Senhor Jackson
11 Capítulo 11
Notas iniciais
Entrei na sala todo alegre, eu dormi até bem naquele domingo depois de ter passado o final de semana todo com a Annabeth, eu precisava ficar mais tempo com ela, ficar com ela é tão gostoso. Como sempre, Annabeth já estava dentro da sala, sentadinha no lugar dela, lendo atentamente seu livro, sendo completamente adorável. Coloquei minhas coisas na minha mesa, encostei a porta e fui até ela. Ao me notar, ela fechou o livro e deu um sorrisinho tão meigo que me derreteu.
– Oi, bebê. – murmurei dando um selinho nela.
– Oi, senhor Jackson. – ela sorriu, sentei na cadeira ao lado da dela e ela virou-se na cadeira dela para ficar de frente para mim.
– Então, bebê, você dormiu bem? – perguntei pegando a mãozinha dela, era tão pequena na minha.
Ela assentiu.
– Depois que eu conseguir dormir, foi uma boa noite de sono.
Franzi o cenho.
– Depois de conseguir dormir? – perguntei.
– É – ela se inclinou para frente, sussurrando no meu ouvido, os dentes dela roçavam no lóbulo –, você me deixa sem sono, senhor Jackson. Sempre me deixa, por tantos e tantos motivos.
– Porque eu fiz isso desta vez, bebê? – eu estava louco para arrancar a calcinha dela e possuí-la no chão mesmo.
– Por que… – ela se virou, ficando de costas para mim, ainda sentada na cadeira, ela puxou a saia dela para cima e empinou a bunda para mim me mostrando a sua linda calcinha preta e as marquinhas vermelhas em ambas as nádegas – Por isso.
Toquei a bundinha dela, fazendo carinho.
– Você não conseguiu dormir porque tava doendo, minha bebê? – perguntei, se estivesse doendo, eu ia me matar por ter tido coragem de machucá-la, apesar de ter sido involuntário, mas mesmo assim, eu a machuquei.
– Não. – ela soltou a saia cobrindo o traseiro e se virou para mim novamente, a expressão dela era tão sensual, ela falou baixinho – Mas ficava latejando, me lembrando todo tempo das suas mãos me tocando, eu só consegui dormir depois de me tocar pensando em você.
Mordi os lábios, respirando fundo para me controlar.
– Você se tocou pensando em mim, bebê?
Ela mordeu os lábios e assentiu fazendo carinha de culpada. Agarrei a cintura dela a fazendo sentar no meu colo com as pernas uma de cada um lado do meu corpo.
– Eu quero ver você fazendo isso… – agarrei a bundinha dela, apenas acariciando e beijei o pescoço dela – se tocando… – beijei a mandíbula dela – gemendo por mim. – finalmente beijei a boca dela.
Ela arfou quando separei meus lábios dos dela. Ela me olhou com aquela cara de inocente.
– Você quer me ver – ela olhou para baixo e eu segui o olhar dela, ela tocou as bordas da saia vermelha e preta dela e a puxou para cima, revelando novamente a calcinha preta para mim – me tocando aqui? – ela deslizou o dedo indicador pela calcinha sobre a buceta.
Eu rosnei, segurei a nuca dela e a puxei para mim, beijando-a novamente, desta vez com mais força, com mais vontade.
– Não me provoca, bebê. – pedi arfante depois uni novamente nossos lábios fazendo nossas línguas brigarem mais uma vez – Você me enlouquece assim. – disse entre o beijo.
– Desculpa, senhor Jackson – ela fez biquinho –, não foi a minha intenção.
– Foi sim, sua safada, você vive para me provocar.
Ela mordeu o dedo indicador e sorriu, ia falar mais algo, porém o sinal tocou, atrapalhando o meu momento com a minha bebê. Ela saiu de cima do meu colo e sentou-se na própria carteira, eu roubei um selinho dela e fui para a minha mesa, fingir que eu não estava quase fodendo com a Annabeth no chão da sala.
POV – Annabeth
Caminhei pelo refeitório e fui até a mesa onde Thalia e Silena estavam sentadas e me sentei à frente delas. Tentei não pensar muito no Percy e no fato de ele ter me deixado melada no começo da aula e durante ela porque resolveu me provocar enquanto veio verificar o exercício que eu havia terminado de fazer. Ele escreveu pela folha da apostila o que pretendia fazer comigo mais tarde enquanto fingia me explicar como eu fazia o exercício que já estava feito.
– Oi, meninas. – disse sorridente.
– Oi, raio de sol. Porque está tão alegrinha? – perguntou Silena sorrindo maliciosa.
– Eu já te falei porque Silena, essa safada sumiu o final de semana todo com as minhas algemas. – murmurou Thalia em resposta a pergunta da Silena.
Silena fez cara feia para Thalia.
– Shh, Thalia. Eu queria que ela respondesse. – Silena me olhou sorrindo de orelha a orelha – Então, quem é o cara?
– Eu… não posso falar ainda. – murmurei.
– Fala, Annabeth! – exclamou Silena.
Eu ri.
– Fala baixo! – mandei.
– Desculpa. Mas agora conta, quem é o cara? Quem deve ser esse deus do sexo para você querer levar até as algemas da Thalia para usar com ele?
Sabe o professor Jackson de matemática?
– Ninguém. – murmurei dando de ombros.
– Sei. – disse Silena desconfiada – Você não pode falar quem é o bofe ainda, mas pode dar os detalhes? Sórdidos de preferência.
– Silena! – repreendeu Thalia.
– Não faz essa cara que eu sei que você também quer saber.
Thalia fez cara desgostosa e deu de ombros.
– Não quero nada.
– Deixa só você esquecer o seu ex-bofe que você vai querer saber tuuuuudo. – ela deu uma ênfase nesse “tudo” que foi até engraçada.
– Como assim “ex-bofe”? – perguntei.
– Você pega as algemas para usar no seu homem e a Thalia perdeu o dela. – disse Silena.
– Oi? – perguntei.
– É, enquanto você se divertia com um cara, a Thalia terminou com o namorado. – Silena sorriu.
– Porque, Thalia? – perguntei a ela.
Thalia deu de ombros e remexeu na comida.
– Ele estava ficando muito chato, e eu não queria mais ficar com ele, então eu terminei.
– Fala a verdade. – ordenou Silena.
Thalia bufou.
– Ele tava me traindo, tá bom?
– Thalia…
– Deixa isso para lá. – afirmou ela me interrompendo – Agora vamos falar sobre o seu namoradinho.
– Ele não é exatamente meu namorado. – disse.
Thalia e Silena se olharam com uma expressão maliciosa depois olharam para mim.
– Então você usou essas algemas em um cara com quem faz sexo casual? – perguntou Silena – Você é minha heroína, Annabeth.
– Agora, conta os detalhes. – pediu Thalia – Você pode usar um nome falso para o cara.
– Pode usar Percy. – Silena riu.
Meus olhos se arregalaram.
– Porque Percy? – perguntei tentando disfarçar.
– Porque ele é o seu professor favorito e ele é maravilhooosooo, e eu sei que você deve gostar de imaginar que está com ele quando está com o seu deus do sexo.
Eu fingi que achei engraçado aquilo. E quando ia falar mais para enrolá-las até mudarmos de assunto, a biscate ruiva surgiu. Rachel ficou atrás de Silena e Thalia e sorriu para mim.
– Falando do professor Jackson, meninas? – perguntou ela, ela suspirou – Ele é perfeito, não acham? Mais perfeito ainda na cama. Ai, ai.
Revirei os olhos.
– Vai mentir pra lá, vai, Rachel. – pedi apontando para a esquerda.
– Não estou mentindo, Annabeth, acredite em mim. Eu já peguei ele.
Meu sangue ferveu. Como ela tinha coragem da falar uma mentira sobre o meu homem?
– Olha aqui, Rachel. – disse irritada me levantando – O senhor Jackson pode ter quantas mulheres ele quiser, mas me diz: porque ele escolheria você? Já deu pra metade da escola e ainda fica inventando mentiras sobre os professores.
Acho que estávamos atraindo as atenções de todo o refeitório, porque estava um silêncio mortal. Silena e Thalia me encaravam surpresas, eu nunca fui de defender o Percy, só reclamava com elas sobre a Rachel.
– E a senhorita perfeição acha que professor Jackson ia ficar com quem? Com você? – ela gargalhou – Até parece.
– Escuta aqui biscate ruiva…
– Meninas! – alguém com uma voz forte que me fez tremer nos chamou atenção, olhei para a porta do refeitório e ali estava Percy, ele tinha um olhar irado e ao mesmo tempo brilhante, aqueles olhos verde-água sempre me faziam tremer, mas depois de ouvir a voz autoritária dele, tremi mais ainda.
POV – Percy
No horário do intervalo, eu estava na sala dos professores, não fazendo nada e ficar parado ali era irritante. Levantei-me e saí, indo passear pela escola. Caminhei pelo refeitório e notei algo estranho lá dentro, um silêncio mortal estava lá dentro. Foi então que eu ouvi a voz da minha bebê, entrei no refeitório e me deparei com a cena: Rachel mentia sobre ter transado comigo e a minha bebê me defendia. Eu fiquei ouvindo tudo, tentei ficar sério, apesar de querer sorrir, afinal a Annabeth estava me defendendo. Quando achei que aquilo estava indo longe demais, me intervi.
– Meninas! – vociferei antes que Annabeth pudesse dizer algo que a mandasse para a diretoria por começar a bater em Rachel.
– Professor? – Rachel tentou dizer – Eu... – acho que ela estava tentando se explicar.
– Silêncio, senhorita Dare. – ordenei – Chega.
– Eu posso explicar, professor. – afirmou Rachel.
– Senhorita Dare, eu já disse que chega! Eu pensei que a senhorita era mais integra e não ficaria espalhando essas mentiras, se desvalorizando completamente e ainda usando o meu nome! – ela abaixou a cabeça, parecendo culpada – Pode se considerar suspensa por duas semanas, senhorita Dare.
– Mas… professor…
– Não me desobedeça! Você devia começar a se preocupar com seus estudos e não com tentar inventar fama para nós dois. Agora vá para a diretoria. – ela abaixou a cabeça e foi na direção da porta do refeitório, o lugar ainda era um silêncio completo. Annabeth estava na minha frente, respirando com força, aqueles olhinhos lindos brilhando.
– Para a minha sala, senhorita Chase, agora. – ordenei. Se eu não fizesse isso, ia agarrá-la ali mesmo, na frente de todos.
– Sim, senhor.
Ai, caralho. Ela fica me chamando de senhor só para me tirar do sério. Annabeth caminhou para a porta e eu fui logo atrás dela, tentando não olhar para a bunda dela que ela deliberadamente rebolava para mim, afinal todos os outros alunos estavam nos observando naquele momento.
Ao chegarmos a minha sala, tranquei a porta e olhei para Annabeth. Ela estava olhando para baixo, com aquela carinha adorável de culpada. Aproximei-me e segurei o queixo dela o puxando para cima para ela me olhar.
– Então a senhorita estava lá arrumando briga com a Rachel, apesar de eu ter dito que não havia nada entre mim e ela. – afirmei acariciando a mandíbula dela.
– Perdão, Percy, é que ela começou a falar coisas sobre você e eu me irritei.
– Então você começou a me defender? – ela assentiu, agarrei a cintura dela – Ai, bebê, você estava tão deliciosa me defendendo aquele jeito. Mas você não devia ter feito aquilo, bebê, devia ter ignorado.
– Perdão, senhor Jackson. Eu não queria ouvir aquela biscate falando do meu homem.
“Meu homem”? Empurrei-a delicadamente até a minha mesa e a coloquei de costas para mim, inclinando-a sobre a mesma e apertei a bunda dela levantando a sua saia.
– Seu homem, bebê? – perguntei no ouvido dela sorrindo.
– Eu… eu…
– Repete, bebê. – pedi chupando o lóbulo da orelha de Annabeth a fazendo gemer baixinho – Repete.
– Meu homem.
Rosnei colocando meus dedos dentro da calcinha dela, tocando sua buceta melada. Annabeth rebolou lentamente.
– De novo. – beijei o pescoço dela.
– Meu homem.
Esfreguei o clitóris dela com força a fazendo tremer toda. Puxei o rosto dela para mim e penetrei dos dedos com força dentro dela. Annabeth gemeu enquanto minha boca cobria a dela. Nosso beijo era afoito e meus dedos estocavam dentro dela com força.
Eu te amo, Annabeth.
– Ai, bebê, eu preciso de você agora. – afirmei apertando o seio dela. Annabeth gemia e fechava os olhinhos, ela assentiu e rebolou.
(- Ãh… licença?) (- Quem é você?) (- Eu sou seu subconsciente, agora, me escute.) (- Tudo bem…) (- Olha, senhor Percy, eu sei que não é o momento mais propicio para falar, mas conta para ela como se sente.) (- Eu não quero assustá-la) (- Não me questione, só conte.) (- Eu quero falar de um jeito romântico, não enquanto a masturbo na minha sala.) (- É um bom argumento, senhor Percy. Você pode fazer desse jeito aí, mas tem que falar. Me prometa que falará.) (- Tudo bem, eu falo.) (- Ótimo, agora divirta-se, senhor Percy.) (- Ãh, obrigado.). O que acabou de acontecer? Dei de ombros e voltei a me divertir com a minha bebê.
– Senhor Jackson…
Tirei meus dedos dela, chupei-os e a virei para mim. Eu só precisava levar para a minha casa naquela tarde e falaria logo o que eu sinto por ela. Vai que aquele cara que me chamou de “senhor Percy” volta, é melhor só fazer o que ele quer.
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