Senhor Jackson
23 Capitulo 23
Notas iniciais
Entrei na minha cozinha, sentei-me à mesa e esperei Annabeth chegar. A minha garotinha chegou andando timidamente, com as mãos unidas na frente do corpo, o cabelinho solto caindo em lindas ondas pelo seu ombro e suas costas, a cabeça baixa, os olhos encarando os próprios pés, estava usando uma calcinha rosa clara que combinava com o sutiã. Suspirei apreciando a vista. Annabeth levantou os olhos para mim e sorriu. Sorri de volta sentindo uma vontade louca de acabar com a nossa brincadeirinha agora e meter uns bons tapas naquela bunda. Segurei a vontade e levantei aproximando-me dela.
Annabeth mordeu o lábio quando peguei um vibrador prateado de cima da mesa e pus diante de seu rosto.
– Chupa, minha gostosa. – pedi.
Annabeth sorriu e o fez. Chupou-o com gosto, demonstrando o quanto gostava de fazer aquilo. Ao deixá-lo todo babado, ajoelhei-me, beijei a barriga dela e puxei sua calcinha para baixo. Beijei seu clitóris a fazendo suspirar e penetrei o vibrador lentamente nela e subi sua calcinha. Annabeth me encarou mordendo os lábios esfregando as pernas, mal havíamos começado a brincadeira e essa safada já estava ficando excitada.
– De joelhos, minha garotinha. – ordenei com carinho.
Annabeth ajoelhou-se ao lado da cadeira que eu estava sentado e a qual voltei a me sentar. Olhei para a vasilha de morangos cobertos com chocolate sobre a mesa e o pequeno controle ao lado da mesma. Olhei Annabeth que me encarava com expectativa. Essa brincadeirinha que havíamos topado de fazer estava me deixando louco, eu queria jogar ela na mesa e esquecer que havíamos combinado de fazer algo assim, a ideia foi mais dela do que minha, só que os brinquedinhos extras fui eu quem teve a iniciativa de colocar.
Peguei um morango e mordi dando a outra metade para Annabeth. Annabeth comeu e me olhou esperando por mais. Peguei o controle do vibrador e apertei um botão. Annabeth agarrou as próprias coxas e gemeu. O vibrador devia estar vibrando dentro dela do jeito que ela gostava. Ela abaixou a cabeça e sorriu enquanto remexia os quadris, seus dedinhos migraram para sua calcinha. Toquei o cabelo dela e o puxei mostrando que ela não fazer isso e rapidamente afastou seus dedos de sua calcinha e voltou a repousar a mão sobre a coxa apertando a carne com força, seu rostinho se contorcia e ver aquela carinha de prazer dela era a visão do paraíso. Ela gemia me encarando enquanto rebolava. Desliguei o vibrador assim que a minha garota deu um gemido mais alto.
Soltei seu cabelo e sua cabeça pendeu para frente. Ela arfava suas coxas estavam vermelhas de tanto que ela apertou. Depois que Annabeth voltou a se acalmar, comeu o morango que eu oferecia, lambeu a pontinha do mesmo e mordeu me encarando lasciva, esperando que eu me descontrolasse e a fodesse. Sabia que Annabeth tinha dessas artimanhas, ela sempre conseguia me fazer obedecê-la, porém dessa vez eu estava determinado.
– Provocadora. – ela sorriu de canto e lambeu os lábios.
Continuamos aquilo até os morangos acabarem, eu diminuía e aumentava a vibração ao acabar tudo deixei na vibração mais baixa. Annabeth rebolava os quadris me encarando pedindo por um pouco de atenção. Coitadinha, eu sentia pena dela, e queria fazer ela se sentir bem, porém a brincadeira não havia acabado ainda. Ela sabia disso, havíamos combinado de fazer isso, ela não devia saber o quão isso a afetaria, talvez se ela soubesse o quanto me afetava também ficaria mais feliz ainda com isso. Vê-la se contorcer e chamar por mim, implorar por atenção deixava-me cada vez mais duro.
– Vamos para o meu escritório, bebê. – pedi, Annabeth quis se levantar, mas não conseguiu então colocou-se de quatro e começou a caminhar de quatro pelo chão, indo até meu escritório. Segui-a agarrando meu pau aprovando a vista, aquela bundinha empinada apontada para mim enquanto passávamos pelo corredor.
– Senhor… – gemeu Annabeth baixinho quando entramos no escritório e ela ficou me encarando minha mão que apertava meu pau, que queria atenção dela. Os quadris dela não sossegavam.
Fiquei sobre um joelho e acariciei o queixo dela.
– O que foi, bebê? – perguntei – Você quer atenção?
– Muita, senhor, isso está me matando. – disse ela, seu rostinho se contorcia e suas mãos agarravam suas coxas para não irem até sua calcinha e tocarem sua bucetinha linda.
Suspirei e acariciei o cabelo dela ajudando-a a se levantar. Encostei-a na minha mesa e tirei o sutiã dela. Os biquinhos dos peitos dela estavam muito eriçados. Coloquei um na boca e chupei com vontade deixando o vibrador vibrando no nível mais baixo. Annabeth gemeu e agarrou os meus cabelos oferecendo seus seios para mim. Passei para o outro seio e fiquei indo e voltando até os seios dela se avermelharem. Olhei-a com o bico ainda na boca, Annabeth estava tão desesperada. Eu segurava os quadris dela para afastá-los de mim, mas isso não a impedia de tentar se esfregar em mim.
Desliguei o vibrador e o rosto de Annabeth relaxou e ela só gemeu mais longamente porque eu mordi o bico do seu seio. Beijei-a depois de tanto tempo sem fazê-lo. Nossas línguas brincaram lindamente e um puxava o cabelo do outro. Separei nossos lábios depois de morder o seu lábio inferior.
– Você quer me chupar, bebê? – perguntei.
Annabeth assentiu.
– Só não liga o vibrador, por favor. Tá tão difícil. – pediu ela.
Eu ri.
– Esse é o plano, bebê. Mas vou ver se penso no seu caso. – dei-lhe um selinho – Agora tire minhas roupas.
Annabeth suspirou e começou puxando minha camisa para cima. Beijou meu pescoço e chupou com vontade, ela queria me marcar. Gemi sorrindo.
– Você quer me deixar marcado com essa boquinha linda, bebê? – perguntei.
Ela me olhou sorrindo e mordeu o outro lado do meu pescoço.
– Quero, já que eu não vou estar mais lá escola para te vigiar quero quer todas vejam que você é meu. – eu ri e seus lábios desceram pela minha garganta e beijou meu peito, mordeu meus mamilos e desceu os lábios pelo meu abdômen, ela desceu minhas calças e minha cueca e encarou meu pau. Peguei-o na mão, comecei a acariciá-lo e Annabeth mordeu os lábios e abriu-os em seguida sem eu ter que pedir.
Rosnei aprovando. Segurei a cabeça dela e estoquei meu pau na boca dela. Annabeth gemeu e deixei que fizesse o que quisesse. Annabeth chupou, desceu e subiu a boca e a língua por ele todo. Chupou uma das minhas bolas depois a outra. Enquanto ela se divertia eu liguei novamente o vibrador deixando ainda no nível baixo. Annabeth gemeu com meu pau em sua boca e me encarou rebolando os quadris sem deixar de gemer. Meu pau vibrava conforme o gemido dela e eu acabava gemendo junto agarrando os cabelos dela. Annabeth novamente colocou meu pau todo na boca. Meu pau batendo na garganta dela. Eu ia gozar. Avisei Annabeth e ela apenas engoliu meu pau e esperou passando a língua na extensão sem mover a boca. A mãozinha dela acariciou minhas bolas e a outra agarrou minha bunda. Gozei gemendo alto. Agarrei os cabelos dela com força.
Annabeth gemeu e chupou meu pau depois de engolir toda a minha porra. Isso tudo com aquela carinha de sofrida e os quadris ainda não sossegaram. Sorri e acariciei o queixo dela pegando uma gota do meu gozo que escorreu dos seus lábios com o meu polegar e dei para que ela chupasse.
– Como você foi uma boa menina, Annabeth, e apesar de querer muito não se tocou, te darei uma recompensa. – afirmei ajudando-a a se levantar – Agora, como se diz?
– Muito obrigada, senhor Jackson. – respondeu ela gemendo manhosa.
Sorri aprovando.
– Boa menina.
Sentei-a depois de tirar sua calcinha. A buceta dela estava brilhando de tão melada e o clitóris estava durinho e pronto para ser chupado. Foi o que fiz. Chupei-o com vontade com o vibrador ainda funcionando. Annabeth gemeu alto e agarrou meu cabelo forçando-me contra sua buceta. Chupei e lambi aquele músculo tenso até sentir que Annabeth estava prestes a vir. Annabeth me encarou chorosa.
– Você disse que ia me recompensar. – gemeu ela rebolando os quadris pedindo por mais.
– Mas eu irei.
Levantei-a sem deixá-la falar mais e a virei, deitando-a sobre minha mesa, a bundinha dela ficou na minha cata. Mordi os lábios e agarrei a bunda dela, apertando a carne e afastei-as, deixando-a exposta para mim. Lambi o rabinho dela. Annabeth gemeu e senti seus músculos ficarem tensos.
– Segure sua bunda para mim, bebê. – pedi.
Annabeth arfou e fez o que eu pedi. Uma de minhas mãos se ocupou com o clitóris tenso enquanto eu lambia o rabinho de Annabeth. Ela gemia cada vez mais alto. Eu gemia também. Era tão erótico.
– Senhor! – exclamou – MAIS!
Sorri e pressionei meu dedo no clitóris de Annabeth sem movê-lo. A minha bebê gemeu longamente tremendo toda. Seu gozo escorreu por suas pernas e isso tinha sido tão delicioso que meu pau estava duro novamente.
– Bebê, deixa eu brincar com a sua bundinha? – perguntei delicadamente.
Annabeth arfava sem parar. Ela assentiu sem aguentar nem falar.
– Só… desliga… o vibrador… por favor… eu não aguento mais…
Pobrezinha. Inclinei-me e sussurrei no seu ouvido depois de morder o lóbulo
– Aguenta sim, que eu sei, então não choramingue, ou você quer que eu te castigue?
– Por favor… por favor… – choramingou ela.
Sorri e bati na bunda dela.
– Você não presta, garotinha.
Ela riu e abriu-se para mim. Fui penetrando por aquele buraquinho apertado e passei a esticar lentamente. Ao ir mais rápido aproveitei para estocar o vibrador dentro dela. Annabeth agarrava a sua bundinha cada vez com mais força deixando os nós dos seus dedos brancos. Estoquei, estiquei, estoquei, tanto meu pau quanto o vibrador. Eu não aguentaria mais, Annabeth estava me apertando em volta dela. Gemi junto de Annabeth, ela gozou quando saí de dentro do seu rabinho e tirei o vibrador da sua buceta também e continuei a acariciar meu pau com vontade e gozei sobre sua bundinha.
Annabeth quase caiu, porém eu a segurei antes que ela fosse ao chão. Peguei-a no colo e a levei para meu quarto deitando-a na cama. Ficamos deitados e nos beijando, nenhum de nós conseguia respirar. Ficamos nos acariciando, deixando a língua brincar com a do outro. Annabeth encarou meu pescoço.
– A marca do chupão está tão linda. – disse ela acariciando o lugar em que ela havia chupado.
– Eu também quero fazer isso, porque você também é minha e eu quero mostrar aos moleques da nova escola que você é minha.
Beijei o pescoço dela e chupei com vontade e depois mordi. Annabeth gemeu e acariciou meu cabelo e voltei a beijá-la em seguida.
– Senhor. – chamou ela.
– Fala, bebê.
– O senhor não fez uma coisinha hoje.
– O que seria?
– O senhor não fudeu a minha bucetinha. – ela fez biquinho.
Agarrei seu rosto e a beijei com extrema força. Essa provocadora não desistia. Sempre querendo me ver louco. Ela poderia até me chamar de “senhor” mostrando que eu comandava ali, contudo ela devia saber que o poder dela sobre mim era maior que eu o meu sobre ela.
– Depois eu faço isso, tudo bem, bebê? – perguntei falando com calma, como se quisesse convencer uma criança – Você está cansadinha e precisa sossegar esse fogo na buceta que você tem. – ela riu fazendo-me rir também.
– Tudo bem, senhor, vou tentar. – disse ela.
– Ótimo, minha linda. – beijei a tenta dela e apoiei meu queixo ali, só voltei a olhá-la segundos depois quando a mãozinha dela apertou meu pau – Annabeth.
– Perdão, senhor. – ela fez biquinho.
– Você sabe que vai ser castigada por desobedecer, não sabe? – perguntei.
Ela colou o nariz no meu.
– Sei sim, senhor. – murmurou manhosa apertando meu pau antes de se virar.
Bati na bunda dela e abracei sua cintura beijando sua bochecha e apoiando meu queixo sobre o ombro dela.
– Você não presta, bebê.
– Obrigada, senhor.
Sorri junto dela e lhe dei um beijo na boca. Acabamos dormindo assim, um abraçadinho no outro. Annabeth merecia descanso depois de tanto que eu torturei. Mas eu sei que aquela safada gostou, porque ela dormiu primeiro e eu pude ver seu rosto de contentamento. Essa safada. Só preciso dar um jeito de mostrar que Annabeth é minha e só minha. Talvez se eu levá-la à escola e buscar. Fazer uma cena no estacionamento talvez. Transar com ela no capo do carro… não, talvez seja demais, mas um beijo quem sabe, um tapa na bunda, talvez um tapa também não, eu ia parecer um babaca. Quem sabe um beijinho mesmo e na ponta do nariz para ser fofo e mostrar que ela nunca vai me deixar porque eu sou gostoso e fofo com ela. Isso! Lindo. Agora só preciso avisá-la que faria isso e não avisaria a parte do beijo porque eu gosto de deixá-la envergonhada. Deitei minha cabeça no meio dos peitos dela agarrando um deles com a minha mão e apaguei, sentindo o cheirinho delicioso dela.
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