Notas iniciais
Oi pessoas! A semana foi corrida, por isso não tivemos outro cap no meio dela, mas vamos ver se conseguimos adiantar um essa semana!! Gostaria de agradecer demais a todos vocês!! E queremos suas sugestões e opiniões sobre a fic, hein!! Bom, vamos ver o que acontece agora que Sakura reconheceu Sasuke!!! Boa leitura ;)

Sakura levantou-se na mesma hora em que viu Sasuke andando na direção deles. Ignorou o puxão que o senhor deu em seu braço e foi andando indignada até o rapaz.

– Então você acha legal roubar pais de família? O que mais o faz se sentir bem além de amedrontar e machucar? Nunca achei que seria tão baixo!

Os olhos negros de Sasuke se arregalaram ao reconhecer Sakura, e internamente se xingou pelo azar de encontrar a garota novamente.

– Baixo? O que você está dizendo?

– O que estou dizendo? — repetiu com o rosto vermelho. — Há um senhor morrendo de medo de você, dizendo que esta sendo perseguido por você! Eu juro que vou chamar a policia! — ela gritou nervosa apontando um dedo na ameaça.

Sasuke engoliu em seco.

Por que tinha de ser com ela? Justamente com ela?

–Escute Sakura, o senhor amedrontado em questão é o meu pai. — murmurou sentindo o peso das palavras.

Sakura abriu a boca para gritar mais, mas paralisou ao vê-lo olhando para o arbusto em que estava e ver o olhar cansado dele.

Verdade? — perguntou receosa.

Sasuke odiava os olhares de pena. Toda vez que explicava a situação para alguém, seja este médico ou psicólogo, sempre recebia o mesmo olhar de pena.

Tirou uma foto da carteira onde ele abraçava o pai, em seus doze anos de idade.

– Veja... Esse é ele é o garoto sou eu. — disse a contragosto.

Sakura engoliu um bolo que se formou na garganta e olhou para ele. Diferente do que esperava, ela lhe olhou com certa determinação.

– Espere aqui, vou te ajudar.

Sasuke não acreditava que a intervenção de Sakura fosse fazer efeito. Mas, ainda assim aguardou.

Sakura apertou os lábios não acreditando estar naquela situação. Respirou fundo e se agachou perto do senhor que a encarava assustado.

– Conversei com ele, na verdade ele só queria levá-lo pra casa. Achou o senhor muito parecido com o pai dele. Além do mais, ele é meu amigo, sei que não vai fazer mal nenhum ao senhor.

– Deixe de besteiras garota! — gritou irritado. — Meu filho mais velho tem doze anos...

– Sim, sim eu sei! — Sakura ficou na defensiva — Ele só disse que parecia. Vamos, eu vou junto com vocês.

Fugaku arregalou os olhos se afastando da rosada.

– Você é comparsa dele? Você é. Não é?!

Sakura ficou tensa. Tentou transmitir o máximo de calma pelo olhar e sorriu para o senhor.

– Somos amigos. E o senhor me conheceu agora, viu que não quero seu mal. Olha, eu sou enfermeira, trabalho na assistência para idosos. — tirou seu cartão de identificação da pequena pochete que usava. — Se quiser pode ligar lá. Agora, vamos. Vai perder essa carona?

–Eu.. Eu quero ver meus filhos... minha esposa e meus filhos.

– Vamos levá-lo lá, não se preocupe. — Sakura se aproximou com cautela e deu um sorriso mais largo ao homem — Eu ficaria encantada de conhecer sua família senhor.

–Tudo bem menina, eu ainda não confio sem vocês, mas eu vou tentar...

– Mas pode confiar! — Sakura continuava sorrindo e estendeu a mão para o senhor. — A gente chega rapidinho lá. Ah, e não liga pra carranca dele não, é normal viu. — confidenciou baixinho dando uma risadinha e olhando na direção do Sasuke que os encarava atônitos.

Sasuke se aproximou dos dois ainda incrédulo e murmurou incerto:

–Pai? O Senhor está melhor?

Fugaku não ousou responder. Para a tristeza do filho.

Sakura negou com a cabeça enquanto levava o homem para a direção de Sasuke. Foi aí que reparou no corte que havia em sua testa com sangue seco em volta. Engoliu em seco e voltou-se para os olhos dele.

– Ele aceitou sua carona, mas eu vou junto, tá Sasuke? — Sakura disse de forma animada, coisa que não correspondia com o clima tenso.

Sasuke respirou fundo e entrou no carro. Queria que aquele dia terminasse o mais rápido possível. Seu pai não o reconhecia e tinha de aguentar a dor na testa e o olhar de pena de Sakura.

– Vamos logo..

Sakura se sentou no banco da frente quando Fugaku foi direto para o traseiro, como se fosse o estranho que pegou uma carona. Ela viu Sasuke suspirar e segurar o volante com força, olhando toda hora pelo retrovisor e Fugaku ficando agitado.

– Han... O senhor disse que tinha filhos. Quantos são? — Sakura tentou puxar assunto para quebrar aquele clima.

A careta no rosto se Fugaku amenizou ao falar da amada família.

–Eu tenho dois filhos... O mais velho puxou minha esposa Mikoto. É calmo e alegre como ela. Agora meu filho mais novo Sasuke... Esse puxou a mim. Ama o boxe assim como eu, eu vejo a mesma paixão que outrora eu tive... Sabe, ele vai ser um campeão.

Sakura deu um sorriso singelo ao ouvir o tom orgulhoso do homem e Sasuke relaxar um pouco os ombros, mas apertar mais o volante e agora o maxilar.

– Sasuke? Como o nome do meu amigo? Ele também é estouradinho? — perguntou mais humorada.

– Sasuke, meu filho, tem o mesmo gênio que eu. Mas é algo necessário para um boxeador. Escute minhas palavras menina... Meu Sasuke vai ser o melhor do mundo. — Comentou cheio de orgulho.

– Se o senhor está dizendo, eu acredito. — Sakura disse com a voz amena dando um sorriso na direção de Sasuke.

–Pois pode acreditar. Ele é o meu orgulho.

Sasuke apoiou a testa no volante triste. E Sakura se arrependeu de ter iniciado a conversa perguntando sobre os filhos do Uchiha.

Ela umedeceu os lábios e abaixou a cabeça. Sasuke deu partida no carro e quando foi mudar a marcha sentiu um aperto gentil em sua mão. Se surpreendeu, mas tirou a mão rapidamente do contato dela. Tudo o que menos precisava agora, era da compaixão dela.

Sakura respirou fundo e olhou para o homem que observava de cenho franzido a paisagem ao redor.

– Ai como sou mal educada! Meu nome é Sakura Haruno. Muito prazer, senhor...

O homem estendeu a mão em cumprimento e sorriu fraco.

–Eu me chamo Fugaku Uchiha. -Virou-se para o motorista do carro analisando o corte em sua testa. — Hei garoto, acho melhor você ir ao hospital... esse corte na sua testa está feio.

Sasuke olhou para o pai pelo retrovisor e voltou sua atenção para a rua. Não respondeu, mas Sakura percebeu o quão abalado ele estava apenas com suas expressões.

– Não se preocupe, senhor Fugaku. Eu sou uma quase enfermeira, eu cuido dele depois. — Sakura se pronunciou dando um fraco sorriso.

– Er... me desculpe por isso garoto. — Comentou sem graça.

– Tudo bem. — murmurou baixo tentando não desviar a atenção da rua.

Sasuke estacionou o carro e suspirou. Sua mãe saiu pela porta dos fundos e abriu a porta do carro, abraçando o esposo e chorando copiosamente no pescoço do marido.

– Você me preocupou, não faça mais isso.

Sakura analisava a cena. Viu o reconhecimento passar pelos olhos de Fugaku, que enxugou as lágrimas da esposa e pediu envergonhado que ela não fizesse cena.

Sasuke só soltou a respiração após a saída dos pais.

– Onde você mora? — Questionou sério.

– O quê? — perguntou confusa.

– Preciso saber seu endereço, pra te levar pra casa. — disse impaciente.

Sakura rapidamente informou o endereço de seu apartamento. E a viagem correu quieta.

– Sasuke... Eu...

–Não fala nada. — resmungos ríspido, as mãos presas com força no volante. — Mantenha-se quieta... por favor, eu preciso ficar em silêncio. Só... só fica quieta Sakura.

Obedeceu sem questionar. Depois de um dia daqueles, o silêncio falava mais do que qualquer palavra de conforto que ela pudesse lhe dar.

(...)

Sakura estava perdida em pensamentos quando sentiu o carro parar. Olhou para fora e viu seu prédio. Suspirou, sentia que não poderia sair daquele jeito, tinha presenciado algo muito particular e extremamente delicado.

Havia conhecido um lado de Sasuke que sequer cogitou que existiria.

Por todo o caminho se sentiu mal por ter feito um pré julgamento ruim sobre ele e a vontade de falar algo que o deixasse melhor e que redimisse sua culpa era bloqueada com a expressão fechada e compenetrada do rapaz.

– Não vai descer? — perguntou seco e Sakura estremeceu voltando-se para ele com os lábios apertados.

– Deixe eu cuidar desse ferimento. — pediu olhando atentamente para o corte feio na testa.

Sasuke fez menção de negar, mas Sakura o olhou direto nos olhos destemida e confiante.

– Isso pode infeccionar e sei que você não vai pra um hospital. Juro que vai ser rápido.

Sasuke respirou fundo e balançou, relutante, a cabeça em confirmação. Sakura saiu do carro com pressa e voltou minutos depois com uma caixinha branca em mãos.

Com um algodão, ia limpando o ferimento e Sasuke se controlava para não fazer cara feia. Se concentrou no rosto dela e nos olhos. Era muito bonita, mas não era isso que ele se prendia, em sua cabeça passava tudo o que aconteceu e aquela dor de não ser reconhecido pelo próprio pai fez surgir uma careta involuntária.

– Oh, desculpa! — Sakura pediu tirando o algodão e olhando para ele.

Sasuke desviou os olhos, mas ela pode perceber que lágrimas ameaçavam inundar os olhos dele. Seu coração apertou. Não sabia o que falar para deixá-lo melhor, não queria que ele fugisse dela achando que era mais uma pessoa com frases feitas para consolar. Ela já viu muito disso e sabia que não iria funcionar com ele.

Soltou um suspiro e colocou uma mão no rosto do rapaz. Ele a olhou confuso.

– Pode contar comigo. — sussurrou contra o rosto dele.

Os dois se olharam por um segundo e Sakura percebeu o quão próximo estavam.

Não pensou direito. Não mediu as consequências.

Quando percebeu, já estava beijando-o.

Sentiu a mão dele subir por seu braço e parar em seu ombro. Gostou da caricia e ia aprofundar o beijo quando sentiu sendo empurrada com certa rispidez.

Olhou confusa e surpresa para o rapaz que transmitia somente ódio. Colocou a mão na boca arrependida por ter sido deixada se levar pelo leve magnetismo que surgiu.

– Me desculpa...

– Sai do meu carro! — rugiu rouco e Sakura agarrou suas coisas e apertou os lábios querendo arrumar a situação.

– Me deixa explicar...

– Sai!

Ela abaixa a cabeça conformada e sai do carro. Antes de bater a porta escuta o resmungo entrecortado dele.

– Eu não preciso da sua pena.

(...)

A zona Lesta de cidade estava calma aquela noite, com exceção do barzinho de esquina que recepcionava as turmas da Federal e da Estadual que faziam uma festa particular.

Shikamaru a toda hora erguia a mão para que o garçom trouxesse mais bebidas e os amigos gritavam eufóricos a conquista do patrocínio.

– Sasuke! Isso é um passo para se tornar profissional! — berra Naruto virando mais uma dose de tequila.

Sasuke bebia, mas estava distante o bastante para participar daquele clima festivo. Porém os outros não se importaram com isso, o motivo para "bebemorar" era mais forte.

– Temos que pensar em atrações diferentes! Temos que trazer inovação pra chamar mais público! — Deidara disse com crescente animação.

– Pensei em Ring Girls. — Shikamaru balbuciou numa mescla de tédio e malícia.

Os urros masculinos de aprovação fizeram as duas únicas garotas ali revirarem os olhos.

– Isso é o cúmulo do machismo. — Exclamou Tenten.

– Isso atraí público. — Respondeu Deidara. — Garotas semi nuas, lutas... Isso cheira a grana, baby.

Temari observava todos com desdém enquanto Tenten trava uma discussão acalorada sobre a sociedade machista.

– Isso é ridículo! — Tenten exclama para Temari escutando as gargalhadas dos homens.

Gaara era um irmãozinho chato e possessivo. Kankuro a mesma coisa. Se existia algo ou alguém que tirasse a atenção dos irmãos dela, então ela apoiaria com certeza. Que colocassem garotas nuas, ela não ligava a mínima.

– Eu acho uma boa idéia...

– Temari! — Tenten disse perplexa enquanto os rapazes aplaudiam e dizia coisas idiotas.

– Deixe de feminismo bobo Tenten. — Sorriu conformada. — Se atraí dinheiro... então será uma boa ideia.

Tenten cruzou os braços olhando com olhos cerrados e desconfiados para a amiga que observava satisfeita aquele bando de bêbados cheios de testosterona e hormônios.

– Pense nos lucros! — resmungou a morena deixando de lado a discussão.

– Então está decidido. — Shikamaru disse por cima das vozes. — Quero indicações.

Temari sorriu maquiavélica.

– Eu conheço a pessoa perfeita.

Todos a olharam com expectativa. Até mesmo Tenten parou de resmungar e deu um sorriso maligno curtindo a expressão da amiga. Gaara sentiu um desconforto quando os olhos da irmã passaram por ele.

Depois de um silêncio totalmente controlado pela loira, afinal tinha de criar expectativas, ela diz em alto e bom som.

–A Ino...

Gaara ficou vermelho e gritou algo como "Nem fudendo", mas foi abafado pelos gritos de aprovação mais que maliciosa dos garotos.

– Aquela loiraça amiguinha do Gaara? — disse Sasori sorvendo a cerveja.

– De acordo! — Neji disse em tom solene.

– A gente precisa de mais uma gostosa... — Naruto inclinou-se escandaloso.

Temari deu um sorriso de lado vendo a confusão que formou. Gargalhava ao ver o ódio corroendo o irmão. E pensava: "Sofra irmãozinho bobo, morra de ciúmes e me deixe viver."

– Se todos concordam... vou ligar pra Ino.

– Não vai ligar porra nenhuma! — Gaara explodiu levantando-se da mesa. — A Ino não vai virar Ring Girl...

– Mas é só para trazer mais grana pro evento Gaara. — Tenten disse cínica dando um sorriso venenoso — Não há problema nenhum com isso.

– Todos concordaram que era uma boa ideia. — Temari usou o argumento deles em seu favor. — Então não vai ferrar o esquema...

– Relaxa, Gaara. — Shikamaru soou mais calmo batendo as mãos no ombro do amigo. — Seguinte, nada de gracinhas, agora somos quase profissionais. Se a Ino aceitar teremos que respeitar porque é a garota do nosso amigo...

– Ah, ela não vai aceitar! — Garra disse entre dentes.

(...)

– Aaaaaah!!! Claro que aceito, Tema!! Onde eu assino? Quando começo? Ai tenho que contar pro Gaa! Vai ser fabuloso!

– Ai cunhadinha, sabia que ia poder contar com você. — disse se deliciando com a cara de ódio do irmão mais novo.

– Claro, flor! Posso chamar uma amiga pra ir também? Acho ela perfeita pra fazer isso!

–Depende... — Suspirou Temari. — Ela é bonita?

– Linda!– Ino disse num tom sacana.

Temari gargalhou, era bom demais pra ser verdade.

– Bem vinda ao time, cunhada.

O celular foi desligado junto com o sorriso vitorioso da loira e a ovação exagerada dos garotos.

Gaara estava tão vermelho que parecia que iria explodir. Saiu do barzinho derrubando tudo. Tenten morreu de rir e Temari lançou um olhar cheio de significados para Deidara que sorriu na mesma hora de forma malandra e voltou-se para os garotos da Federal.

– E o que vocês acham de uma luta entre mulheres? — disse deixando o assunto no ar. — Tenten e Temari são ótimas, acho uma boa colocá-las no circuitos.

Tenten se sentou ereta na cadeira com os olhos brilhando de excitação e Temari sorriu satisfeita.

– Genial! Simplesmente genial! — um dos garotos disse erguendo o copo em aprovação.

– Acho que nem precisamos de votação — Shikamaru riu acendendo um cigarro. — Todos de acordo?

– Gostosas se atracando? Tô dentro! — Naruto berrou mais empolgado que o normal.

Todos manifestaram suas vontades positivas perante a ideia enquanto Tenten abria a boca ultrajada com a forma que eles tratavam aquilo.

Temari levantou de sua cadeira e, aproveitando a saída de Gaara, sentou no colo de Naruto, que sorriu satisfeito, afinal Temari estava dando em cima, ela era gostosa. Porque não?

– Então... você quer assistir a luta, só pra ver eu e a Tenten nos esfregando? — sorriu descendo a mão até a calça do loiro e dando um aperto doloroso no brinquedinho de Naruto, que urrou de dor.

Todos os presentes na mesa quase sentiam a dor do amigo. Alguns até fecharam as pernas.

– Aprende loirinho... — continuou Temari. — Eu posso ser gostosa, mas te parto pelo meio se necessário.

Sasuke sorriu leve ao ver Naruto se contorcer de dor. Precisava se distrair, mas a tentativa estava sendo vã.

O cansaço mental e corporal era grande. Mas não era dado a resmungar, aceitava o que vinha de bom tamanho.

O que não conseguia aceitar era ser o alvo de pena de Sakura. Foi por isso que não aprofundou o beijo. Por isso não aceitou o corpo pouco curvilíneo dela. Porque ele não era coitado. Ninguém exceto seu padrinho, irmão e Naruto sabia o que estava acontecendo e nem por isso o tratavam diferente. Seu pai estava doente sim, mas não era necessário fazer disso um espetáculo. Doenças se curam. E quando não há cura então só se pode ter paciência.

– Sasuke? — A voz de Itachi o puxou da realidade. — O que você faz aqui? Isso não é lugar pra você...

–Eu vou onde bem entender. — Escarneceu descendo mais uma vez a máscara da indiferença. — O que me surpreende, é um exímio trabalhador como você estar em um bar. Perdeu o emprego foi?!

Itachi fez uma careta. Não poderia perder emprego nenhum. Emprego significava grana. E grana era algo de extrema importância. Todos na mesa pararam a discussão e olharam para os irmãos.

– Esse é um dos bares do meu chefe... O Orochimaru está fazendo troca de pessoal. Ele fechou com uns caras, o bar vai virar uma espécie de UFC.

Sasuke arregalou os olhos. Ficar perto de Itachi durante as lutas era péssimo. As lutas eram seu segredo, segredo esse que em breve seria revelado. Rangeu os dentes e resmungou:

– Merda...

Notas finais
Hummmm beijo.... hehehe mas foi tão xoxo né gente? Cadê aquela coisa caliente? Todo aquele fogo e um hentai básico no carro? hahahaha Tudo a seu tempo!! hahahaha Quem ficou com dó do Sasuke no carro levanta a mão aí o/ Ino RingGirl? Temari e Tenten lutando? hahaha Vai dar merda!! hahahaha Agora o Itachi vai descobrir o segredo do Sasuke? Aiaiaia!! Bom nos vemos nos comentários!! Mil beijos da Pan e da Paula!