Notas iniciais
Bem, ultima postagem da semana e espero vocês semana que vem!!! Obrigada pela paciência!! Pra quem não conhece a musica que está no capitulo... Ela é incrivel!! Bom fim de semana, pessoal

Point Of View Regina

— Eu preciso continuar – Alex insiste – quando tiraram o corpo dela da casa, a Regina estava muito mal, tinha queimaduras graves e nós sabíamos que Gharam não pararia enquanto seu troféu não estivesse morto... As ameaças à família eram formas de fazer Regina se entregar a ele para que ele a matasse... – ela olha para Maggie – Nós não poderíamos deixar a Regina morrer ou um de vocês se machucarem...

— Como assim? Do que você está falando? – Cora se espanta

— Vem... – Maggie me chama

— Olá – apareço e os deixo perplexos

— Mae? – Tata fala espantada e corre para me abraçar, ação que não se limita a ela, pois Henry e Oli correm para fazer o mesmo

— Você...? – Mary chora e corre e vem ao meu encontro – eu sofri tanto quando... – ela fala sem conter o choro

— Hei, eu estou bem, Mary... Estou aqui – a abraço forte e vejo Ruby chorando afastada – vem cá você também

— Filha... – meu pai chama, mas não consegue levantar e vou ate ele

— Você entende que tive que fazer isso para manter você, a mamãe, meus filhos e Emma a salvo? – choro perto dele – nunca quis te ver em um hospital ou passando mal por minha causa

— Eu entendo, meu amor – meu pai me abraça e sinto minha mãe fazer o mesmo

— Amor, me perdoa, mas fiz isso por nossa família... – falo assim que percebo que Emma é a única que não sai do lugar

— Você fez? – ela parece incrédula

— Emma, a Regina estava inconsciente e toda ideia foi minha – Alex tenta ajudar

— Novamente você se mete nos assuntos da nossa família – Emma fala com raiva e parte para cima da Alex, que a imobiliza

— Emma... – tento acalmá-la

— Mãe... – Àgatha faz o mesmo que eu

— Fica calma e me escuta, aí eu te solto – Alex fala ainda imobilizando Emma

— Por favor, mamãe – Oli tenta

— Escuto – Emma fala brava, mas se aquieta

— Você pode explicar para ela? – pergunto a Chase

— Você sabia de tudo? – Emma o olha com raiva

— Emma, não era uma opção ajudar Regina... Era uma obrigação e uma necessidade – Chase começa e Emma senta – quando ela chegou ao hospital, estava com queimaduras de primeiro e segundo grau, concussão leve e suas vias aéreas estavam obstruídas por causa da fumaça que ela inalou... Não poderíamos cuidar dela e nos preocuparmos se ela seria morta a qualquer momento

— Por isso escolhemos cuidar dela e fizemos isso fingindo sua morte – Alex explica

— O pulmão poderia demorar semanas para sair daquele quadro respiratório e as primeiras 3 semanas foram a fase aguda do problema, nesse período, o organismo precisou ser ventilado muitas vezes de forma artificial – Chase volta a explicar – quando Regina acordou tudo já estava feito e ela não precisou concordar com nada

— Mas eu teria concordado – explico e Tata me encara – sei que esse plano machucou muitas pessoas, mas poderia ter machucado muito mais

— As queimaduras de 2º grau eram as mais graves porque os danos se estenderam além da camada superior da pele – Chase explica – fizemos curativos constantes para evitar infecção, mas não pôdemos prescrever certos medicamentos, por causa do bebê

— Todo esse tempo ela ficou presa dentro da sede do FBI – Maggie fala para Emma — Eu falei que Alex poderia leva-la para qualquer lugar, mas ela só queria ficar perto de vocês e não aceitou ganhar uma nova identidade

— Saí apenas 4 vezes durante mais de um ano... A primeira foi para ver vocês de longe em casa, deitadas no sofá bem juntinhas – olho para Emma e Tata – a segunda foi para ver meu filho publicar seu primeiro livro, depois vi meu menino se formar na faculdade e a última foi pra ver minha garotinha linda fazendo seu discurso de oradora

—Era você me espionando? – Tata me pergunta

— Era sim – respondo – e você esta linda...

— Seu rosto... – Emma fala perplexa com tudo

— Você é impulsiva, Emma, jamais se daria por vencida, por isso inventei que o rosto dela estava desfigurado – Chase explica

— Eu teria ajudado, você tem noção do quanto eu sofri? – Emma grita comigo

— Você me ama, Emma e em algum momento poderia ir atrás de mim – explico – você não saberia fingir sua dor e eu não colocaria ainda mais a sua vida em risco

— Você me privou de uma escolha – Emma fala com certa amargura

— Na verdade, ela também foi privada da escolha – Alex fala antes mesmo que eu tente

— E nosso filho? – Emma enfim me olha nos olhos

— O nosso bebê ficou em estado crítico... Tive que passar por muita coisa, mas isso eu conto depois... Por hora, o importante é que ele está bem – respondo

— Ele está vivo? – Tata se emociona

— Cadê ele? – Oliver se anima

— Ele ficou na sede do FBI porque está um pouco gripado e febril, ficou dormindo — sorrio

— Sozinho? – Emma dirige a palavra a mim

— Não... Tem uma babá e uma agente – Alex responde

— Você deu que nome para ele? – minha esposa fala olhando para suas mãos

— Nenhum... Nosso filho não foi registrado... Não queria fazer isso sem você – ela me olha e esboça um leve sorriso

—O garoto já está para fazer ou fez um ano e você não deu um nome? O chama de que? O coisa? – usa sarcasmo

— O chamo de Richard – falo e Emma muda sua expressão

— Você chama nosso filho... – ela se emociona, sentando-se, e me aproximo

—Lembro que me falou uma vez que queria ter um menino para chamá-lo de Richard Afonso em homenagem a seu pai e seu avô – falo de joelhos na sua frente e ela toca minha mão ainda sem muito jeito

— Mas eu te falei isso logo depois que meu pai faleceu – ela diz esboçando uma expressão de choro – você lembra?

— Eu sei... E aí veio o Oli, que na verdade se chamava Pietro e nós queríamos que ele tivesse a chance de escolher um nome e ele escolheu Oliver, mas eu vi que uma das suas opções era Richard – explico e vejo Miranda choramingando – Eu sei que está brava e eu entendo, mas não podia falar nada disso antes... Sei que tenho que te dar um tempo... – respiro fundo – Pensei em chama-lo de Richard Lorenzo... O que acha?

— Perfeito – ela sorrir e limpa as lagrimas

— E Lily, sei que a Remy traiu sua confiança, mas foi graças a ela que descobrimos quantos seguidores Gharam possuia, depois que ela se apaixonou por você ela procurou a Alex e confessou tudo ao FBI, isso a tornou uma informante e por isso eles estavam sempre um passo a frente para me proteger... – olho para minha cunhada

— Mas foi ela quem contratou a mulher para te matar – Mary fala com convicção

— Mas quando isso aconteceu, ela já sabia que eu estava sob observação – explico – Inclusive foi graças a ela que pude voltar.. Ela disse onde todos estariam reunidos e o FBI e a polícia foram p lá...

— Prenderam todos? – David se faz presente

— Alguns morreram e outros foram presos – Maggie responde

— Ela fez tudo isso? – Lily parece voltar a si

— Sim, ela se tornou peça principal no caso e arriscou a vida muitas vezes por mim – explico

— Arriscou porque quis, se ela nunca tivesse entrado nisso não iria precisar sair – Lily se faz de durona

— Ela entrou para proteger a irmã – Alex começa

— Ela é filha única – Lily caçoa

— Não, não é... Ela tinha uma irmã drogada e o Gharam trocava o serviço dela por drogas... Um dia a irmã dela parou no hospital e a Remy a convenceu a entrar numa clínica e ela explicou tudo a Remy e o quão ferrada estava – explico

— Ela se ofereceu pra ficar no lugar dela? – Chase fica curioso

— Não, eles a obrigaram... Ela entrava ou matavam sua irmã, aí explicaram o que teria que fazer – olho para Lily – te conquistar... Se tornar sua amiga, mas Remy se apaixonou por você e voltou para dizer que estava fora achando que era só um blef deles, mas mesmo assim deixou a clínica onde sua irmã estava sob aviso, para aumentarem a proteção da irmã – respiro fundo – uma semana depois a clinica pegou fogo e várias pessoas morreram, inclusive sua irmã

— Eu lembro disso – Lily se espanta — Ela chorava sempre que via o noticiário

— Entraram em contato com ela e disseram que a próxima seria você, ela voltou para o grupo e falou comigo – Alex explica

— Isso é completamente maluco – Miranda se espanta

— Mas e agora? Eles estão presos, mas e se existirem mais? – Henry teme

— Eles não tem mais um mestre para seguir – Maggie toma a frente – Graham foi morto em uma rebelião dos seus seguidores

— Então estamos em paz agora? – Tata respira aliviada após minha confirmação

— Os poucos seguidores que restaram, decidiram ajudar a policia e ter sua pena reduzida – Maggie explica – por isso foi seguro a Regina voltar

— Para onde você vai agora? – Emma pergunta e me espanta

— Como assim, mãe? Ela não vai ficar conosco? – Ágatha me abraça

— Ah, claro... Se você quiser... – Emma me olha e apenas confirmo – eu queria ver o meu filho

— Posso ir a sede e busco nossas coisas... Trago ele para você – sorrio

Vou rapidamente para a sede do FBI, pego tudo, vou até o meu filho e o seguro. Eu não poderia deixar de agradecer a todos que cuidaram de nós e que nos protegeram. Alex nos deixa em casa e me ajuda a levar todas as nossas coisas para dentro. Todos babam o nosso filho e Emma parece está com receio de se aproximar dele.

— Vem cá – olho para ela e ela anda devagar – olha, filho, essa é sua mamãe – ele levanta a mão para Emma, que sorrir

— Oi filho... Posso pegar? – ela o segura – ele já tem um ano?

— Faz na semana que vem... Você não perdeu o aniversario dele – faço um carinho na bochecha do nosso filho e depois na da Emma – Eu sei que vai ser difícil você me perdoar, mas quero que saiba que foi difícil manter distância... E que eu te amo muito

— Depois conversamos – ela se limita a falar e brinca com nosso filho nos braços – ele teve alguma sequela?

— Não hoje... Ele passou os primeiro meses com varias idas a UTI, mas hoje ele está bem, né filho? – faço carinho nele novamente

— Acho que agora vocês precisam de um tempo só de vocês – Alex fala e nos olha

— Vamos? – Mary olha para David e me abraça forte

— Qualquer coisa você liga, ok? – Ruby e Zel nos abraçam e beijam o Richard

— Te amo, filha – minha mãe me abraça forte e meu pai também — mas ainda precisamos conversar sobre tudo isso

— Eu sei – confirmo

— Agora somos só nós, bebezinho – Tata fala com o irmão caçula

— Ma... Ma... – Richard estende os braços para mim

— Acho que ele está cansado – afago suas costas – posso dar um banho nele?

— Claro... Você conhece a casa – Emma fala cordial

Sabia que ele amava tomar banho sobre meu peito, principalmente doente, pois ficava mais manhoso. Entro na banheira com ele e automaticamente o seu rostinho procura meu seio para recostar. Jogo agua de leve em suas costas e em sua cabeça enquanto sinto um carinho leve que ele fazia perto do meu pescoço. De repente, Emma entra no banheiro e me ver dentro da banheira com nosso filho.

— Hã... Eu... – ela não tira os olhos do meu corpo

— Tudo bem... Hã... Ele está um pouco dengoso – olho para ele

— Ah, claro... Hmm... Nossa – ela sorrir nervosa – vim perguntar se queria ajuda com o banho dele, mas é melhor esperar lá fora

— Não, fica – peço

— Melhor não – ela força um sorriso e sai

Depois que Emma saiu, eu simplesmente ri de toda aquela situação. Acabo o banho do Richard e levo ele para as crianças curtirem o irmão.

— Eu soube do Fellipo... Mas quem saiu perdendo foi ele – falo assim que a Tata me encara e dou de ombros – e o Nathan?

— Mãe... – ela me repreende e sorrir

— Viu? A mamãe estava longe, mas nos apoia – Henry caçoa e leva uma almofada no rosto

— Podemos conversar? – Emma me chama

— Claro... – tento esconder meu sorriso – ainda lembra como faz isso, Henry?

— Lembro... podem ficar tranquilas – ele sorrir e vou para o jardim com Emma

Nos sentamos e não demora muito para a Tata chegar com uma garrafa de vinho e duas taças, de forma nada sutil. Emma pergunta se eu ainda amamentava e nego, o que a fez abrir a garrafa de vinho.

— Bem...Como foi o fim da gravidez? – ela me pergunta sem jeito para iniciar uma conversa

— Eu sentia muita dor, não só pelas queimaduras, mas porque o nosso filho sofria – começo explicando

— Ele sofria? – ela se espanta

— Ao inalar toda aquela fumaça, eu não fui a única prejudicada... Depois que comecei a melhorar das queimaduras, passei a sentir muita dor por causa de um deslocamento na placenta e para piorar nosso filho se mexia muito – começo a lembrar

Flashback on

Segurei firme a mão da Alex, estava tentando canalizar toda a dor do pé da barriga, na força que fazia quando a apertava. Eu não consigo pensar positivo, infelizmente não consigo... Na verdade, minha mente ficava repassando os momentos que passei com Emma e o quanto eu a queria aqui. Estou com muito medo do meu bebê morrer, eu quero ficar calma, eu sei que preciso ficar calma, mas está difícil fazer isso. Imaginar que algo ruim vai acontecer, é assustador. Addison era a obstetra que o FBI arrumou para me acompanhar, ela me pergunta sobre minha dor. Toda minha força está sendo usada pra apertar a mão da Alex, novamente

— Aumentando... – falo baixinho enquanto minha respiração ofegava

— Vou te dar uma dose de Dipirona injetável para aliviar um pouco essa dor – Addison me fala – Me conta como você planejou o quartinho dele – ela parecia me distrair

— Vai ter um tapete grande no meio... Papel de parede azul claro com nuvens... Um sofá em frente ao berço com um principezinho... E na porta eu quero uma foto do pequeno príncipe – falo ofegante e ela aplica o remédio

— Já pensou em algum nome? – ela apalpa minha barriga

— Quero muito Lorenzo... Ai... Emma quer Richard... – falo cada vez mais ofegante

— Hmmm... Lorenzo Richard... Richard Lorenzo... Bom nome – ela sorrir – e vai ficar lindo esse quarto... – vejo varias pessoas se aproximarem – Grávida de 8 meses, deslocamento prematuro da placenta, parede mucal rompida. Bolsa intacta. Pressão arterial elevada – ela fala para outros médicos

— Vou ficar com você, não irei a lugar algum – Alex fala ao meu lado

— Cadê o ultrassom portátil? — ela grita e entregam o aparelho

Aquela agitação toda, a Addison dando ordens às pessoas de maneira ligeira, eu estava tentando acompanhar e não absorver tudo aquilo.

Minutos depois

— Eu não escuto o chorinho dele – falo meio tonta – Addison...

— Calma, tenho que cuidar de você e a Arizona está com nosso Enzo, ok? – ela me responde

— Enzo – sorrio e ainda espero o choro – Addison... – começo a chorar

— Arizona, me fala alguma coisa – ela grita – vai Arizona... – grita novamente – Drª Robbins – ela grita mais alto e escuto o meu filho chorar

— Ele está bem, mamãe, mas agora vai cochilar na incubadora – drª Robbins fala comigo

— Eu posso ver? – vejo as medicas se entreolharem e Arizona vem com Enzo

— Eu tô bem, mamãe, mas preciso respirar direito antes de ficar com você pra sempre – Arizona me mostra meu filho

— Oi, feijãozinho – começo a chorar

— Ok, agora ele precisa de cuidados e você também, deixa a gente trabalhar... – Addison pede

Flashback off

Acabamos com a garrafa de vinho e nos levantamos na mesma hora, nos colidindo. A puxo para um beijo e ela não parece lutar contra.

— Emma... – falo assim que me empurra

— Cala essa boca – ela fala me encarando

— Emma... – tento de novo

E agora é ela que me puxa para um beijo. Sua língua parecia procurar a minha desesperadamente, suas mãos me apertavam com força, seus dentes deixavam leves mordidas nos meus lábios e sua respiração ofegante me excitava loucamente.

— Espera... Acho que ainda temos que conversar...Tem algo que queira perguntar? – falo ofegante para ela, afastando seu corpo

— Você prefere aqui ou no quarto? – ela devolve a pergunta

— Ok, sem conversa, é isso? – pergunto novamente

— Quero sexo... Você prefere conversar? – ela pergunta e decido ignorar tudo e apenas senti-la

Trilha sonora: Calum Scott — You Are The Reason

There goes my heart beating / Lá vai o meu coração batendo

Cause you are the reason / Porque você é o motivo

I'm losing my sleep / De eu perder o meu sono

Please come back now / Por favor, volte agora

Entramos em casa e vemos nossos filhos dormindo na sala. A Tata com o Enzo recostado no peito, com Oli de um lado e Henry do outro. Emma me puxa para o quarto e assim que entramos nós trancamos a porta. Confesso que sentir seu corpo quente e suas mãos me excitarem, enquanto sua boca me beija, nossa... Isso era algo que eu sentia muita falta. Algo em mim me dizia que aquele sexo era saudade, mas que ainda teríamos que acertar nosso ritmo, mas outra parte de mim pensava que estamos bem e que nada mais irá nos afastar. Meus seios acabam me denunciando, com os mamilos bem duros, ela percebeu, deu uma risadinha safada e depois baixou a cabeça, colocando sua boca nos meus seios, ainda sobre a roupa. Emma coloca sua mão bem posicionada para tirar minha blusa, ela passa a mão por minha barriga e me deixa toda arrepiada. Então continuou e eu simplesmente não conseguia me mover, fiquei ali só estática com um misto de tesão e nervosismo. Queria tanto senti-la, sentir seu amor em forma de toques e carinho. Ela começou a subir a mão e tocar nos meus seios. Seu toque era tão macio, me fazia soltar gemidos baixos, não aguentei mais e a puxei para beijar sua boca. Ela começou a apertar minha bunda com força e soltou uma arfada de ar.

— Eu sofri tanto – ela fala ofegante – nunca pensei que eu te sentiria assim de novo...

— Eu sei que sofreu... Doía todos os dias em mim também – faço um carinho em seu rosto – eu te amo

— Eu também te amo – ela fala e a agarro para um beijo urgente – espera... – ela me para – não quero com urgência, quero sentir tudo calmamente... Quero sentir como se nunca tivesse fim

— E não vai ter – completo e a beijo com carinho

I’d climb every mountain / Eu escalaria todas as montanhas

And swim every ocean / E nadaria todos os oceanos

Just to be with you / Só pra estar contigo

And fix what I’ve broken / E consertar o que quebrei

Oh, cause I need you to see / Oh, porque eu preciso que você veja

That you are the reason / Que você é o motivo

Ficamos sem roupa lentamente e cada peça tirada era regada de beijos e caricias. Ela me coloca na cama e começa a beijar as minhas coxas nas laterais, senti um calor que vinha da minha intimidade e que intensifica depois de um beijo que ela deposita em um lugar estratégico do meu corpo. Excitante. Ela começa a roçar nossas intimidades enquanto rebola em cima de mim, naquele momento eu nem consigo descrever o prazer que eu sinto com aquele movimento dela. Nossas mãos entravam na brincadeira, nossas bocas se encontravam para beijos e leves mordidas, até que chegamos ao ápice daquele momento de amor. Sem demora, ela começa a percorrer a língua pelo meu pescoço, foi descendo, beijando minha barriga, até chegar na minha intimidade, meu corpo não teve tempo de se recompor e eu sentia seus beijos e dedos, sua língua e carinhos... Tudo aquilo fazia o meu corpo latejar. Não demora muito para que ela me escute gemer mais alto e veja meu corpo responder a altura do que ela fazia.

If I could turn back the clock / Se eu pudesse fazer o relógio voltar

I’d make sure the light defeated the dark/ Faria com que a luz derrotasse a escuridão

I’d spend every hour, of every day / Eu passaria cada hora de cada dia

Keeping you safe / Mantendo você segura

Vou para cima do seu corpo rapidamente e passo a língua na sua intimidade, só pra tortura-la. Sua expressão me mostra que sua cabeça estava a mil, ela só faltava implorar por mais. Estimulo seu corpo de todas as formas em que ali era possível, até que ela arqueou o corpo, soltou um gemido forte e relaxou. Emma me puxa para cima e me beija com carinho, assim que nosso beijo finda, eu a olho.

— Preciso perguntar algo – falo e ela me consente a pergunta – isso foi um sexo de reconciliação ou apenas sexo?

— Você entende que minha cabeça ainda está tentando processar tudo isso? – ela fala calmamente e confirmo – me dá um tempo para filtrar tudo que aconteceu, curtir meu filho... Nosso filho... Eu ainda te amo, mas...

— Precisa encontrar nosso ritmo novamente – completo

— Acho que é isso... – ela respira fundo – mas não foi só sexo

— Ok... – sorrio – eu vou dormir com a Ágatha, não se preocupa

— Não – ela me para antes que eu saia de cima do seu corpo – amanhã é outro dia, mas hoje eu... É que...

— Também sinto sua falta – a abraço

Apoio minha cabeça em seu peito e acabo adormecendo com o passar das suas unhas sobre minhas costas.