Senhor Do Prazer
26 Capitulo 24
Notas iniciais
A escuridão tomava conta de tudo, mas não desistiria não até ter acabado com Isabella, todos os seus sonhos tinham sido destruídos depois que aquela sonsa apareceu na vida de Edward Cullen, e não deixaria que ela saísse ilesa disto, iria se vingar destruindo de uma vez por todas aquela mulher que impedia seu amor de admitir que ela sim era a mulher que seria perfeita para ele. Não conseguia ver mais nada o que acontecia, pois, o apartamento em que eles estavam tinha agora todas as luzes apagadas, podia imaginar o que estariam fazendo, e lhe dava embrulhos no estomago saber que as mãos que uma vez tinham tocado seu corpo estavam agora acariciando a pele daquela vagabunda, seu Mestre estava maculando seu corpo com aquela mulher, e cabia a ela salvá-lo, tinha certeza que ele ficaria agradecido quando conseguisse eliminar a vadia, e enfim eles poderiam ficar juntos como deveria ter sido desde o início, Isabella era uma dissimulada que o enganava passando por boa moça, mas a verdade é que era uma interesseira, uma prostituta igual a mãe.
Ainda não sabia como iria conseguir eliminá-la, ela estava sempre cercada de seguranças, havia tentado chegar perto uma vez mas quase tinha sido pega, não cometeria esse erro novamente, sua cabeça estava confusa, imagens do seu Mestre com aquela mulher inundavam sua mente e o ódio por Isabella aumentava, não podia deixar que suas emoções se descontrolassem ou seria pega, precisava do seu remédio, estava ficando confusa, tinha que encontrar Paul e ter mais uma dose, então conseguiria colocar seus pensamentos em ordem e fazer com que a vagabunda pagasse por todo o sofrimento que estava impondo a ela e a Edward os impedindo de ficarem juntos.
Quando foi entrar em seu carro sentiu alguém lhe puxar o braço, levou um susto e quase gritou mas uma mão a impediu, virou-se para ver quem era e o que queria e deu de cara com uma mulher de mais ou menos de 50 anos, muito bonita e charmosa, quem era essa mulher e o que poderia querer com ela?
Edward abraçava Isabella como se sua vida dependesse disto, e no que dizia respeito a ele, dependia, nunca mais ficaria longe do seu cisne ela era a luz que iluminava a escuridão da sua vida, sem ela nada mais valia a pena.
– Deus, nunca mais me deixe, você não sabe o inferno que passei esses dias sem a sua presença, por favor meu doce cisne, sei que a magoei, que preciso lhe explicar o porquê rejeitei nosso filho, mas por agora me deixe somente abraça-la- disse ele aconchegando-se mais ao corpo de sua Bella.
Isabella o abraçou por um momento deixando seu corpo aquecer-se com a presença do seu amor, mas em seguida ela se afastou do seu abraço e o olhou diretamente e disse
– Eu te amo Edward, sempre vou amar, mas o que me pediu para fazer, eu simplesmente não consegui – lágrimas escorriam por seu rosto, ela não queria dizer isso agora, mas não pode controlar
– Ó meu amor desculpe, desculpe, mil vezes eu te peço perdão. Eu machuquei você e a abandonei, e estava errado. Eu estava errado e estou tão incrivelmente arrependido mas o que posso te dizer além de que eu tive medo, medo que algo acontecesse, que você sofresse, e que o nosso filho não tivesse a chance de viver eu não poderia viver se algo acontecesse com vocês, por isso achei melhor que não levasse a gravidez adiante pois assim eu poderia protegê-la melhor, mas não pense que o que eu disse não me quebrou por dentro, ter um filho, ainda mais um filho com a mulher que eu amo é a realização do meu maior sonho, nunca duvide disso – selou suas palavras com um beijo, ele continuou a beijá-la até que ela gemeu em protesto quando as mãos dele puxaram seus braços, tirando-os de seu pescoço enquanto ele agarrava os pulsos com uma mão e os esticava acima da cabeça, os olhos dele se erguendo enquanto ele assistia a fome nos olhos estreitados dela.
– Fique. — A voz era impossivelmente dominadora enquanto ele emitia a ordem sensual. — Pare os braços no alto, e as mãos aí mesmo. Não me faça amarrá-los, Isabella. Então ele sorriu, uma lenta e intensamente erótica curva de seus lábios que a fez lutar para respirar.
– Ou é isso que você quer?
Ser amarrada? Diabos, sim! Ela cerrou os punhos, mantendo os braços no lugar, podia quase sentir as restrições a segurando, fazendo sua imaginação voar até que ela o sentiu se mover.
– Me leve para dentro e me mostre. Bella pede num fio de voz, ela queria conversar antes de chegar à conotação sexual, mas sabia o quanto Edward necessitava daquele contato, era assim que ele melhor se relacionava, esse era o seu jeito de enfrentar uma dificuldade, e quem sabe no futuro os dois pudessem procurar um jeito para que Edward deixasse seus traumas de lado. Porem no momento Bella concentrou-se apenas em ser levada para dentro do apartamento que dividia com Alice, ela queria apenas ser possuída por ele agora, por isso ao pararem na sala Bella encara a face sensual de Edward.
– Oh, Deus. Edward… — ele deslizou o zíper do vestido até embaixo.
– Eu quero você nua, Isabella — ele disse firmemente. — Se você pretende dizer não, ou acha que ainda é muito cedo é melhor dizer agora.
Não. Não. Não. Não. A cabeça gritava a palavra, era muito cedo, eles ainda precisavam esclarecer muitas coisas, mas as palavras não chegavam aos seus lábios. Em vez disso, ela agarrou o descanso para braço do sofá, estremecendo enquanto ele deslizava a saia por suas coxas, movendo-a para tirar completamente a roupa de seu corpo.
– Doce perdão — ele sussurrou enquanto ficava de pé ao lado do sofá, olhando fixamente para ela.
Ela assistiu, respirando severamente enquanto ele tirava os sapatos, e suas mãos foram para o cós da calça. Como que em câmara lenta, ela assistiu, os botões serem abertos, a calça do terno abrir, revelando o tecido escuro de sua boxer negra.
Segundos mais tarde, enganchando os dedos no cós da calça, ele tirou ambos, a calça e a roupa íntima, o comprimento espesso de sua ereção com a cabeça púrpura inchada e as veias pulsando contra a carne acetinada estava livre.
– Eu quero te tocar — ela sussurrou, o olhar fixo no pau dele. — Por favor, Edward. Eu preciso te tocar. A boca dela estava molhada com necessidade.
– Mais tarde, cisne — ele gemeu. — Se você me tocar agora, vou perder a razão.
Ele se ajoelhou no chão, abrindo as pernas dela até que uma descansava no chão, a outra, com o joelho curvado, ainda nas almofadas do sofá. Inclinado para frente, a língua dele lambeu um mamilo antes de envolvê-lo com o calor incrível de sua boca.
– Edward. Oh, Deus. É tão bom… — ela se contorceu embaixo dele, incapaz de parar de olhar, os olhos presos nos lábios dele enquanto ele colocava outro mamilo na boca. A língua raspava enquanto ele a chupava, enviando raios quentes afiados diretamente para sua buceta. Era incrível!
Ele rosnou, o som vibrava por ela, pulsando até seu clitóris e fazendo seus quadris arquearem com uma violência involuntária.
– Fácil, docinho — ele sussurrou, beijando o caminho até o montículo, a língua lambendo a ponta antes de afundar.
– Tão bom — ela gemeu. — Edward, eu não sei se posso aguentar — Ela estava arqueando para ele, tentando apertar sua carne mais forte em sua boca, disposta a implorar se isso a levasse até o cume, as bochechas dele trabalhando ritmicamente com a língua para fazê-la enlouquecer.
– Você pode aguentar, cisne — A voz era mais profunda, mais sexual enquanto seus lábios começavam a se mover abaixo da barriga dela. — Eu sonhei em te comer como um doce.
Ele iria matá-la. Ela estava certa disto. Ela olhava fixamente para ele, confusa, fora de si com as sensações que passavam por ela como dedos maliciosos de fogo enquanto os lábios se arrastavam pela faixa elástica de sua tanga minúscula.
– Tão linda — ele sussurrou enquanto a cabeça se erguia, as mãos se moviam no interior das coxas, abrindo mais as pernas enquanto os lábios alisavam sobre a prega entre a perna e a carne aquecida de sua buceta. — Tão doce e quente.
– Oh, meu Deus Edward! — os lábios dele cobriram o montículo quente, coberto pela seda da calcinha enquanto a língua apertava o nó de seu clitóris.
Ela tentou fechar as pernas, para apertá-las contra a cabeça dele, segurá-lo no lugar enquanto ela se esfregava contra ele e subia para o espaço. A risada breve dele foi sua advertência de que ele não iria permitir isto. As mãos se apertaram nas pernas dela, segurando-as no lugar enquanto a língua raspava o torturado nó do clitóris.
– Edward?! Realmente, eu juro. Não acho que posso suportar mais isso — ela falou desesperadamente. — Eu fiquei longe de você muito tempo. Foda- me agora.
Ele ergueu a cabeça enquanto olhava fixamente de volta para ela, os olhos cheios de luxúria. O gemido que rasgou sua garganta foi atormentado enquanto as mãos rasgavam a calcinha dela e ele se movia depressa sobre ela.
Ela sentiu a cabeça larga do pau dele separar as dobras inchadas esperando. Ela estava lisa e incrivelmente molhada enquanto ele empurrava contra a abertura faminta de sua buceta.
– Maldição, você é tão quente — ele sussurrou enquanto erguia as pernas dela, trazendo-as para os quadris dele, mantendo-a quieta enquanto ele a trazia mais perto, fazendo uma careta enquanto a cabeça penetrava a abertura aquecida.
– Agora, Edward — ela implorou descaradamente, as unhas cravando no sofá enquanto ela o puxava para mais perto. — Por favor. Agora.
Um gemido estrangulado deixou o peito dela quando ele entrou, firme e fundo, forçando os músculos dela, enquanto o comprimento feroz e espesso de seu pau empalava a buceta apertada. Ela podia sentir o prazer se formando agora, a tensão se reunindo em seu clitóris, em seu útero, a libertação que a atormentava desde o seu primeiro toque.
Ela se dobrou ao redor dele, gemendo com a sensação incrível, a junção quente, sentindo-o dentro dela, um peso espesso apertando contra os nervos delicados, e sensíveis dela.
Um grito estrangulado deixou sua garganta quando ele começou a se mover. Os golpes incrivelmente curtos e firmes deixavam-na louca. Ela não podia aguentar. Ela o puxou, os quadris se encontrando enquanto ela lutava para respirar.
Ele estava sendo cuidadoso. Droga, ela não precisava que ele fosse cuidadoso com ela. Esse era um sexo de reconciliação depois de tantos dias sem sentir o corpo do seu mestre. Ela queria tudo. Ela queria sexo duro e forte como só o seu cavaleiro negro poderia fazer. E por Deus, ela teria isso.
– Mais forte ela arquejou — torcendo-se contra ele enquanto os dedos agarravam os ombros dele. — Faça mais forte.
– Eu não quero te machucar, Bella. — A voz dele era mais um rosnar animal do que um gemido. — Droga, espere
– Não — A cabeça dela arrastava contra as almofadas. — Mais firme, Edward Foda-me. Foda-me como nós dois precisamos. Faça agora.
Enquanto as palavras dela ativavam a resposta desejada, ele se moveu sobre ela, uma mão sob a cabeça, dobrando a outra sob ela e fazendo-a se erguer para ele enquanto ele quase ficava livre.
O golpe firme de seu pau nos nervos tenros dela a fez se arquear para mais perto, ávida por mais, um segundo antes do controle dele se desintegrar.
Isabella se segurava em Edward enquanto ele começava a montar mais firme e fundo. Ela estava chocada com seus próprios gritos, primitivos e desesperados, mas ainda mais chocante era o prazer que a rasgava.
A pressão que se formava em seu clitóris enquanto a pélvis se chocava contra ele era quase doloroso. Os quadris dele arremetiam contra o dela, levando sua ereção dentro dela inúmeras vezes enquanto ela sentia a mente começar a se desvendar. Ela não podia sobreviver, com certeza ninguém poderia sentir tal prazer e ser o mesmo novamente.
A sensação se reuniu em seu útero, seu clitóris, sua buceta cheia demais enquanto sentia os músculos lá se apertando, a tensão se formando…
– Isabella. — A cabeça dela se ergueu, o olhar dele perfurando-a enquanto os olhos dela se abriam.
– Olhe para mim quando gozar, quero ver o seu prazer – disse Edward
Ela estava tão perto. Tão perto
– Edward, mais forte. Mais forte — Ele deu o que ela queria. Apoiando os joelhos no sofá, a mão no quadril dela com força, ele deu o que ela precisava.
– Merda. Venha para mim, Isabella. Venha agora, cisne
Não havia necessidade da ordem severa. Ela estava esperando no limite, desesperada para voar para o centro do calor chocante que a consumia. Ela não veio. Ela não se lançou. Ela se dissolveu. Ela se fragmentou. Ela explodiu. Ela se perdeu enquanto o prazer se tornou uma conflagração quente e branca que a rasgava sua alma e a mandava voando para o espaço e ainda mais além.
Ela estava apenas ciente dele sobre ela, indo mais forte, mais fundo, enquanto uma nova inundação de calor surgia dentro dela levando-a mais alto. Tudo o que ela sabia era a perfeição.
Fusão. Uma liberação completa e apavorante que a mantinha flutuando enquanto o prazer lentamente retrocedia, deixando-a marcada e perdida embaixo dele. E certa de que nada era melhor do que ter seu Mestre com ela outra vez.
Bella continua de olhos fechados deixando que o clímax continuasse, sua respiração assim como seu coração ainda permanecia acelerado, e o membro de Edward ainda permanecia dentro de si.
– Deus Bella esta tudo bem? Não devíamos ter feito isso dessa maneira. Edward sai de cima do corpo dela lhe provocando um gemido. – Ei anjo fale comigo.
– Eu estou bem Edward. – Bella abre os olhos e o encara, seu Mestre ficava tão bonitinho quando ficava preocupado, tinha vontade de rir da sua preocupação, mas não faria isso, pelo menos por enquanto.
– Temos que ser mais cuidadosos com você. — Edward enruga a testa, estava preocupado que em seu ímpeto houvesse machucado seu cisne, ou o bebê.
– Estou grávida e não doente Edward. — Bella levanta-se ainda nua assim como ele. – Que tal um banho? Acho que precisamos de um.
Ele apenas fica calado observando-a o que para Bella é consentimento, ela cata as roupas dos dois e com a outra mão o puxa na direção do quarto.
Chegando lá, joga as roupas no chão e leva Edward até o chuveiro, gemendo de leve quando a água quente toca seu corpo sensível, só agora dava-se conta de que estava exausta fisicamente e mentalmente, eram acontecimentos demais e precisava de muitas explicações vindas de Edward, ainda lembrava-se das cenas grotescas com a pobre Ângela.
– Sempre gostei do seu cabelo. — Ele diz com a voz rouca tocando os cabelos molhados, fazendo Bella sorrir e virar-se de frente para ele.
– Eles são seus assim como todo o resto, sou completamente sua Edward.
– Sim você é minha. — Edward a abraça possessivamente enquanto a água cai sobre os dois, Bella fecha os olhos e se deixa levar pelo momento.
– Podemos ficar aqui por essa noite? Eu preciso pegar algumas coisas antes de voltar para a cobertura.
– Sua amiga não se importa se eu ficar aqui? – perguntou Edward
– Acho que Alice não volta mais hoje. — Bella diz com convicção, sabia que sua amiga lhe daria privacidade para conversar com Edward e além disso, Alice queria ficar mais perto de Jasper e essa situação era perfeita para isso, então não se preocupava que ela poderia voltar.
– Então ficaremos. — diz e volta a se concentrar no corpo molhado dela, seu cisne era tão lindo e desejável que um simples olhar o deixava excitado.
– Ótimo, agora terei o que você me negou naquela sala. Ela começa a beija-lo no peito, descendo pelo abdômen forte até chegar ao seu pênis, então o que resta para Edward é sentir o prazer que Isabella estava proporcionando a ele.
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Estavam deitados na cama de Bella depois de terem feito amor no banheiro, ela havia vestido uma camisola simples e ele estava apenas de boxer. Bella tinha um sorriso bobo nos lábios enquanto estava deitada no peito de Edward que respirava calmamente enquanto lhe acariciava os cabelos ainda úmidos.
– Por que está rindo? — pergunta ao escutar o riso.
– Estou preocupada com meu estoque de calcinhas, você tem mania de rasga-las. — Ela encosta o queixo no peito dele, para poder encara-lo.
– Se lhe conforta, você pode simplesmente deixar de usa-las quando estiver comigo. — Bella ri mais alto com a resposta, estava feliz de estar com ele, de deitar ao seu lado e rir de coisas bobas como essa, amava demais esse homem e sempre o amaria.
– Seria fácil demais Sr. Cullen. — É a vez dele sorrir. Ainda estava com medo de que algo pudesse acontecer com Isabella e seu filho, mas por enquanto iria aproveitar a companhia do seu cisne e deixar os problemas de lado.
– Estou feliz que esteja aqui. – disse ela
– O meu lugar é com você Isabella, você e nosso filho, te amo e também já amo esse pequeno ser que carrega, por vocês eu daria minha vida se preciso fosse. — Diz emocionado com a verdade contida em suas palavras.
– Não sabe o quanto me faz feliz Edward, ter uma família com você foi o que sempre sonhei. — Ela o beija nos lábios, e enxuga uma lagrima teimosa.
– Não sei se serei o pai que essa criança precisa Bella, estou marcado por um passado trágico, sou cheio de traumas e medos. Edward acaricia o rosto de seu cisne e continua. – Eu nunca fui romântico a ponto de lhe dar flores, de demonstrar o quanto a amo, eu nunca vou ser assim, eu cresci no meio da dor e da desolação humana, eu fui abusado inúmeras vezes, quem eu sou hoje é consequência deste passado, fui forjado nas chamas do inferno, nunca acreditei em amor ou tinha a esperança de um dia ter uma família, mas quando descobri que a amava, foi como ter sido purificado de toda a podridão do meu passado, mas mesmo assim, ainda tenho medo de não conseguir ser o pai que essa criança precisa, e eu quero ser esse pai. Porque era assim que o meu pai era, é assim que Carlise é, um pai. — Edward calou-se, esperando Isabella falar
– Quando minha mãe morreu, eu desejei tanto que meu pai viesse me buscar, eu sempre sonhava com ele, minha mãe nunca me mostrou nenhuma foto, mas eu o imaginava, bondoso e carinhoso, ele me contava historias para que eu pudesse dormir, me acordava com beijos e dizia que me amava, me ensinava a andar de bicicleta e me levava para a escola, eu só queria ser amada por ele Edward, e é isso que o nosso filho irá querer de você, amor e isso você já tem.
– Uma garotinha que seja tão linda como você anjo? como posso não amar – disse beijando sua testa
– Eu prefiro imaginar que seja um garotinho de olhos verdes e cabelos dessa cor tão especial, algo como uma cópia sua. — Bella dá um bocejo e Edward a aconchega novamente em seus braços.
– Durma minha Bella. — Ele a abraça e a sente relaxar, caindo em sono profundo em poucos minutos.
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Desorientada, Bella acorda com a garganta seca e uma vontade incontrolável de comer doce, imediatamente, lembra-se do sorvete de chocolate que Alice costuma guardar. Soltou-se do abraço possessivo de Edward, lhe deu um selinho e foi até a cozinha. Depois de encontrar o sorvete, pegou uma colher e começou a se deliciar com o doce, parecia que nunca havia provado nada tão bom, logo sentiu um desejo insano de misturar o seu sorvete de chocolate com a salada de cebola que tinha visto na geladeira, e foi o que fez, graças aos céus existia na geladeira de Alice essa salada.
Mal terminou de engolir a mistura estranha e vomitou tudo na pia da cozinha, aquilo com certeza era um desejo já que odiava cebola e muito menos misturada com sorvete de chocolate. Lavou a boca e começou a limpar a sujeira que tinha feito, quando Edward apareceu na porta cozinha ainda vestido apenas com sua boxer e um aspecto de sono tão bonitinho que Isabella queria atirar-se em seus braços, Bella deu um suspiro involuntário extasiada com a beleza extraordinária dele, não era à toa que tantas mulheres o perseguiam, ainda não acreditava que aquele homem era só seu e que ele a amava tão intensamente quanto ela.
– Acordei você? — pergunta enquanto continua a admirá-lo.
– Vim ver o que estava aprontando. — mente, a verdade era, que acordou assustado com a sua ausência na cama, imaginou que alguém a tivesse levado, ou melhor, que Lizbeth tivesse saído de seus pesadelos para dar um fim a sua Bella.
– Senti um desejo estranho de comer chocolate com salada de cebola, mas já passou. — Bella se aproxima o abraçando, imediatamente sentindo a tensão em seu corpo.
– Aconteceu alguma coisa Edward? Você parece tenso, assustado.
– Não foi nada anjo. — Ele não queria falar sobre o pesadelo que o tinha feito despertar.
– Não minta Edward, me diga o que te assusta. — Bella insiste
– Tenho medo do que Lizbeth pretende fazer, sei que ela vai te usar para me atingir, você não tem ideia do que ela é capaz Isabella, e o pior será se ela descobrir que você esta grávida.
– Eu vi o que ela fez com Ângela, Jasper me mostrou o vídeo e pelo amor de Deus não brigue com ele. — Bella segura o rosto de Edward e continua. – Eu não tenho medo dela e você também não deve ter, porque é isso o que ela quer, nos deixar apavorados.
– Eu já redobrei a sua segurança, eu vou protegê-la Bella, nem ela e nem ninguém lhe tirará de mim, ninguém fará mal a você e ao nosso filho enquanto eu viver. — Bella engole em seco diante desta promessa, sabia que os dois ainda enfrentariam muitas tempestades, mas estava disposta a não sair do lado dele, não deixaria que Lizbeth fizesse mais algum mal a Edward, ela não hesitaria em matar Lizbeth se esta louca se atrevesse a prejudicar seu Mestre.
– Faça amor comigo Edward, faça agora e esqueça tudo isso. — Bella abaixa as alças da camisola deixando-a cair a seus pés. – É no meu corpo e no nosso prazer que você deve se concentrar agora.
E ele faz, Edward a toma por repetidas vezes em cima da mesa da cozinha, assim como na cama onde dormem até que o dia amanheça.
Amanhecia, Edward não queria deixar Isabella mas era necessário recebeu, logo cedo uma mensagem de Emmett, que pedia para ele ir até a empresa resolver alguns assuntos urgentes, levantou-se, tomou um banho e foi ver se Isabella havia acordado, ela nem mesmo tinha se mexido, pobrezinha estava cansada, também pudera eles haviam exagerado um pouco esta noite, teria que se controlar mais com seu cisne, ela precisava descansar, deu um beijo em sua testa e saiu, precisava falar com os seguranças e mandar que não se afastassem de Isabella por nada, falou com Frank e o fez entender que se algo acontecesse, ele pessoalmente iria punir o responsável.
E agora aqui estava em sua mesa cercado por documentos que precisavam de sua atenção, mas Edward só conseguia pensar em Isabella e no seu filho, essa palavra ainda tinha o poder de emocioná-lo, seu sonho de ter uma família estava realizando-se e ele só tinha que agradecer ao seu doce cisne por lhe proporcionar esta chance.
Amanhã eles iriam ao médico e veriam pela primeira vez a imagem do bebe, só de pensar nisso seu coração disparava, ter um filho a quem ele poderia amar e cuidar era seu maior sonho tornando-se realidade, e apesar do medo ainda o acompanhar, o amor que sentia por seu filho já era uma grande parte de quem ele era, nunca mais estaria sozinho, sempre teria seu filho para amar e proteger, já havia falado com Isabella que sua preferência era por uma menina, uma menina linda parecida com ela, sua Bella simplesmente riu e disse.
– Qualquer filho seu será lindo, mesmo eu sendo a mãe – ele a olhou e respondeu
– Não, meu cisne sendo seu filho esta criança além de linda fisicamente, terá uma alma pura e brilhante, ela iluminará a escuridão mais intensa – depois disso sua Isabella o abraçou e chorou, o que assustou o inferno para fora dele, mas ela explicou sorrindo entre as lágrimas que ela estava feliz e que agora por causa dos malditos hormônios chorava por qualquer coisa, aquilo o tranquilizou e continuou abraçando seu amor.
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Edward saiu de suas lembranças com o telefone tocando, tinha pedido para Kate não transferir nenhuma ligação somente se fosse um caso urgente, então mesmo não querendo acabou atendendo
– Cullen falando – respondeu a chamada
– Senhor Cullen aqui quem fala é Philip, tenho novidades sobre aquele assunto que o senhor mandou que investigasse, o pai verdadeiro de Isabella Swan – o homem mal terminou de falar e já tinha toda a atenção de Edward
– Fale logo Philip – disse
– Com as informações que o senhor me deu sobre a Srtª Swan consegui descobrir que houve uma trama para separar os pais dela, os dois eram jovens quando Renné Swan que na verdade se chamava Renné Dryer. A moça engravidou quando tinha apenas 17 anos e o rapaz tinha 18, pelo levantamento que fiz, os pais da jovem inventaram uma viagem para ela e mandaram Renné para uma clínica de aborto de onde ela conseguiu fugir, infelizmente haviam contado uma mentira para o rapaz e ele foi embora sem se despedir – Edward ouvia a história com o coração cheio de tristeza por sua Isabella, como contaria essa história a ela?
– Então me diga logo quem é o pai dela?
– O pai dela é o embaixador Charlie Mountbatten. — Edward engole em seco pela surpresa
– Traga-me o relatório imediatamente Philip. — Edward ordena desligando o telefone.
– Kate ligue para o embaixador e avise-o que chegarei a sua casa em vinte minutos. Edward tiraria aquela história a limpo, Charlie tinha muito o que lhe explicar.
Decidido ele sai do escritório com o dossiê de Isabella em mãos, ainda não sabia como explicar para ela toda essa situação. Bella estava grávida e sensível demais para receber uma notícia dessas, ele passou as mãos nos cabelos em sinal de nervosismo.
Chegou na mansão em que Charlie morava e não se deu ao trabalho de estacionar o carro, apenas entregou as chaves a um empregado que estava ali e se dirigiu à porta, como um furacão Edward entra no hall de entrada assustando o mordomo, Charlie que entrava na sala espantou-se com a expressão raivosa e sombria do seu jovem amigo.
– Olá para você também Cullen, não esperava vê-lo aqui hoje já que nossa reunião será amanhã.
– Qual a sua verdadeira história com Renne Dryer? — Edward é direto na pergunta
– O que? Porque quer saber de Renne? — Charlie não entende o que isso interessava a Edward, mas sente seu coração sangrar ao lembrar-se da única mulher que amou.
– Responda-me de uma vez Charlie. — Edward exige.
– Você já sabe de toda a historia Cullen, mas não entendo o porquê de estar me perguntando sobre isso agora. — Nesse momento Edward joga o dossiê de Bella sobre a mesa.
– Isabella é filha de Renne Dryer, e segundo investigações do meu detetive você Charlie é o pai biológico dela. — Edward anda nervoso pela sala, estava preocupado com a reação de Bella a toda essa história.
– O que está dizendo Cullen? — Charlie achava que não tinha entendido bem, como assim Renné teve uma filha sua? E Isabella, aquela por quem tinha uma grande admiração, Deus que confusão era essa?
– Estou tão confuso quanto você Charlie, e não sei como contar isso a Isabella.
– Mas como? Eu não sabia que Renné estava grávida, ela me trocou por outro homem até fugiu com ele. — Charlie balançava a cabeça tentando colocar seus pensamentos no lugar, ele não sentia as lagrimas caindo por seu rosto.
– Pelo visto vocês dois foram enganados pela avó de Isabella, a verdade Charlie é que quando descobriram a gravidez de Renné a mandaram para uma clinica a fim de realizar um aborto, felizmente Renné conseguiu fugir para Port. Angeles onde virou prostituta e algum tempo depois ela foi assassinada por um cafetão. — Aquilo chocou Charlie que não fazia ideia de que sua Renne havia se tornado uma prostituta, e que estava morta! agora seu coração se partiu em mil pedaços, pois ainda tinha esperança de um dia encontra-la e poderem quem sabe, retomar seu amor.
– Ela passou anos vivendo na miséria junto com Isabella que por vezes a viu sendo violentada, e por anos conviveu com a mãe drogada, tem ideia do sofrimento que as duas passaram Charlie? — Edward pergunta a fúria expressa em cada palavra, de certa forma sabia que o embaixador não tinha culpa, mas isso não o inocentava de procurar investigar sobre o que realmente tinha acontecido já que dizia amar tanto Renné.
– Acha que eu estou feliz com isso Cullen? Saber que a mulher que amo está morta depois de ter vivido num inferno por causa da maldade da mãe? Acha que estou feliz em saber que minha filha passou por tantas coisas ruins e eu não estava lá? Eu estou me sentindo o mais miserável dos homens, estou com o coração partido em milhões de pedaços e carregarei para a sempre a dor que dilacera minha alma. — Charlie continua a chorar ao imaginar sua doce Renné submetendo-se a tamanho sofrimento por causa de mentiras.
– Eu procurei por ela Cullen, mas nunca a encontrei. — ele lembra-se dos dias miseráveis que passou buscando por Renne Dryer, aqueles dias em que estava disposto a ajoelhar-se a seus pés e lhe pedir que o amasse novamente.
– Renné mudou seu sobrenome e o de Isabella para que a mãe não a achasse. – disse Edward
– Eu matarei aquela velha desgraçada. — Charlie grita e esmurra a parede com fúria.
– Não se dê ao trabalho Charlie, ela já está à beira da morte. — Edward diz e se prepara para voltar para casa, teria que conversar com sua Isabella, procuraria a melhor maneira de contar toda essa história para não choca-la.
– Eu irei com você Cullen, eu preciso ver a minha filha. — Charlie pega as chaves de seu carro mas é parado por Edward.
– Eu conversarei com ela antes Charlie, e se ela concordar eu a trarei aqui para que conversem. – primeiro queria preparar Isabella
– Você não tem o direito de me impedir Cullen. — Charlie está disposto a não ceder.
– É claro que tenho o direito, é da minha mulher que estamos falando. – falou já perdendo a paciência
– Ela é a minha filha. — Charlie encara Edward com raiva, não passaria mais nenhum minuto sem a sua filha.
– Escute, Isabella está grávida, portanto falarei com ela primeiro, espere-nos aqui. — Edward deixa um Charlie petrificado na sala, aquela era a terceira bomba, iria ser pai e avô ao mesmo tempo, não aguentando tantas notícias bombásticas se deixa cair no sofá, chorando por tudo o que perdeu até agora.
Olhou-se mais uma vez no espelho verificando se a roupa estava conforme o que havia imaginado. Sorriu por estar tão confiante, estava se sentindo linda e sexy para dar a Edward uma noite inesquecível. Havia dançado por algumas vezes no bar de Xavier, sabia como dançar sensualmente e é claro como fazer um striper, infelizmente por obrigação teve que fazer alguns, não havia tirado toda a roupa é claro, nunca se sujeitou a agir como prostituta para os homens nojentos que frequentavam o bar, porém esta noite faria para o homem que amava. Tinha certeza que Edward adoraria sua performance, estava um pouco fora de forma, mas tinha o dom da dança, pelo menos era o que diziam, Bella tinha um forte sex appeal que atraia aos homens, mesmo se achando comum demais para tal coisa.
Tudo estava preparado, o quarto de jogos, o mastro que servia para proporcionar prazer a ela e ao seu mestre, e que esta noite serviria como um pole dance, assim como as luzes, os bilhetes deixados na sala indicando onde estaria, e é claro o whisky do seu Mestre, esse era um fim de semana então devia chama-lo dessa forma, apesar da relação dos dois não mais ser apenas de Mestre e Submissa Isabella gostava de brincar, fazia parte da sua natureza sempre obedecer Edward no quarto, aquilo a excitava, e não era porque agora eles eram um casal de verdade que deixaria de ser a submissa dele, gostava da forma como ele a fodia tanto como fazia amor depois.
Edward chegou em casa e estranhou por estar tudo na escuridão, antes seu apartamento era sempre escuro, mas depois da chegada do seu cisne ela insistia em ter sempre as luzes acesas, Isabella gostava da luz e Edward acostumou-se a isso, por isso estranhou entrar ali e tudo estar no mais completo breu, por um momento assustou-se e pensou ter acontecido algo com ela, mas em seguida ouviu uma música suave vinda do quarto de jogos, e percebeu os bilhetes espalhados estrategicamente pela sala, pegou um e o leu, nele estava escrito
Siga as pistas e encontrará o tesouro
Sua Bella
Edward riu e resolveu participar da brincadeira, depois se preocuparia com os problemas que estavam esperando por eles no mundo real, seguiu os bilhetes e foi parar no quarto de jogos lá chegando ficou em choque sua Isabella estava vestida para matar ela estava em um par de shorts de brim, as bainhas desfiadas em fios brancos estavam cortadas tão curto que uma parte da sua bunda estava de fora. Sua bunda estava realmente saindo dos shorts. Eles estavam apertados, muito, apertando as coxas grossas como se fosse uma lycra. Além deste pedaço de pano que era para ser um short ela estava vestindo uma camisa de flanela que está desabotoada até seu decote, que não é contido por nada. Há apenas quatro botões fechados, e os seios dela esticavam pelos quatro botões a ponto de estourar, a camisa de flanela estava amarrada na frente logo abaixo dos seus seios, por isso a maior parte da barriga de Isabella estava aparecendo.
O último pedaço da roupa, — da fantasia, — é um cinto de couro grosso com uma grande fivela brilhante, e um par de botas de cano alto, são botas de camurça, o material solto e deformado, com um salto agulha fino de três polegadas que a faz ficar mais alta, como uma modelo de passarela, seu cabelo castanho está escovado com um brilho lustroso, seu rosto está com uma quantidade extravagante de maquiagem.
Isabella parou de frente para ele e apontou para uma cadeira que estava ao seu lado, Edward não tinha percebido isso, na verdade ele não havia percebido muitas coisas, quando entrou ele só tinha olhos para quão sexy seu cisne estava, agora que percebia estes detalhes se perguntava o que Isabella estava aprontando? Mas fosse o que fosse ele iria aproveitar, então sentou-se onde ela indicou e ficou esperando.
Seu cisne caminhou rebolando um pouco, e foi até o pequeno palco, ela agarrou-se ao poste de poli dance se abaixando até o chão, baixou a cabeça fazendo com que seus cabelos formassem uma cortina em torno do seu rosto e então uma música sensual começou a tocar, Isabella levantou-se ainda segurando o poste e ficou o encarando por alguns instantes, Edward já estava impaciente seu pau estava duro e ele não via a hora de poder afundar-se na doçura que era o seu cisne então disse
— Você vai dançar ou o quê? — pergunta. Sua voz é obscura, profunda e envolvente.
Ela não tira seus olhos de Edward, Bella força os quadris a se moverem. deixando a música assumir e fluir através dela. Isabella se perde nos olhos de Edward, que parecem escurecer conforme ela balança mais perto dele.
Ela estava na frente dele agora. Edward estava sentado com seus joelhos afastados, e suas mãos repousam nos quadris dela, suas palmas escovando a pele nua acima do jeans dos shorts. Sua pele arde onde ele a toca. Os olhos dele estão sobre os seus, apesar do decote na cara dele, ele continuava a olhar somente para os seus olhos.
Ela continuou dançando com a música, seus braços estão sobre a cabeça, naquela posição que ela sabia que seu Mestre amava. O olhar dele oscila até os seios sacudindo mas em seguida se voltam para os olhos de seu cisne. Isabella não pode ler sua expressão. Os homens sempre mostraram o desejo na cara, em seus olhos principalmente quando ela estava dançando desta forma. Edward não. Mas suas mãos estão enroladas em volta da sua cintura, possessivo.
Ela solta-se das mãos dele e recomeça a dançar a camisa está aberta, e seus movimentos são sinuosos, serpenteando sedosamente. Bella gira em seus ombros, e a flanela desliza, mergulhando abaixo de um lado. Outro, dança e agita nos ombros, e a camisa cai nas suas costas. Os braços dela fixam a camisa no lugar, mas os topos dos seus seios são descobertos, os braços cruzados cobrindo seus mamilos. Os quadris balançam e sacodem ao som da música.
Então ela retira seus braços e deixa a flanela cair no chão. Edward toma uma respiração profunda, e solta um gemido abafado. Apesar disso ele não se move, e sua expressão não muda, exceto pela abertura de seus olhos. Seu olhar varre o corpo todo de Isabella, da cabeça aos pés. Ela volta a dançar, acentuando o balanço dos seios, passando as mãos sobre eles, levantando-os e fazendo poses, os seus movimentos pensados com o único intuito de enlouquecer seu Mestre.
Isabella brinca com o zíper da bermuda que vestia ao mesmo tempo em que olhava para a frente, para trás e para Edward, o olhar tímido calculado. Ela finalmente abaixa o zíper e puxa as bordas, mostrando o triângulo de tecido vermelho e a pele pálida embaixo, movendo-se um pouco mais a bermuda cai aos seus pés, então Edward se levanta lentamente. É como assistir a um leão levantar da grama, todo envolto em poder e graça sedosa. Ele se move em sua direção, os olhos quentes. Ele agarra seus pulsos, fazendo com que ela abrace seu pescoço.
— Deixe as mãos aí. — ordena
Isabella não luta, simplesmente deixa suas mãos repousarem nos ombros largos de seu Mestre acariciando seus cabelos da nuca ela já não estava dançando.
– O que quer que eu faça senhor? – pergunta
Edward não responde. Ele apenas coloca as mãos sobre os quadris dela e segue a batida. Ele se move no ritmo da música. Ele está dançando com ela, balançando com o ritmo.
Então suas mãos empurram o jeans.
— Não, você não pode — Ela gagueja. – Ainda não terminei a dança
— Sim, eu posso. Você quer. — Sua voz é envolvente, desliza para cima dela como água quente. Eles ainda estão dançando juntos, movendo -se ao som da música.
— Você não pode me tocar até eu terminar a dança – diz com voz trêmula de desejo
— No entanto, aqui estou eu, te tocando. — As mãos dele deslizam até a sua cintura, cobrindo o espaço entre os seios e jeans. Suas mãos são enormes, poderosas, mas incrivelmente gentis.
Seu toque é fogo. Isabella está trêmula. Ela suspira quando as palmas das mãos deslizam para baixo novamente, e então seus dedos engancham nos suportes do cinto e puxam para baixo. Ele puxa o jeans e os arranca, e então eles estão fora e encolhidos em torno dos seus tornozelos. Isabella sai deles e tenta respirar.
Sua boca desce para a dela, e seus lábios devoram a boca quente, úmido e macio. Isabella para de respirar. Seu sangue é um rio escaldante de fogo correndo por suas veias, e ela está tremendo toda. A seda negra da camisa que Edward está vestindo está esticada sobre o peito, e quando ele a beija, a puxa contra ele. A seda é fria contra a carne dela, pecaminosa, contra a pele macia, ele esfrega seus mamilos nus, fazendo-os rígidos. Sua língua desliza até um canto da boca de Isabella e suas mãos vão diretamente para a sua bunda a erguendo, ela enlaça suas pernas em volta da cintura do seu Mestre, enviando um calor escaldante através deles.
Edward parou o beijo e perguntou
– Quanto você me quer? – falou olhando diretamente para ela
Isabella que ainda estava tentando recuperar o folego disse
– Muito, mais do que posso colocar em palavras, por favor Mestre não me torture – aproximou-se mais dele o beijando ferozmente, Edward não resistiu e retribuiu, mas ainda assim ele estava no controle e Isabella já o tinha provocado demais agora quem daria as cartas seria ele, empurrou-a até um sofá e a colocou deitada.
– Agora fique aí – ordenou enquanto retirava sua camisa
Mantendo contato visual, ela deitou para trás, com um movimento calculado, abriu uma perna, dando-lhe uma vista panorâmica da sua vagina
Edward não podia mais resistir, então arrancou o resto de suas roupas e se ajoelhou ao lado do seu cisne, pegando uma perna, ele a abriu ainda mais e segurou sua mão, prendendo-a para cima. Lentamente, ele abaixou a cabeça, colocando um beijo sobre o seu clitóris.
– Oh, sim! Eu amo isso! – Ela contraiu-se em direção ao seu rosto, querendo mais.
Edward se afastou e Isabella soltou um choramingo de insatisfação.
– Por favor volte aqui – disse Isabella desesperada pelo toque do seu Mestre, ele sorriu e se aproximou novamente
– Pelo que vejo alguém está ansiosa aqui, me diga anjo o que você quer?
Isabella respondeu o beijando e se entregando ao fogo que a consumia, eles fizeram amor por horas, até que o estomago dela reclamou e foram obrigados a parar.
Edward observava Isabella comer, parecia uma criança se refastelando com os morangos, ela havia dito que estava com vontade de comer morangos com creme e como não tinha nem morangos e muito menos creme na cobertura Edward se viu obrigado a sair e comprar não deixaria seu filho com vontade, e quando voltou Isabella praticamente o atacou mas não no sentido sexual o que ela queria eram os morangos e agora ali estavam, com seu cisne comendo com vontade os benditos morangos, a cada mordida ela suspirava de prazer, aquela cena aquecia o coração de Edward, se dependesse dele, eles ficariam aqui para sempre, sem preocuparem-se com os problemas do mundo exterior, mas isso não era possível então preparou-se para contar a ela sobre o seu pai, encarando-a falou
– Precisamos conversar Isabella – Bella parou de comer e o olhou, Edward estava sério então o assunto deveria ser importante
– Lembra-se que há um tempo atrás você me pediu para tentar localizar seu pai? – Isabella levantou-se da cadeira e começou a caminhar de lá pra cá, estava nervosa, será que Edward havia encontrado sua família? Seu pai?
– Sente-se anjo, você não pode ficar nervosa pense no nosso bebê – disse Edward ajudando Isabella a sentar no sofá – Me diga Edward o que você descobriu, por favor me diga – Ela já estava chorando, ver seu cisne chorar cortava seu coração, mas era necessário, ela precisava saber toda a história sobre o seu nascimento
– Quando você me pediu que encontrasse seu pai eu coloquei um detetive para investigar, e o que ele descobriu pode deixa-la perturbada então quero que me prometa que tentará ficar calma – Edward disse, mas já sabendo que a reação de Isabella não seria nada boa.
– Diga logo Edward esse mistério está me deixando mais nervosa – Bella estava prestes a explodir, afinal era a sua história, ela queria conhecer o porquê seu pai a abandonou
– Vou lhe contar os fatos mais importantes, houve uma mentira que separou seus pais, seu pai não sabia da sua existência até hoje, quando eu o informei – contou resumidamente, pois tinha medo que Isabella enlouquecesse se soubesse de toda a história, conhecia muito bem sua gatinha brava, por isso queria evitar, pelo menos por enquanto, um stress maior para ela e consequentemente para o seu filho
– Meu Deus, Edward! Todas as coisas horríveis que minha mãe passou, e que eu também passei por causa de uma mentira?! Não acredito nisso – Com um impulso levantou-se do sofá e voltou a andar pela sala, em cada passo que dava passava as mãos pelos cabelos quase os arrancando, isso não podia fazer bem a ela, pensou Edward então, resolveu tomar uma atitude
– Sente-se PORRA! – gritou, Isabella o olhou espantada, pois seu Mestre não costumava gritar, nem mesmo nos piores momentos da relação deles, Edward nunca gritou, por isso resolveu obedecer e sentar, não que isso a acalmasse, ela continuava torcendo as mãos em claro sinal de nervosismo
– Mas que Merda Isabella, eu pedi que você ficasse calma, será que não tem um pouco de senso? Meu filho está aí dentro, tente pensar um pouco nele e se acalme ou eu juro por Deus que não vou contar nada – ele realmente estava preocupado com seu cisne, toda essa agitação não faria bem a ela
– Me acalmar?! SEU FILHO? Agora ele é SEU? porque no início esse Bebê era só meu então não venha dizer o que eu devo ou não fazer com o MEU FILHO, se fosse pela sua vontade essa criança nem existiria mais – Isabella estava com raiva, não pensou no que disse, mas se arrependeu assim que viu o olhar de dor de Edward
– Me desculpe se me excedi Isabella, você tem razão, eu espero que um dia possa me perdoar por deixar o meu medo de te perder ter feito isso com o nosso filho, você nunca saberá como me arrependo de cada palavra que falei naquele dia – Edward ajoelhou-se em frente a ela e colocou a cabeça em sua barriga – Eu te amo Isabella e amo o nosso filho, só não queria que você se prejudicasse
– Não! Por Favor Edward não me peça desculpas, é que eu esperei por tanto tempo para saber sobre o meu passado e esses hormônios infernais estão me deixando louca, não se culpe meu amor, eu sei que o nosso filho vai ser a criança mais amada do planeta, porque você será o pai, por mais que você não acredite nisso, eu tenho fé em você, eu te amo meu Mestre, agora antes que eu comece a chorar me conte afinal quem é meu pai – Isabella falou sorrindo, ela parecia muito mais calma, e realmente estava, pois não interessava se seu pai não quisesse conhece-la, ela não precisava dele, afinal tinha Edward e seu filho e isso era o suficiente
– Acho que será uma surpresa, pelo menos para mim foi – disse Edward se levantado, ele fez Isabella levantar-se também e a abraçou – Seu pai é alguém que você conhece e pelo que me disse já tem um carinho especial – Isabella o encarou sem entender, quem seria essa pessoa? Ela não lembrava de ninguém, estava confusa
Edward respirou fundo e disse
– Seu pai é o embaixador Charlie – Isabella arregalou os olhos e de repente começou a gargalhar, Edward ficou assustado não esperava essa reação dela
– Você deve estar de brincadeira, o embaixador da Inglaterra é o meu pai? Eu não acredito nisso – ela estava confusa, espantada e curiosa, queria saber o que no mundo poderia ter acontecido para que um homem como Charlie tivesse abandonado sua mãe, precisava vê-lo e entender o que tinha acontecido – Quero vê-lo – disse levantando-se e pegando sua bolsa, Edward a segurou antes dela alcançar a porta e disse
– Se você acha que está bem, eu vou leva-la até lá – falou pegando as chaves do carro
– Eu estou bem Edward, juro que vou ficar calma mas eu preciso conversar com ele e saber a minha história você me entende? – perguntou não queria que seu Mestre ficasse preocupado, mas precisava dar um fechamento a essa história, ela queria criar seu filho longe das sombras do seu passado
– Tudo bem meu anjo só não esqueça que eu estou aqui com você, sempre e para sempre – disse e lhe deu um beijo nos lábios
– Então vamos – pegou a mão de Edward e ambos se dirigiram para a porta, seu passado seria esclarecido hoje e então poderia viver em paz.
Durante a ida até a casa do embaixador Bella lembra-se de tudo o que passou quando estava com sua mãe vivendo na pequena casa de paredes desbotadas, as vezes em que passaram fome, e as vezes que sua mãe chegava em casa tão drogada e machucada que mal podia andar, as muitas vezes em que ela a ajudou mesmo sendo tão pequena.
– Bella porque está chorando? Ei anjo está tudo bem mesmo? Se não estiver bem podemos voltar ou irmos ao hospital. — Edward estava preocupado com seu cisne, ela parecia abalada, estava calada demais.
– Eu ainda não consigo entender porque minha mãe escondeu a verdadeira identidade do meu pai, nós poderíamos ter nos poupado de tanto sofrimento, ela poderia estar viva. — Bella chora pela dor de sua mãe.
– Ela devia ter sua razoes meu amor. — Ele a puxa para seu colo limpando-lhe as lagrimas, — É melhor irmos para casa, você está nervosa demais e isso pode fazer mal ao nosso filho.
– Não! Está tudo bem, eu quero vê-lo. — Bella se aconchega mais no corpo quente de Edward, e fecha os olhos concentrando-se em seu sonho de infância, conhecer seu pai e saber a versão dele de toda a historia.
Lembrou-se do dia em que conheceu o bondoso embaixador, o quão familiar ele lhe parecia, Bella não poderia imaginar de que aquele a quem teve grande afeição desde o primeiro momento pudesse ser o seu pai. O embaixador parecia uma boa pessoa, era respeitado e todos pareciam gostar dele, até mesmo Edward. Lembrou-se de Sebastian que após o acontecido na festa de Edward, havia reatado definitivamente com Vivian, e ido para o Caribe com ela. Como seu amigo reagiria quando soubesse que os dois são irmãos? Ou pior como seria sua vida depois desta descoberta?
Não tinhas as respostas, não conseguia pensar em nada depois que Peter estacionou o carro, e que Edward lhe ajudou a sair, olhou para os lados vendo os seguranças cercando o lugar e em seguida olhou para Edward que lhe deu um pequeno beijo e lhe apertou forte a mão levando-a até a porta da mansão onde Charlie já esperava com os olhos cheios de lagrimas.
– Bella. — Charlie sussurra, estava tão emocionado em saber que tinha uma filha, e que era Isabella, a garota que o cativou desde a primeira vez em que a viu.
Bella olha para Edward que lhe acena com a cabeça, mas ainda segurando a sua mão, ele queria que ela fosse em frente contudo a asseguraria que ela não estava sozinha, ela dá um aperto na mão de Edward lhe dizendo com este gesto que sabia que ele estava ali por ela, porém precisava fazer isso sozinha então solta-se dele e vai até seu pai abraçando-lhe.
– Me perdoe querida, me perdoe por não ter cuidado de você como deveria, por você ter passado por tantas dificuldades sozinha, me perdoe pela morte de sua mãe, eu a amava tanto, eu a procurei por anos, mas nunca a encontrei. — Charlie continua apertando Bella em seus braços, enquanto ela apenas escuta e chora pela emoção.
– Sua avó não aprovava nosso relacionamento, e eu nunca soube o motivo, mas eu amava e amo a sua mãe, eu nunca mais fui um homem completo depois que ela se foi, eu sempre acreditei que ela havia me deixado por outro homem, nós dois éramos imaturos demais naquela época, por isso acreditei que ela tinha deixado de me amar.
– Ela nunca deixou de ama-lo. — Bella diz lembrando-se das vezes em que Renne chorava dizendo que amava seu pai. – Mas não tinha coragem suficiente de procura-lo, ela sentia-se suja desde o dia em que teve de se prostituir para poder comermos, ela disse que você havia sumido e que nunca tentou contato.
– Eu fui para longe quando pensei que a tinha perdido, mas quando retornei a Seattle tentei procura-la, porém minhas buscas foram em vão, eu sou culpado por muitas das coisas que aconteceram a vocês duas por isso lhe peço perdão filha, me perdoe por não ter estado a seu lado, mas prometo que de agora em diante tentarei ser o pai que você precisa, serei seu pai e o avô que seu filho merece. — Charlie segura o rosto da sua filha entre as mãos e reza para que ela o perdoe.
– Eu te dou o meu perdão pai. — Os dois se abraçam carinhosamente começando assim uma nova etapa na vida de ambos.
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