Sexo & Amor
16 Eu ainda te amo
Notas iniciais
ELENA
Mais um dia, cada dia que passa fica mais difícil resistir a ele. Por um momento eu quase cedi, eu não posso ceder, não devo. Isso já está angustiante.
“Angustiante está o vazio da sua cama, sem ele!”
Vou até levantar depois dessa, não estou com saco, nem paciência para minha consciência hoje. Abro os olhos e fito o teto do quarto, respiro fundo e quando vou olhar para o relógio que fica em cima do criado mudo do lado da minha cama, levo um tremendo susto.
– Damon? – Sussurro baixinho e confusa.
O que ele faz aqui?
“Acho que tá te esperando, para vocês mandarem ver!”
Reviro os olhos e levanto da cama.
– Damon... – Eu o chamo, assim que paro na sua frente, mas ele nem se mexe. – Damon! – Chamo o sacudindo.
Ele lentamente abre os olhos. – Elena? – Pergunta confuso.
Juro que meu primeiro pensamento foi: Não, sou a Madre Teresa de Calcutá. – mas seria muita indelicadeza minha, já que estou na casa dele, mas espera ele tá no “meu” quarto!
– O que faz em meu quarto? – Pergunto depois de cruzar os braços.
Ele fecha os olhos, e eu reviro os olhos, impaciente começo a bater meu pé direito no chão.
– Você estava tendo pesadelo, eu tava indo ver o Stefan, ouvi você gritando e entrei para te acordar – Diz. Ele passou a noite aqui, pelo simples fato de eu ter tido um pesadelo. – Só que não consegui te acordar, só consegui te acalmar, fiquei preocupado e fiquei por aqui.
– Ah – Digo e me lembrando do pesadelo, e decido voltar para cama.
*** LEMBRANÇA ON ***
Estava vendo TV como todas as tardes, já que estava de licença e não podia nem ao menos trabalhar, estava totalmente entediada, quando sinto uma dor muito forte em minha barriga.
– Ahhh – Eu grito colocando a mão na barriga. Outra pontada me atinge, mas dessa vez ainda mais forte – Socorro! – Minha voz sai estrangulada.
Eu começo a chorar à medida que a dor vai aumentando e que ninguém aparece para me ajudar.
– Por favor, alguém me ajude – Digo e depois me curvo de dor.
Eu passo a mão pela minha barriga, tentando identificar alguma coisa, ver se tinha vestígio de sangue, mas nada, eu nem conseguia sair do lugar para alcançar o telefone. Eu vou perder meus filhos!
– Não! Por favor, não! – Eu gritava e chorava.
Foi quando escutei o barulho da porta sendo aberta, uma dor enorme veio e eu gritei alto. Escutei passos de corrida, eu já não aguentava ficar de olhos abertos, mas eu nem precisava abri-los para saber quem estava ali.
– Elena... – A voz dele, só de escutar a voz dele, meu corpo já se acalmava. – Elena!
Ele veio me salvar, Damon veio salvar nossos filhos. A dor está diminuindo, se tornando suportável. Eu sinto seu corpo perto do meu, e sei que ele não vai deixar nada acontecer. Eu só quero que ele faça essa dor passar e me diga que está tudo bem com nossos filhos.
E eu sei que está tudo bem, quando sinto delicadamente seus lábios nos meus.
*** LEMBRANÇA OFF ***
– Você lembra o que era? – Damon pergunta me tirando dos meus pensamentos.
– Sonhei que estava perdendo nossos filhos – Digo e ele se levanta apressado e senta-se ao meu lado na cama. – Eu estava sozinha em casa, gritava por socorro, mas ninguém aparecia.
– Você chegou a perder? – Pergunta preocupado.
– Não, você chegou e... – Falo, mas paro, devo dizer o que aconteceu? Desvio meu olhar. – Me ajudou.
Ele realmente estava aqui para me ajudar. Será que quando chamou meu nome ele estava aqui o chamando? Será que...
– Damon... – Eu o chamo, porque ele está pensativo e ele me olha. – Promete que sempre vai está comigo?
Quem eu quero enganar? Eu não posso afasta-lo.
“Aleluia senhor!”
– Claro Elena, eu sempre vou está – Diz e me abraça.
Eu sempre estarei segura ao seu lado. Eu me afasto um pouco e ficamos com os rostos bem próximos, ele leva sua mão para meu rosto e faz um carinho, fecho meus olhos para aproveita-los melhor. Eu suspiro e automaticamente minhas mãos vão para seu rosto. Ele se aproxima lentamente, eu poderia recuar, mas simplesmente eu não consigo, eu não quero, então para acabar com essa angustia, eu selo nossos lábios.
– Elena! Caroline no telefone! – Escuto a voz de Meredith e me afasto do Damon.
Ele está de olhos fechados ainda. Que merda eu fiz?
“Tava beijando o homem que você ama!”
– Eu... – Tento dizer alguma coisa, mas não consigo arranjar uma desculpa, afinal foi eu quem o beijou.
– Não precisa dizer nada Elena – Ele diz colocando a mão no rosto.
– Damon... – Tento dizer alguma coisa, suspiro em frustração.
– É melhor você atender logo a Caroline, para puxar a ligação aperta jogo da velha e o numero um – Ele ainda está com a mão no rosto.
– Isso que aconteceu aqui é mais importante que a Caroline – Eu digo e ele me olha.
– Conversamos outra hora Elena – Ele diz se levantando e saindo do meu quarto.
O que eu fiz? Merda! Merda! Merda! Droga, a Caroline, pego o telefone e vou ver o que ela quer.
DAMON
Um beijo! Não foi um grande beijo, mas foi um beijo. Passo meu dedo indicador pelos meus lábios, mais uma vez, durante aquele longo banho. Ela não recuou, ela me beijou.
Quando saio do meu quarto, Elena não está tomando café com a Meredith.
– Elena ainda está no quarto? – Pergunto.
– Não, ela saiu. Disse que vai passar o dia com a noiva e de lá vai para o casamento. – Meredith diz.
– Ah – Eu digo me sentando a mesa. – Está tudo certo para mais tarde?
– Mais ou menos, pode ficar com Stefan para eu fazer o cabelo? – Pergunta.
– Claro, se quiser eu arrumo ele – Digo e ela sorri.
Um silencio se instaura enquanto comemos.
– Aconteceu alguma coisa entre você e a Elena? Você não dormiu no seu quarto – Meredith diz e eu a olho.
– Ela teve pesadelo, eu não consegui acordá-la, mas ela se acalmou e achei melhor ficar lá caso ela tivesse mais pesadelo – Digo omitindo os fatos de mais cedo.
– Então estava no quarto dela quando Caroline ligou? – Pergunta.
Eu amo a Meredith, mas às vezes ela me irrita com muitas perguntas, principalmente quando o assunto é Elena. Sei que ela está preocupada comigo, mas se eu falar que beijei a Elena, vou ter que explicar tudo.
– Sim, tínhamos acabado de acordar – Digo.
Depois disso ela não falou mais nada, por um lado eu agradeci. Terminamos de comer e logo vou para meu escritório trabalhar mais um pouco. O dia passou tranquilo, logo Meredith me trouxe Stefan para ir fazer o cabelo. Fiquei brincando com meu filho até dar a hora de começar a arruma-lo e depois me arrumar.
Graças a isso eu quase não pensei em Elena e no que aconteceu, mas sei que mais tarde com certeza isso vai vir à tona e vou ter que pensar no que vou fazer. Mas sei que essa conversa não vai ser fácil.
ELENA
A ligação da Caroline veio a calhar, pois me tirou da casa do Damon pelo dia de hoje, e posso pensar com mais calma no que vou fazer. Não posso negar eu o quero, mas e Arthur? Respiro fundo.
– O que foi Lena? – Caroline me pergunta.
Ela estava quase pronta já, faltava só colocar o vestido, mas ela não quer por agora, só perto da hora de ir para igreja.
– Eu beijei o Damon mais cedo – Digo e fecho os olhos, para esperar sua reação.
– Como isso aconteceu? – Ela pergunta e eu sorrio com a lembrança.
– Eu tive um pesadelo, sonhei que estava perdendo nossos filhos, ele escutou e foi tentar me acordar, ele disse que eu não acordei, mas me acalmei, só que ele ficou com medo e ficou no meu quarto – Eu digo e olho para ela, que me incentiva a continuar – Quando acordei ele estava dormindo na poltrona do meu quarto, questionei e ele me contou, me fazendo lembrar do pesadelo, ele ficou preocupado e depois nos abraçamos, quando nos afastamos rolou um clima e eu o beijei, então você ligou e eu não soube o que fazer.
– Você ainda o ama? – Pergunta.
– Sim, demais... – Digo suspirando. – Eu não posso mais negar Car.
– Não negue Elena, você o ama, ele te ama – Ela diz.
– Mas tem o Arthur – Digo e ela me encara.
– Ele quer seu bem, vai entender – Diz.
– Não posso mais engana-lo, eu vou terminar esse noivado! – Digo e ela levanta e vem me abraçar.
– Está tomando a decisão certa Elena, Damon além de ser o amor da sua vida, é pai dos seus filhos – Diz ajoelhada na minha frente.
Tento não chorar, para não borrar minha maquilagem.
– Eu tenho medo de decepciona-lo Car, medo que nosso amor não seja suficiente para sermos felizes. – Digo e fecho os olhos para não chorar.
– Todos nós temos, você acha porque eu ficava com Klaus as escondidas? Medo de sofrer uma decepção – Car diz sorrindo – E olha só, hoje nós vamos nos casar na igreja.
– Então é isso! Já decidi o que vou fazer – Digo e a abraço. – Obrigada.
Alguém avisa que já está chegando a hora, então ajudo Car a colocar seu vestido, e ela está simplesmente maravilhosa. Seguimos para a igreja e me posiciono na frente de Caroline, quando sinto sua presença ao meu lado.
– Ela está linda – Ele diz e eu sorrio.
– Está sim – Digo.
– Você também está linda – Diz e eu o olho.
– Obrigada. – Digo e ele sorri. – Você também está muito bonito.
A música começa a tocar e a porta da igreja abre. Damon entrelaça nossos braços e eu sorrio. Entramos na igreja e nos posicionamos em nosso lugar no altar. Logo Caroline entra sorridente com seu pai. A cerimonia começa, eles começam a fazer os votos. Logo o padre dá a benção e eles são considerados marido e mulher.
Seguimos para festa, e eu tento controlar a minha vontade de puxar Damon para um canto para conversarmos.
“Sei que tipo de conversa é essa!”
Na festa foi uma correria só, mal tive tempo de respirar direito. E o momento que eu mais temi durante todos os dias, desde que aceitei o convite de ser madrinha com Damon, parece o momento mais especial da minha vida, o momento da valsa.
Damon estende a mão para mim, que aceito, ele me conduz até a pista de dança, nossos corpos se encontram, e eu tenho certeza de que tomei a decisão certa essa tarde, não fugir, de me entregar ao homem que eu amo. A música começa e Damon começa a nos conduzir.
– Eu sei que não devia falar isso, mas eu fantasiei esse momento varias vezes durante alguns dias – Ele disse e eu sorri.
– Não vou mentir, eu temia esse momento – Digo e olho nos seus olhos e sorrio – Mas hoje ansiei por esse momento.
– Por quê? – Pergunta sem quebrar o contato visual.
– Por está assim com você, ouvindo sua respiração e tendo meu corpo perto do seu – Digo e um sorriso lindo surge em seu rosto. – Desculpa pela reação de mais cedo.
– Xii, não precisa dizer nada – Diz e me gira, colando nossos corpos novamente.
A dança termina, Damon vai dançar com Caroline e eu com Klaus. A festa continua normalmente, mas eu não consegui mais ter um momento a sós com Damon. A festa estava terminando quando vejo Damon se aproximar de mim sorrindo.
– Quer uma carona para casa? – Pergunta quando chega perto de mim.
– Adoraria – Digo e ele estende a mão para mim.
Ele nos conduz até seu carro. Meredith já tinha ido para casa com Stefan, então era só nós dois. Antes que entrássemos no carro ele me puxa de encontro com seu corpo.
– Eu preciso fazer algo, mas achei melhor fazer quando estivéssemos sozinhos. – Diz e sela nossos lábios.
O beijo começa calmo, aproveito todo o movimento, então logo ele pede passagem com a língua e o beijo vai ficando cada vez mais intenso. Como senti falta disso, o beijo de mais cedo não foi nada comparado a esse. Quando o ar é necessário, ele se afasta sorrindo.
Ele me dá um selinho antes de entramos no carro e seguirmos para sua casa. A cada sinal vermelho, Damon me dava um beijo apaixonante. E era como se estivéssemos voltando ao inicio, ao momento magico do inicio do nosso relacionamento, e pra mim isso estava perfeito.
Assim que chegamos em casa, Damon fez a questão de abrir a porta pra mim, o que me fez sorrir, assim que ele fechou a porta do carro ele me beijou com fúria, com vontade, me trazendo cada vez mais para perto do seu corpo, se é que tinha modo de ficarmos mais colado.
Ele me faz subir no seu colo, entrelaçando minhas pernas na sua cintura, ele desceu seus beijos para meu pescoço, me fazendo gemer.
– Acho melhor irmos para meu quarto, quero você gemendo assim e cada vez mais alto no meu ouvido – Ele diz e beija minha boca, me fazendo sorrir.
Mas ele para o que estava fazendo e fica me encarando.
– O que foi? – Pergunto confusa.
– Eu... – Ele tapa o rosto com as duas mãos.
Eu as seguro e as tiro de seu rosto, fazendo-o olhar pra mim.
– O que foi Damon? – Pergunto preocupada.
– Eu esqueci dos nossos filhos, eu posso machuca-los, eu não quero isso, mas eu... – Ele diz desesperado.
– Damon está tudo bem, não vai machuca-los, pode ficar tranquilo – Eu digo com um sorriso no rosto.
É tão fofo e excitante vê-lo assim preocupado com nossos filhos. Eu pego sua mão e o conduzo para entrada da casa. Eu não aguento mais, meus hormônios estão em alta, me fazendo desejar cada vez mais cada toque dele, por mais simples que seja. É como se meus sentidos tivessem aumentado em cem por cento.
Antes de entrar em casa, eu retiro meus saltos. Por algum motivo, acho que não é uma boa acordar a Meredith, com certeza ela acabaria com o clima, nem vou pensar muito nisso se não eu vou acabar perdendo o tesão, se isso é possível.
Damon está andando atrás de mim e para provoca-lo um pouco, eu começo a subir meu vestido, mostrando minha calcinha. Damon me para bruscamente, colando seu corpo no meu, me fazendo ofegar.
– Se continuar assim eu rasgo esse vestido aqui e agora – Sussurra no meu ouvido e depois morde o meu lóbulo. Mordo meu lábio para não gemer com isso.
– Porque seu quarto é tão longe? – Pergunto e escuto sua risada e sorrio.
Ele nos guia até seu quarto, e assim que tranca a porta ele me beija com intensidade, me prensando na porta. Suas mãos passeiam por quase todo meu corpo. E agora sinto agonia, por ainda estarmos vestidos, principalmente ele. Ele já está sem seu smoking, ele havia tirado no quarto, mas mesmo assim ainda tinha: a blusa social, o colete, a gravata, a calça e a maldita cueca – que com certeza eu só o veria sem ela depois de muito tempo se o deixasse comandar as coisas, por isso tomei as rédeas.
– Eu quero você deitado naquela cama e sem reclamar – Digo e ele ri.
Se afasta, e um sorriso lindo aparece em seu rosto. Ele vai até a cama, tirando o colete e jogando em um canto qualquer, começa a abrir a blusa e deita na cama, fez tudo isso sem tirar seus olhos dos meus, que estou que nem uma boba, ainda parada no mesmo local.
– Vai ficar ai só me olhando? – Pergunta sorrindo.
Balanço a cabeça negativamente e retiro meu vestido, ficando apenas de calcinha.
– Céus! Seus peitos já estão maiores – Diz e depois morde o lábio inferior.
Sorrio e me aproximo, Damon abre o fecho de sua calça depois de tirar a blusa, sorrio – facilitando meu trabalho. Me aproximo e sento em seu colo e beijo sua boca. Suas mãos descem para minha bunda e a aperta com vontade, mordo seu lábio e ele geme baixinho.
Desço meus beijos para seu pescoço, depois para seu peitoral, seu abdômen, passo pelo caminho da felicidade, levanto meu olhar para ver o estado de Damon: de olhos fechados, mordendo os lábios, e com as mãos segurando firme os lençóis. Retiro sua calça junto com sua cueca. Não quero enrolar, eu preciso senti-lo, o desejo é maior que tudo.
– Acho que estou tendo meu primeiro desejo de gravida – Digo e ele me olha.
– O que? Peça o que quiser e eu vou dar um jeito de satisfazer – Diz levantando e ficando apoiado nos cotovelos me olhando.
– Eu quero isso aqui – Digo pegando em seu membro e o apertando, Damon geme alto e rouco. Fazendo meu desejo aumentar cada vez mais. – De todas as formas possíveis.
Começo a fazer um vai e vem rápido, Damon deixa seu corpo cair na cama e tenta controlar seus gemidos, eu beijo sua boca e continuo minha massagem. Eu paro e ele geme em frustração, me fazendo rir, só então ele percebe a minha intenção.
Quando o coloco na boca, sinto Damon erguer o quadril em minha direção, para que eu vá mais fundo, eu o coloco totalmente na minha boca e quando eu tiro, raspo meus dente, Damon não se controla e geme alto, me deliciando cada vez mais, fazendo meu desejo por ele aumentar.
Eu começo a acelerar meus movimentos, fazendo Damon ficar inquieto na cama, e ouvi-lo tentando controlar os gemidos está me deixando cada vez mais excitada. Eu até pensei em parar e fazê-lo me preencher logo, mas foi tanto tempo longe, tanto tempo controlando meus sentimentos e minhas vontades, que eu queria que essa noite passasse bem devagar, e que eu pudesse desfrutar totalmente de seu corpo por horas e horas, sem me preocupar com nada.
– Elena – Damon praticamente grita meu nome ao se entregar a um orgasmo intenso.
Sorrio e beijo sua boca, enquanto ele se recupera. Não demora muito e ele nos vira na cama, me fazendo rir, antes de me beijar a boca com intensidade.
– Sabe, eu podia te torturar, mas acho que uma coisa mais intensa e mais prazerosa é melhor – Ele diz e sorri de lado, me fazendo tremer.
Eu rasga minha calcinha e joga os pedaços pra qualquer lugar, sorri e passa o polegar perto da minha intimidade que já está latejando a espera de um toque mais profundo.
– Damon... – Falo seu nome baixinho e fecho os olhos.
Ele me penetra com dois dedos, indo fundo, me fazendo gemer alto, sem me preocupar com nada, ele retira e os enfia novamente, mordo meu lábio para não gemer ainda mais alto.
– Geme Elena, geme bem alto pra mim – Diz e começa a tirar e enfiar seus dedos.
Eu não controlo mais meus gemidos, eu não controlo mais nada, eu só sinto o prazer me consumir, é como se não existisse mais nada além de nós dois nesse quarto. Seus movimentos são rápidos e profundos, quando ele retira seus dedos eu gemo frustrada. Eu quero mais, eu preciso de mais, e antes que eu fale alguma coisa, eu sinto sua língua lá, passando lentamente na minha intimidade, limpando vestígios da minha excitação, o que é praticamente impossível, já que isso me deixa ainda mais excitada.
Logo ele começa a brincar com minha intimidade com sua língua, com seus dentes, me fazer gemer loucamente seu nome, palavras desconexas até pra mim mesma. Ele começa a estimular meu clitóris com seu polegar, enquanto morde lentamente minha intimidade, e eu não consigo mais controlar, o meu orgasmo vem forte e arrebatador, me fazendo deliria e ficar completamente mole.
Damon não deixa me recuperar, e me penetra de uma vez, começando a estocar lentamente, ele me beija carinhosamente. Eu não tenho forças nem para gemer, fico de olhos fechados enquanto ele faz amor comigo, aproveito cada estocada.
DAMON
Elena está toda mole embaixo de mim, mas minha ânsia de senti-la foi maior do que a vontade de deixa-la se recuperar. Eu fico num movimento fraco até ver que ela já tem condições para suportar mais um orgasmo. Começo a me mover mais rápido e ela geme baixinho e eu sorrio.
Começo a entrar e sair de dentro dela com força e rapidez, nossos gemidos estão cada vez mais alto, eu nos viro a deixando por cima de mim, ela começa a quicar e rebolar. Então me lembro que eu ainda não provei seus seios, que estão maiores. Desço meus beijos pelo seu pescoço até chegar ao vão de seus seios.
– Isso – Ela geme quando abocanho seu seio direito.
Elena diminui o ritmo de sua cavalgada, para eu poder brincar com seus seios, eu os chupo, mordo, aperto. Nossos corpos e nossos movimentos estão sincronizados e o prazer aumenta a cada investida.
É impossível dizer como estou me sentindo no momento, só sei estou no meu limite, que já já gozarei forte, mas quero esperar por ela, quero que seja tão intenso pra mim quanto pra ela.
– Eu tô quase lá – Ela diz como se lesse meus pensamentos.
Nos viro novamente e começo a estocar com força do jeito que sei que ela gosta quando está perto e sem que precisássemos dizer alguma coisa, ambos gozamos juntos, beijo sua boca, e lembro que não posso cair em cima dela, apoia minhas mãos ao seu lado, tentando me recuperar um pouco. Saio de dentro dela e deito do seu lado, a trazendo para meu peito, ela o beija e eu fecho os olhos.
– Eu te amo – Ela sussurra e um sorriso bobo surge em meu rosto.
– Eu também te amo – Digo e beijo seu cabelo.
Ficamos em silencio um tempo, tentando controlar nossas respirações, e enquanto isso eu só penso em como é bom tê-la novamente em meus braços.
– Você pensou em algum nome para nossos filhos? – Pergunto quando me recupero, ela demora a responder e penso que ela dormiu.
– Não e você? – Pergunta com a respiração ainda entrecortada.
– Eu pensei em alguns, mas nada significativo – Digo e ela se ajeita para poder olhar pra mim.
– Em quais pensou? – pergunta e sorri.
– Anne e Alex, eu acho os dois bonitos e fortes – Digo e seu sorriso aumenta.
– Então serão esses, eu adorei os dois – Diz e eu sorrio.
– Que bom que gostou – Digo e ela me dá um selinho, então boceja. – Acho melhor dormimos um pouco, você precisa descansar teve um dia agitado.
– Eu posso dormir aqui? – Pergunta sem jeito e eu sorrio.
– Deve dormir! – Digo e ela sorri e se ajeita em meu peito.
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