Sei Lamor Della Mia Vita!
18 Milo está de volta!
Notas iniciais
obrigado pessoal.
atenção enquete eu andei pensando ninguem sabe o nome do Mask não é mesmo, então eu resolvi colocar em votação dois nomes:
1º Carlo Eveno Di Angellis Vitalle e Negri
2º Angelo Eveno De Santis Ferraro e Riva
EVENO. rei da mitlogia que se apaixona pela propria filha,então para afastar os pretendentes propõe um desafio, quem perder é morto pelo rei. Porem quando Eveno percebe que os pretendentes de sua filha não desistem, ele então mata a todos cortando-lhes a cabeça, e decora com elas as paredes seu palacio.
Dai o motivo de eu deixar Eveno em ambos os nomes, eu queria algo que tivesse a ver com o personagem.
################### SEI LAMOR DELLA MIA VITA ###################
Milo observou de longe o grande cavaleiro entravam na arena estava acompanhado de Shura, e conversavam animadamente . Ah Deba a quanto tempo não via o amigo, ele partira em missão a um mês atrás, como tinha precisado do grandão, se levantou da arquibancada e disparou pela arena, se jogando sobre o corpo do maior, o arremessando no chão
–Deba, que saudades grandão! – Milo sorriu se sentando na barriga do outro
–Alguém anotou a placa do caminhão que me atropelo?
–A Deba qual é você aguenta o rojão do Miluxo aqui – O grandão sorriu olhando para o amiga, um grande sorriso se estampava no rosto do loiro, estava bem mais pálido, porem os quilos perdidos não haviam sido recuperados, mais a surpresa maior foram a falta das gigantescas cascatas de ouro que o escorpiano tinha tanto orgulho – o que foi grandão você gamou foi?
–Cai fora eu não jogo no seu time – Aldebarã empurrou o outro para o lado e se levantou em pulo
–Hum você anda muito mal Deba isso é jeito de tratar um amigo
O grandão sorriu estendendo a mão para o amigo. Milo piscou de olhos passando o braço pelos ombros de Touro
–Sabe eu estava pensando você passou muito tempo fora
–Que é isso foi só um mês
–Mais pra mim foi muito, então continuando a linha do meu pensamento, para comemorar a sua volta eu vou dar uma festança de arromba.
–Milo
–Que isso Deba isso aqui esta muito parado, esse santuário esta uma droga de tedio, então que tal a ideia. A gente pode comprar aquela malvada la do seu pais, convidas as amazonas.
Milo riu sugestivo, sabia que o grandão tinha uma queda pela amazona Shina
–Milo seu fudido
–É eu sei sou demais, então la em casa amanha a noite. Espalha pro povão.
–Ta tudo bem. Mais diz ai quem é aquele com o bebum do Kanon
–Aquele meu caro amigo é ninguém mais ninguém menos que Julian Solo, aquele la que tentou afogar a humanidade
–Então ele o gêmeo pirado....
–É isso ai meu caro amigo, se os irmão ego grande já odiavam os três mosqueteiros antes, agora que D’Artangnan ou Julian Solo Posseidon, ou seja la qual fosse a denominação que aquela ali tem, chegou pra completar o grupo é que eles vão se rasgar mesmo.
Milo soltou uma sonora gargalhada, sendo acompanhado pelo maior.
Do outro lado da arena Mascara da morte simplesmente ignorava a euforia do amigo que batia palminhas como se fosse uma criança por causa dos outros dois que pareciam não ter a mínima noção que estavam debaixo de um sol de verão grego que deveria estar com a temperatura por volta dos 34 ̊C, cristo eles não tinham noção. O canceriano se levantou e desceu os degraus da arquibancada
–Hey onde você vai Mask? – Afrodite acompanhou o outro
–Embora para onde mais eu iria
–Nossa deixa de ser grosso Mask – o andrógeno fez uma careta- Hey casal feliz nos já vamos você ficam ai? – se voltou para trás, interrompendo o afogueado beijo
Kanon olhou para o mais novo que exibia um sorriso de orelha a orelha
–Você vem comigo, ou vai voltar com Atena?
Kanon descolou o corpo do outro grego e o segurou pela mão, puxando-o na direção dos outros dois.
Institivamente os pelos do escorpiano se arrepiaram quando sentiu a cosmo energia do Italiano se aproximar, de todos ali fora o Solo, ele era o único que não ocultava a sua cosmo energia, ao mesmo não quando estava fora da casa de Câncer, antes da guerra do Santuário, achava essa uma atitude de prepotência vinda da parte do companheiro de Guerra, mais agora pensando bem ele devia ter lá suas razões. Porem o mais estranho é que nunca havia pensado nisso, na verdade nunca nem se dera conta da presença do moreno pela arena no refeitório ou em qualquer outro lugar, e parando pra pensar era loucura quem não notaria alguém como Mascara da Morte, por Zeus o cara era imagem da virilidade e poder em pessoa.
–Milo, Milo – o grego balançou a cabeça se livrando dos pensamento estranho que acabaram de lhe ocorrer
–O que Deba?
–Parecia que você estava em outro mundo
–Eu estava apenas pensando, só isso, penssando – o grego interpolou observando o grupo se aproximar, Mascara caminhava a passos firmes coluna ereta, nariz para a frente, na verdade nunca tinha parado para notar mais o italiano tinha o pescoço mais comprido qu o da maioria das pessoas, ao seu lado Afrodite praticamente quicava falando pelos cotovelo, e o casal vinha a um passo atrás, em um silencio aparentemente agradável.
–Hey grandão como vai? – o pisciniano soltou alegre, se aproximando de ambos
–Muito bem Dido e você, me parece bem feliz
–Ah sabe como é né?
Milo franziu o cenho estranhando aquele monologo, desde quando o brasileiro era amigo do sueco, e pela intimidade a amizade não vinha de agora não.
–Oh miluxo querido desculpa não ter falado com você – o andrógeno se virou para o escorpiano sorrindo exageradamente
–Tudo bem Afrodite. – não sabia o motivo mais sua boca estava subitamente seca, olhou novamente na direção do grupo que tinha se aproximado, porem diferente de Afrodite os outros três se mantinham a uma boa distancia deles evitando qualquer contado. Zeus como ele nunca tinha percebido esse tipo de coisa onde tinha vivido nos últimos meses.
Mascara levantou o olhar na direção do amigo, porem o que encontrou foi o par de íris azuladas que o encaravam de uma maneira quase densa, o canceriano tinha a impressão de que se esticasse a mão poderia facilmente segurar o ar que os circulava, tamanho o efeito desestabilizador dos olhos do loiro. Tão límpido, como cristal, porem taõ quente e afável como brisa de verão, o moreno tinha certeza que aquilo poderia viciar.
Milo prendeu o ar, por algum motivo olhar para a aquele homem lhe causava suspense, pretensão, seu coração acelerava alucinadamente, era como se pudesse esperar qualquer coisa vinda do italiano. Lembrava-se que a mãe sempre dizia que os olhos eram o espelho da alma, e se isso fosse verdade não sabia como descrever a alma de Mascara. Seus olhos azuis marinho eram como o oceano turvo nas noites de tormentas, com grandes ondas ameaçadoras, que tragavam derrubavam e devastavam tudo por onde passava, o oceano que te tragava, e tragava, e você se perdia naquela imensidão perigosa e tão belamente selvagem.
–Milo, Miloo
Aldebaran estalou os dedos na frente do rosto do amigo na tentativa de lhe chamar a atenção. Afrodite por sua vez ergueu a sobrancelha, ao perceber o motivo de desatenção do escorpiano, ele parecia não ver mais nada além do seu amigo italiano, ah que ai tinha alguma coisa, isso tinha, o pensamento lhe fez rir, imaginava a cara de tacho do aquariano caso aqueles dois visse a... Hum, isso podia ser uma boa ideia, só de imaginar Camus cubo de gelo, o resta de sua vida já valeria a pena.
–Milo acorda – o grandão sacudiu o menor que sorriu amarelo
–Fala Deba
–Eu estava dizendo pra Afrodite que você vai dar uma festa amanha a noite, como nos velhos tempos.
Milo não pode evitar o sorriso
–A sim vai ter bebida para afogar todo o santuário, e vocês e seus amigos claro são bem vindos na minha casa peixes.
O pisciniano sorriu, as festas de Milo Seferis eram um mito por todo o santuário, se alguém ali sabia como dar um boa festança esse cara era o loiro.
–Claro que sim nos vamos todos nos – disse olhando discretamente par ao italiano, agora sim as coisas pelo santuário iriam melhorar, estava se sentindo o cupido nessa linda forma humana.
Notas finais
beijooo e buenas noches
Fale com o autor