Sex Slave
3 Vangloriando-se
Notas iniciais
Aqui estou eu! kk Cap fresquinho que corta as leis de "estude e sem computador!" da minha mãe. U.U kkk
Bem, tem um pouco de limonada, mas não deu pra colocar tudo. De qualquer forma, espero que gostem.
Eu não revisei, já que estou em épocas de provas (amanhã é história! :S). Perdoem-me, nas férias não postarei nada sem revisar, juro. ^^ Por enquanto, paciência.
Boa Leitura! ♥
Raito’s POV
Fiquei por poucos segundos encarando o corpo abaixo de mim, sentindo raiva ao ver aqueles traços, extremamente calmos, não fosse pela respiração acelerada. L realmente tinha autocontrole e realmente conseguia fingir estar sereno como uma criança dormindo, mesmo sabendo do que eu estava prestes a fazer.
Me inclinei sobre seu corpo magro, entorpecido por aquele desejo que incandescia sob minha pele. Se ele apenas pudesse se mostrar da forma que é, sem todos os fingimentos, sem aquela expressão fechada, sem todas as porcarias que faziam dele o detetive perfeito e inatingível... Ah, não havia coisa que me deixaria mais feliz.
– Não. – Ouvi sua voz, quando estava prestes a tocar a pele macia de seu pescoço. Por incrível que pareça, aquilo me fez hesitar. Pois o tom de L era extremamente desesperado. – Não faça isso, Raito. – Pediu mais uma vez, como se aquilo fosse algo inconcebível de se acontecer para ele. O que ele esperava? Que eu me lembrasse de todas as vezes em que nos dissemos amigos? E, o pior, o detetive era tão pretensioso que falava meu nome naturalmente, excluindo a possibilidade de que Kira podia, sim, ser outra pessoa.
É óbvio que eu ignorei seu pedido — que mais soou como ordem — e continuei com meu movimento, sugando a pele de L. Mordisquei seu pescoço, me divertindo com a força que ele fazia para se livrar de mim. Saí de cima de seu corpo, abaixando suas calças. Eu só não esperava aquela merda daquele chute na minha cara.
Minha boca se abriu e meu corpo inteiro pareceu se encher de raiva, pronto para espancar aquele detetive imbecil. Mas antes que eu pudesse o xingar de todas as maneiras possíveis, me controlei. Desgraçado. Eu não iria dar à ele a certeza de que sou Kira. Não. Iria.
Prendi os braços de L, mas o segurando, não conseguiria tirar sua roupa. Raito, você é realmente muito bonzinho, pensei comigo mesmo. Então saí dali e fui para suas calças, sem me preocupar se o machucaria, apenas arrancando-a de seu corpo.
Apenas arrancando-a, eu disse? Não. Esqueçam isso.
L me impediu. Insuportavelmente.
Dá para acreditar que o detetive começou a espernear como uma criançinha? Senti um golpe de seu calcanhar em meu ombro, outro em meu rosto. Segurei uma de suas pernas, mas a outra atingiu meu tronco.
– Dá pra parar?! – Berrei impaciente, boquiaberto com o modo com que aquela pessoa conseguia ser, incrivelmente, irritante.
– Nossa, Yagami. É a primeira vez que ouço seu tom tão irritado.
Patético. Vamos humanidade, eu permito que, ao menos dessa vez, vocês possam usar essa palavra para me intitular.
Uma raiva abissal invadiu meu ser e olhei para ele irado, me sentindo uma ridícula criançinha do pré discutindo. Eu estava me sentindo frustrado. E esse merda desse detetive, não sabe o quanto eu odeio. Me sentir. Frustrado.
L’s POV
O gosto da vitória brincava por meus lábios, dando-me vontade de rir, esfregar na cara de Raito o quão ridículo ele era. Só não o fiz, porque sabia que a essa altura, Raito já devia estar mais que furioso comigo. E, aquela situação, não dava brechas para risadas. Afinal, se Raito era um tolo por ter confessado para mim (pois para mim aquilo era uma completa prova de sua identidade como Kira), eu fora um tolo por me deixar capturar. Afinal, o que me levou a confiar em BB?
Eu deveria saber que ele nunca mais seria ele.
Senti de repente, a mão de Raito em meu pescoço, prendendo meu ar, cortando meus pensamentos. Por estar desprevenido aquilo me causou um tremendo desconforto. O ar começava a me faltar e a vontade de tossir começava a me invadir, quando ele soltou repentinamente, livrando-se de minha venda em seguida.
O porão era escuro, fato a que eu agradeci, pois fez com que minha vista não se ferisse após minutos sem luz alguma. Pouco a pouco discerni o rosto de Raito à minha frente, furioso. Encaramos-nos por longos segundos, o ar se tornando uma massa espessa e incomoda, ameaçando nos matar sufocados.
Várias coisas vieram a minha boca. Xingamentos, acusações e mágoas, todas misturadas. Mas... eu apenas dei um riso seco.
– Eu sabia. L nunca erra. Em hipótese alguma.
– L nunca erra?! – Ele soltou uma gargalhada alta que durou menos que três — longos — segundos. – Então você quer dizer que estar preso em um porão com seu pior inimigo e prestes a ser estuprado, é um acerto?
Olhei para seus olhos castanhos, que mostravam uma frustração imensa e uma vontade ainda maior de me fazer sofrer. Eu sentia nojo. Nojo. Não há outra palavra senão essa.
– Pensei que Kira fosse ter a mínima dignidade de dar uma morte rápida a seu inimigo. Não é o mínimo que podia fazer? – Praticamente cuspi as palavras em sua face.
– Não sou só eu quem controla o jogo. Beyond não permitiria isso. – Ele afirmou em tom sério. E então, vi seu rosto se aproximar do meu, ficando a poucos centímetros. Me assustei e levei a cabeça um pouco para trás, afim de extinguir aquela proximidade. Um sorriso tingia o canto dos lábios de Raito. Ele posicionou os lábios ao lado de meu ouvido. – Eu venci, L. Você vai morrer e eu sequer precisarei usar meu poder como Kira... Eu venci graças a sua burrice.
Risadas.
Meu interior se contorcia enquanto eu queria gritar, acabar com a raça daquele infeliz, fazê-lo se arrepender, descontar nele todas as minas frustrações. Mas era isso o que queria e eu não daria nada mais ao Raito. Nada mais.
Ao terminar com suas insuportáveis risadas, Raito olhou para mim e sorriu.
– Você não se sente ridículo? Por me chamar de “amigo”? – Ele pronunciou a última palavra com a voz mais aguda. Encarei-o sem expressão. Trinquei o maxilar. E só então arranjei coragem para pronunciar aquilo.
– Por que eu me sentiria? Nós fomos amigos. – Afirmei. Raito franziu o cenho, parecendo realmente surpreso.
– Fomos amigos? Você só pode ser um completo idiota! Aquilo era fingimento, L. Assim como Papai Noel e Fada do Dente. Entende? Nunca existiu. Era uma ilusão sua.
Foi minha vez de rir.
– Pare de mentir tão descaradamente. Você sabe que eu fui a única pessoa que você encontrou que estava a seu patamar. Sabe que deixou a investigação de lado, apenas para aproveitar minha companhia. Assim como eu fiz.
Ele ficou sério por alguns segundos. Aquele rosto de filhinho de papai com os traços fechados, me olhando com incredulidade.
– Você parece muito calmo para um perdedor. – Disse ele finalmente. Revirei os olhos, soltando o ar em seguida.
– Não sou um perdedor. Kira não irá vencer. E, eu sou realmente o maior detetive do mundo.
– E vai morrer. – Ele me interrompeu, acrescentando aquele fato. Raito era insuportável. Tinha prazer em se vangloriar, mesmo que sua vitória tenha sido suja e sem honra nenhuma.
– Eu sou superior à você. – Afirmei com o tom baixo, olhando-o como se meu olhar possuísse o poder de matar.
– Você não pode ser superir a um Deus, L. – Retrucou.
– E você não é um. É tão patético que precisou da ajuda de Beyond para me capturar. E nunca saberá meu verdadeiro nome.
E em um piscar de olhos, suas mãos apertavam meu pescoço com força e seu rosto estava tingido de fúria, com os olhos castanhos injetados e com os lábios comprimidos em uma linha tensa. Estava quase grudado ao meu.
– Minha vontade é de te matar agora mesmo, sabia? Ou de fazer como Beyond... seria divertido cortar sua pele até que você implorasse para que eu parasse. – E então ele riu. – Imagino como deve ter sido cômico ouvi-lo gemendo de dor, enquanto Beyond enfiava em você como se fosse uma puta barata.
Meu rosto finalmente se mostrou alterado e eu tentei me livrar dele, mas sem sucesso. Eu estava fraco. E dolorido. E tudo o que eu queria era sair dali, sair daquele pesadelo.
Mas o pesadelo não me abandonou. Apenas fez-me afogar-me ainda mais dentro dele.
Raito’s POV
Eu finalmente havia conseguido atingir um ponto de L. Finalmente, finalmente havia feito aquele desgraçado esboçar alguma emoção! Aquilo era uma vitória. Mais muito, muito pequena. Vi em seus olhos o cansaço, o desespero. E aquilo me alimentou para continuar. Me alimentou para arrancar do detetive, tudo, absolutamente tudo, o que ele tinha...
– Sua vida deve ser algo tão triste, não é? Acho que vamos fazer um favor em acabar com ela. Afinal, eu te dei um pouquinho de atenção, apenas um pouquinho, e você me considerou seu melhor amigo. E se eu fizesse... – Apertei seu membro. – Isso?
– Pare.
– O que aconteceria? Hum? – Dei uma risada, me divertindo com sua expressão derrotada. – E um beijinho? Será que algum dia algum idiota já beijou essa sua boca suja?!
Peguei em seu queixo, puxando-o para mim e arrancando dele um beijo violento, explorando com minha língua todos os cantos de sua cavidade bucal. Ele tentou me empurrar, mas o pressionei contra mim, mantive o beijo. Encerrei com uma risada, vendo que havia machucado um pouco sua boca.
– Sabe, eu tenho dó de você... Aposto que nunca transou com uma garota. E agora tudo o que tem é a mim. Mas eu realmente não vou deixar que você sinta como se eu fosse uma garotinha... Afinal, olha pra você. Mesmo se quisesse, não conseguiria... – Abaixei sua calça em um só movimento, bruto. E então peguei em seu membro, sobre a boxer. Prestei toda a minha atenção nele. – Será que você tem a capacidade de ficar duro? Ou será que...
– Por favor, para! – Seu grito me deu um tremendo susto. Olhei para ele, L estava chorando.
Eu não gostei do que vi.
Era a primeira vez que eu via L chorar.
Era a primeira vez que o via ao menos mostrar resquícios de tristeza.
E ele estava desesperado, com o rosto tingido em dor, as pernas bambas e a expressão suplicante.
Olhei para seu rosto, sentindo algo horrível dominar meu peito. L estava sendo contra Kira e eu não podia negar. Ele me irritava. Mas...
Balancei a cabeça.
Não.
Essa é a minha vingança.
Minha vingança, caralho!
Abaixei a boxer de L, libertando seu membro, nem um pouco excitado.
– A princesa está chorando? Ah, realmente... acho que vou fazer um favorzinho pra você.
Comecei a massagear a extensão de seu membro, indo do começo ao fim, massageando os testículos e vendo com satisfação o órgão enrijecer.
– P-pare... – Ele pediu mais uma vez, dessa vez, com a voz abafada. Eu encarei seu rosto, com raiva.
– Pare? Eu estou fazendo um favor para você, L. Não peça para eu parar!
– Isso não é um favor... você só quer desesperadamente que eu deseje seu toque, mas... isso não vai acontecer.
– O quê?! – Soltei indignado. L me olhou com as ônix cortantes.
– L nunca desejará Kira.
– É um desafio? – Zombei.
– Não. Porque, nunca é nunca. – Ele já estava se recuperando do efeito de meus toques e eu não ia deixar.
– E você é um completo mentiroso.
Não dei tempo para que falasse nada, comecei a brincar com seu órgão novamente, ao mesmo tempo em que avancei em seu pescoço, sugando sua pele, saboreando-a, mordendo-a. Senti o membro rijo. E, sem perder tempo, abaixei-me, abocanhando sua glande.
– Aaaah! – L soltou. E isso me incentivou.
Eu não sabia que diabos estava fazendo.
Eu não sabia.
L’s POV
Depois do gemido que me traiu, Raito começou a ir e vir com a cabeça, querendo mais e mais gemidos que eu não sabia ser capaz de controlar. Eu olhava de cima aquela cena e, mal podia acreditar. Ah, Deus, por quê? Ele parecia realmente me desejar e estava ansiando que eu o desejasse.
Seus lábios eram macios e sua boca quente e úmida, apertando meu órgão e deslizando nele.
– Ahn... R-raito! – Os gemidos saltaram. Raito? Eu gemera o nome dele?! Como me permitira fazer isso?! Ele aumentou a velocidade, passando a língua pela glande, fazendo eu me contorcer.
Eu... não podia pensar.
Com Beyond não fora assim!
– Ah... Ah... Ah... – E a cada vez em que vinha, eu gemia mais alto e levava minha pélvis em direção à sua boca.
Eu quase agradeci ver Beyond descendo a escada.
Quase.
Beyond’s POV
Desci as escadas para ver que diabos Raito estava fazendo.
Meus músculos retesaram e a vontade de rir daquela cena virou nada perto da fúria que me invadiu.
Quem Raito pensava que era?!
L estava vermelho e descomposto, gemendo como uma vadia. Entortei a colher em minha mão, com a força que a apertava.
QUEM RAITO PENSAVA QUE ERA?!
Notas finais
Bem, críticas são sempre bem vindas. õ/
E, desculpem-me não botar o lemon inteiro, sei que vocês queriam, mas o rumo da história foi pra outro canto... kkk Gomen! :3
Espero mesmo que tenham gostado, na boa. ^-^
Kissus ♥
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