Notas iniciais
Mais um capítulo fresquinho minhas queridas! Kiss

Passaram-se dois meses desde que os Vaizards souberam da situação da Inoue. No momento, ela e a Tatsuki estavam a despedir-se do grupo, pois estes iriam embora da cidade.

Hachi – Lamento não poder continuar o treino Orihime! Desde a descoberta da doença da ruiva, esta fez questão de que os Vaizards a tratassem pelo primeiro nome. Até a Hyori, que depois de uma conversa particular e séria com a Inoue, começou a tratá-la de maneira mais gentil. Até se poderia dizer que eram boas amigas.

Inoue – Não te preocupes Hachi-san, eu vou continuar a treinar, a Rikka que ainda tenho algumas coisas para aprender!

Shinji – Que saudades eu vou ter da minha Orihime-chan! Abraçou-a abusadamente e ao mesmo tempo carinhosamente.

Tatsuki – Desencosta dela seu pervertido! Antes que lhe conseguisse dar o murro, o Shinji largou a ruiva e desviou-se rapidamente. Se havia coisa que não gostava era apanhar da Tatsuki.

Love – Parece que não nos veremos por um bom tempo! Falou com um sorriso. A Inoue queria ter-lhe dito que isso não era verdade, mas revelar que os seus anos de vida já reduziram consideravelmente, apenas traria tristeza, e naquele momento, apenas importava viver com alegria e sem preocupações.

Rose – Esperarei ansioso pela chegada da nossa flor de cerejeira à Soul Society.

Kensei – Estás a passar muito tempo com a Lisa, Rose!

Lisa – Cala-te Kensei! Aproximou-se da Inoue e deu-lhe um beijinho no canto da boca, apanhando-a desprevenida e deixando completamente vermelha e embaraçada.

Tatsuki/Shinji – O que pensas que estás a fazer? Gritaram os dois ao mesmo tempo e furiosos pela ousadia da rapariga.

Lisa – A despedir-me! Disse como se não tivesse feito nada de mal. – Eu sempre quis fazer isso! Falou-lhe num tom provocante e piscou-lhe o olho, deixando-a ainda mais vermelha, se é que era possível, e com vontade de cavar um buraco e esconder-se lá dentro. Antes que pudesse responder a Hyori empurrou a Lisa e deu um abraço à Inoue. Algo que deixou os restantes bastante surpresos, já que ela não demonstrava os seus sentimentos desta maneira.

Hyori – Tu tens mais poder que imaginas! Quando fores para a Soul Society serás poderosa o suficiente para te tornares uma capitã. Nessa altura até eu te ajudarei, para depois dares uma boa lição ao Ichigo! Falou baixinho só para a ruiva ouvir. A Inoue simplesmente riu com aquilo, nunca havia imaginado que a rapariga à sua frente teria este lado tão amigável, protetor, sincero, simpático e gentil.

Machiru – Agora sou eu! Falou furiosamente. Esperou que a loira saísse e enlaçou a Inoue como se fosse uma criança. – Eu vou sentir saudades tuas Orihime-chan!

Inoue – Eu também! De todos vocês!

Fizeram as últimas despedidas e foram embora. As duas humanas seguiram para casa a passo lento.

− Vou sentir saudades deles! Uma pequena lágrima soltou-se do seu olhos para percorrer e marcar a pele branca da ruiva.

− Não te preocupes, irás voltar a vê-los! … Então já te telefonaram da academia? Mudou de assunto, não queria ver a amiga triste.

− Sim, telefonaram ontem! Falou entusiasmada, fazendo desaparecer a tristeza que havia em seu rosto anteriormente. – Eu entrei! Com direito a bolsa e tudo! Nunca pensei que fosse conseguir, o teste não me correu assim tão bem! Falou aliviada.

− É assim mesmo Orihime! Falou orgulhosa. – Quando começas?

− Daqui a três dias! Mal posso esperar! Estou tão ansiosa.

− Só não te esforces muito Orihime!

− Sim Senhora! Imitou um soldado, com direito a continência e tudo, deixando a amiga irritada. A Inoue ao ver isso, pôs-se a fugir e a rir-se como uma criança com uma morena furiosa e pronta a matar a persegui-la. Quem as visse na rua não diriam que eram raparigas de 16 anos. Chegaram depressa à casa da Inoue, e a morena deu-lhe logo um sermão sobre não levar as coisas a sério. Despediram-se e a ruiva entrou em casa, jogando-se logo no sofá para descansar um pouco. No entanto, o tempo foi muito pouco, pois quase logo a seguir bateram à porta.

− Já vou! Apressou-se até à porta e abriu. – Sado-kun? Disse surpresa. – O que estás a fazer aqui?

− Posso entrar?

− Claro! Deu-lhe passagem para entrar.

− Inoue, eu vim aqui para conversar seriamente contigo!

− Conversar seriamente? Perguntou incerta e nervosa. Alguma coisa lhe dizia que não iria gostar desta conversa.

− Tens andado estranha e… eu sei que tens treinado em segredo com os Vaizards!

− Eu não tenho andado estranha, apenas ocupada! Fez uma pausa e sentou-se no sofá pensativa. Não sabia se devia contar-lhe a verdade ou não, mas assim que se decidiu, o seu rosto sustentava uma expressão séria. – Tenho treinado, sim! Eles ajudaram-me a treinar, mas foram-se embora hoje da cidade.

− Porque é que não contaste nada?

− Desculpa! Imagino que até o Ishida-kun esteja a estranhar o meu comportamento!

− Sim!

− Podes telefonar-lhe e pedir-lhe para vir aqui o mais rápido possível? Está na altura de eu vos contar a verdade!

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Num local desconhecido no Hueco Mundo.

− Parece que o Shinigami perdeu os seus poderes após a luta com o Aizen! Falou um homem sentado numa espécie de trono. Não se conseguia ver o rosto, mas pela voz percebia-se que se tratava de alguém que não tem nada a não ser o mal.

− O que fazemos? Perguntou outro homem que estava ajoelhado. Como a luz incidia mesmo sobre ele, dava para ver os seus cabelos pretos como a meia-noite, um fato branco e preto, uma máscara partida no rosto e uma espada na cintura.

− Por enquanto, esperamos! Mais cedo ou mais tarde irás tentar recuperar os teus poderes, não é? Kurosaki Ichigo!

− Sim! Iremos manter a cidade de Karakura sobre observação, e assim que tivermos mudanças, reportaremos imediatamente, Grimmjow-sama!

Notas finais
Beijinhos para as minhas lindas setes leitoras:
Hime-chan;
Klotus-chan;
Miss-chan;
Lila-chan;
Biaah-chan;
Jessy-chan;
Naai-chan;