Notas iniciais
Aqui está ele! O capítulo que tanto ansiavam!

O Byakuya deitou-a calmamente no colchão. O beijo que até então era calmo passou a um beijo apaixonado e ardente, desejoso e apressado por provar mais dos doces lábios da ruiva. As mãos dele percorriam, mesmo por cima da roupa, o corpo curvilíneo e exuberante que lhe era presenteado. A Inoue dava pequenos suspiros, que por vezes não passavam de sussurros por serem abafados pelos beijos que o Capitão lhe dava. Ela sentia o seu corpo a aquecer e o fato de ela se encaixar perfeitamente em baixo do musculoso e lindo Kuchiki, faziam-na querer mais, gritar por mais toques, suplicar por mais beijos. A maior fonte de calor era na sua virgindade. O fato do sexo do Capitão estar encostado e de vez quando esfregar-se, aquele sítio pulsava mais do que o resto do corpo, ansiando pelo toque firme do homem que a estava a levar à loucura.

O Capitão sempre que ouvia os pequenos suspiros de prazer da sua amada sentia-se mais excitado. Os beijos passaram da boca dela para a bochecha, depois para o pescoço, seguindo para os ombros, deixando algumas marcas de dentes pelo caminho. A ruiva arranhava-o nas costas por dentro do seu uniforme de shinigami, arrancando dele alguns gemidos. Sem querer arrastar mais a tortura, a Inoue começou a tirar a roupa do Byakuya, deixando-o um pouco surpreso pela iniciativa. Ele, sem querer ficar para trás, começou a desabotoar os botões da camisa dela, que ficavam na parte da frente e iam até aos joelhos, com rapidez e habilidade. Afinal, para quem já foi casado, seria embaraçante demais não saber tirar roupa de mulher. Depois de tirada a roupa e de sentir o frio da noite na sua pele, a Inoue ficou um pouco envergonhada e tapou os peitos com os braços e mãos já que apenas tinha cuecas por debaixo da camisa.

− Não precisas de esconder o teu corpo Hime! Tu és linda. Não, tu és perfeita! O Capitão estava cada vez mais seduzido e desejoso por ela. Uma das mulheres mais bonitas que alguma vez viu apresentava-se perante ele, intocável e ainda com inocência no olhar.

A ruiva, apesar de super vermelha, tirou as mãos para logo a seguir ser assaltada e ter os peitos sugados pelo Byakuya. Este lambia, mordia, chupava-os com prazer, como se fossem feitos do mais refinado açúcar. A boca banqueteava-se com um dos peitos, enquanto o outro era massageado com a mão. A Inoue arqueava as costas e agarrava os cabelos dele, como se o estivesse a impedir de tirar a boca dos seus seios hirtos e quentes.

Depois de saborear os seios dela, seguiu uma trilha de beijos pela barriga, umbigo, até chegar à virgindade e fruto proibido que tanta ansiava. A Inoue ao sentir os lábios sedosos a descerem até lá baixo, encarou o Capitão mais do que vermelha. Este a encarou apenas por um momento, antes de prosseguir com as suas intenções. Começou com pequenos beijos nos lábios intocáveis, para depois utilizar a língua de maneira experienciada e conhecedora. A ruiva nem teve tempo de falar. Quando uma onda de calor e grande prazer viajaram pelo seu corpo, apenas gemidos saiam da sua boca. Era a primeira vez que sentia tanta coisa boa. Agarrou de novo os cabelos dele quando este colocou um dedo na sua entrada e penetrou-a. Os gemidos ficaram mais altos, mas controlados o suficiente para ninguém ouvir. Movia as ancas de acordo com os movimentos da língua e do dedo introduzido na sua virgindade. O Capitão encontrava-se satisfeito por conseguir dar-lhe tanto prazer. Em poucos minutos, ela atingiu o clímax. O Byakuya retornou à boca da ruiva e beijou-a apaixonadamente sem lhe dar tempo de respirar do prazer anterior, enquanto se preparava para entrar na caverna cor-de-rosa e virgem.

− Espera! Falou separando os seus lábios e um pouco ofegante. – Eu também quero retribuir! Não posso ser só eu a ter prazer! Deu um sorriso bastante maroto e tirou-o de cima dela, para o obrigar a deitar-se de costas no colchão. Ele, desconfiado do que ela queria fazer, simplesmente seguiu as ordens dela e deixou-a fazer o que queria.

A Inoue iniciou com uma distribuição de beijos pela cara, pescoço, ombros, torso, mordendo e fazendo cócegas ao longo do caminho. Sentia-se nervosa, já que nunca tinha feito nada disto em toda a sua vida. Agarrou o sexo do Capitão e começou por dar pequenos beijos ao longo do seu comprimento. Depois com a língua, lambeu a cabeça que mais parecia um cogumelo. O Capitão agarrava os seus cabelos num só lado para eles não atrapalharem e fazia pequenos gemidos, que apenas incentivavam a ruiva a continuar. Depois de lhe ter apanhado o jeito, o Byakuya gemia ainda mais e ainda a ajudava com o trabalho. Com as mãos na cabeça dela, intensificou os movimentos, acabando por se vir na boca dela. Ela engoliu o líquido quente, visto que não tinha outra hipótese. O Capitão puxou-a para si para a beijar e trocaram de posições outra vez. Dominou-a, agarrando os seus braços e impedindo que ela os mexesse.

− Isto vai doer Hime! Falou carinhosamente. Apenas recebeu um aceno de cabeça positivo dela. Posicionou-se e entrou devagarinho para não lhe causar muita dor. Ao ver a expressão de dor que ela fazia e o grito iminente, abafou o barulho ao cobrir os lábios dela com os seus. Depois de ter entrado completamente, não fez movimentos para ela se habituar um pouco. Ao sentir as pernas dela a rodearem a sua cintura decidiu começar os seus movimentos de maneira cuidadosa e suave. Depois de alguns minutos de movimentos lentos, agora eram rápidos e esfomeados, querendo provar tudo de uma vez. Tanto um como o outro queriam mais, muito mais. Com movimentos cada vez mais rápidos tanto da parte de um como do outro, chegaram juntos ao clímax, ofegantes e cobridos por uma camada fina de suor. A ruiva nunca tinha sentido tanto prazer na sua vida. No momento em que os dois se vieram, um fogo demasiado grande para ser contido percorreu-lhe o corpo. O Byakuya adorou a maneira como o seu sexo foi envolvido e apertado pelo caverna mais saborosa que alguma vez provou. Os dois teriam gritado bem alto no momento em que a explosão de sentidos se deu, mas um beijo no momento impediu que isso acontecesse e fossem descobertos. Ele saiu de cima dela e deitou-se ao lado dela, aconchegando-a nos seus braços e recuperando o fôlego.

− Este foi o dia mais feliz da minha vida! Obrigada! Olhou amorosamente para o Capitão antes de lhe dar um pequeno beijo. – Amo-te muito Byakuya! Depois de se ter posto numa posição confortável tanto para ela como para ele, adormeceu com um sorriso na cara.

− Eu é que agradeço Hime! Por me teres feito derreter o gelo que estava no meu coração! E com isso, também seguiu para o mundo dos sonhos.

Notas finais
Eu sei que é pequeno. Mas este capítulo não ficava bem com mais do que... bem, mais do que esta noite romântica!
Um Kiss para as minhas leitoras:
-Hime-chan;
-Klotus-chan;
-Ino-chan;
-Miss-chan;
-Lila-chan;
-Victoria-chan;
-Naai-chan;
-Baai-chan;
-Jessy-chan;
-Anne-chan