Sex Slave

2 Provocações


Notas iniciais
Yoo Danoninhos! ^^ Aqui estou eu com o primeiro cap õ/
A história está bem no comecinho, já prevejo tantas coisas... kkk Estou animada com isso. :3
Bem, agora eu estou estudando pra matemática, de modo que só postei por o cap já estar quase pronto.
Perdoem qualquer erro, não tenho tanto tempo pra revisar (nem pra escrever, na verdade)
Espero que gostem!
Boa leitura ♥

Raito’s POV


Meu pai abriu a porta e eu entrei logo após ele.

– Sejam bem vindos de volta! – Disse minha mãe melodicamente ao ver-nos passar pela sala. Sorri para ela e segui para meu quarto, ignorando a possibilidade de ficar um pouco com minha família.

Na minha cabeça as ideias iam se enrolando, uma atropelando a outra. Eu estava pensando em L e estava ansioso para saber aonde ele poderia estar. Eu realmente queria saber onde ele estava. Aquela curiosidade estava me matando, eu queria apenas saber quem fizera isso. E queria poder entrar em contato com a pessoa. E... fazer algo. Isso estava me enlouquecendo!

Me sentei em minha cama, encarando as paredes brancas do quarto e organizando os pensamentos difusos. B era inteligente, tanto que simplesmente não havíamos encontrado nada a respeito dele. Investigamos então as ações de L, no dia em que desapareceu. Mas também não se sabia nada útil a respeito dele.

Uma música irritante começou a tocar, interrompendo meus pensamentos. Soltei o ar, me levantando e indo até o celular.

– Alô? – Atendi, vendo que o número era restrito.

– Olá Kira. – Uma voz disse em tom divertido, do outro lado da linha. A afirmação me assombrou. Aquele era meu número pessoal. Mas, aquela voz estava sendo modificada, o que queria dizer... Era B quem me ligava. Quem eu tanto queria que me ligasse, estava o fazendo. Ele estava com L. O que me dava uma enorme vontade de perguntar sobre ele de uma vez e sanar minhas dúvidas. Mas somente engoli em seco.

– Desculpe-me, mas com quem estou falando? – Perguntei sinicamente. Uma risada de escárnio escapou do celular.

– Eu realmente estou entediado e preciso chamar Kira pra festa... Mas se não quiser vir, apenas avise. – Falou. Engoli em seco pela segunda vez. Eu não estava prestes a admitir que era Kira para um completo desconhecido apenas por curiosidade, estava?

– Vamos, me passe o endereço.

***

Cheguei ao lugar que seria uma casa completamente normal, se eu não soubesse o que seu interior escondia. Abri o portão, ignorando a existência do interfone. Segurei a maçaneta, girando-a. Surpreendeu-me o fato de que a porta realmente se abriu.

E então, eu vi, sentado sobre um sofá branco de coro... L.

Meu coração bateu frenéticamente no peito e eu permaneci estático na porta. Cheguei a sentir vertigem, com aquela possibilidade em mente. Então L havia fingido sequestro? Isso fora um ridículo plano seu e eu... caí?

– Ei, por que está tão branco? – L perguntou. E então deu uma risada alta que reverberou por todos os móveis daquela sala espaçosa. – Fique calmo, Raito. Eu não sou o L. Mas... você realmente parece um completo idiota! – Zombou com mais uma risada, jogando a cabeça para trás, como se realmente fosse algo hilário. Encarei aquele ser, com o cenho franzido e os punhos fechados em fúria. Ele definitivamente não era o L. Seus olhos eram vermelhos. E sua voz adquiria um tom totalmente diferente com o modo com que deixava as palavras fluírem, deploravelmente.

– Então o que é você? Uma cópia barata de L? – Indaguei, não permitindo a mera possibilidade de deixá-lo por cima. O rosto de B instantaneamente se fechou e ele se aproximou de mim com os olhos de sangue mergulhando em minhas íris.

– Se eu fosse você me respeitaria, Yagami. – Ele soltou um pequeno riso seco e sombrio. – Ou devo dizer... Kira?

Encarei-o com raiva. Eu poderia negar, com toda a certeza. Diria que fingi ser Kira, apenas para vir salvar L. Mas... qual a vantagem? Se eu acabasse me prejudicando, levaria-o comigo. E, se ele havia me chamado e se realmente era um seguidor meu, não havia motivos para esconder-me dele. Talvez, B seja meu novo Mikami, pensei com a agradável ideia brilhando em minha mente. Mas logo a descartei. Teria que adestrá-lo muito bem para que chegasse àquele ponto.

– Aonde L está? – Indaguei, ignorando sua provocação. Ele se virou de costas para mim e andou até a mesa de centro feita de madeira clara, pegando um pote com conteúdo avermelhado.

– Eu estava... brincando com ele. – Afirmou sorrindo e capturando um pouco do conteúdo com as pontas dos dedos. Sugou-os demoradamente, os lábios que eram espelhos dos de L, melando-se com o que parecia ser geleia.

– Vocês são irmãos? – Indaguei, como quem não se importa. B me lançou um olhar assassino. Eu estava realmente o estranhando. Que tipo de problemático ria como uma criança lunática em um estante e no outro olhava para você sério e como um psicopata?

– Não interessa o que somos. – Disse ele com a voz afiada como uma navalha. E então pegou mais um pouco da geleia com os dedos. – Como eu dizia... eu estava brincando com L. Mas achei que seria melhor esperar Kira chegar para terminar a brincadeira. Por enquanto, apenas me dei uns presentinhos... Esperando o momento certo de ligar para Raito Yagami. Raito Yagami... – fez eco às próprias palavras. – Nem tive que torturá-lo tanto para que me dissesse o nome, sabia?

– Mas ele não sabe que sou Kira. – Retruquei. E mais uma das insuportáveis risadas daquele ser que eu acabara de conhecer, mas que já me despertava ódio, fora soltada. – Onde está L? – Indaguei novamente, ríspido.

– Mas que pressa pra vê-lo! – Se queixou. E então começou a andar, saindo da sala e indo vagarosamente para um corredor. – Me siga.

– Eu não posso. Antes você tem que vendar os olhos de L, ele não pode ver meu rosto. Não pode saber que sou Kira. – Avisei. B me olhou com raiva. Ele sabia que eu não queria que ele soubesse quem eu era, pois estava considerando a chance daquilo dar errado e de L escapar. Mas então pareceu se lembrar de algo, e um sorriso se estendeu de uma orelha a outra, de forma que seu rosto pareceu mudar completamente.

– Oh, é mesmo. Eu sequer me apresentei, não é? – Perguntou com aquela voz sempre divertida, como a do coringa. – Me chame de Beyond Birthday. Assim como Kira... L é tudo o que eu mais odeio.

Um sorriso sem tamanho dominou meus lábios.

– Acho que estou começando a gostar de você, Beyond. – Falei com um sorriso pervenso nos lábios.

Era mentira.

***

Desci as escadas quando Beyond me chamou, com um sonoro “Kira”. Olhei o lugar mal iluminado e frio demais. E vi em um canto o detetive jogado no chão. Suas roupas com manchas de sangue. Seus cabelos bagunçados. E sua aparência mais patética que a natural. Eu preciso admitir. Fora um tremendo impacto vê-lo daquela forma, completamente acabado.

Olhei para o lado e vi Beyond. Mas ele logo começou a andar em direção às escadas, vagarosamente.

– Se divirta. – Disse antes de passar pela porta, fechando-a.

Fiquei parado no meio do porão, olhando o detetive. Soltei o ar. O que eu iria fazer? Não podia falar. L reconheceria minha voz. Não podia machucá-lo, como Beyond achava que eu faria, pelo simples fato de que ele já estava machucado demais e seria como chutar a cabeça de um cachorro morto. O que eu poderia fazer?!

No final, me vi andando relutantemente em sua direção. Me abaixei ao seu lado e levantei sua blusa branca (que de branca já não tinha nada), vendo seu abdômen e flagrando os diversos cortes presentes nele.

– BB me disse que seria Kira. O está fazendo? – Sua voz esganiçada perguntou. O ignorei. E reparei que havia realmente muito sangue em sua calça, principalmente na parte traseira. Uma ideia se formava em minha mente. Mas... BB não teria sido capaz de fazer essa imbecilidade, teria?

Me levantei dali, ficando de pé. Peguei em suas mãos e as puxei para cima, mas ele se recusou a levantar. Puxei-as mais uma vez, insistindo.

– Não. – Murmurou com rouquidão.

Soltei suas mãos, sem saber o que pensar em relação aquilo. Nervoso. Enojado com Beyond. De alguma forma, me irritava o fato de ele odiar L tão intensamente. E me intrigava o fato dos dois serem idênticos.

– Você sabia disso o tempo todo, Raito? – Perguntou ele. Estava me irritando todas aquelas perguntas que eu sabia que ele fazia apenas para me provocar. Aquele detetive me irritava. Ele sabia que eu não falava para que não reconhecesse minha voz. E, no entanto, fazia questão de falar comigo, como se eu fosse me permitir cair em seu jogo.

Não havia o que fazer ali.

Comecei a andar em direção à saída, quando a voz de L me parou.


L’s POV


– Kira! – Chamei-o. Não podia permitir que saísse, não sem que falasse algo, não sem que me desse a absoluta certeza de que era Raito Yagami. O ouvi parar. – Venha aqui, por favor. Eu preciso que veja algo, estou com medo de que um dos meus ferimentos esteja infeccionado. – Menti. – Certo que quer me matar, mas não gostaria que eu morresse sem te dar o mínimo gostinho, gostaria?

E, ainda a seu modo mudo, ouvi Kira vir até mim.

Assim que senti seu toque em meu braço, levantando minha blusa, o agarrei. Ouvi uma leve alteração em sua respiração, mostrando-me que havia sobressaltado-se. Deixei que um leve sorriso me escapasse.

– Achei realmente que Kira fosse mais cruel. Quero dizer, você não chega aos pés de BB. – Provoquei. E senti em seu braço que sua pulsação mudou levemente, irritado comigo. O melhor a fazer era continuar, pois eu tinha arquitetado um plano em minha mente. – E, afinal, não sou eu quem impede sua justiça? Eu não deveria sofrer por ser tão insolente?

E, como pensei, o provocar não funcionaria. Eu sabia que estava fazendo uma completa idiotice e que futuramente me arrependeria. Mas, eu iria morrer, inferno! Eu estava desesperado. Eu nunca pensei que despertaria o ódio profundo de Beyond com simples palavras... E agora eu estava nas mãos de Kira. E se era para morrer, eu preferia morrer com a certeza de que sempre estive certo. Pois L nunca erra.

Raito tentou sair, mas eu o puxei de volta. Tentei dar-lhe um soco, para ouvi-lo gritar e ao menos ouvir sua voz, mas ele conseguiu desviar-se com facilidade eximia. Logicamente. Se eu estava vendado e fraco e ferido. Quais as minhas chances? Kira estava quase se levantando, quando eu vi que teria mesmo de fazê-lo. Pelo menos... seria menos sujo do que com Beyond. Porque eu não iria permitir aquilo mais uma vez, eu arrancaria um único gemido de Raito (pois eu sabia que era ele). Um único e mísero.

Antes que ele saísse, tateei seu corpo, achando o espaço da calça que ficava sobre seu membro. Me impulsionei para frente, fazendo Kira cair no chão, dando um ofego com isso. Então comecei a desabotoar os botões de sua calça e abaixar o zíper, atrapalhadamente, prendendo-o no chão sob minhas pernas, fazendo uma força incomensurável para isso, na situação patética em que estava, após ter sido estuprado seguidas – e vergonhosas — três vezes.

Por estar difícil abaixar suas calças, apenas deslizei a mão por baixo delas, apertando seu membro e o fazendo arquejar. Ele tentou se levantar, mas eu o mantive ali e então, enquanto ele ficava estupefato, abaixei-me, na tentativa de levar a boca até seu membro.

Mas Raito foi mais rápido. Senti-o me empurrando de volta e, invertendo as posições, ele estava sobre mim agora.

Só então... eu vi o erro que cometi.

Raito, quem eu pensara ser meu único amigo... Bem, tudo não passara de uma ilusão. Pois naquele momento eu tive certeza de que ele não hesitaria em fazer o mesmo que Beyond.

Porque Raito era tão ruim quanto Beyond. Se não pior.

Raito’s POV


Meu coração batia louco dentro de meu peito, e agora eu estava sobre o detetive, respirando raivosamente sobre seu corpo. Desgraçado! Por que ele queria tanto saber se eu era Kira? Hum? Ele não iria sobreviver! Não iria escapar, droga! Eu não iria gemer para ele. O que L pensava que era?

Olhei para ele e minha vontade era arrancar sua venda e me mostrar. Está vendo? Você sabe quem é Kira! Mas isso não muda o fato de que está morto, está perdido! Eu VENCI!

Mas eu não queria dar esse gostinho ao L. Não podia mostrar que esteve certo o tempo todo. Não podia lhe dar a honra de ter reconhecido um Deus.

Olhei para o corpo de L, maliciosamente.

Você quer brincar? Então vamos brincar.


Notas finais
Muahahaha! Sim, eu sou má! Parei na melhor parte! ÒuÓ kkk
Bem, espero que tenham gostado :33
Primeira vez que descrevo o BB, então bateu aquele medo! E, para quem está se perguntando "ué, não vai mostrar uma boa limonada LxBB?", eu respondo: me aguardem. ^^ kkk
Bem, eu não gostei muito e estou postando apressada...
Aceito sugestões e críticas, danoninhos!
Kissus ♥
P.S. Viu, Lívia-sama? Usei a palavra incomensurável em uma parte! ^^