Notas iniciais
#Divay Então Diamonds, mais um capitulo, esse aqui contem a vingança do Percy a provocação da Annabeth enquanto ele estava algemado então haverá pipi vagina EEEEEEEEEEEHHHHHHHHHH!!!! No proximo não haverá pipi vagina (T-T) no proximo haverá história. Boa leitura.

Quando acordei no dia seguinte, fiquei igual a um pirado observando a minha bebê a dormir. Ela era tão bonitinha dormindo. Às vezes ela fazia biquinho, às vezes coçava o nariz e às vezes virava de costas para mim. Eu ficava todo emburradinho e a puxava delicadamente para ficar de frente para mim de novo, e começava tudo de novo. Eu acariciava seu cabelo e as suas bochechas, só a observar aquela loira parecendo um anjo dormindo. Ao perceber que estava ficando um pouco estranho ficar observando Annabeth daquele jeito parecia coisa de estuprador. Então resolvi fazer uma coisa produtiva, levantei-me e fui fazer café da manhã para nós dois.

Como eu podia ter tanta sorte? Aquela garota incrível era minha. Parcialmente pelo menos, estávamos juntos, mas não estávamos. Não tínhamos oficializado nada, eu não pedi a ela em namoro porque acho que não sirvo para isso eu acho, eu sempre acabava afastando as garotas quando as namorava, eu sei lá, acho que não é uma coia para mim. Eu quero namorar a Annabeth só que não quero afastá-la. Além do que, tenho medo de ela não querer namorar comigo e acabar indo embora e também tem o meu emprego e todas essas porcarias.

Fiz panquecas, fritei ovos, peguei suco de laranja coloquei tudo arrumadinho em uma bandeja, com alguns morangos com chantilly em uma vasilha pequena, e levei para o quarto. Ela ainda estava dormindo. Como eu poderia acordá-la sem eu mesmo acordar? Eu me sentiria muito culpado de pedir para ela acordar, eu queria que ela acordasse sozinha, mas eu não quero mais ficar andando para lá e para cá sabendo que ela está aqui comigo e não poder conversar com ela porque está dormindo como um anjinho fofo.

Olhei para a janela, estava frio lá fora, talvez se eu abrisse. Eu sei, parece maldade, mas também é maldade dela me deixar sem ela. Abri a janela e deixei o ar frio entrar. Em pouco tempo, Annabeth estremeceu e se encolheu nas cobertas. Depois resmungou e abriu os olhinhos. Fechei a janela e me aproximei dando um selinho nela.

– Bom dia. – murmurei acariciando o rostinho dela.

– Bom dia. – ela bocejou e franziu o cenho – Porque a janela tava aberta?

– Porque eu abri… para você acordar.

Annabeth fez cara feia, que na verdade era adorável.

– Por quê? É maldade isso. – ela fez biquinho.

– Eu sei, só que eu queria ficar com você.

Ela se sentou e o edredom escorregou pelo corpo dela indo parar no meio da barriga, ou seja, os peitos dela ficaram a mostra, e por causa de ter passado frio por um tempinho, os biquinhos estavam eriçados e a pele dela estava arrepiada. Mordi o lábio e me controlei. Desviei meu olhar para o rosto de Annabeth, ela sorria como se não acreditasse.

– Você tem uma tara muito grande pelos meus seios. – murmurou ela esfregando os olhos.

– Não me culpe! Eu gosto deles, tá?

– Tudo bem. – ela riu e se ajeitou escondendo os seios, agradeci mentalmente.

Puxei a bandeja com o café da manhã dela e coloquei sobre o colo dela. Ela sorriu e acariciou meu rosto.

– Que fofinho fazendo café da manhã para mim. – disse ela beijando meu rosto.

Ela comeu um pedaço da panqueca e pegou outro pedaço oferecendo para mim. Aceitei sorrindo. Estávamos parecendo um casal apaixonadinho, um fazendo café para o outro, um alimentando o outro. Eu nunca pensei que iria gostar de coisas assim, mas estava sim.

– Nós vamos comer, e descansar um pouco que eu tenho um plano para nós. – disse animado pegando um pedaço de ovo do garfo quando ela me ofereceu.

Ela me olhou desconfiada de sobrancelha franzida.

– Plano? – perguntou ela – Porque eu sinto que tem algo a ver com uma certa vingança pelo o que houve ontem?

Eu ri.

– Porque você é inteligente.

Ela revirou os olhos.

– Não faz essa cara que eu sei que você gosta. – murmurei.

Ela pegou um morango e me provocando descaradamente, lambeu o chantilly do topo e mordeu.

– Eu adoro, senhor Jackson.

Bom, a bandeja foi colocada de lado para que eu pudesse finalmente atacar aqueles lábios lindos. Essa menina ama me provocar, e eu amo ser provocado por ela. Aquela carinha de safada dela me deixava louco. E depois ela fazia carinha de inocente e fazia biquinho me deixando cada vez mais apaixonado.

...

Ela me deu de comer, depois lavou o rosto e escovou os dentes, colocou uma calcinha e uma das minhas blusas – isso apesar de eu insistir para ela ficar nua – e ficou comigo assistindo TV, às vezes trocávamos um beijo, às vezes eu apalpava ela fingindo estar distraído a fazendo rir. Às vezes ela beijava meu pescoço enquanto brincava de desenhar com o dedo no meu peito nu ou enquanto brincava com o elástico da minha calça moletom. Devo dizer que eu ficava mais afetado que ela com as provocações. O que eu podia fazer se eu adorava as mãozinhas dessa loira safada?

Já era de tarde, Annabeth disse que não tinha problema ela voltar para casa às dez da noite, por exemplo, que os pais dela não se importavam, isso me deixou todo alegre porque eu queria fazer o que tinha planejado naquele horário, tudo planejadinho para ter o clima perfeito.

– O que você acha de fazer o que você tinha planejado, senhor Jackson? – perguntou ela sussurrando no meu ouvido, me deixando completamente arrepiado, ainda de quebra ela chupou o lóbulo da minha orelha.

Sorri alegremente e me levantei desligando a TV, levei-a para a sala de estar com a lareira e para iniciar o meu plano meticulosamente planejado, coloquei fogo nos troncos ali dentro e deixei Annabeth a observar o fogo crepitar enquanto ia buscar as algemas. Voltei todo serelepe. Annabeth estava ainda olhando para o fogo, ela parecia tão angelical com a luz do fogo levemente banhando seu rostinho.

Abracei a cintura dela e beijei a bochecha dela. Eu queria fazer amor com ela na frente da lareira, mas eu não ia conseguir, não hoje, eu trago ela outro dia para poder fazer uma coisa mais romântica na frente da lareira, sem ela estar presa, talvez com algumas velas e uns morangos com chocolate muito mais beijinhos calmos e talvez uma musiquinha bem romântica. Só que hoje seria um pouco menos romântico, mas ainda com carinho porque essa loirinha parece ser feita de porcelana.

Beijei a boca dela com calma de inicio, acariciava a cintura dela e a apertava contra mim, o mais apertado possível parecia que eu estava com medo de ela se afastar e se trancar no quarto e me deixar sem beijos, sozinho na sala. A minha língua e a de Annabeth brincavam com calma e de um modo sedutor. Aquela safada do jeito hipnotizante que me beijava ia acabar me colocando as algemas e abusando de mim novamente, meus amigos dizem que eu sou meio lerdo e fico mais lerdo ainda perto de Annabeth, aí ela vem e começa a me beijar assim, eu acho que me entrego para ela abusar de mim.

Soltei o lábio dela com muito custo e puxei a minha blusa que ela estava usando para cima e suspirei ao ver os seios dela nus, realmente, eu acho que tinha uma pequena tara por eles, talvez bem grande. Annabeth deu um sorrisinho e uniu os braços sob os peitos os pressionando juntos e levantando praticamente implorando para que eu avançasse, só que eu fui forte, eu me controlei e enganchei meus dedos na calcinha branquinha e simples dela que era simplesmente perfeita e as deslizei para baixo, seguindo lentamente todo o caminho até os pezinhos dela. Annabeth levantou um e depois o outro e eu atirei a calcinha no chão.

Me levantei e a beijei novamente abraçando sua cintura. Annabeth me encarou com aqueles olhinhos cinza esperando para ver o que eu faria a seguir.

– Vira de costas para mim, bebê. – pedi.

Ela se virou e eu tive que dizer a mim mesmo: Percy, mantenha a calma, mantenha o foco, faça como ela fez ontem, não dê o que ela quer, faça-a implorar por algo como ela fez você implorar. Annabeth estava empinando ligeiramente a bundinha para mim, só para me atiçar.

Puxei com suavidade os braços dela para trás e os prendi com as algemas, soltei um suspiro, que cena mais tentadora. Calma, seja forte! Peguei o cabelo de Annabeth e o puxei para um dos lados liberando o ombro e o pescoço dela para mim. Abracei a barriguinha dela e dei o primeiro beijinho no pescoço dela. Annabeth suspirou fechando os olhos. Depois beijei o ombro dela e dei uma mordidinha voltando para o pescoço. É agora que eu deixo uma marca nesse pescoço branco cheiroso, dei uma chupada forte no pescoço dela, eu pude sentir a pele dela arrepiar sob meus dedos, ela soltou um baixo gemidinho. Eu quero ver a marquinha arroxeada do chupão amanhã nela.

– Senhor Jackson. – murmurou ela baixinho inclinando a cabeça para o lado me dando mais espaço para abusar do seu pescoço.

Meus dedos se infiltraram no cabelo dela segurando a cabeça dela e acariciando. Enquanto estava distraído completamente com o pescoçinho cheiroso dela, senti uma mão safada e inconveniente apertar o meu pau. Afastei-me dela um pouco a fazendo rir e me fazendo rosnar de frustração.

Tirei minha roupa na frente dela, Annabeth mordia os lábios me observando tirar a camisa, a calça e a cueca. Se aquela safada estivesse solta estaria ajoelhada na minha frente naquele momento, eu tenho certeza.

Deitei-a no chão delicadamente para ela não cair a deixando confortável entre as imensas almofadas que havia colocado diante da lareira. Ajeitei-me, ficando ajoelhado sobre ela, com minhas pernas perto dos ombros dela e coloquei meu pau na frente do rosto dela. Annabeth sorriu e o colocou todo na boca, chupando-o com vontade, segurava a cabeça dela para ajudá-la a se manter de cabeça erguida para me pagar aquele boquete. Eu gemia a cada vez que a língua dela pressionava a extensão do meu pau. Annabeth me tirou completamente da boca e beijou a cabeça, ela me olhou com a cabeçinha do meu pau ainda sobre os lábios.

– Fode a minha boca, senhor Jackson. – pediu ela dando um sorrisinho enquanto colocava a língua para fora e lambia a glande meu pau.

Rosnei e segurei a cabeça dela sem delicadeza e passei a foder a boca dela como se fosse sua buceta, Annabeth gemia junto comigo aceitando de boa vontade as estocadas do meu pau dentro de sua boca. Meu pau pulsava dentro da boquinha dela. Pulsava com mais força ainda toda vez que eu parava para apreciar aquela expressão de puro de tesão de Annabeth, se eu ficasse muito hipnotizado acabaria gozando na boca dela logo, logo.

Tirei meu pau de dentro da boca dela a fazendo resmungar desgostosa e fazer biquinho. Usei a saliva espalhada no meu pau para foder outra coisa que eu queria muito foder. Ajeitei-me para que meu pau ficasse entre os peitos de Annabeth, ela mordia os lábios enquanto me observava tomar conta da situação. Apertei os peitos dela contra meu pau e comecei a estocar. Eu tinha me esquecido o quão delicioso aquilo era, a textura e o calor perfeitos. Joguei a cabeça para trás estocando ainda entre os peitos dela, fechei os olhos que logo foram abertos ao sentir a língua de Annabeth achatar sobre a fenda na cabeça do meu pau.

Encarei-a. Ela sorriu travessa e passou a chupar e lamber a cabecinha do meu pau enquanto eu estocava. Não a impedia porque era muito delicioso. A minha bebê pressionava uma coxa na outra para aliviar um pouco do próprio tesão. Eu queria dar atenção dobrada para ela e para seu prazer, mas ela não me ajudava, ficava me chupando enquanto eu fodia os peitos dela, impedia-me de pensar direito e parar com aquilo.

– Ai, merda… eu vou gozar…

– Goza em mim, senhor Jackson. Por favor.

Gostosa do caralho. Ela mandava em mim, sempre mandou. Meu corpo obedecia a cada comando dela sem nem pestanejar. Logo eu senti minha respiração falhando. A boquinha de Annabeth que se mantinha aberta recebeu grande parte do meu gozo, o resto deu uma leve escorrida pelos seios e pescoço dela. Peguei a minha blusa que ela estava vestindo antes e usei para limpá-la. Eu arfava pesadamente. Percebi então que mesmo que Annabeth estivesse presa, ela ainda comandava as coisas e ainda me provocava, logo agora que eu me sentia o dominante tendo a minha bebê presa. Como eu sou inocente de achar que mando em algo.

Desci pelo corpo dela ficando ajoelhado entre suas pernas. Minhas mãos foram para os peitos dela deslizando pela barriga até alcançá-los, minhas mãos fecharam-se sobre eles e deram uma leve apertada. Annabeth gemeu rebolando os quadris, esfregando-se na minha perna. Eu acho que tenho que prender ela toda. Meus polegares esfregaram os biquinhos levemente. Novamente ela gemeu, mordendo os lábios. Continuei a provocar os biquinhos dela com os polegares acariciando devagar.

Depois foi a fez dos indicadores. Circulava os mamilos e apertava os biquinhos entre o indicador e o polegar. Annabeth estava inquieta. Do jeitinho que eu queria.

– Chupe eles…

– Não sei, você não está falando educadamente.

– Chupe eles, por favor, senhor Jackson. – murmurou ela soltando o ar.

– Boa menina.

Finalmente, ela estava implorando para receber algo. Inclinei-me para frente segurando os seios dela unidos e lambi os dois, e depois ataquei os biquinhos. Lambi um depois o outro, sendo o mais lento que conseguia, porque pessoalmente eu também não queria ser lento. Soltei os peitos dela e me ocupei primeiro com o esquerdo enquanto apertava o biquinho do direito. Coloquei o máximo que conseguia dentro da boca e fiquei chupando. Eu sentia saudades das mãozinhas de Annabeth acariciando meus cabelos, mas eu não iria ceder, iria continuar a chupar com Annabeth presa. Chupei o biquinho e dei uma mordidinha.

– Percy…

Revirei os olhos apreciando meu nome sair da boquinha dela enquanto ela gemia. Deixei o biquinho dela melado de saliva e fui para o seio direito dando o mesmo tratamento do seio esquerdo enquanto usava meu indicador para acariciar o mamilo de Annabeth utilizando a saliva que estava ali para deslizar meu dedo com mais facilidade. Annabeth gemia e rebolava, ela tentava esfregar-se na minha perna, mas estava longe do seu alcance e tentava fechar as próprias pernas em busca de atrito só que a minha perna estava entre as delas, então ela não conseguia realizar nenhum de deus planos para poder aliviar um pouco o próprio tesão.

Coitadinha, ela implorava para que eu a fodesse, apesar de eu estar louco para fazê-lo e ela ficar me implorando não estava ajudando-me em nada em manter o foco, porém eu estava tentando, ficava entretido o máximo que podia com os peitos dela só para deixá-la mais afoita.

– Percy… senhor Jackson… por favor…

– “Por favor” o que, bebê? – perguntei apenas apertando os seios dela com as mãos.

– Me fode… com a sua língua…

Rosnei. Annabeth sorriu vitoriosa, ela sabia que tinha ganhado. Desci beijos pela barriga dela e separei bem as pernas dela ficando entre elas. A buceta dela estava completamente melada. Dei um beijinho sobre o clitóris dela e lambi os grandes lábios lisinhos limpando o prazer dela da região. Dei uma leve mordida nos grandes lábios e depois chupei. Annabeth gemeu e rebolou tentando tirar as mãos de dentro das algemas, ela fazia força nos braços, dava pena dela.

Separei os lábios e lambi a buceta dela inteira, indo de baixo para cima, indo o mais lentamente que eu conseguia. Annabeth gemeu jogando a cabeça para trás enfiando-a nos travesseiros. Eu sorri e chupei o clitóris dela. Estava muito durinho, era de enlouquecer, eu estava louco para engoli-lo completamente, mas ela tinha que implorar. Acariciei a entrada dela com a língua depois voltei ao clitóris e deixei meus dedos no lugar da língua. Penetrei o dedo do meio nela e estoquei lentamente, lentamente como as minhas lambidas no clitóris dela.

Ela rebolou. Uma das minhas mãos segurava os quadris dela para que ela sossegasse.

– Por favor, senhor Jackson – gemeu ela – mais rápido.

Sorri e cobri o clitóris dela com a minha boca e penetrei mais dois dedos dentro dela, meus dedos ficaram apertados, mas Annabeth pareceu gostar, pelo gemido longo e alto que ela deu, dava para notar o quanto ela gostava. Lambia e chupava o clitóris de Annabeth alternando as forças e velocidades. Chupava com força, lambia devagar, e vice-versa.

Logo o corpo de Annabeth estava tremendo. Troquei os trabalhos dos meus dedos e língua, descendo-a para a entrada de Annabeth estocando-a ali e meus dedos acariciaram o clitóris dela. Annabeth gemeu, contorceu-se, suas costas arquearam, o corpinho dela tremeu e logo eu estava soltando um gemidinho também revirando meus olhos por puro prazer e senti o gozo dela desceu pela minha língua. Lambi a buceta dela com calma, ela tremia sempre que minha língua tocava o clitóris dela, estava muito sensível, limpei toda a buceta dela e subi pelo corpo dela.

Beijei primeiro o pescoço de Annabeth, a deixando respirar um pouco. Quando ela pareceu ficar mais calma beijei a boca dela, deixando de propósito meu pau sobre a buceta dela. Annabeth gemeu em meus lábios e começou a se mover, afoita. Eu sorri durante o beijo e sutilmente comecei a mover o quadril para esfregar meu pau em Annabeth. Ela gemia e se contorcia. Separei meus lábios dos dela, ela parecia tão desesperada.

– Por favor, senhor Jackson, me fode. – pediu ela sem fôlego.

– Você quer ser fodida, Annabeth? – perguntei. Ela assentiu – Não sei se deveria, talvez deveria deixá-la aqui…

– Perdão por tê-lo aborrecido, senhor Jackson. Eu fui uma menina má. – ela fez biquinho. Estava me provocando.

Sorri, peguei-a pelos ombros e a puxei delicadamente deixando-a sentada. Ajoelhei-me e a coloquei sobre meu colo. Segurei-a com uma mão, apertando a cintura dela com meu braço e minha outra mão foi usada para segurar meu pau. Ficava esfregando meu pau de propósito na entrada de Annabeth a impedindo de descer e engolir meu membro. Cada vez que Annabeth tentava me fazer penetrá-la, eu dava um tapa na bunda dela.

Eu já havia perdido a conta de quantos tapinhas já havia dado nela. Conseguia sentir o tesão de Annabeth escorrer pelos meus dedos, e eu ainda nem havia penetrado, só que já estava ficando insuportável aguentar aquela tentação e finalmente puxei-a para baixo. Annabeth jogou a cabeça para trás, deu um sorrisinho e gemeu.

Annabeth sentava no meu membro com força, eu apertava a cintura dela em um abraço para ela poder ficar firme e eu estocava dentro dela.

Com os nossos movimentos alucinados, logo estávamos atingindo o ápice, Annabeth gemeu por mim e eu por ela. O prazer dela escorreu pelo meu membro e o interior dela apertou-me com força, em poucos segundos já gozava dentro dela, apertando sua bunda e gemendo seu nome.

Tirei-me de dentro dela, e me deitei com ela por cima, ficamos quietinhos para podermos relaxar. Estávamos os dois suados, isso era uma pedida para um banho, mas do jeito que estávamos cansados, acho que seria só um banho. Annabeth respirava com força com sua cabeça deitada no meu peito.

...

Levei Annabeth para casa, fiquei no quarteirão anterior a casa dela como sempre e fiquei beijando ela por um bem tempo. Tínhamos tomado banho juntos, só que desta vez o máximo que aconteceu foi um beijinho mais demorado e só. A bundinha dela estava com algumas marquinhas vermelhas, a coisa mais tentadora do mundo, eu fiz carinho para que as marcas sumissem, só que eu acho que algumas iam ficar por mais um dia porque além de dar os tapinhas eu apertava também e isso deve ter ajudado.

– Boa noite, bebê. – murmurei quando separamos nossos lábios, uni-os novamente após dizer.

– Boa noite, senhor Jackson. – murmurou ela de volta dando uma risadinha quando eu rosnei.

Ela me deu um último selinho e foi em direção a própria casa e eu fui para a minha. Eu precisa de mais tempo com Annabeth, muito tempo. Eu queria sei lá, poder sair com ela em publico, porque tinha de ser tão complicado?

Notas finais
Então Diamonds gostaram? Me digam que posições vocês curtiriam -v- O proximo capitulo não terá pipi vagina, vamos ficar sem o Senhor Jackson nu (#choray) Comentem e me digam o que acham. Beijinhos, Diamonds, amo vocês, até a proxima.