente quanto mentalmente.
Alguns dias passam, Elena não sente mais dor e já voltou a trabalhar, mas Arthur insiste que ela fique aqui até ele voltar. Amanhã é o casamento do Klaus com a Caroline. Decido ver como está meu filho, e quando passo pelo quarto da Elena, a escuto gritando, e entro no quarto o mais rápido possível.
Ela se debate na cama, deve ser um pesadelo, eu me aproximo e tento acorda-la, mas nada parece funcionar, a chamo varias vezes, ela parou de gritar, mas ainda de debate. Selo nossos lábios para tentar acalma-la, e acho que funciona, pois seu corpo vai relaxando, a deito na cama e a cubro. Vou até a poltrona que tem em seu quarto e sento lá, fico a observando dormir, e não sei quanto tempo se passa até eu acabar pegando no sono ali mesmo, a observando.
– Damon... – Escuto a suave voz de Elena me chamando, o que ela está fazendo em meu quarto? – Damon... – Ela me sacode.
– Elena? – Pergunto confuso abrindo os olhos.
– O que faz em meu quarto? – Ela pergunta em pé na minha frente com os braços cruzados.
Fecho novamente os olhos, e me lembro o porque deu está aqui.
– Você estava tendo pesadelo, eu tava indo ver o Stefan, ouvi você gritando e entrei para te acordar – Digo e ela vai relaxando. – Só que não consegui te acordar, só consegui te acalmar, fiquei preocupado e fiquei por aqui.
– Ah – Ela diz e parece que lembra o que sonhou e vai se sentar na cama.
– Você lembra o que era? – Pergunto me ajeitando na poltrona.
– Sonhei que estava perdendo nossos filhos – Ela diz e eu me levanto rapidamente e logo estou ao seu lado. – Eu estava sozinha em casa, gritava por socorro, mas ninguém aparecia.
– Você chegou a perder? – Pergunto, sonhos podem ser sinal.
– Não, você chegou e... – Ela para e desvia o olhar. – Me ajudou.
Fico pensando se talvez foi no momento que cheguei chamando seu nome, me aproximando, se isso aconteceu no sonho dela.
– Damon... – Ela me chama e eu a olho. – Promete que sempre vai está comigo?
– Claro Elena, eu sempre vou está – Eu digo e ela me abraça.
Fico aproveitando cada momento desse abraço, ela vai se afastando, mas para, nossos rostos estão bem próximos, e sinto uma imensa vontade de beija-la, faço carinho em seu rosto e ela fecha os olhos e suspira, suas mãos que estavam em minha costas, sobem para meu rosto.
Eu me aproximo lentamente, dando oportunidade dela me afastar, mas ela termina com a distancia e nossas bocas se encontram.
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