Notas iniciais
Eu deveria ter postado esse capítulo ontem. Mas não postei, é.
Dedicado à umma Anaa, que já leu mas não custa dedicar, à Teg que perdeu o capítulo, então não terminou de ler, à fofa da SunKyu e a participação especial do principezinho é dedicada à Noona.

Tudo o que KyuHyun precisava era de descanso, e era só no que pensava ao chegar ao seu apartamento. Cozinhar por um dia inteiro nunca era cansativo, mas aquele fora um dia particularmente estressante. Depois de ter sido apresentado oficialmente a Zhou Mi, tratou de arranjar uma desculpa qualquer para ir embora, sem mais nenhum interesse na opinião de Siwon sobre o prato que lhe foi servido.

Logo ao entrar, usou os pés para se livrar dos tênis sem nem mesmo desamarrar os cadarços. Calçou as pantufas pretas e jogou a jaqueta em um canto qualquer. Dirigiu-se à cozinha para abrir os recipientes de isopor que trouxera do restaurante. O jantar de KyuHyun sempre era preparado pelos chefs de sua equipe; ele dizia que era um modo de avaliar o desempenho deles, mas a verdade era que odiava cozinhar para si mesmo. No geral, eles preparavam pratos extravagantes, no intuito de impressionar, mas naquela noite, a simplicidade da refeição o agradou, já que estava sem humor algum para botar seu palato refinado para funcionar e analisar texturas e sabores. Ele só queria comer, simplesmente por pura fome, algo simples e delicioso.

A chef de massas lhe preparara talharim au beurre com milho e ervilhas, e para compensar a advertência mais cedo, RyeoWook lhe preparara uma charlotte.

Comeu calmamente bebendo chá gelado como acompanhamento, sem deixar nem seus próprios pensamentos o perturbarem. Saboreou a charlotte enquanto assistia televisão e quando já não havia mais o que comer, jogou os receptáculos descartáveis no lixo.

Bocejou, e só então percebeu estar com uma leve dor de cabeça, o que trouxe todo o dia que acabava à tona. Com um suspiro enfadado, andou até a sala, ficando de frente para a parede de vidro, que dava uma espetacular visão panorâmica da cidade. Cruzou os braços e pôs se a pensar em tudo o que havia acontecido.

Não estava nem um pouco contente com a atitude de Siwon, o que ele estava pensando? E ainda usar a amizade deles como argumento? Aquilo fora baixo, na opinião dele. Nunca dividira a soberania naquele lugar, e não sabia muito menos queria fazê-lo, motivo pelo qual só foi contratado com a condição de que não teria um sous-chef. Não suportava que interferissem no seu modo de trabalhar. Além do mais, tivera a pior impressão de Zhou Mi, tomando-o como um homem arrogante, prepotente, a começar por seu comentário sobre o Peixe Sichuan num tom de “Faço isso melhor que você”. Ele não sabia o que fazer. Não sabia se ia aguentar por muito tempo dividir a cozinha, mas não podia sair de lá e entregar a cozinha que com tanto apreço e dedicação ele levou aos graus mais altos dos padrões sociais.

Toda aquela reflexão só aumentou a dor de cabeça, e depois de escovar os dentes e tomar banho, KyuHyun tomou um analgésico e se perdeu nos edredons da cama king size, caindo num sono profundo e sem sonhos.

——^^——

Na manhã seguinte, pontualmente às nove da manhã, KyuHyun prendia metade de um croissant entre os dentes enquanto manobrava para encaixar seu Audi R8 em sua respectiva vaga no estacionamento do restaurante. Pegou o cappuccino no porta copos e terminou de tomar seu café da manhã no carro. Puxou seu muito amado conjunto de facas do banco ao lado e caminhou até a porta dos fundos para mais um dia de trabalho.

Deu bom dia aos que lá já estavam, e encaminhou-se à sala dostaff, que ficava logo ao lado da cozinha. Colocou toda a vestimenta alva, amarrou o avental na cintura, colocou o chapéu alto na cabeça, e cruzou a porta por onde havia entrado Cho KyuHyun e agora saía ChefKyuHyun, e não admitia que fosse chamado de outro jeito.

Enquanto andava, Heechul apareceu do nada ao seu lado, acompanhando-o e falando rápido:

— RyeoWook foi à Tóquio fazer o bolo de aniversário de um empresário milionário lá. E a SeoYeon da recepção disse que o “principezinho” fez reserva para hoje à noite.

KyuHyun parou. A previsão era que o dia seria ótimo, para não dizer o contrário. Sabia que teria que comandar as sobremesas e pessoalmente preparar o jantar do tal “Principezinho”, que era como chamavam ao herdeiro de uma das maiores agências de comunicação da Coreia. Exigente, o garoto mimado de 22 anos não admitia que sua refeição fosse preparada por outrem que não fosse o próprio chef.Respirou fundo. Não tinha como ficar pior.

— Obrigado, Heechul. — disse, e voltou a andar. Parou em uma pia e lavou as mãos meticulosamente para só então se encaminhar à sua bancada particular localizada estrategicamente no meio da cozinha.

Ele estava errado. Sempre tinha como ficar pior. Na bancada ao lado da sua, uma figura alta igualmente vestida de branco lidava com algumas panelas. Revirou os olhos, e se aproximou, ignorando completamente a existência do outro. Pegou suas próprias espátulas e sacos de confeitar e ao se erguer novamente, vislumbrou o que o outro fazia. Zhou Mi parecia estar testando as receitas, já que checava, provava e analisava tudo o que estava em cada uma das panelas e anotava tudo em um bloco ao lado. Ele percebeu quando KyuHyun se aproximou, e esperava pelo menos uma saudação, mas esta não veio, e não viria tão cedo, ele presumiu, vendo o outro se afastar.

Chef KyuHyun reuniu toda a equipe da confeitaria e distribuiu ordens a cada um a fim de terminar o quanto antes a cota diária das 8 receitas que constavam no cardápio das sobremesas, sem contar as que só deveriam ser preparadas no momento do pedido.

Puxou as mangas até um pouco acima do pulso e começou. Bateu, misturou, untou, assou e decorou até os movimentos, de tão repetitivos, se tornaram automáticos. Fez doces, mousses, tortas e terminava de fazer o último dos 6 suflês de frutas quando decidiu que precisava de um descanso. Foi até o freezer e pegou uma lata de chá gelado. Sentou-se ali no chão mesmo, abriu a lata e sorveu um longo gole, sentindo a bebida irradiar a baixa temperatura por sua garganta. Observava tranquilo os outros trabalhando quando sentiu algo se chocar contra seu ombro direito, quase fazendo-o derrubar sua bebida.

— Kyu oppa! — era Summer, com um sorriso travesso, fazendo aegyo sem o mesmo sucesso das nativas. — Descansando? RyeoWook viajou, né? Se deu mal, vai cozinhar o dobro hoje. — concluiu com uma risada zombeteira. KyuHyun lançou-lhe um olhar mortal.

— Primeiro, quantas vezes já disse pra não me chamar assim? ÉChef KyuHyun, e segundo, a não ser que você queira cozinhar por mim, não venha me importunar, você tem mais o que fazer. — e tomou mais um gole de chá. Summer riu, pegando um prato que havia escondido ao seu lado quando se sentou.

— Toma, fiz pra você. — era um sanduíche de queijo, salada e molho rosé que ela sabia ser o preferido dele. Só então ele se deu conta que já passava da hora do almoço, que ele não havia comido nada além do café da manhã apressado. Seu estômago já começava a reclamar, ele percebeu.

— Summer, você é um anjo. — disse, praticamente arrancando o prato das mãos dela e dando uma mordida no sanduíche. Depois de engolir o primeiro pedaço, olhou-a, que o fitava com expectativa. — Está uma delicia, agora vai, vai terminar de fazer as suas coisas.

Ela riu e revirou os olhos, se levantando.

— Sim senhor, Chef Kyu oppa! — afastou-se com as mãos para trás, saltitando.

——^^——

— Chef KyuHyun, ele chegou. — JongWoon anunciou, chamando a atenção do chef que cuidadosamente colocava uma cereja em cima de uma torta. KyuHyun se ergueu imediatamente e suspirou enfadado.

— Diga ao maître acomodá-lo e você, pegue o pedido dele, enquanto eu termino aqui. — mal terminou de falar e sentiu um peso o empurrá-lo bruscamente para o lado, do nada.

— Sai! Deixa que eu faço o resto, vai preparar o jantar do príncipe. — disse a garota, já pegando uma cereja em um palito para terminar a decoração que ele estava fazendo.

— Vocês francesas não sabem ser sutis e normais, não? — ela o dispensou definitivamente com um gesto de mão e ele, memorizando a insolência para uma situação futura, encaminhou-se à sua bancada.

Já estressado o suficiente tanto pelo dia como pela atual missão de fazer um jantar impecável, KyuHyun quase teve uma ataque ao ver a cena: Zhou Mi havia enchido todas as bancadas daquele corredor com pratos e panelas, ingredientes e tudo o que já havia usado desde que chegara.

Ali ele mandava, e não era aquele chinês fashionista que iria mudar isso. Postou-se de frente para a bagunça em cima do mármore e comandou para quem estivesse perto:

— TIREM! — todos os que estavam por perto começaram a guardar as coisas que se encontravam, e tão logo, foi o próprio Zhou Mi quem teve um ataque:

— O que?! Não, eu ainda estou usando isso, mas que...! — virou-se para KyuHyun, que o olhou com desdém. — VOCÊ! Posso saber por que você me odeia tanto se nós nem nos conhecemos?!

— Você se infiltra na minha cozinha, critica meu Peixe Sichuan, e faz bagunça na minha bancada. Como quer que eu lide com isso? — KyuHyun era obviamente uma criatura possessiva.

— Infiltrar? Que eu saiba, eu fui convidado, ou melhor, contratado. Segundo, aquilo era tudo, menos Peixe Sichuan. E terceiro, me desculpe. — fez uma reverência debochada e exagerada — Eu não sabia que essa era a sua bancada particular, Chef. ­— concluiu ironicamente.

— É bom mesmo que se acostume a me chamar assim, já que infelizmente eu terei que conviver com você de agora em diante. — ele não fazia a menor questão de deixar de ser sarcástico. Zhou Mi se preparava para responder quando foram interrompidos por JongWoon, que chegou e pendurou a nota do pedido em frente ao exaustor do fogão, para só então dizer:

— Ele veio sozinho, não parece impaciente e pediu uma taça de Dom Pérignon ’73. Como sempre, pediu que você mesmo preparasse os pratos. — informou, esperando novas ordens.

— Obrigado JongWoon. Pode ir, eu vou começar aqui.

Aproximou o rosto da nota e leu o pedido. Suspirou de alívio ao ver um pedido simples, e não uma refeição francesa completa como às vezes ele gostava de pedir.

Risoto de frutos do mar era um prato complicado, as nada impossível. KyuHyun pegou os ingredientes e começou. Escaldou oslagostins, fez o caldo e o risoto ao mesmo tempo, cada um com um tempo calculado, e quando já os tinha prontos, começou a montagem do prato. Com uma pequena forma, fez um montinho de risoto no meio do prato, e decorou-o com o caldo de lula, vieira, lagostins e camarão. Guarneceu com espirais de queijo parmesão e, com um tempo aceitável de 40 minutos, o prato já estava pronto. Chamou JongWoon de volta e pediu para levar o prato imediatamente.

KyuHyun estava definitivamente acabado. Seus braços não seriam os mesmo por pelo menos uma semana, previu, massageando a têmpora com as pontas dos dedos. Era irritante ter que dar atenção especial àquela pessoa só para obter elogios no jornal do dia seguinte.

Olhou para si mesmo. O avental parecia uma tela de pintura, cheia de manchas e riscos de todas as cores. O resto permanecia tão alvo quanto no começo do dia, do jeito que mandavam as normas de um gourmet. No entanto, o vidro e o aço das superfícies mostravam turvamente um semblante cansado, exausto. E ele realmente estava assim. Olhou para Zhou Mi, que havia parado de cozinhar e estava encostado em um dos armários, de braços cruzados. Estava sem nenhum fio de cabelo fora do lugar, impecável como se estivesse acabado de chegar. No uniforme, uma medalha com uma fita azul presa no colarinho. KyuHyun reconheceu na hora, afinal, ele tinha uma igual, que havia recebido em sua formatura em Paris.

— Chef KyuHyun. — chamou Heechul, tirando-o de seus devaneios.

— Sim, Heechul?

— O principezinho pediu pra você ir até a mesa dele. — disse, só então percebendo a presença de Zhou Mi e o fitando com suspeita.

— Ok, já vou. — KyuHyun dirigiu-se à porta que o separava do salão de jantar e a atravessou sem cerimônias andando sob os olhares admirados dos presentes até a mesa do rapaz, que o esperava com um sorriso doce no rosto.

— Chef KyuHyun... Boa noite. — saudou, simpático.

Era um garoto bonito, de cabelos cor de cobre compridos o suficiente para as pontas adentrarem o colarinho da camisa branca de linho. Não parecia ter mais de 17 anos, mas já havia completado a maioridade havia um ano. KyuHyun sorriu diplomático e devolveu a saudação.

— Boa noite, TaeMin-ssi. Como estava o seu jantar? — perguntou por puro interesse profissional, ele não estava nem aí para aquele riquinho metido.

— Devo dizer que você se superou hoje, Chef. Por isso o chamei aqui, para parabeniza-lo, o jantar estava realmente surpreendente. Agora... eu gostaria de provar uma sobremesa. — declarou, com um ar pensativo.

Prontamente, KyuHyun entregou-lhe o cardápio de sobremesas. Tae­Min o pegou e, depois de alguns segundos de análise, murmurou para que só o chef ouvisse.

— KyuHyun, KyuHyun... Quando você vai aceitar meu convite? Poderíamos passar uma noite em Nova York, Paris, Roma... Ibiza, talvez, não? — falava naturalmente, como se estivesse falando dos pratos do cardápio à sua frente.

— TaeMin-ssi, agradeço seu convite, mas no momento não estou interessado. — rebateu secamente, fazendo o garoto suspirar impaciente.

— É você quem sabe, o pedido sempre vai estar feito. Traga-me um suflê de framboesas. — demandou, botando um fim no assunto.

KyuHyun deu graças aos céus; ele não precisaria preparar mais nada. Foi rapidamente até a cozinha e pegou um ramekin* no freezer. Botou no meio de um prato que decorou com calda e serviu, ele mesmo, a sobremesa. TaeMin imediatamente provou um pouco e fez questão de passar a língua na colher despudoradamente. O sorriso doce havia dado lugar a um olhar ligeiramente malicioso. KyuHyun apenas fingiu que não percebeu e disse:

— Aproveite sua sobremesa, TaeMin-ssi. — e se direcionou novamente à cozinha, de onde três cuisiniers e o dono do restaurante olhavam discretamente.

— O quê? Não foi nada de mais, ele só me chamou pra elogiar o jantar. Até parece que ele nunca faz isso. — disse aos quatro pares de olhos curiosos que o circundaram assim que ele passou pela porta.

Realmente, já fazia cinco meses que o principezinho o chamava para ir até a mesa, e consequentemente esse era o tempo que KyuHyun vinha se esquivando de seus convites insistentes. O fato de o garoto ser gay não era segredo para ninguém, e a revelação alguns anos antes não causou espanto já que o modo de se vestir, se portar e o rosto de menina já inferiam isso.

Voltou e começou a limpar as facas e espátulas que usava com cuidado, rezando para não ter que preparar mais nada. Percebeu, pelo canto do olho que Zhou Mi fazia o mesmo que ele, e parecia ter desistido de saber o motivo do ódio do outro. KyuHyun suspirou. Não gostava da ideia de dividir a cozinha, mas não ia deixar que isso afetasse a qualidade do restaurante.

Guardou tudo no estojo apropriado e decidiu fazer uma última ronda pela cozinha. Encontrou Summer enrolando macarrão em um garfo desanimadamente.

— O que você tem? — perguntou, ao ver a garota em um estado que não era o seu normal. Ela o olhou incrédula.

— Como assim, “o que eu tenho”? Por que você não me contou?

KyuHyun pensou em todas as coisas importantes que tinham acontecido e que ele não tinha contado a ela. Não chegando a nenhuma conclusão, perguntou:

— Contar o que? Do que você está falando?

Ela largou o garfo e o fitou aborrecida antes de contar, com um ar enfadado:

— O DongHo disse pro Heechul que disse pro JongWoon que me disse que aquele ali — apontou com a cabeça para Zhou Mi — vai ser o novo chef e que você vai trabalhar em outro lugar. Poxa, por que você não me disse? Pensei que fôssemos amigos... — concluiu tristonha. KyuHyun cruzou os braços e o olhou, sério.

— Summer, você ao menos procurou saber se isso é verdade? Antes que pense melhor, não, não é verdade. Eu não vou embora, não vou te dar essa alegria, menina. — zombou. Continuou a andar antes que ela dissesse mais alguma coisa. Viu uma das bandejas com operetas que ela havia preparado mais cedo. Sabia que estavam deliciosas, mas não dava vontade de comer, não tinha graça. Fez uma nota mental para estrangular RyeoWook por não ter avisado que iria pro Japão. E outra para lembrar-se de ir atrás dos que espalharam a notícia sobre Zhou Mi. Não encontrando nada de anormal na cozinha, passou pela sala de Siwon rapidamente.

— Já estou indo, trabalhei o suficiente por hoje. — disse, simplesmente. Ele mandava ali e fazia o que quisesse. Não seria demitido; Siwon nunca encontraria ninguém melhor que ele. O empresário cruzou os braços e o olhou com reprovação.

— Ainda temos sete mesas cheias.

— E eu já fiz sobremesas o suficiente para o dobro delas. Até amanhã. — disse, já saindo, mas foi interrompido pelo outro que o chamou de volta. — O que foi?

— Amanhã nós vamos começar as reformas na cozinha, então... Tenha um pouco de paciência, por favor. — pediu, já prevendo o humor do outro ao ver a confusão do dia seguinte. KyuHyun revirou os olhos e suspirou.

— Se não tivesse contratado ele, não ia precisar mexer na minha cozinha. — e saiu, não deixando ao outro uma chance de resposta.

Trocou de roupa e pegou seu estojo de facas. Assim que saiu da sala do staff, Summer se aproximou com algumas vasilhas de isopor.

— Ravióli de, eca, frango, com molho branco, batata frita e éclairs de moccacino.

— Obrigado, Summer. Boa noite. — disse, pegando os recipientes das mãos dela.

— Boa noite, oppa. — disse com seu adorável sotaque francês. KyuHyun revirou os olhos pela milésima vez naquele dia e saiu pela porta dos fundos.

Notas finais
Eu sou minha própria beta. E não, eu não betei esse capítulo.
au beurre: com manteiga/na manteiga
sous-chef:aquele que recebe ordens diretamente do chef de cuisine e geralmente o representa na sua ausência.
ramekin: tigelinha individual para suflê
Receita do capítulo: Risoto de frutos do mar