Senhor Jackson
24 Capítulo 24
Notas iniciais
POV – Afrodite
Odeio ter que lembrar que Annabeth foi tirada da minha escola. Ela era a minha melhor aluna agora era de outro diretor. Agora eu estou preocupada com esse novo aluno que foi jogado para mim. Para mim mesmo, porque quando eu tinha Annabeth, ela se encarregava dos delinquentes e melhorava-os. Mas esse tal de Apolo é problema meu. Esse moleque passou mais tempo de detenção do que em aulas convencionais, além de ter sido expulso de cinco escolas diferentes, agora os pais acham que trazendo a praga para mim vai melhorar algo.
Era o segundo dia dele na escola e já tinha três reclamações dele, de três professores diferentes. Nem havia passado da terceira aula e ele já estava na minha sala, me esperando, afinal Hermes o havia expulsado. Hermes é um amor, só não atrapalhe a aula dele. Ele estava sentado em uma das cadeiras a frente da minha mesa que são usadas pelos pais quando eu cheguei, seus pés estavam sobre a minha mesa como se fosse dono da sala. Ele vestia uma jaqueta de couro preta, calças jeans rasgadas e botinas. Ele era muito bonito, de olhos azuis, cabelos loiros, que estavam de pé. Ele tirou um maço de cigarro do bolso da jaqueta e colocou um cigarro na boca e acendeu.
Fui para a minha cadeira e me sentei, ele assoprou a fumaça propositalmente na minha cara. Fingi não me importar pela total falta de respeito (eu também fumo então a fumaça não me incomoda) e sorri.
– Então, Apolo, onde o senhor pensa que está? – perguntei unindo as mãos sobre a mesa.
– Foi retórica? Ou eu tenho mesmo que responder? – novamente ele soprou a fumaça na minha cara.
– Primeiro, tire seus sapatos da minha mesa. Segundo, não me desrespeite, eu mando aqui.
Ele sorriu de canto, tirou os pés da minha mesa e ficou de pé aproximando-se de mim. Ele girou minha cadeira noventa graus para que nossos rostos ficassem alinhados.
– Gosto de mulheres que comandam, sabia? – ele tragou o cigarro e dessa vez assoprou para o canto.
Eu sorri, peguei o cigarro da mão dele, traguei, segurei seu rosto com uma mão, entreabrindo os lábios e soprei a fumaça na boca dele, meus lábios muito próximos aos seus.
– Bom saber. – disse.
Ele sorriu, pegou o cigarro da minha mão e o colocou sobre o cinzeiro no canto da minha mesa. Ele agarrou minha cintura e me levantou, apertando-me contra a parede. Apolo me beijou, suas mãos começaram a explorar meu corpo enquanto as minhas agarraram seu cabelo macio. O gosto de menta do cigarro dele estava impregnado na sua língua, que se esfregava na minha vida. Gemi em seus lábios quando sua mão agarrou meu seio.
Eu estava me divorciando já a um mês e desde então nenhum homem havia me tocado, estava com saudades de mãos fortes me agarrando, mostrando que eu pertencia a alguém. Meu ex-marido, nunca me deu isso para ser sincera, mas eu tinha recebido tal demonstração de desejo carnal no passado. As mãos de Apolo me apertavam com tanto gosto. A boca dele desceu pelo meu pescoço onde ele chupou. Agarrei os ombros dele e gemi. Eu pude sentir a risadinha dele contra meu pescoço. Ai, como eu amo os badboys babacas.
Ele tirou minha blusa e encarou meus seios e tirou meu sutiã mordendo os lábios.
– Você é muito gostosa. – murmurou ele tocando meus seios, apertando-os com força, beliscando os mamilos.
Definitivamente, AMO os badboys babacas. A boca dele desceu para meus seios, ele chupou um primeiro com calma e carinhosamente e depois começou a engolir meu peito o máximo que conseguia. Eu gemia enquanto a boca dele me lambia, chupava e beijava meus mamilos, ocupando um com sua boca impiedosa e enquanto a sua mão apertava o outro. Meus seios estavam ficando vermelhos e eu não me importava. A mão dele se infiltrou pela minha saia acariciando meu sexo enquanto meu mamilo estava preso no meio dos seus dentes. Gemi mais alto. A mão dele que apertava meu mamilo foi para a minha boca tampando-a.
– Quietinha. – ordenou ele esfregando meu sexo com mais vontade ainda por cima da calcinha.
Assenti gemendo e ele sorriu, infiltrou seus dedos pela minha calcinha e começou a acariciar meu sexo completamente úmido sem tirar sua outra mão da minha boca. Ele sorriu mais quando eu me contorci e riu.
– Tão melada. – murmurou ele mordendo meu pescoço – Você é uma diretora tão má… ficar deixando um aluno fazer isso com você. Tsc, tsc. Porque você faz isso?
Ele tirou a mão da minha boca. Arfei.
– Cala a boca e me chupa. – ordenei.
Ele mordeu meu pescoço aprovando. Minha saia foi aberta e jogada longe junto com a minha calcinha. Ele se ajoelhou diante de mim sorrindo de canto. Suas mãos agarraram a minha bunda e ele puxou a minha feminilidade para contra a sua boca. Sua língua se enfiou nas minhas dobras e passou a lamber calmamente. Agarrei os cabelos dele e puxei esfregando meu sexo contra a língua dele. Ele sorria e chupava fazendo barulhos excitantes. Eu tentava gemer o mais baixo que conseguia e toda vez que gemia com mais vontade ganhava um tapa na bunda o que só me fazia querer gemer mais alto. Meus olhos reviravam enquanto aquele moleque castigava meu clitóris com seus lábios, dentes e língua e, minha entrada com seus dedos.
Eu nunca havia sido tão bem chupada na minha vida. Aquele garoto, que me encarava lascivo, me deixava cada vez mais melada e molenga. Eu sentia minhas pernas fraquejarem e o meu prazer escoria em gotas pelas minhas coxas. Eu queria mais, porém não aguentava mais. Eu comecei a tremer, ele chupou meu clitóris com mais vontade e seus dedos estocavam com mais vontade em mim. Até eu finalmente gozar, mordendo os lábios com força para não gemer muito alto. Os dedos dele ficaram apertados dentro de mim. Sorri quando minhas tremedeiras terminaram e senti-o levantar-se.
Beijei-o lambendo seus lábios gostosos sentindo meu gosto. Ele sorriu e começou a abrir a própria calça. Sorri de canto e afastei suas mãos. Tirei sua blusa e me ajoelhei diante dele. Apolo sorriu e acariciou meus cabelos. Abri o resto das calças dele e puxei para baixo, o volume na cueca dele me fez salivar. Tirei-a também e joguei junto da calça, o membro dele saltou e ficou diante da minha boca. Toquei-o com delicadeza e fui introduzindo na minha boca. Ele gemeu.
Deixei o membro dele bem babado e o masturbei enquanto chupava seus testículos. Engoli novamente o seu membro e gemi o enfiando o máximo que conseguia na boca e depois tirei-o da minha boca e lambi a cabeçinha.
– Que pau delicioso. – gemi esfregando minha boca na extensão.
Ele sorriu e agarrou meus cabelos com força estocando na minha boca até se dar por satisfeito, levantou-me puxou minhas coxas fazendo minhas pernas cruzarem na sua cintura. Abracei seu pescoço e o beijei quando Apolo estocou com força dentro de mim. Apesar de ainda querer chupar mais o membro dele, também queria gozar nele todo.
Apolo estocou e estocou, agarrando minha bunda e me beijando o tempo todo. Aquele pau imenso estava me esfolando toda. Era delicioso. Agarrei os ombros dele e apertei. Apolo abaixou o rosto e chupou meus mamilos um depois o outro, chupou com brutalidade. Gemi contra a boca dele e senti que gozaria. Meu interior apertou-o e seu pau se expandiu dentro de mim. As nossas pulsações se confundiram e ambos gozamos gemendo um dentro da boca do outro. Apolo me desce do seu colo, sem deixar de me beijar, agarrando minha cintura.
A boca dele era simplesmente deliciosa. Trocamos alguns selinhos e algumas vezes os lábios dele foram mordidos e chupados por mim. Quando nos separamos cada um procurou suas próprias roupas e nos vestimos. Ele me encarou e sorriu arrumando seu cabelo. Ganhei mais um beijo, ele abraçou minha cintura e começou a beijar meu pescoço.
– Então, Afrodite, eu não vou ser mandado para a detenção, não é? – perguntou ele chupando minha pele.
– Ah… – suspirei sentindo os dentes dele na minha pele – Vai sim.
Apolo separou-se de mim, encarando-me como se não acreditasse.
– Como assim? – perguntou ele.
– Você vai para detenção, Apolo. – afirmei sorrindo, peguei o resto do cigarro que ainda estava aceso e traguei e soprei a fumaça no rosto dele – Você acha que vai me ganhar com um oral? – eu ri – Por favor, criança.
Fui até a porta e a abri, ele estava me olhando ainda sem entender.
– Da próxima vez, chupe melhor, gosto de um pouco mais de força. Tudo bem? – perguntei sendo irônica.
Ele sorriu de canto. Pegou sua mochila e jogou sobre o ombro. Ao se aproximou, agarrou minha nuca, puxou-me para ele e me beijou com vontade, sua língua brigava com a minha, tive que me aguentar para não derreter-me. Ele nem estava preocupado se alguém aparecesse. Apolo sorriu e mordeu meu lábio e puxou.
– Da próxima vez, você me ensina melhor. – ele piscou, me deu um selinho e foi embora.
O que? Ele quer mais? Significa que ele gostou do que eu disse. Acho que na verdade, significa que ele gostou do oral que eu fiz nele. Porém, se ele quisesse repetir a dose, eu não reclamaria. Apesar de dizer para ele chupar melhor, não precisava, aquela língua travessa era perfeita. Sentei na minha mesa e esmaguei o cigarro dele no cinzeiro. Bom, talvez eu goste de um delinquente na escola no lugar da Annabeth.
POV – Percy
Parei no estacionamento da escola nova de Annabeth e saí do carro. Era hoje que eu mostrava para todos esses moleques que a garota nova é minha. E só minha. Encostei-me ao carro e esperei. Annabeth saiu sem o uniforme de colegial safada, estava de jeans e uma blusinha branca bem simples, estava tão fofa. Conversando com uma amiga nova. Ao me ver ela sorriu, despediu-se da sua amiga e veio correndo para meus braços. Talvez só isso estava bom para mostrar tanto que ela me amava, porém ainda dei um beijinho na ponta do narizinho dela a fazendo corar.
– Como foi a aula, bebê? – perguntei pegando a mochila dela.
– Boa. – respondeu ela enquanto eu colocava a mochila dela no banco de trás do carro – Tem um professor de matemática aí, que você não tem ideia…
Endireitei-me lentamente e a encarei desgostoso a fazendo rir.
– Não ri porque eu não gostei. – afirmei manhoso.
– Só estou brincando. – ela se aproximou e beijou minha bochecha – É só brincadeira, senhor. – murmurou ela contra a minha pele.
– Eu te odeio. – afirmei, essa desgraçada vive me chamando de “senhor” para que eu não me zangue – Você sabe que vai ser castigada por essa brincadeira.
– Sei sim, senhor. – disse ela – Eu a fiz visando o castigo.
– Você não presta, sua gostosa.
Ela sorriu e entrou no carro.
– Eu sei. – afirmou ela fechando a porta.
Entrei no carro e coloquei o cinto dando um beijo na minha bebê antes. Ao olhar para frente, vi um moleque magricela e loiro nos encarando. Annabeth também tinha notado, ela parecia muito desconfortável.
– Quem é ele, bebê? – perguntei.
Annabeth suspirou.
– É o meu ex. – respondeu ela.
– Aquele babaca te incomodou alguma vez? – perguntei apertando com força o volante.
– Não, não. – respondeu ela apressada – Ele só encara mesmo. É normal. – ela ainda parecia incomodada – Vamos embora. Só isso.
– Tudo bem. – fiz o que ela pediu e dirigi para fora do estacionamento. Dirigi mais um pouco antes de me lembrar do que tinha para falar com ela – Bebê, o que você acha de irmos novamente para o chalé do Grover?
Ela me olhou sorrindo e mordeu os lábios.
– Tem algo em mente, senhor Jackson? – perguntou ela.
– O senhor Jackson pode até ter, mas o Percy com certeza tem. – afirmei.
– O que quer dizer, Percy? – ela sorriu.
– Quando formos para lá você verá, minha bebê. – uni as sobrancelhas a olhando rapidinho – Você ficou burra, Annabeth? Você deveria entender.
Ela me deu um tapa no ombro me fazendo rir.
– Eu estou ficando muito tempo com você.
– Está me chamando de lerdo? – perguntei indignado.
Ela riu.
– Vamos lá, professor – disse ela – quanto dá a soma de todos os números inteiros de um a cem?
Uni as sobrancelhas começando a contar e ela riu.
– Sério que você está contando?
– Por quê? Não pode? – fiz biquinho.
– E você se diz professor de matemática. Vamos lá, Progressão Aritmética, professor!
– Não me coloca pressão!
– Vai! Vai! Vai! – Annabeth me pressionava rindo.
– Eu desisto! – exclamei.
Ela gargalhou.
– Só para sua informação: o resultado é cinco mil e cinquenta. – disse ela.
– Você é uma chata, eu não funciono sob pressão.
– Você não funciona porque é lerdo.
Fiz biquinho.
– Não sou! – ela me encarou reprovando o que eu disse – Tudo bem. Talvez um pouco. – confessei fazendo biquinho.
Annabeth aplaudiu.
– Aceitar é o primeiro passo.
Eu ri junto dela. Porque eu tenho que amar tanto essa menina? Ah, é. Porque ela é perfeita para mim. Ela me pegou encarando-a como um bobo e me mandou prestar atenção na rua. Ainda bem que eu tinha ela, como eu sou lerdo ia acabar batendo.
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