Notas iniciais
HELLO... Aí vocês dizem... essa fic num ia sair dia 14 num era? Era! Mas na minha cidade choveu MUUUITO e a internet ficou de mal comigo... Então cá estou eu para dizer: que venha o novo começo!!

Há coisas que podem parecer sem esperança, quando de repente alguém da ao resto de nós inspiração. Porque o primeiro passo para um novo começo é imaginar que é possivel. Eu não vou ser amaldiçoada se eu ficar de pé.

Regina Mills – OUAT (7ª temp)

Point Of View Emma

A campainha toca e resolvo abrir, afinal Regina estava ocupada demais enchendo o nosso pequeno de cocegas.

— Olá sra Swan – ouço e fico perplexa

— O que faz aqui? – digo e ouço os sorrisos sessarem

— Como descobriu onde minha filha mora? – minha mãe vem e toma a frente

— Calma gente, tudo foi esclarecido – David acalma os ânimos – o que quer?

— Isso não diminui a culpa dele – resmungo

— Eu vim pra me desculpar e vim pedir um favor – August fala sem jeito

— Favor? – pergunto sem acreditar

— Porque não entra? – Regina pergunta e me olha, entendo seu sinal e dou licença para ele passar

— O que quer de mim? – pergunto assim que sentamos no sofá

— Bem, sei que pode ser incomodo... – August pigarreia – na verdade é bem louco... Bem...

— Fale de uma vez – me exalto e sinto as mãos de Regina nos meus ombros

— Queria saber se você poderia me dizer onde está o tumulo da sua prima, eu gostaria de ir até lá e pedir desculpas por tudo – ele fala aparentemente sincero – eu não atirei nela, mas me omiti... Não consigo parar de pensar que poderia ter evitado o pior

— Um pouco tarde... – Resmungo novamente

— Sim, muito tarde, mas quero pedir desculpas a vocês... Hã... Por tudo – ele tinha um olhar perdido – sei que ser covarde deixou um vazio na família de vocês e deixou um garoto sem mãe – ele pigarreia novamente – acho que já incomodei demais, é melhor ir embora

— Eu sou o Henry – o garoto toma a frente e August fica sem reação – você realmente se arrependeu?

— Sim – ele olha nos olhos do Henry — não sei se um dia você vai conseguir, mas espero que me perdoe

— Não te odeio se você se arrependeu – Henry fala e me olha, chega a ser incomodo aquele olhar inocente porque eu sabia exatamente o que aquelas palavras dele representavam

— Cemitério da vista do lago, final do corredor E – falo rapidamente e ele me olha

— Obrigado – assente e Regina o leva até a porta

— Acho que acabou o clima – David me olha e senta ao meu lado

— Nada disso, ele errou, mas no nosso trabalho nós aprendemos que todos merecem uma segunda chance, quando mostram arrependimento – Regina fala para David – ele veio, pediu desculpas, mostrou que o arrependimento é sincero e foi embora... Podem colocar um sorriso nesses rostos porque nossa festa continua

— A Regina tem razão – Zelena se anima – vamos viver o agora... E o agora pede bastante bebida e nada de tristeza

Bebemos, comemoramos, mas aos poucos as pessoas foram se despedindo. Henry pediu para dormir conosco e nos ajudou a arrumar a nossa bagunça. Deixo ele e Regina dando um jeito na sala e começo a lavar a louça que sujamos, escuto risos, um barulho ou outro e depois só silencio. Termino tudo sorrindo, não estava feliz por lavar pratos, mas por imaginar que existia uma probabilidade enorme de encontrar duas pessoas dormindo no sofá da sala. Ando devagar até lá e, sem demora, avisto duas cabeça unidas e encostadas no encosto do sofá.

— Amor – sussurro balançado a Regina – Hei, abre os olhos, vamos para cama

— Não – ela resmunga

— Regina, a gente coloca Henry na cama e vamos para o quarto – tento de novo – Vamos – ela me ignora por completo

Vejo que seria inútil tentar acorda-la, puxo a extensão do sofá e estico suas pernas, tirando seu calçado. Depois, vou até o encosto e com cuidado o reclino para deixa-los mais confortáveis. Henry se aconchega aos braços de Regina e percebo que ele parece está com frio, vou até o quarto e trago cobertas para os dois, mas volto para dormir na cama.

Point Of View Regina

Acordo de manhã com os raios de sol no meu rosto, não abro os olhos, apenas os aperto com certa frequência como se fosse um impulso para abri-los. Logo percebo que ainda estou no sofá, me lembro de ter juntado as coisas com Henry e de me sentar, mas depois disso não me lembro de nada. Vejo meu pequeno apoiado em meu colo, procuro Emma, mas não a encontro. Saiu bem devagar para não acorda-lo e vou em direção ao quarto, onde a senhora Swan dormia calmamente. Subo na cama e corro para debaixo das cobertas, acalento seu corpo quente ao meu e sinto Emma mexer.

— Bom dia, esposa – sussurro ao seu ouvido e ela sorrir

— Bom dia, amor – ela se vira e me encara

— Muito lindo pra sua cara – ela me olha desconfiada – me trocou por um travesseiro?

— Eu tentei te acordar – ela se defende – você que me trocou pelo Henry

— Não lembro então não vale – me faço de louca

— Fui dormir pensando... – ela muda sua expressão – quero ver a Lena, não me lembro da ultima vez que fui visita-la, acho que nem te conhecia...

— Quer que eu vá com você? – a interrompo e ela sorrir

— Você iria? – ela pergunta

— Na alegria e na tristeza, lembra? – falo e beijo sua boca

— Porque dormi no sofá? – Henry fala entrando no quarto ainda sonolento e nos separamos

— Porque você resolveu dormir no colo da Regina – Emma resmunga e sorrimos – senta aqui garoto

— O que foi madrinha? – Henry pergunta

— Eu vou visitar o tumulo da sua mãe com a Regina... Você...? – ela o olha com uma pergunta implícita

— Eu quero ir também – ele responde sem pestanejar

Nos arrumamos rapidamente, Henry sempre tinha uma muda de roupa no quarto de hospedes então foi simples para ele se arrumar. Emma foi conversar com ele sobre Lena e a visita que faríamos, enquanto isso fui fazer algo para comermos e terminar de me arrumar.

— Por que isso não me admira mais? – Emma fala vendo a mesa posta

— Mesa cheia? – pergunto confusa

— Mesa cheia de coisas nada saudáveis – ela completa

— Prefiro quando a tia Regina faz o café da manhã – acho fofo o Henry me chamando de tia e o jeito desesperado que ele senta à mesa

— Aaah é? Então da próxima vez você peça para tia Regina fazer sua vitamina quando você não quiser comer – Emma ameaça e ele me olha apreensivo

— Eu faço, Henry – solto uma piscadela

— Então tudo bem – ele dá de ombros e começa a atacar as panquecas, enquanto Emma finge ofensa

Eu e Swan começamos a conversar sobre coisas que precisaríamos fazer no apartamento e Henry se anima para decorar seu quarto a seu gosto. A casa precisava de um pouco mais de cor e Emma não se opôs as mudanças que sugeri, ainda que pequenas nos dariam um pouco de trabalho. Terminamos e colocamos toda louça na pia, lavaríamos só na volta, pegamos bolsas e fomos em direção a uma floricultura, pois Henry e Emma resolveram levar flores para Lena.

Point Of View Emma

Quando penso sobre visitas ao cemitério vejo que existem dois motivos pelos quais costuma-se visitar os túmulos no cemitério, um é orar pela alma e outro é pedir que a pessoa morta interceda por nós, esses dois motivos para se visitar um tumulo eram os mesmos pelos quais eu não queria ir. Não queria orar por Lena ali, pois poderia fazer isso em qualquer momento e em qualquer lugar. Não queria pedir nada a ela, então porque eu iria para um lugar que só me traz tristeza? Mas ao ver as intenções do August eu percebi que existia algo que poderia fazer no cemitério, conversar com Lena, faço isso sempre que quero, mas e se eu a sentisse mais perto estando lá? Não sei... Isso é tão louco! Chegamos ao cemitério e logo vejo flores ainda vivas, possivelmente do August, deixo Henry prestar sua homenagem e não sabia muito bem o que estava fazendo ali. O garoto falava com ela como se estivesse na frente dele, sorria, contava as coisas que queria contar, até falou que dormiu no colo da Regina. Era como se aquela conversa com a mãe fosse a continuação de uma outra conversa anteriormente interrompida. Por fim, Regina olha para Henry e pergunta se ele não quer andar um pouco pelo cemitério enquanto eu converso com Lena.

— Tchau, mamãe... Até a noite – ele se despede da mãe e sai com Regina

— Oi prima – falo colocando as flores em seu tumulo – quanto tempo, por um momento pensei que estávamos brigadas... Você não me procurou mais – sorrio e balanço a cabeça em negativa – sei que não fez graça, mas não sei muito bem o que falar – paro um pouco e olho para seu nome na lápide – nosso garoto está grande, não é? Sim, ele é nosso... O traste do Jack foi só um doador inusitado – sorrio ao lembrar das piadas que eu fazia em relação a ele e sua ausência em casa – sinto sua falta, sabia? Queria você no altar perto da minha mãe... – algumas lagrimas se formam e tento conter o choro – dói está aqui, por isso evitei isso ao máximo, mas prometo voltar pra conversarmos – sorrio novamente e se torna impossível segurar a lagrima – eu te amo, esquece disso não... Prometo continuar cuidando do nosso garoto

Me levanto e vejo Regina abraçada a Henry e ambos me olhando de longe. Olho novamente para o tumulo, mas dessa vez com mais amor do que dor. Antes de voltar para casa resolvo visitar também o tumulo do meu pai, deixando flores para ele também. Assim que chegamos em casa a Regina me expulsa para o banheiro e Henry para o outro dizendo que deveríamos colocar a roupa para lavar e tirar do corpo as impurezas do local onde estávamos, preciso nem dizer que nós a obedecemos sem pestanejar.

Um ano depois

Sabe aqueles dias que você para e reflete sobre sua vida? Esse era um desses dias! Vejo o rumo que minha vida está tomando e me encanta saber que ela está melhor do que eu esperava. Os meus negócios com Killian estavam indo de vento e polpa, havíamos conseguido mais clientes e isso fez muito bem para nossos lucros, ainda foi possível investir na empresa e contratar mais funcionários. Zelena ganhou uma assistente, pois havia muito trabalho acumulado, algo que ela odiou, no inicio achou até que estávamos reclamando do seu desempenho, mas entendeu que era para o seu bem. Além da vida profissional agitada, Killian e Zel pareciam ter vidas amorosas bem encaminhadas, principalmente a srta West, que suspirava de amores pela Ruby e falava do quanto estavam bem. Mas essa boa maré não era só na nossa empresa, a firma do Nolan também se desenvolveu muito, eles conseguiram uma cliente que vale um milhão de dólares por ano e isso deixou a firma eufórica. Uma cliente que dá trabalho, mas muito dinheiro também. Com trabalho extra, a Regina tem se atarefado muito, algumas vezes levando trabalho para casa. Seus parceiros de caso, em muitos momentos ela era segunda cadeira ou advogada principal em parceria com o Robin e isso me deixava louca. Mas aos poucos me adaptei com essa amizade, hoje não vejo o Lockesley como uma ameaça, só como alguém indesejado... Tá, ok! Ele é legal, vai, as vezes é até engraçado. Henry tem dormido muito aqui em casa nas ultimas semanas, na verdade, tem dormido quase todas as noites. Não posso negar que é ótimo ter uma criança em casa, não só como visitante, mas no nosso cotidiano. Mas na noite anterior, pedi que a mamãe chamasse o Henry para dormir com ela, pois eu e Regina estaríamos comemorando nosso primeiro ano de casadas e queria fazer algo especial durante o dia, algo nosso! Regina tinha um jeito todo especial... Não sei definir! É como se com ela as coisas fossem bem mais fáceis de serem ditas, serem vividas, sentidas... Durante boa parte da minha vida, acreditei que eu não seria capaz de encontrar uma pessoa assim, com quem eu pudesse dividir minha vida, mas aí ela apareceu e mudou tudo em mim.

— Casaria com você todos os dias, sem pestanejar – sussurro ao seu ouvido assim que a olho acordar e ela me lança aquele sorriso preguiçoso que tanto amo

— Ahh... Claro, também casaria com alguém como eu todos os dias... – ela diz e gargalho – Já ia esquecendo... – fala se espreguiçando – eu te amo – sussurra e me beija rapidamente

O meu sorriso aumenta quando a ouço dizer as três palavras magicas. Eu nunca imaginei que fosse encontrar alguém igual a Regina, eu nunca imaginei que fosse amar alguém como eu a amo. Não tenho dúvidas de que a quero para o resto da minha vida.

— Eu te amo, meu anjo! – sussurro ao seu ouvido assim que a vejo fechar os olhos novamente — Vamos! Não dorme de novo – ela abre o olho e me olha de canto

— Meu Deus, você é a mulher mais linda do mundo! – ela vira e sobe em cima do meu corpo – feliz um ano, amor

Olhei no fundo de seus olhos enquanto escutava atentamente aquela declaração linda. Sorri e senti meus olhos se enchendo de lágrimas, foi ai que respirei fundo.

— Feliz um ano – a beijo com calma e com carinho

— Nada disso... Sem lágrimas, você anda muito emotiva! – ela diz assim que nos separamos — Sabe que não posso te ver chorando... E outra, não temos tempo para disfarçar os olhos inchados – ela brinca

— Vamos comer, depois transar e saímos para o almoço com a família – falo sem pestanejar

— Bem, acho que mudarei seus planos – ela fala com pesar e imagino trabalho – ontem quando fui dormir não deu pra te avisar, mas tenho uma reunião hoje de manhã com o Robin e nossa cliente

— Hoje, amor? – pergunto frustrada

— Prometo que é jogo rápido – ela tenta amenizar

Como de costume, nos levantamos, nos arrumamos depois de um banho menos demorado que o normal, comemos e vi minha esposa se despedir para ir trabalhar. Como havia me dado folga para aquele dia e não tinha muito o que fazer, resolvi trabalhar pelo computador e adiantar algumas coisas como responder e-mails, confirmar reuniões, fazer novas divulgações sobre nosso trabalho, ligar para Vancouver, remarcar reuniões... Enfim! Passei a manhã revendo agenda e mexendo na internet enquanto esperava minha mulher, que por sinal estava atrasada.

— Eu sei... Não briga comigo – Regina entra em casa afoita – vou tomar uma banho rápido e já volto – ela coloca a bolsa na cadeira, sapatos no meio da sala e corre em direção ao quarto tirando a roupa no caminho

Toda essa loucura dela me faz rir, ultimamente a Regina tem trabalhado muito, a Cat Grant estava dando mais trabalho que o normal, mas minha esposa sempre dizia que os casos apesar de difíceis era sempre valiosos não só financeiramente como para a carreira dela. Ela volta rapidamente para a sala, ainda colocando os brincos. Os sapatos que ela havia deixado na sala, agora estão entrando em seus pés, mas ela parece se arrepender e pede um minuto usando apenas o seu indicador.

— Estou pronta – ela fala suspirando

— Posso beijar minha esposa? – pergunto irônica

— Há ha ha – ela enlaça meu pescoço – como se você precisasse de permissão

— Você parece cansada – falo assim que lhe dou um selinho – precisa pegar mais leve, lembra dos nossos planos?

— Por isso que tenho pego pesado agora, para pegar mais leve depois – ela me beija e parece me fazer esquecer de tudo

— Falando em pegar pesado... – a olho safada e ela entende

— A noite é uma criança, Swan – ela sorrir da mesma forma e saímos

Assim que chegamos na casa da minha mãe somos recepcionadas com felicitações e abraços de todos, inclusive da fofa e miudinha, Angel. Estamos conversando, bebendo um pouco e todos começam a estranhar a negação de Regina quanto ao álcool, nos entreolhamos e resolvemos esclarecer.

— Estamos tentando engravidar – falo sem pestanejar

— Não acredito – Lily grita e todos seguem o mesmo ritmo

— Calma gente, só estamos tentando – Regina sorrir

— Em que parte estão? – Robert pergunta

— Regina já fez os exames e os testes de fertilidade, mas ainda não pegamos os resultados – eu explico

— Já escolhemos um doador – ela fala

— É gos...- Lily começa e eu olho para Henry – bonitinho?

— Bem bonitinho – Regina fala e eu a olho repreendendo

— Mas você está muito magrinha, menina – minha mãe repreende a Regina – tem se alimentado direito? Ainda toma as vitaminas?

— Sim para todas as perguntas – Regina responde rapidamente e sorrindo

— Mais ou menos para todas as perguntas – Retruco e ela faz careta

— Acredito mais na minha filha, você está muito amarelinha – minha mãe continua – e você, filha, porque não fica de olho nela?

— Mas mãe... – tento explicar

— Sem mas... Fique mais de olho – ela se aproxima – meu netinho vai nascer forte se a mamãe se alimentar direito – minha mãe coloca a mão na barriga da Regina e elas sorriem

— Ela tem razão, você está muito magrinha – meu sogro frisa

— Está perdendo até a bunda – Ruby se faz presente e todos rimos enquanto Regina olha para o Henry – o que? Garoto, você tem bunda? – ela pergunta em disparada e nosso menino confirma

— Ok, parou por aqui – Regina repreende – E vocês que só fazem rir... Quando será o batizado da Angel? – minha esposa inverte a atenção

— Mary não te disse? Será mês que vem – David responde

— E você Alex, agora está firme e forte em Seattle? – Ruby pergunta

— Estamos... Nossa transferência foi aceita para cá – Alex solta um beijo no ar para Maggie

— E Kara? Porque não a trouxe? – pergunto

— A chefe dela tem dado muito trabalho na editora – ela responde – e agora tudo está ainda mais corrido, já que ele e Mike estão morando juntos

— Mentira – Regina fala boquiaberta – como você está com tudo isso?

— Conformada – ela sorrir e faz uma negativa

— Cat Grant, parece está na vida de todos aqui – olho para Regina e ela deposita um beijo em minha bochecha, usando um sorriso amarelo e forçado

— Hei Lily – Robert chama a atenção – é verdade que foi promovida?

— Quem te disse? – ela fala perplexa – era surpresa, Emma

— Eu?? – me faço de louca e Regina se levanta ficando na minha frente – não fiz nada – tento não rir e me escondo atrás da minha esposa

— Emma... – Regina me chama e a olho

— Você está pálida – Mary fala se aproximando e todos tentam ajudar de alguma forma e saber o que está acontecendo

— Amor, o que houve? – pergunto preocupada

Parece que Regina esperava apenas por minha pergunta, assim que falo ela desmaia. Mills fica inconsciente e eu desesperada.

Notas finais
Até a proximaaa!!