Sei Lamor Della Mia Vita!
48 Verdades gritadas
Notas iniciais
Da casa de Sagitário Fudo observa o rodorio mais abaixo, a vila, iluminada, se mostrava festiva. Mesmo que a população no participasse das festividades do tempo, eles encontravam sua própria maneira de comemorar, era diferente de Pari onde ficava o templo de Artemis, la as pessoas não sabiam da sua existência, não existia parabéns ou agradecimento, não que isso fosse um motivo para que ele deixasse de fazer seu trabalho.
–Mas bado io non quero dormir
–Sem mais, amanha você tem treino.
–Por favor
–Não adianta implorar, fique na quietinho.
–E o pai Milo ele não vai dormir agora?
Fudo se voltou para trás observando o garotinho andrógeno de cabelo vermelho tentando discutir com um cavaleiro de ouro, era um imagem muito estranha essa.
–Milo tem outras coisas para fazer agora, talvez você va vê-lo amanha, mais não tenho certeza
–E por que não esperamos por ele?
–Por que você tem que dormir
Era mais que obvio que o cavaleiro estava perdendo o embate.
–Voce brigaram?
–Chega de perguntas Schille, você vai fechar a boca e caminha até o tempo e vai dormir, antes que perca minha paciência.
–Mais eu quero o Milo
O garotinho resmungou a beira das lagrimas. O cavaleiro de ouro passou a maõ no roto e se abaixou para ficar na altura do menino
–Querido, você não pode ficar dependente assim das outras pessoas, eu não sei se o tio Milo ainda vai te colocar pra dormir a noite, ou vai preparar suas panquecas. Então esqueça o Seferis, nos temos problemas maiores no momento.
–Ele não me quer mais...
Para o desespero do homem quando o menino bonito começou a chorar
–Não chore Schiller, você será o próximo cavaleiro de câncer, e nos não choramos, nunca entendeu, engula sua lagrimas e seja forte, nos não podemos ser fracos, não nos apegamos a ninguém, entendeu?
Fudo teve vontade de arrebentar o homem como ele poderia fazer isso com a criança?
–Pare de chorar e vamos embora – Inflexível o homem se pos de pé, e começou a andar, dois degraus depois no entanto ele parou, esperando o menino que caminhava a passos lentos, fungando pelo nariz e se tremendo- Vem aqui.
Com um gesto de mão o garoto se aproximou e o cavaleiro o segurou nos braços e o embalou, voltando a andar
–Está tuto bene mi amoré, nos vamos da um jeito nesse situazzone, nos vamos conseguir. Ma io prometo para te, mi amado banbino.
Enquanto se aproximavam dele, Fudo observou sorridente o menino parar de chorar, os bracinhos finos ao redor do pescoço do homem.
–Yo te amo pequeno e niente em questo mondo puede mudare esto.
–Eu queria o pai Milo. Ele vai volta pra nos?
–Yo non sei banbino, aquele safado partiu nosso coraçon.
Era mais que obvio para ele naquele momento quem o homem era para o ex-companheiro de Camus. Ele tinha encontrado alguém. Era triste que alguém saísse magoado nessa historia.
Mascara desceu a escadaria a passos lentos, ele não estava muito feliz em ir para a aquela casa e deitar na cama sozinho, não seria capaz de dormir, não sabendo onde Milo estava, com quem estava, e fazendo-se la sabe o que?.
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Milo suspirou alto encostando-se na colina branca, seu peito saltava de maneira incontrolável, e ele tinha certeza que Camus era capaz de ver seu nervosismo, ele odiava ficar assim e ainda mais na frente do outro, no entanto parecia que ele não tinha qualquer controle sobre seu corpo. O ruivo o observa com os olhos verdes instigantes, um meio sorriso nos lábios, de alguma forma ele sabia que Milo estava sobre seu controle, e o loiro simplesmente detestava a forma como ele ficava passivo diante de Camus, sempre fora assim, e parece que nem mesmo os últimos meses foram capazes de mudar isso.
–Milo – Camus se aproximou do ex-amante, estavam perto o suficiente para que pudesse ouvir a respiração ruidosa do loiro- Eu senti tanto a sua falta, você não tem idéia
O escorpiano estudou o rosto bonito na sua frente, ele esperara por tanto tempo ouvir essas palavras, mais de alguma forma elas não estavam lhe trazendo alegria, apenas dor.
–Por que você voltou Camus- Milo sussurrou em um fio de voz, mais sabia que o francês havia lhe escutado
–Eu vim por você Milo, eu vim pra implorar por seu perdão, pra ter você de voltar, eu quero que tudo volte a ser como antes.
Milo fechou os olhos, Camus havia voltado pra pedir seu perdão, mais em momento algum ele havia ouvido a palavra desculpas, sinto muito, nem muito menos o motivo de ter sido abandonado naquela situação deprimente.
Camus tocou o rosto do loiro sentindo a maciez da pela, Observou enquanto Milo fechou os olhos apertado, deus como ele tinha sentido a fala dele, todas as noites, sentia falta do corpo musculoso junto ao seu, do cheiro dos cabelos cor de ouro, da sua voz doce chamando o seu nome enquanto faziam amor
–Diga alguma coisa Milo por favor
O escorpiano abriu os olhos
–O que você quer que eu diga Camus?
–Que você me perdoa, que vai voltar pra mim, eu so preciso ouvir isso.
Milo fechou os olhos tentando conter as lagrimas, por que, por que agora ele tinha que voltar.
–Como eu posso te perdoar Camus, você não sabe o que eu sofri, o que...
Der repente os lábios de Camus o calou com um beijo. Os olhos Milo quase saltaram das orbes com aquilo. A língua pecaminosa do aquariano adentrando em sua boca, levando qualquer resistência que pudesse oferecer, arrancando sua sanidade de forma tão louca que Milo imaginou que podia perder a mente, que se queimaria por esse homem de gelo. Reticente, Milo retribui o carinho tão convidativo que aquela língua provocava no interior de sua boca, ele arfou sentindo um ar quente da respiração de Camus em seu rosto.
Camus colou o corpo no de Milo pressionando quadril contra quadril as mãos de deslizaram pelas nádegas apertando firme, Milo se contraiu pelo toque inesperado, rápido demias, as coisas estavam indo muito rápido, mais ele siplesmente não tinha controle do seu corpo, Camus o prensava contra parede pelo quadril do que forçava sua ereção sobre a do menor, roçando os dois membros um no outro, até ficarem extremamente rijos.
Milo se apertou no abraço de Camus, as mãos envolvendo seu pescoço se emaranhando nos fios de fogo. Camus interrompeu o beijo descendo os lábios para seu pescoço de Milo, mordendo a pele, sugando, gravando o gosto do loiro em seus lábios e na sua memória.
Milo gemeu com a pontada de dor provocada pelo dentes de Camus em seu ombro, seu corpo estava queimando com tanta necessidade, parecia que sua eração iria se explodir, por Afrodite como ele tinha esquecido de tudo isso, das caricias quentes, o seus beijos agressivos, tinha tanto tempo, mais pareça que seu corpo nunca esquecera de Camus.
–Por Zeus Milo, eu te quero tanto, eu fiquei com tanto medo de você não me perdoar.
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