Sei Lamor Della Mia Vita!
36 No jogo do amor seduz quem....
Notas iniciais
Bom voltando ao assunto inicial, lembram que eu prometi escrever ao meno cinco capítulos enquanto estivesse fora, bom eu não consegui escrever os cinco.
Juro não consegui parar, eu escrevi DEZ CAPÍTULOS, mais não vou postar de uma vez se não, não vai ter graça, eu vou postar um de manha e uma a tarde mais não é garantia.
E mais eu escrevi o capitulo que o Camus voltaaaa aguardem.
AMOS TODOS VOCES
Afrodite tomou mais um gole do vinho tinto enquanto revisava a pilha de comprovantes, e fazia as contas, a verdade é que planejar algo como aquela bendita festa era algo muito complexo, não que ele não fosse capaz claro que era, mais isso estava lhe causando inúmeras rugas e isso era inconcebível, a maldita vaca roxa não esperava por esperar, ah mais se vingaria. A verdade é que a única coisa que estava valendo a pena era a adorável companhia de um certo leonino, ah mais estava sendo imensamente divertido de faze-lo de lacaio.
-Tudo bem ai leãozinho?- o andrógeno perguntou risonho enquanto o outro se perdia no meio de uma pilha inacabável de documentos, o objetivo era separar cada um deles, os comprovantes da bufe, dos comprovantes da bebida, dos comprovantes das, mesas dos comprovantes da decoração e um mundo de outro comprovantes, o mais novo estava na tarefa já algumas horas, tendo a maior parte do tempo mostrado sinais claros de impaciência.
Aioria olhou duro para o loiro que não se abalou e deu uma ajustada nos óculos, a verdade é que era uma cena tremendamente bizarra, ver o orgulhoso, volátil e superficial cavaleiro de peixes em uma situação como aquela, os cabelos presos em um coque frouxo alguns fios caindo pelo rosto, os óculo sem armação ao redor das lentes sobre a ponta do nariz pequeno, e uma camiseta branca de algodão.
Durante esse dois dias que tinha passado com o cavaleiro tinha descoberto certas manias que jamais associaria ao outro, por exemplo ele gostava muito de branco, era impecavelmente organizado, desenhava, pintava, isso tinha descoberto através de figuras que vira certo dia em cima da mesa do escritório do outro, no entanto a mais inconcebível era o fato do cavaleiro cozinhar. No dia anterior havia chegado a casa do loiro e o encontrara na cozinha usando avental de florzinha, sujo de farinha de trigo e chocolate, e o mais matante que odiava admitir era que o maldito cozinhava bem, sem falar da adorável adega particular de vinhos italiano que o maldito mantinha no escritório.
Fora difícil assimilar aquela pessoa ali na sua frente ao cavaleiro volúvel que via todos os dias durante tantos anos.
Ta confessava que ele não era tão afeminado, mais algumas era completamente feminino tipo quando ele franzia a testa quando algum calculo estava errado ou quando mordia compulsivamente a tampa da caneta, ou quando colocava as mãos na cintura enquanto analisava algo e mordia o lábio.
-Está difícil ai?- Afrodite perguntou vendo que o outro olhava demais para si
-Como se você pudesse ajudar em alguma coisa, visto que não consegue nem fazer isso ai- Aioria provocou apontando para os papeis.
-Ora seu moleque- o rosto do loiro ficou vermelho- depois não venha dizer que eu não tentei ajudar
Aioria torceu o nariz e balançou a cabeça
-Como se eu precisasse da ajuda de alguém como vocês — Afrodite largou a caneta e retirou os óculos de grau.
-Aguem como eu, será que você pode me explicar excelentíssimo cavaleiro dourado de leão, o que define alguém como eu?
Aioria sorriu
-Pelo amor de deus, olha a sua aparência, eu não sou um cego e admito que você é uma pessoa atraente, poderia ter qualquer mulher que quisesse então por que iria quere se relacionar com homens?
Afrodite sorriu e balançou a cabeça negativamente.
-Você Aioria de Leão é um homem homo fóbico.
-É claro que não eu só estou curioso pela sua escolha- o andrógeno sorriu
-Eu é que acho estranha a escolha de vocês heteros, por que passar por essa vida de longos anos a serem vividos e principalmente nos que temos guerra a porta, tendo aproveitado apenas um dos lados da vida.
-Então você que dizer que também relações com mulheres?- os olhos do outro se arregalaram.
O pisciniano sorriu isso estava ficando muito interessante, iria ver até onde isso iria.
-Sim porem eu realmente prefiro homens- o andrógeno se levantou da escrivaninha e pegou o copo de vinho, se sentando no chão próximo ao mais novo, que o encarou desconfiado
-Por quê?
-Bom mulheres são muito voláteis, olhe pra mim eu sou lindo, você acha que alguma mulher suportaria olhar pra esse rosto muito tempo- Aioria se limitou a sorrir modéstia que era boa tinha passado longe- mulheres são seres passionais, o emocional delas é muito radical, além do mais... — Afrodite sorriu sorvendo mais um gole do vinho e olhou para o outro- eu adoro ser passivo, um homem sabe onde te tocar como tocar o momento de te tocar.
Aioria mordeu o lábio enquanto o outro engatinhava por cima dos papeis
-... Não há sensação melhor do que ter um homem se enterrado em você bem fundo forte, você pode sentir cada milímetro do membro entrando, abrindo passagem dentro de você forçando, hum você não tem ideia...
As palavras morreram nos lábios volumosos do loiro, o olhar do leonino se firmou naquele pedaço de pele de aparência delicada, seria tão macio quanto parecia.
-... Você nunca se imaginou entrando em mim?
O coração de Aioria bateu com mais velocidade, sua mente gritava exigindo que afastasse o outro, não era certo, ele não gostava de homens e sim de mulheres, porem seu corpo parecia congelado ali enquanto o outro as aproximava.
Afrodite se aproximou com cautela, ah sim Aioria de leão ali aos seus pés não era algo que queria desperdiçar, sim dissera muitas coisas a respeito de nunca se envolver com o mais novo e coisa e tal, mais não iria ignorar o fato de que o homem que ele detestava profundamente esta ali como um garotinho que estava prestes a perder a virgindade com uma mulher mais velha ou no caso homem, ah tinha que admitir que aquele grego esquentadinho era quente, imaginava aquele pedaço de homem na sua cama, a pele bronzeada em contraste com a seda branca, os lençóis enroscados nas pernas musculosas.
-Imagine você dentro de mim, minhas pernas em volta da sua cintura, nossas peles deslizando no suor, meus gemidos no seu ouvido implorando pra você ir com mais força, mais rápido, você me pegando por trás. Sabe eu adoro apanhar enquanto faço sexo selvagem, você gostaria de me bater um, me responda, você não me deseja.
Afrodite espalmou a mão no peito do grego e o empurrou para traz fazendo-o deitar de costas nos chão e engatinhou se sentando em cima do quadril do leonino
-Você não quer me tocar- o pisciniano pegou ambas as mãos do moreno colocou sobre seu quadril por baixo da camiseta- não que sentir a textura da minha pele o gosto?
Aioria arfou por baixo do jeans seu membro latejava apertado na roupa intima. Afrodite rebolou sentindo a rigidez do mais novo, curvou o corpo aproximando os rostos
-Você me deseja, não deseja?- Afrodite mordeu o lábio e aproximou seu rosto do outro o suficiente para sentir o calor da respiração irregular, tocou levemente os lábios do outro, foi sutil, apenas um roças de coca, porem os lábios do outro se abriram pedindo espaço com a língua, o loiro ronronou permitindo invasão, as línguas travando uma batalha por espaço, o sabor do vinho se misturando ao sabor natural dos lábios do grego.
Aioria apertou a cintura do loiro, não importava como havia chegado até ali, seus pensamentos não mais importavam, seu corpo não tinha o domínio de sua mente, seu corpo estava entorpecido pelo calor abrasador que o outro emanava, estava queimando.
-Eu quero você Aioria aqui, agora.
O leonino respirou em busca de ar enquanto o andrógeno explorava seu pescoço com os lábios, variando entre mordidas e chapões, os quadris do loiro se moviam de forma sensual sobre sua ereção arrancando gemidos abafados. Aioria segurou os cabelo do loiro e o forçou a encara-lo, os lábios estavam inchados vermelhos entreabertos em busca de ar, as pupilas dilatadas, o rosto corado, Afrodite possuía o rosto de um anjo casto, e no entanto era incrivelmente sexy, uma figura tão contraditória.
-O que houve Aioria?- o andrógeno perguntou voltando a afundar os dedos nos cabelos castanhos e os lábios na pele bronzeada. Afrodite controlou a vontade rir, era tão grande a satisfação que tinha por ter aquele homem para si que estava exultante de felicidade, soltou os cabelos macios e desceu a mão pelo abdômen definido, sorriu sacana para o outro e escorregou ficando sobre as coxas do maior, expondo a volumosa ereção, seu corpo se arrepiava só de imaginar aquele membro dentro de si.
Aioria arfou quando sentiu os dedos magros envolverem seu membro latejante, a mão pequena subia e descia em movimentos lentos e tortuosos, ondas elétricas percorria todo o seu corpo
-Afrodite- o andrógeno sorriu
-Vamos chame meu nome- o loiro sorriu descendo o rosto e passando a língua por toda a extensão do pênis
-Afrodite.
Afrodite....
Afrodite...
A nome ecoou na mente de Aioria muitas vezes até que tudo pareceu parar. Marin, ele devia estar na casa de leão a sua esperar.
O grego arregalou os olhos, empurrando o outro.
Afrodite abriu a boca porem se calou. Que átimo agora teria que se aliviar sozinho
Aioria se levantou tentando se recompor.
-Você, você fique longe de mim entendeu, não me toque nunca mais. – Afrodite se deitou de costas no chão e respirou fundo, escutou a porta bater e o leonino resmungando longe. Ah que ótimo grande avanço Afrodite, ele e sua mania de não segurar a onda tinha ido com muita sede ao pote e assustado o garoto, mais uma coisa podia garantir, essa noite ele iria ter os sonhos povoados por sua a imagem a isso tinha
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