Sei Lamor Della Mia Vita!
4 Um confuso despertar
Milo apertou os olhos e os abriu com dificuldade, sua respiração estava pesada seu corpo dormente
–Como voce se sente?
O escorpiano forçou a mente conhecia aquela voz, na sua linha de frente o cavaleiro de peixes surgiu de banho tomado e sorridente os cabelos loiros ainda úmidos, foi quando notou pela primeira vez onde estava, era um quarto grande com muitos vasos de flores o cheiro de rosas se espalhando pelo cômodo, respirou fundo tentando se levantar mais duas mãos seguraram seus ombros o impedindo, foi quando se voltou para o lado que notou pela primeira vez que havia outra pessoa no cômodo, mais precisamente ao seu lado, Mascara da Morte se mantinha inflexível o olhar frio, o maxilar relaxado. Acima de sua cabeça um bolsa de sangue que alimentava sua veia.
–Fique na sua escorpião, mais se quizer morrer va em frente- Milo encarou Mascara da morte que estava com os braços cruzados e o sorriso jocoso nos lábios
–Mask da um tempo
–Ah Afrodite francamente me de um tempo voce, eu já fiz demais por esse ai- indicou o outro com o queixo
Milo tremeu cerrando os punhos como aquele filho de uma puta ousava falar dele dessa maneira
–Olha aqui seu carcamano, não me interessa o que você acha, você se sente muita coisa não é,mais saiba que você não passa de uma merda que a Deusa esta abrigando por que é bondosa demais para te chutar novamente para aquele buraco onde você estava
Milo se levantou arrancando a agulha do braço e foi na direção da saída
–Viu o que você fez Mascara será que não pode ficar na sua
–Ah eu só falei a verdade se ele se ofendeu problema dele
Afrodite balançou a cabeça será que Mascara não sabia fazer nada direito?
–Onde merda é saída desse lugar- Milo gritou de alguma parte do templo de peixes as portas sendo batidas com força
–Você é um idiota Mascara da morte
–Fique na sua peixinho, você é o único aqui que não pode falar nada a respeito do meu comportamento
Afrodite ergueu o queixo e caminhou até o italiano parando a poucos centímetros do outro
–Não me ameasse Mascara da Morte, não se esqueça que eu também me arrastei na mesma lama que você, nos estamos peito a peito meu caro então cuidado como fala comigo eu posso esquecer rapidamente nossa amizade.
Mascara não se alterou, sabia que o santo de peixes podia ser muito acido quando queria, mais não ousaria nada contra ele, como foi dito estavam no mesmo barco.
–Agora eu vou atrás daquele maluco antes que ele quebre minha casa inteira.
Mascara permaneceu de pé sem mover um musculo, estava odiando aquela situação toda, ver Seferis naquele estado por causa de Camus, o deixava irado, o fundo poço era onde o loiro havia ido parar, estava odiando escorpião por causa daquela fraqueza, como um santo de Atena tenta suicídio, por Zeus onde estava o orgulho do escorpião, talvez tenha ido embora junto com o cubo de gelo, era a única explicação plausível.
Milo bateu mais uma das inúmeras portas de madeira da casa de Peixes estava irado como aquele carcamano ousava falar com ele assim, que diabos ele pensava que era, o novo Shaka, so podia ser isso mesmo, um traídor como ele o julgando. Certo que nas ultimas semanas estava passional demais como Camus mesmo falara, Camus aquele filho de uma mãe, ao menos nisso Mascara estava certo como ele Milo chegara a esse ponto tentar suicídio por causa de um homem, homem que por sinal não dera a mínima para ele quando resolvera chuta-lo, e se mandar atrás de uma maldita vagina.
–Milo- Afrodite parou no corredor observando o santo de escorpião que permanecia parado, estava pensando muito so esperava que estivesse caindo na real
–Afrodite- o outro rebateu seco – Como eu saio daqui?
–Me acompanhe- o andrógeno falou voltando a caminhar sem esperar pelo outro, se obrigou a fechar os olhos, relembrando das palavras de Mascara, aquele idiota não sabia ficar de boca fechada, sabia que esse assunto era tortura para si, mais não, era típico dele passar por cima dos outros.
–Quem sabe o que aconteceu comigo?
Afrodite parou esperando que o cavaleiro o acompanhasse no passo, não sabia o que havia ocorrido no mundo dos mortos, mais seja la o que for havia resultando em uma mudança no loiro, seu rosto estava mais duro, firme, mesmo que os olhos transbordassem de dor
–Apenas eu e Mascara. – se limitou a responder
–Por que você não chamou Atena?
–Voce queria que eu a tivesse chamado, se é isso fale, você preferia se cuidado pelas mãos da Deusa do que pelas mãos da escoria do santuário?
A voz do cavaleiro de peixes não denotou raiva ou desprezo, apenas aquele costumeiro tom de deboche, que o irritava profundamente.
–Eu quis te dar uma chance se é isso que quer saber. Apesar de tudo você merece, já basta a humilhação de ter sido abandonado, não precisava dessa na sua cota, faça jus a vida que lhe foi devolvida Seferis, se levante do tumulo, reaja, no suntuário não há lugar para fraquezas.
Milo apertou os punho queria quebra aquela carinha bonita do andrógeno
–Voce se acha melhor que todos nos não é Afrodite, com seu jeito superior mais você não é acredite.
–Eu nunca disse nada disso Seferis, que delimitou essa linha foram vocês, eu apenas estou sobrevivendo da maneira que posso, e se você for esperto fara o mesmo.
–Dispenso, ficar frio como você e doente como Mascara da Morte, é preferível a morte.
–Você tem muito a aprender, no final dessa sua saga terá sorte se ficar como eu, isso será uma prova de que você sobreviveu e ficou mais forte. Não poderá levar a vida a panos brandos a vida inteira, nós somos assassino temos muito sangue nas mãos, nossa consciência pesa depois de um certo tempo, e depois ela simplesmente para de existir e você fica como eu e Masck.
Milo encarou o outro, na verdade nunca havia trocado mais que educados comprimentos com ele, muito o surpreendia essa visão que outro tinha da vida assassinos
–Siga seu caminho escorpião- Afrodite indicou a saída estava cansado demais para manter uma discussão precisava de um banho, e muito sono.
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