Senhor Jackson
9 Capítulo 9
Notas iniciais
Eu estava preso há dez minutos, como se eu estivesse surpreso. Achei que ia ficar mais ainda, porque Annabeth com aquele jeitinho de capeta ia me deixar ali, nu, sozinho, duro de tesão enquanto ficava no banheiro rindo da minha cara. Ai Deus.
A porta do banheiro abriu, lógico que eu fiquei meio serelepe, já de cara tentei puxar as algemas numa tentativa fracassada de tirá-las. Annabeth estava vestida do que aparentava ser uma professora, se eu estava duro antes, piorou agora, chegou a doer. Ela usava uma blusa branca de botões que estava enfiada dentro de uma saia preta, estava de meia-calça e sem sapato, o cabelo estava preso em um coque. Ela desligou a luz do banheiro e fechou a porta. A minha bebê se aproximou de mim rebolando aqueles quadris lindos.
Ela se inclinou na minha direção. Ai caralho, ela tá tão cheirosa. Ela me deu um beijinho na boca, quando ela se afastou levantei meu tronco tentando ir atrás dela. Annabeth foi na direção do rádio que tinha em um canto do quarto perto do armário e o ligou. Eu já nem conseguia respirar. Ela procurou por uma música no CD e sorriu ao achar. Eu joguei a cabeça para trás e gemi frustrado ao ouvir qual música era. “You can leave your hat on”, de Joe Cocker. Annabeth riu. Ela ia fazer uma strip pra mim, eu devia estar alegre, mas estava mesmo era frustrado porque não poderia tocá-la. Ficar preso era agonizante, queria pegá-la e poder tocar aquelas coxas e tirar a blusa dela, quem sabe.
Desgraçada. Ela subiu no baú que estava a frente do pé da cama, e sorriu para mim. A primeira coisa que ela fez foi soltar o cabelo enquanto rebolava os quadris no ritmo da música. O cabelo dela caiu lentamente pelas costas, ela enfiou a mão esquerda no cabelo e o trouxe para a esquerda. Annabeth sorriu quando eu tentei mais uma vez inutilmente me libertar.
A minha loira ficou dançando por mais um bom tempinho que parecia interminável, ela rebolava os quadris e passava a mão no próprio corpo. Se eu não estivesse preso, Annabeth já estaria embaixo de mim, com a roupa toda rasgada, meu pau já estaria afundando com força dentro dela e minha cara estaria enfiada no meio dos peitos dela. Deixa ela, quando eu pegá-la de jeito ela vai pagar por toda essa tortura.
Annabeth mordeu os lábios e abaixou o rosto ainda rebolando os quadris e ficou olhando para os botões da própria camisa, ia abrindo vagarosamente, de vez em quanto me olhava e dava um sorrisinho safado. Eu esperava me contorcendo para vê-la revelar o que tinha embaixo daquela blusa. Finalmente o último botão, Annabeth me olhou sorrindo mordendo os lábios e puxou lentamente a blusinha para trás, e deixando os braços estivados para trás esperou a mesma deslizar e ir ao chão. Mordi os lábios também, só que para segurar o gemido vergonhoso que eu queria dar, ela estava com um sutiã lindo preto com renda vermelha. Annabeth continuou rebolando e se virou de costas para mim, rebolando aquela bunda gostosa para mim.
Os dedinhos dela tocaram o zíper lateral da saia. Ela me olhou sobre o ombro sorrindo maldosa.
– Você quer que eu tire, Percy? – perguntou ela com uma vez sexy.
Assenti ferozmente.
– Quero. – respondi.
Annabeth deslizou o zíper até a metade lentamente e depois voltou a fechá-lo, fazendo-me rosnar desgostoso.
– Annabeth, por favor, tira. – murmurei sôfrego.
A diaba riu e deslizou o zíper completamente desta vez e rebolando lentamente foi descendo a saia até os pés, empinando a bunda na minha direção enquanto tirava a saia pelos pés, a merda de calcinha preta com rendas vermelhas estava enfiada na bundinha dela, deixando-a completamente tentadora. Ah, o que eu não daria para poder meter um tapa naquela bunda.
Annabeth subiu na cama e veio na minha direção, ficando com os pés ao lado do meu corpo. Ai caralho. A música já tinha acabado, mas a minha tortura estava apenas no começo. Ela apoiou a ponta do pé no meu peito e começou a deslizar a meia-calça preta a enrolando pelas coxas até o final da perna e a tirou completamente, e depois foi a outra, fazendo a mesma coisa, usando-me de apoio para tirar a meia. Minha respiração estava horrível, respirava ruidosamente olhando para a minha gostosa.
Annabeth sentou-se sobre mim, ficando com a buceta sobre meu pau, ela rebolava os quadris levemente enquanto acariciava meu peito, a mãozinhas quentes dela me deixavam arrepiado. Ela se inclinou e beijou meu pescoço.
– Para com essa tortura. – murmurei enquanto ela beijava meu pescoço – Por favor, bebê.
– Não sei se deveria. – sussurrou ela contra meu pescoço.
Ela ficou ereta e pressionou a buceta ainda coberta pela calcinha no meu pau. Gemi e suspirei olhando para a cara de safada dela, sem tirar os olhinhos de mim, ela levou as mãos até as costas e abriu o sutiã. Ela tirou o sutiã de forma sensual e lenta, deslizando-o pelos braços e depois o jogou no chão. Abri levemente a boca os querendo nela. Annabeth foi generosa comigo dessa vez, ela se inclinou para frente, ficou com uma das mãos ao lado da minha cabeça, a outra, primeiro beliscou o mamilo rosa para me provocar e depois passou a segurar a minha cabeça me ajudando a ficar mais próximo àqueles peitos e assim, sem ter que se inclinar muito, a desgraçada podia acariciar meu membro com o sexo dela.
Annabeth soltou um gemidinho quando minha boca fechou-se em volta do mamilo dela. Ela acariciou meu cabelo lentamente enquanto eu me deliciava com os seios dela, aproveitando bastante porque vai que a Annabeth se afasta de mim e me deixa sem poder me divertir com aqueles peitos. Ela estava tão cheirosa, mas cheirosa que o comum. A minha bebê realmente caprichou, só para poder me agradar, beijei o vale entre os seios dela e passei para o outro e continuei a chupar e lamber com carinho. Annabeth gemia baixinho e suspirava fazendo carinho no meu cabelo, rebolava no meu membro de um jeito muito gostoso. Eu ia acabar gozando só por ter Annabeth rebolando no meu pau e os peitos dela na minha boca.
Annabeth se afastou me fazendo rosnar nervoso. Ela sorriu e me copensou com um beijo, eu deixei de ficar irritado na hora, a língua de Annabeth dançava sensualmente com a minha fazendo meus olhos revirarem. Por culpa dessa loira gostosa eu nem lembrava mais como respirar.
Annabeth se levantou e me encarando com aquela cara safada ela tirou a calcinha e a jogou no chão, desta vez ela ao sentar-se sobre meu pau não encostou nele. Annabeth me olhou com aquela cara safada e os lábios entre os dentes, ela levou dois dedos à própria buceta e se acariciou gemendo baixinho. Desgraçada.
– Ah… Percy… – gemeu a safada.
– A sua buceta tá meladinha, bebê? – perguntei.
Annabeth gemeu e assentiu.
– Muito, Percy. – respondeu ela gemendo.
Ela rebolou e tirou os dedos de si mesma e os ofereceu para mim. Os dois dedinhos dela estavam brilhando de tão melados, abri a boca e Annabeth colocou seus dedinhos dentro dela, chupei os dois com vontade lambendo e às vezes mordiscando, as minhas mãos constantemente tentavam se soltar das algemas, meus pulsos iam acabar roxos com a força que eu fazia. Droga de algemas de qualidade!
Quando acabei com os dedinhos de Annabeth, ela suspirou e subiu pelo meu corpo. O que ela ia fazer? Annabeth me deu um beijo que novamente acabou comigo, a língua dela acariciou a minha e depois acariciou meus lábios. Ela sorriu para mim e me fez rosnar quando se levantou e ajeitou os pés dela sobre meus ombros e deslizou-os por baixo dos meus braços e sentou aquela buceta gostosa na minha boca. Ela segurou meu cabelo e puxou-o levemente trazendo meus lábios para a buceta melada dela. Eu sorri e dei uma lambida demorada indo da entrada até o clitóris onde passei a brincar, Annabeth gemeu jogando a cabeça para trás e rebolou contra minha boca.
Chupei o clitóris dela com calma, ele estava durinho e melado, era tão docinho. Annabeth gemeu mais alto e depois rosnou.
– Mais rápido. – pediu ela.
Sorri malicioso. Eu finalmente estava no comando, era a minha vez de brincar com a paciência dela. Lambi com calma apesar de querer ir mais rápido e mais forte para fazê-la gozar logo em meus lábios e deixar tudo mais alegre para mim. Penetrava minha língua vagarosamente na entrada dela e voltava para o clitóris dela, chupando-o como se fosse uma pequena bala. Annabeth gemia e rebolava em parar no meu rosto.
Annabeth jogou sujo comigo, ela se inclinou para trás e acariciou meu pau antes de começar a bater uma para mim. Eu gemi e me descontrolei rapidinho como Annabeth planejou fazer ao tocar no meu pau. Acelerei o ritmo das minhas chupadas e lambidas, querendo fazê-la gozar. Annabeth gemia, rebolava com mais força seus quadris contra a minha boca e me punhetava com maestria.
– Ai caralho…
O primeiro espasmo tomou conta do corpinho de Annabeth, ela soltou meu pau e agarrou meu cabelo gemendo alto enquanto gozava deliciosamente nos meus lábios. Annabeth continuou a tremer enquanto eu limpava a bucetinha dela. Ainda tremula ela voltou a sentar-se sobre mim, ela respirava com dificuldade e as bochechinhas dela estavam vermelhas por causa do calor. Quando a respiração dela melhorou ela sorriu e se jogou em mim, lambendo meus lábios depois a minha língua, chupando-a em seguida.
– Gostoso do caralho. – murmurou ela enquanto me beijava o pescoço me fazendo rir.
– Já que é assim eu posso ganhar algum premio? – perguntei.
Annabeth sorriu e me beijou, chupando meu lábio inferior e o puxou um pouco dando uma lambidinha nos meus lábios e um selinho.
– Pode sim. – murmurou ela.
Eu sorri bobamente feliz da vida. Annabeth se inclinou na direção do criado-mudo de madeira ao lado da cama e pegou um pano preto que estava perto do abajur. Ela sorriu para mim mostrando-me aquela coisa. Era uma venda. Ela mordeu os lábios e colocou-a em mim, tampando meus olhos perfeitamente e amarrando-a em mim. Rosnei.
– Não faça isso comigo, Annabeth. – pedi – Eu quero ver a sua carinha quando você tiver um orgasmo, por favor, tira isso de mim.
Ouvi o risinho de Annabeth e quando os lábios quentes dela encostaram na minha orelha, tremi levemente e fiquei todo arrepiado.
– Não, ainda não, Percy. – ela lambeu meu lóbulo e se afastou.
Ela saiu de cima de mim deixando-me perdido. Eu dei um pequeno pulo quando senti a língua quente da minha loira subir desde os meus testículos até a cabeça do meu pau. Gemi desesperado, que merda, era delicioso ficar com os olhos vendados e ter a boca de Annabeth em mim. A minha loira lambeu mais um pouco a minha glande, se divertindo com ela. Sem eu esperar, ela engoliu meu pau e começou a chupar deixando-o todo babado. Eu gemia e movia as mãos afoitamente tentando me libertar, podia ouvir Annabeth rir enquanto lambia a extensão do meu pau.
Novamente sem eu nem notar, Annabeth sentou-se sobre mim e sentou com tudo sobre meu pau engolindo meu membro com a sua buceta melada e quente. Nós dois gememos juntos. A total cegueira começou a me agradar mais ainda. A pulsação de Annabeth aumentava junto com a minha e ela fazia movimentos rápidos de vaivém, o corpo de Annabeth inclinou-se sobre o meu, eu sentia a respiração dela no meu pescoço antes dela começar a beijar a área enquanto movimentava sua buceta, engolindo meu pau com vontade.
– Annabeth… bebê… me solta, me deixa te dar uns bons tapas, minha gostosa. – pedi gemendo enquanto falava.
Annabeth mordeu meu pescoço e deu uma risadinha. O que ela estava pensando em fazer? Annabeth sentou completamente a buceta, envolvendo meu pau com seu calor úmido e apertado delicioso. Minha respiração falou, ela ficou uns segundos parada me permitindo sentir a pulsação dela, e ficar enlouquecido para foder ela com força. O corpo dela ainda estava inclinado sobre o meu, uma das mãos dela acariciou meu rosto enquanto ela me beijava e a outra apertava meu quadril com força, ela estava tentando se controlar também, se eu der uma estocada, ela se descontrolaria e me daria o que quero.
Antes que eu pudesse por meu plano em pratica, a mão de Annabeth que estava no meu rosto, desceu para meu pescoço assim como os lábios dela, ela começou a castigar a minha pele chupando e dando mordidinhas. Foi enquanto Annabeth beijava a área onde ela havia mordido, ela rebolou com meu pau inteiro dentro dela. Merda, caralho, porra, cacete e todos os palavrões possíveis, aquilo era delicioso.
Meus braços que faziam força para se soltarem, relaxaram, meus olhos reviraram e fecharam, um gemido preguiçoso saiu dos meus lábios e meu corpo todo ficou arrepiado. Annabeth rebolava em mim sem subir nem descer. Era delicioso demais. Mesmo se eu estivesse solto, acho que ficaria jogado na cama com Annabeth beijando meu pescoço e lambendo minha mandíbula.
Annabeth me beijou com calma nos lábios rebolando vagarosamente, e depois voltou sua atenção ao meu pescoço e mandíbula. Ficar de venda ajudava na sensação, parecia que meu corpo respondia a cada movimento forte e lendo que ela fazia. A buceta apertada e melada dela pulsava com força a minha volta fazendo minha respiração ficar muito superficial. Annabeth não estava melhor do que eu, eu sentia sua respiração descompensada no meu pescoço.
Annabeth continuou a rebolar com força e de modo lento até eu não aguentar mais, ela sentiu que eu estava prestes a explodir, então ela se afastou de mim, ficando ereta mais possivelmente e subiu lentamente e fundou meu pau dentro dela com força, fazendo repetidas vezes até que a subida lenta desapareceu e tudo ficou com rápida. Minha respiração ficou mais rápida, meus gemidos mais altos assim como os de Annabeth.
Senti os espasmos de Annabeth e ela gemeu mais alto gozando no meu pau, apesar de dar para notar pela sua respiração que ela estava cansada, ela continuou os movimentos alucinados até que foi a minha vez de gozar. Gemi, xinguei e chamei por ela gozando dentro dela.
Annabeth me tirou de dentro dela e desabou sobre mim. Nós dois respirávamos com dificuldade, senti os dedinhos de Annabeth no meu rosto e então a venda foi tirada de mim. Meus olhos se serraram e ficaram meio fechados até se acostumarem com a luz, quando isso aconteceu, olhei para a minha bebê e dei um sorrisinho. Lá estavam aquelas bochechas vermelhas e aquela cara de contentamento.
– Se divertiu, Annabeth? – perguntei – Hein, minha bebê? Gostou de abusar de mim?
Annabeth arfou sorrindo e me olhou sem tirar a cabeça do meu peito e a mão do meu pescoço.
– Muito. – respondeu ela.
– Eu quero a minha vez também, eu quero abusar de você. E você vai ver o quão torturante isso foi. – murmurei a fazendo sorrir – Eu vou foder esses seus peitos, estapear a sua bundinha e vou te deixar vendada enquanto fodo você.
Ela aproximou os lábios do meu ouvido.
– Eu vou gostar. – sussurrou ela.
Ela sorriu e me deu um beijinho calmo e finalmente me soltou. Annabeth pegou meus pulsos e deu beijinhos, eles estavam muito vermelhos e marcados. Sentei na cama com Annabeth sentada por cima, minhas mãos afoitas seguraram a cintura de Annabeth e acariciaram-na, ficar preso e não poder tocá-la me deixou com abstinência. Eu as subi em direção aos seios dela, acariciei as laterais e subi para o pescoço dela, e a puxei para um beijo. Minhas mãos desceram e foram parar na bundinha dela, apertei, acariciei e dei um tapinha.
Afastei-me um pouco de Annabeth para poder observá-la, os olhinhos cinza, a boquinha rosada com aquele formatinho lindo e delicado, o narizinho perfeitinho e as bochechas rosadas, agora naturalmente rosadas, não avermelhadas de calor. Novamente dei um beijo nela e suspirei dando um selinho nela.
– Eu gosto muito de você, Annabeth.
– Eu também gosto muito de você, Percy.
Acho que se eu falasse a verdade do que eu sentia por ela acabaria assustando-a, então era melhor manter as coisas na calma. Ela esfregou o olho e bocejou, como podia parecer tão inocente assim sendo que estava nua em cima de mim.
– A minha bebê tá com soninho? – perguntei.
Annabeth assentiu fazendo biquinho.
– Vamos dormir então.
Ajeitei o edredom e a coloquei sob ele, ficando abraçado com ela, não de conchinha, ela ficou de frente para mim com aquele rostinho lindo enfiado no meu peito. Sorri. Ela é tão perfeita. Desliguei a luz e fiquei acariciando o cabelo dela a esperando dormir. Beijava de vez em quanto a testa ou a bochecha dela. A respiração dele ficou mais calma e mais calma até que finalmente percebi que a minha bebê dormiu.
Acariciei a bochecha dela e a abracei a mim mais ainda.
– Como você consegue, bebê? – perguntei bem baixinho – Como consegue ser tão perfeita? Como consegue me fazer ficar apaixonado por você tão depressa? Que feitiço você jogou em mim? – beijei os lábios dela rapidamente – Seja qual for, funcionou. E eu não quero que ele seja quebrado, bebê.
Fechei os olhos e me entreguei ao meu cansaço, dormi abraçadinho a Annabeth como sempre acontecia no final dos meus sonhos com ela. Só espero que ao acordar, ela ainda esteja aqui, abraçadinha a mim, e espero que ela nunca vá embora, porque acho que não consigo mais viver sem ela. Talvez até consiga viver sem ela, de um jeito mórbido e triste, mas o problema é que eu não quero viver sem ela.
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